Universidade Federal de Sergipe

universidade pública federal em Sao Cristovao, Sergipe
Universidade Federal de Sergipe
Brasão de armas
UFS
Lema Fluendo Crescit
"Fluindo Cresce"
Fundação 15 de maio de 1968 (52 anos)
Tipo de instituição Pública Federal
Mantenedora Coat of arms of Brazil.svg Ministério da Educação
Localização São Cristóvão
Brasil
10° 55' 29.320" S 37° 6' 1.984" O
Docentes 1 150[1]
Reitor(a) Angelo Roberto Antoniolli[2]
Vice-reitor(a) Iara Maria Campelo Lima[3]
Funcionários técnicos administrativos 1 137[1]
Total de estudantes 26 898[1]
Pós-graduação 1 087[1]
Campus
Cores da escola      Azul
     Dourado
     Branco
Afiliações CRUB[4], RENEX[5]
Índice Geral de Cursos 4[6]
Orçamento anual 124 019 557,00 (2017)[7]
[www.ufs.br Website oficial]

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) é uma instituição pública federal que se localiza no município de São Cristóvão, Sergipe, Brasil. Constitui uma das mais importantes universidades do Norte e Nordeste do Brasil. É a única universidade pública do estado de Sergipe e responsável por grande parte da produção científica deste.

Histórico e Campus São CristóvãoEditar

O ensino superior no estado de Sergipe foi iniciado em 1920, vindo a funcionar em 1950 com a criação das Escolas de Ciências Econômicas e de Química, a Faculdade de Direito e a Faculdade Católica de Filosofia em 1951. Em 1954 criava-se a Escola de Serviço Social e em 1961 a Faculdade de Ciências Médicas. Com esse número de escolas superiores foi possível pleitear a criação de uma Universidade em Sergipe. Através da Lei n. 1.194 de 11 de julho de 1963, o Governo do Estado de Sergipe, autoriza a transferência dos Estabelecimentos de Ensino Superior existentes no Estado para a Fundação Universidade Federal de Sergipe, ora em organização pelo Governo Federal. Quatro anos depois, foi instituída a Fundação Universidade Federal de Sergipe, em 28 de fevereiro de 1967, pelo Decreto-Lei n. 269 e instalada em 15 de maio de 1968,[8] com a incorporação de 06 Escolas Superiores ou Faculdades que ministravam 10 cursos administrados por 05 Faculdades e 05 Institutos. Em decorrência da Reforma Universitária Brasileira foram criados 04 Centros Acadêmicos que coordenam atualmente 26 Departamentos e 103 Cursos. Seu corpo discente evoluiu de 638, no ano da sua criação, para 10.375 até a presente data.

As Unidades Administrativas e Acadêmicas da UFS funcionam, em sua maior parte, na Cidade Universitária "Prof. José Aloísio de Campos". Integram a Cidade Universitária: a Reitoria, a Prefeitura do Campus, o Setor Esportivo, os Centros Acadêmicos (CCBS, CCET, CCSA, e CECH), a Biblioteca Central - BICEN, o Restaurante Universitário - RESUN, o Núcleo de Tecnologia da Informação - NTI, o Arquivo Central, o Centro Editorial e Audiovisual - CEAV, e o Colégio de Aplicação - CODAP. Funcionam fora da Cidade Universitária: o Campus da Saúde, o Campus Avançado do Crasto, o Campus Rural, o Campus Avançado de Xingó, o Centro de Cultura e Arte - CULTART e o Museu do Homem Sergipano, além dos Campus localizados nas cidades de Itabaiana, Laranjeiras Lagarto e o mais novo campus em Nossa Senhora da Glória anunciado em 18/03/2014.

