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Psycho-Pass
サイコパス
(Saiko Pasu)
Gênero Sci-fi, Suspense, Cyberpunk, Distopia
Anime
Psycho-Pass
Direção Naoyoshi Shiotani
Katsuyuki Motohiro
Roteiro Gen Urobuchi
Estúdio Production I.G
Emissoras de televisão Japão Fuji TV (Noitamina)
Exibição original 11 de outubro de 2012 – 22 de março de 2013
Episódios 22
Página no Anime News Network (em inglês)
Mangá
Inspector Akane Tsunemori
Escrito por Hikaru Miyoshi
Editora(s) Japão Shueisha
Revista(s) Jump Square
Público-alvo Shōnen
Data de publicação 2 de novembro de 2012 – 4 de outubro de 2014
Volumes 6
Light novel
Autor(es) Makoto Fukami
Editora(s) Japão Mag Garden
Público-alvo Seinen
Data de publicação 4 de fevereiro de 2013 – 4 de abril de 2013
Volumes 2
Mangá
Inspector Shinya Kogami
Escrito por Midori Gotou
Editora(s) Japão Mag Garden
Revista(s) Monthly Comic Blade
Público-alvo Shōnen
Data de publicação 30 de junho de 2014 – em publicação
Volumes 4
Anime
Psycho-Pass 2
Direção Naoyoshi Shiotani
Kiyotaka Suzuki
Roteiro Tow Ubukata
Estúdio Tatsunoko Production
Emissoras de televisão Japão Fuji TV (Noitamina)
Exibição original 10 de outubro de 2014 – 18 de dezembro de 2014
Episódios 11
Página no Anime News Network (em inglês)
Filme
Psycho-Pass: The Movie
Duração 113 minutos
Direção Naoyoshi Shiotani
Katsuyuki Motohiro
Produção Kōji Yamamoto
Akitoshi Mori
Masaya Saitou
Fumi Morihiro
Kenji Tobori
Roteiro Gen Urobuchi
Música Yugo Kanno
Distribuição/
Licenciamento
Toho Co. Ltd.
Estúdio Production I.G
Lançamento 9 de Janeiro de 2015
Página no Anime News Network (em inglês)
Wikipe-tan face.svg Portal Animangá

Psycho-Pass (サイコパス, Saiko Pasu?) é um anime japonês produzido pela Production I.G. Estreou no dia 11 de outubro de 2012 no bloco Noitamina da Fuji TV. A série foi adaptada para mangá, que começou a ser publicado em 2 de março na Jump Square.[1]

Índice

EnredoEditar

Em um mundo onde o princípio de que "todos são inocentes até que se prove o contrário" não se aplica, o julgamento é dado por um sistema que analisa o estado mental das pessoas e as categoriza como potenciais criminosos ou não, intitulado de "Sybil". É dada também uma probabilidade de "cura" (terapia), de recuperação mental desses indivíduos.

Caso essas pessoas sejam classificadas como irrecuperáveis, sua sentença pode ser a prisão ou a morte, mesmo que não tenham cometido crime nenhum. Como auxílio em suas investigações, a polícia usa um grupo de prisioneiros "especiais", chamados Executores (Enforcers), para ajudá-los a capturar ou matar esses indivíduos "não mais necessários". Para tal, utilizam uma arma especial, chamado de Dominators, ou "Os olhos da Sibila".

Akane Tsunemori é uma policial que acaba de ser transferida para essa divisão, mas ela parece não acreditar que existam pessoas irrecuperáveis.

PersonagensEditar

Shinya Kogami (狡噛慎也 Kogami Shin'ya) Protagonista masculino da série, era um Inspetor, mas, após um incidente que resultou na morte de um de seus subordinados, teve seu coeficiente criminal alterado para níveis muito altos, se tornando um dos Executores

Akane Tsunemori (常守朱 Tsunemori Akane) A protagonista feminina, é Inspetora junto com Ginoza. Entrou para a polícia por suas excelentes notas, ninguém obteve uma pontuação tão alta quanto a dela. Por isso, Akane acredita ser capaz de fazer algo que ninguém mais pode. Tem uma alta tolerância a álcool.

ProduçãoEditar

Enquanto estava criando, Katsuyuki Motohiro, o diretor chefe, queria que a série contrariasse as tendências dos animes atuais. Com isso, o uso de moe foi proibido entre a equipe de produção. Motohiro queria criar um novo anime há um bom tempo, no entanto para isso ele disse que precisava de um roteirista carismático. Então ele convidou Gen Urobuchi para trabalhar junto com ele em 2011, pois a equipe gostou de seu trabalho em Puella Magi Madoka Magica, que segundo eles se tornou melhor que Neon Genesis Evangelion. Após ler alguns livros e roteiros escritos por Urobuchi, ele ficou fascinado e ficou convencido de que ele faria um bom trabalho.[2] O design dos personagens foi feito por Akira Amano.[1]

Na criação da série, Motohiro permitiu que a equipe usasse os elementos originais desejados pelos criadores, mesmo que isso pudesse afastar o público feminino. Ele também sabia que a série era violenta demais para o público infantil, comentando que ela não queria seu filho assistisse o anime devido a sua "brutalidade psicológica". Os temas psicológicos foram baseados em Lupin III, que ele assistiu durante a sua infância.[2]

Referências

  1. a b «I.G & Urobuchi's Psycho-Pass Sci-Fi Anime Inspires Manga» (em inglês). Anime News Network. 2 de outubro de 2012. Consultado em 3 de março de 2013 
  2. a b «Psycho-Pass Chief Director: Word 'Moe' Is Banned Among Staff» (em inglês). Anime News Network. 11 de outubro de 2012. Consultado em 3 de março de 2013 
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