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O Reino Arménio da Cilícia(PE) ou Reino Armênio da Cilícia(PB) (também chamado de Arménia Menor, Reino da Arménia Menor, Reino da Cilícia ou Nova Arménia (em Arménio clássico: Կիլիկիոյ Հայկական Թագաւորութիւն) foi um estado formado na Idade Média por refugiados arménios das invasões dos turcos seljúcidas à Arménia. Diferentemente do Reino da Armênia da antiguidade clássica, o Reino Arménio da Cilícia localizava-se ao redor do golfo de Alexandreta, no mar Mediterrâneo (atualmente, sul da Turquia), e permaneceu independente de 1078 a 1375.

O reino foi fundado pela dinastia dos Rubenidas, um ramo dos Bagrátidas armênios, que detiveram por diversas vezes os tronos da Arménia e da Geórgia. Inicialmente com a capital em Tarso e posteriormente em Sis (actual Kozan), a Cilícia foi um forte aliado dos cruzados europeus e considerava-se um bastião do cristianismo no Médio Oriente. Também serviu como ponto focal do nacionalismo e da cultura dos arménios, cuja nação original se encontrava sob o domínio muçulmano.

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Bandeira da Administração da Armênia Ocidental.

A Administração da Armênia Ocidental foi um governo provisório armênio na região autônoma estabelecida originalmente em torno do lago Van, após a Resistência de Van, ocorrida durante a Campanha do Cáucaso sob a liderança de Aram Manougian, da Federação Revolucionária Armênia. Originalmente o território era conhecido por Vaspuracânia Livre; após um início conturbado, em agosto de 1915, a administração foi reestabelecida em junho de 1916 com o nome de "Administração da Armênia Ocidental", em plena zona de guerra. A partir de dezembro de 1917 passou para o controle do Comissariado Transcaucasiano, com Hakob Zavriev como Comissário e, durante os primeiros estágios do estabelecimento da República Democrática da Armênia, foi incluída, juntamente com os outros conselhos nacionais armênios numa Armênia brevemente unificada.

O governo provisório foi estabilizado através das unidades voluntárias armênias, que formaram uma estrutura administrativa depois da Resistência de Van, no início de 1915. A maior representação política na Administração era a da Federação Revolucionária Armênia, e Aram Manougian, apelidado de "Aram de Van", foi seu mais famoso governador.

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Genocídio Armênio (em armênio/arménio: Հայոց ցեղասպանություն; Hayots tseghaspanutyun), também conhecido como Holocausto Armênio, Massacre Armênio e, tradicionalmente, como Medz Yeghern (em armênio: Մեծ Եղեռն; "Grande Crime") foi o extermínio sistemático pelo governo otomano de seus súditos armênios, minoritários dentro de sua pátria histórica, que se encontra no território que constitui a atual República da Turquia. O número total de pessoas mortas como resultado do genocídio é estimado entre 800 mil e 1,5 milhão. O dia 24 de abril de 1915 é convencionalmente considerado a data de início dos massacres, quando as autoridades otomanas caçaram, prenderam e executaram cerca de 250 intelectuais e líderes comunitários armênios em Constantinopla.

O genocídio foi realizado durante e após a Primeira Guerra Mundial e executado em duas fases: a matança da população masculina sãos através de massacres e sujeição de recrutas do exército para o trabalho forçado, seguida pela deportação de mulheres, crianças, idosos e enfermos em marchas da morte que levavam ao deserto sírio. Impulsionada por escoltas militares, os deportados foram privados de comida e água e submetido a roubos, estupros e massacres periódicos. Outros grupos étnicos nativos e cristãos, como os assírios e gregos otomanos, também foram igualmente perseguidos pelo governo otomano e seu tratamento é considerado por muitos historiadores como parte da mesma política genocida. A maioria das comunidades armênias que surgem após a diáspora deste povo por todo o mundo é um resultado direto do genocídio.

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