O curso de medicinaEditar

A ideia da criação da Faculdade de Medicina de Sergipe, surgiu na década de 50 fruto do espírito científico que dominava Garcia Moreno e o corpo médico do Hospital de Cirurgia, então o mais bem aparelhado Hospital do estado, sob a liderança de Augusto César Leite, a maior expressão médica da época. Em 12 de junho de 1953 foi criada a Sociedade Civil Faculdade de Medicina de Sergipe, que seria responsável pela Faculdade de Medicina e escolhidos os médicos que seriam os futuros professores. Mas o ideia inicial ficou apenas por ai.

Só em 1959 é que o processo de criação do curso de Medicina teve prosseguimento e em 1960 graças ao apoio decisivo do governador Luiz Garcia e do Prof. Antônio Garcia Filho, então Secretário da Educação, Cultura e Saúde, em 21 de janeiro de 1960 foi eleita a primeira diretoria da Faculdade de Medicina de Sergipe, sendo o Prof. Antônio Garcia Filho seu primeiro Diretor. Em 11 de janeiro de 1961 o Presidente Juscelino Kubitschek assinava o decreto no 49.864 que autorizava o funcionamento do curso, tendo sido abertas inicialmente 20 vagas e em 16 de fevereiro de 1961 realizou-se o primeiro vestibular, com 54 inscritos dos quais apenas 9 foram aprovados. [9]

A Faculdade de Medicina de Sergipe, assim chamada, era de patrimônio estadual. Funcionou inicialmente nas dependências do Instituto Parreiras Horta e em 1962 foi transferido para o Hospital de Cirurgia (através de uma parceria) onde permaneceu por mais de duas décadas, quando foi transferido para o Hospital Universitário em 1989. O curso foi reconhecido em 10 de setembro de 1966 pelo decreto no 59.226. Em 28 de fevereiro de 1968 foi criada a Universidade Federal de Sergipe e o curso até então estadual foi transferido para a UFS. Em 1970, com a criação do curso de Odontologia passou a denominar-se Faculdade de Ciências Médicas da UFS. Em 1979, com a reforma administrativa, passou a compor junto com outros cursos o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Hoje o curso de Medicina é ministrado no Hospital Universitário, sede do 4º Distrito Sanitário de Aracaju.

Ex-alunos notáveisEditar

Como costuma ocorrer no ensino superior do Brasil, a Universidade Federal de Sergipe, sendo uma instituição mantida pelo governo federal, tende a formar elite cultural e intelectual do estado. Tem sido a alma mater de três governadores, sete prefeitos de Aracaju, um presidente da Suprema Corte e um diretor executivo do Banco Mundial. Entre os vários ex-alunos proeminentes, podem ser citados:

ReitoresEditar

  • Angelo Roberto Antoniolli (2012-atual)
  • Josué Modesto dos Passos Subrinho (2004-2008 e 2008-2012)
  • José Fernandes de Lima (1996-2000 e 2000-2004)
  • Luiz Hermínio de Aguiar Oliveira (1992-1996)
  • Clodoaldo de Alencar Filho (1988-1992)
  • Eduardo Antonio Conde Garcia (1984-1988)
  • Gilson Cajueiro de Hollanda (1980-1984)
  • José Aloísio de Campos (1976-1980)
  • Luiz Bispo (1972-1976)
  • João Cardoso do Nascimento Júnior (1968-1972)

Campus Aracaju - Hospital UniversitárioEditar

Com o início do funcionamento do curso de medicina em 1961, ficou acertado que as dependências e os serviços complementares do Hospital de Cirurgia seriam colocados à disposição da Universidade, via convênio, para o ensino da medicina na sua plenitude prática. Com o correr do tempo, avanço tecnológico nem sempre acompanhado e mudanças sucessivas de gerenciamento nos dois lados surgiram os primeiros sinais de insatisfação entre os conveniados.

