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Rocky e Hudson
 Brasil
1994 •  cor •  63 min 
Direção Otto Guerra
Produção Lancast Mota
José Maia
Lisandro dos Santos
Andrés Lieban
Roteiro Adão Iturrusgarai
Elenco Marco Ribeiro
Garcia Júnior
Mauro Ramos
Sheila Dorfman
Género animação, comédia
Música Frank Jorge
Companhia(s) produtora(s) Otto Desenhos Animados
Prisma Produções
Beirute Films
Distribuição RS Filmes
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

Rocky e Hudson é um filme de animação brasileiro de 1994, dirigido por Otto Guerra. O roteiro e a direção de arte são de Adão Iturrusgarai, criador da dupla de personagens que inicialmente apareceu em tiras de quadrinhos em 1987.[1] A música é de Frank Jorge. O filme inclui um trecho de "O dia em que Dorival encarou a guarda", com atores.

Dublagem (Cinevídeo)Editar

SinopseEditar

O filme se divide em dois segmentos principais:

A pistola automática do Dr. BrainEditar

O arqui-inimigo da dupla Rocky e Hudson, o cientista louco Dr. Brain, usa sua mais nova invenção que chama de "pistola automática", um revólver controlado a distância por controle remoto, para assaltar bancos e depois atacar seus inimigos.

Pé na EstradaEditar

Rocky recebe uma carta de sua Vó Beti, a pessoa que o criou, e resolve visitá-la. Ao chegar lá, ele e seus companheiros, Hudson e o cavalo Silverado, ficam sabendo que a mulher comprou um bar e se tornou punk e quer que o trio a acompanhe em busca de um totem sagrado inca. Mas logo ela muda de ideia e resolve viajar com eles "sem destino".

Tira de QuadrinhosEditar

  • Adão Iturrusgarai criou a dupla homossexual Rocky e Hudson para ironizar o "machismo gaucho" mas por achar que seria um tema muito regional, os transformou em caubóis gays.[1] A primeira publicação foi na revista gaúcha "Dun-Dun". O nome é uma alusão ao ator Rock Hudson, famoso por papéis em filmes de faroeste e que assumiu a homossexualidade.[2] Na época do lançamento da animação eram publicados na revista "Big Bang Bang" da Circo Editorial e na revista gay "Sui Generis".[1]

FestivaisEditar

  • O filme participou do Festival de Gramado e ganhou prêmios de melhor filme do júri popular no 18º Guarnicê Filme e Vídeo, no Maranhão, e de melhor filme no 2º Festival Nacional de Desenho Animado. Foi selecionado para o Festival de Havana de 1995.[1]

Referências

  1. a b c d Folhateen Acessado em 7-09-14
  2. Edwin Paladino (25 de fevereiro de 2002). «O criador da garota moderninha». IstoÉ Gente