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Phelippe Daou
Nome completo Phelippe Arce Daou
Nascimento 15 de dezembro de 1928
Manaus,  Amazonas
Morte 14 de dezembro de 2016 (87 anos)
São Paulo,  São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Cônjuge Magdalena Arce Daou
Ocupação Empresário
Jornalista
Mecenas
Advogado

Phelippe Arce Daou, conhecido como Phelippe Daou, (Manaus, 15 de dezembro de 1928São Paulo, 14 de dezembro de 2016) foi um jornalista, empresário e mecenas brasileiro, destacando-se como um dos homens públicos mais influentes do estado do Amazonas.[1][2]

Índice

BiografiaEditar

Filho único do comerciante José Nagib Daou e de Nazira Chamma Daou, fez seus primeiros estudos na Escola Progresso de Manaus. Em seguida, ingressou no Colégio Estadual do Amazonas, onde concluiu o secundário e científico. Daou chegou a ser formado advogado na Faculdade de Direito do Amazonas (atual UFAM).

O empresário foi casado com Magdalena Arce Daou, é pai de dois filhos Phelippe Daou Jr., que assumiu a Rede Amazônica, e Cláudia Daou Paixão e Silva.

Mesmo não exercendo a função de advogado a vocação de jornalista falou mais alto,sendo repórter do Jornal do Comércio, mas a ascensão na carreira começaria um ano depois, com sua transferência para a empresa Archer Pinto, proprietária, na época, de "O Jornal e Diário da Tarde", onde exerceu diversas funções redacionais. Atuou ainda como redator da Rádio Rio Mar. Além de defensor da Zona Franca de Manaus Daou foi membro do Conselho Deliberativo dessa instituição que por consenso representava toda a classe empresarial – a Associação Amazonense de Imprensa e a Associação Comercial do Amazonas. Em 1968, junto com Milton Cordeiro e Joaquim Margarido, fundou a Amazonas Publicidade, embrião deu origem à Amazonas Distribuidora Ltda e Rádio TV do Amazonas S.A., que abrange, entre outras emissoras, a Rede Amazônica. A Rede Amazônica surgiu em 1972, fundado pelos três amigos.

MorteEditar

Daou morreu em 14 de dezembro de 2016, vitima de um infarto após realizar exames de rotina para uma cirurgia. Ele morreu por falência de múltiplos órgãos, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.[3]

Referências

Ver tambémEditar

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