Com o final do convênio entre a UFS e a Fundação de Beneficência Hospital Cirurgia (FBHC) o Reitor, Dr. José Aloísio de Campos, contratou uma firma de engenharia especializada em construção de hospitais, elaborando o projeto de unidade hospitalar com nove andares para ser construído no Campus da Universidade. O projeto foi levado ao Ministério para análise, não merecendo aprovação por conflitar com a política do governo federal que proibia a construção de novos hospitais.[10]

Na época existia o Hospital Sanatório de Aracaju, construído na década de 40 do século passado, em terreno doado pelo governo estadual ao governo federal. Tinha como finalidade única receber determinados casos de tuberculose pulmonar, obedecendo a critérios técnicos vigentes na época. Com a radical mudança de orientação no tratamento de tuberculose, ditada pelo Ministério da Saúde, os Hospitais Sanatórios foram desativados em todo país, surgindo assim, outra opção para a UFS resolver o seu problema de Hospital. As primeiras negociações foram feitas com o Ministério da Saúde em 1982 que aceitou as argumentações da UFS, firmando convênio com a Universidade.

No ano seguinte (1983) transferiu a administração e mudou o nome do Hospital Sanatório de Aracaju para Hospital de Aracaju. E no último trimestre de 1984, sendo já na administração do Reitor Profº. Eduardo Antonio Conde Garcia, o hospital de Aracaju passa a ser chamado de Hospital Universitário.[11]

Em junho de 1989 ocorre a ruptura do convênio com a FBHC, obrigando o HU a absorver em suas dependências, o ambulatório de Medicina, a parte administrativa do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e a didática como um todo, que funcionava no Hospital Cirurgia. A partir do Convênio com o Ministério da Saúde, a UFS, fazendo uso de recursos do Ministério da Educação, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e da Secretaria de Estado da Saúde, realizou as reformas necessárias na estrutura física do Hospital Universitário. Foram adquiridos novos e modernos equipamentos para garantir bom atendimento no Hospital-Escola.[12]

Ocupa 50 570 metros quadrados, área doada pelo Governo do Estado através da Lei Nº 2.769 de 21 de dezembro de 1989. O Hospital é totalmente integrado ao Sistema Único de Saúde - SUS, o Hospital Universitário atende à população em cerca de 150 mil pessoas carentes de bairros de Aracaju, de municípios do interior de Sergipe e dos estados circunvizinhos.[carece de fontes?]

O HU abriga em suas dependências, a unidade de Anatomia Patológica, o Núcleo de Processamento de Dados, o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, a Administração, outros pavimentos ocupados por ambulatórios, e o anexo onde se desenvolvem os Serviços complementares e Diagnósticos, além de quatro pavimentos destinados à admissão, laboratório de análises clínicas, farmácia, Centro Cirúrgico, com três salas de cirurgia e às enfermarias com capacidade máxima de cem leitos, incluindo a UTI. Está em construção uma maternidade.[carece de fontes?]

Campus ItabaianaEditar

O Campus Prof. Alberto Carvalho foi inaugurado em agosto de 2006, dentro da política de expansão e interiorização das instituições federais que ampliou a rede de educação superior para o interior do país. Recebeu esse nome em homenagem ao filho da terra, Alberto Carvalho, primeiro professor de Itabaiana a lecionar na Universidade Federal de Sergipe, em 1964. Alberto Carvalho dedicou-se também aos estudos literários, poesia, contos e cinema, contribuindo para a produção do conhecimento em Sergipe.

Erguido sobre um antigo CAIC (Centro de Atenção Integral à Criança ao Adolescente), o Campus Prof. Alberto Carvalho consolida Itabaiana como um lugar de produção do conhecimento, onde pulsa a vida acadêmica na região do Agreste sergipano através das atividades voltadas à formação de professores e bacharéis.[carece de fontes?]

No campus há dez cursos, com ingresso anual de cinquenta alunos para cada curso.

Além dos cursos de graduação, nos dois últimos anos, o campus também oferece a formação em nível de pós-graduação, mestrado profissional, nas áreas de matemática (2012) e letras (2013), oportunizando a formação continuada de professores da rede pública de ensino.

O campus abriga uma estrutura física de salas de aulas, laboratórios, biblioteca, salas dos departamentos, dos professores e dos setores administrativos. Passou por ampliação de sua estrutura com a construção do prédio do Bloco D, no qual estão novas salas de aula e os blocos departamentais. Também foi construído o prédio do NIPPEC (Núcleo Integrado de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação e Ciência), onde estão instalados os laboratórios e os Grupos de Pesquisa do campus. Nos diferentes espaços do campus são desenvolvidas as atividades de ensino, de pesquisa e de extensão que cumprem um papel significativo na aproximação entre a universidade e as comunidades envolvidas nos projetos.[carece de fontes?]

Campus LagartoEditar

O campus de Lagarto trouxe ao interior da região Nordeste uma avançada estrutura para o ensino universitário, reunindo oito especialidades da área de saúde, com uma proposta pedagógica inovadora.[13]

A implantação do campus de Lagarto se tornou possível e necessária com a instalação, em 2010, do Hospital Regional de Lagarto (HRL). Criado para atender cerca de 250 mil habitantes da microrregião de Lagarto, o Hospital tanto estimulou a vinda de profissionais da saúde para a cidade, quanto passou a exigir a formação de nova mão de obra qualificada.

O HRL está sendo transformado em Hospital Universitário, a partir de sua doação pelo governo estadual à UFS, concluída no final de 2014. A transferência de sua gestão para a Universidade está em processo de transição.[14]

A construção da nova sede do Campus de Lagarto foi financiada com recursos do Ministério da Educação, por intermédio da UFS, com apoio do Governo do Estado, tanto no custeio da obra quando na doação do terreno. Enquanto se deu a edificação da estrutura, o Campus funcionou provisoriamente em um prédio também cedido pelo Governo do Estado.

Estrutura

Desde o segundo semestre de 2015, o Campus de Lagarto está instalado em sua sede definitiva. Hoje, a sede dispõe de três prédios construídos e em funcionamento: a Biblioteca, a Vivência Estudantil e o Departamental.

No prédio Departamental, estão instalados laboratórios, auditório com capacidade para mil pessoas e o departamento administrativo. Estão funcionando também, temporariamente, as salas de aula tutoriais.[carece de fontes?]

O Centro de Simulações e Práticas, maior construção da nova sede, tem sua conclusão prevista para o decorrer de 2017. A estrutura dará mais eficácia às práticas dos diversos cursos do Campus.

Outra obra em andamento na sede é o Laboratório Multiusuário, construído em uma estrutura de módulos integrados, que vai reforçar a prática clínica dos cursos de Farmácia, Nutrição e Odontologia. Sua conclusão está prevista para o decorrer de 2017.[carece de fontes?]

Além das estruturas laboratoriais próprias, o Campus tem ainda, como suporte, em parceria com o Governo do Estado de Sergipe e com a Prefeitura Municipal de Lagarto: o Centro de Especialidade Médica, o Centro de Especialidade Odontológica, as Clínicas de Saúde da Família, a Farmácia Popular, a estrutura do SAMU, o Centro de Reabilitação (na cidade de Simão Dias), a Clínica e Tutoriais em Fonoaudiologia, os espaços Tutoriais em Terapia Ocupacional e em Nutrição e o Hospital Regional de Lagarto.[carece de fontes?]

Telemedicina

Desde 2013, a Universidade Federal de Sergipe conduz uma parceria com a empresa norte-americana Cisco Systems, em um projeto-piloto de telemedicina – atendimento médico via telepresença –, que visa à aproximação entre profissionais da saúde das cidades de Lagarto e Tobias Barreto e especialistas do Hospital Universitário da UFS, em Aracaju.

As Clínicas de Saúde da Família das duas cidades são conectadas a hospitais e especialistas do Hospital Universitário de Aracaju. A meta é melhorar o acesso ao atendimento especializado e a qualidade no serviço e na vida das crianças e de suas famílias.

O recurso da telepresença também pode ser utilizado em treinamentos e ainda para apresentação de projetos de alunos de cursos de medicina da Universidade, por exemplo. A colaboração pode aumentar o conhecimento e o treinamento de equipes de assistência locais e facilitar o acesso ao conteúdo científico disponíveis em centros de excelência.[carece de fontes?]

Já para as equipes médicas locais, a atuação de forma colaborativa com especialistas poderá aumentar a capacidade de intervenção e melhorar o processo de tomada de decisões.

O projeto faz parte do programa global de responsabilidade social da Cisco Connected Healthy Children e combina os esforços da UFS, instituição reconhecida pela excelência em Ciências Médicas, e dos prestadores de assistência médica nos municípios envolvidos. Conta com o apoio também da Secretaria de Estado da Saúde, Ministério da Saúde e das Prefeituras das cidades de Tobias Barreto e de Lagarto.

Campus LaranjeirasEditar

O Campus de Laranjeiras surgiu atavés da parceria entre a UFS, a Prefeitura Municipal de Laranjeiras, o Governo do Estado de Sergipe e o Governo Federal. O "Quarteirão dos Trapiches" foi restaurado com a finalidade de abrigar o campus da UFS expandindo-a para o interior do estado. Cinco cursos foram criados para este campus: Arqueologia, Arquitetura e Urbanismo, Dança, Museologia e Teatro.

Campus do Sertão - Nossa Senhora da GlóriaEditar

Implantada em Nossa Senhora da Gloria, no Alto Sertão Sergipano, consolidando o projeto de interiorização do ensino superior no estado. O Campus do Sertão é fruto da parceria entre a UFS, o Governo do Estado de Sergipe, o Ministério Público do Trabalho, a prefeitura de Nossa Senhora da Glória, os movimentos sociais organizados e os pequenos produtores rurais da região. Quatro cursos são ofertados na área das Ciências Agrárias: Medicina Veterinária, Engenharia Agronômica, Zootecnia e Agroindústria.

Projetos de futuras instalações da UFSEditar

Educação a distânciaEditar

Pólos da UFS/ UAB

Referências

  1. a b c d «História». Universidade Federal de Sergipe. Consultado em 2 de maio de 2019 
  2. «Reitoria». Universidade Federal de Sergipe. Consultado em 2 de maio de 2019 
  3. «Vice-Reitora». Universidade Federal de Sergipe. Consultado em 2 de maio de 2019 
  4. «Universidades Associadas». Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB). Consultado em 2 de maio de 2019 
  5. «Instituições». Rede Nacional de Extensão (RENEX). Consultado em 2 de maio de 2019 
  6. «Fundação Universidade Federal de Sergipe». Ministério da Educação - E-MEC. Consultado em 2 de maio de 2019 
  7. «Sergipe: veja a evolução do orçamento repassado pelo MEC à UFS». G1. Consultado em 2 de maio de 2019 
  8. «Portal UFS - História». 45anos.ufs.br. Consultado em 3 de junho de 2017 
  9. Garcia, EAC. Antônio Garcia Filho e a Faculdade de medicina de Sergipe - Criador e criatura. Sergipe: Aracaju, 2008.
  10. Garcia, EAC. Antônio Garcia Filho e a Faculdade de medicina de Sergipe - Criador e criatura. Sergipe: Aracaju, 2008.
  11. Garcia, EAC. Antônio Garcia Filho e a Faculdade de medicina de Sergipe - Criador e criatura. Sergipe: Aracaju, 2008
  12. Garcia, EAC. Antônio Garcia Filho e a Faculdade de medicina de Sergipe - Criador e criatura. Sergipe: Aracaju, 2008.
  13. «Portal UFS - Campus Universitário Professor Antônio Garcia Filho». lagarto.ufs.br. Consultado em 3 de junho de 2017 
  14. «Portal UFS - Campus Universitário Professor Antônio Garcia Filho». lagarto.ufs.br. Consultado em 3 de junho de 2017 

Ver TambémEditar

 
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