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Ademilson Correa, mais conhecido apenas por Ademilson (Itaguaí, 9 de outubro de 1974[1]), é um futebolista brasileiro que atua como atacante. Atualmente joga no Tupynambás.

Ademilson
Informações pessoais
Nome completo Ademilson Correa
Data de nasc. 9 de outubro de 1974 (44 anos)
Local de nasc. Itaguaí, (RJ),  Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,73 m
Destro
Apelido Ademito, Adê, Matador Carijó
Informações profissionais
Clube atual Tupi
Posição Atacante
Clubes de juventude
1994–1995 Ypiranga de Erechim
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1995–2000
2001–2002
2002
2003
2003
2004
2005
2005
2006
2007–2010
2010
2011
2011–2015
2016–2018
2018
2019–
1995–
Rio Branco
Alegrense
Botafogo
Fluminense
Deportivo Irapuato
Lokeren
Paysandu
Cianorte
Marília
Tupi
Ipatinga
Uberlândia
Tupi
Tupynambás
Athletic (emp.)
Tupynambás
Total
0033 000(10)
0016 0000(6)
0023 0000(7)
0016 0000(4)
0012 0000(3)
0029 0000(6)
0007 0000(0)
0009 0000(2)
0013 0000(5)
0022 000(11)
0006 0000(0)
0005 0000(0)
0070 000(32)
0032 000(18)
0010 0000(2)
0012 0000(4)
0315 00(108)


2 Partidas e gols totais pelo
clube, atualizados até segunda-feira, 19 de agosto de 2019.

Teve passagens por Botafogo e Fluminense no início da década de 2000, porém se destacou mesmo no Tupi de Minas Gerais, onde é ídolo[2][3]

Índice

CarreiraEditar

Primeiros anosEditar

Tendo iniciado sua carreira de jogador aos 20 anos, no Ypiranga de Erechim, Ademilson teve passagens por clubes do Espírito Santo (Rio Branco e Alegrense antes de assinar com o Botafogo em 2002, não conseguindo evitar o rebaixamento para a Série B do ano seguinte.

FluminenseEditar

Em sua passagem pelo Tricolor, se destacou, sendo decisivo no Campeonato Carioca de 2003. Em partida contra o Flamengo, fez 2 gols contra o rival, na goleada tricolor por 4 a 0. Se destacou na partida da semifinal, novamente contra o Flamengo, deu o passe para seu companheiro de equipe Fábio Bala abrir o placar, Carlos Alberto fez o segundo, e o próprio Ademilson fechou o placar em 3-0. Na final fez o único gol tricolor contra o Vasco da Gama, que ganhou o título vencendo por 2-1, no Maracanã.[4]

Passagem pelo exterior e volta ao BrasilEditar

Após deixar o Fluminense, Ademilson jogou no Deportivo Irapuato (México) e Lokeren (Bélgica), os 2 únicos times do exterior que defendeu na carreira. Em 2005, retornou ao Brasil para defender o Paysandu, atuando em apenas 7 partidas antes de assinar com o Cianorte, porém sua passagem pelo Leão do Vale foi novamente rápida: foram somente 9 jogos e 2 gols. Em 2006 foi para o Marília, participando de 13 jogos e balançando as redes 5 vezes.

TupiEditar

Chegou no clube mineiro em 2007, se destacou fazendo gols e conquistou a torcida carijó. Saiu em 2010 depois de disputar o Campeonato Mineiro para jogar pelo Ipatinga. Em 2011 jogou pelo Uberlândia. Voltando ao Tupi em 2011, um ano que foi especial para o atacante. De volta ao clube, entrou na Série D do Campeonato Brasileiro junto com um time desacreditado, que não era candidato ao título. Depois de passar dificuldades na primeira fase e nas oitavas de final da competição nacional, o time engrenou e Ademilson, aos 37 anos, desencantou. Depois de fazer uma fase de grupos discreta e de ficar de fora das oitavas, contra o Volta Redonda por lesão, marcou cinco dos seis gols do Tupi no duelo frente a Anapolina-GO, ajudando o Galo a passar de fase e conseguir o acesso à Série C. Na semifinal, contra o Oeste, e na decisão, contra o Santa Cruz, Adê também deixou sua marca e escreveu de vez o seu nome na história do Carijó.

No ano seguinte, tudo foi por água abaixo. Com problemas estruturais e financeiros, o clube entrou em crise, perdeu patrocínios, o rumo, e foi rebaixado à Série D. De quebra, o torcedor perdeu o maior ídolo durante praticamente toda a temporada. Ademilson rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, ficou cinco meses fora dos gramados e retornou apenas na reta final da Série C, sem conseguir evitar a queda.

No ano seguinte, Adê conseguiu fazer uma pré-temporada completa e tinha tudo para voltar à boa forma física e técnica. No entanto, a grave lesão no ano anterior e os 38 anos de idade fizeram com que muitos duvidassem do atacante. A torcida e o próprio Ademilson acreditaram, e o atacante correspondeu dentro das quatro linhas. Quase sem atuar no Campeonato Mineiro, quando disputou apenas uma partida, o ídolo voltou com tudo na Série D do Campeonato Brasileiro, fez 12 gols, foi o artilheiro da competição e ajudou a equipe a conseguir o acesso novamente.[5]

Em 2014, depois de cinco meses no estaleiro devido a ruptura do tendão de Aquiles do pé esquerdo em março, só voltou em agosto contra o Caxias pela Série C, na vitória carijó por 3 a 0 fora de casa.[6] Em 2015 Ademilson se despediu do Tupi.

Tupynambás e empréstimo ao AthleticEditar

Em 2016, com 41 anos de idade, acertou com o maior rival do Tupi para a disputa da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro. Foi um dos artilheiros do time fazendo 9 gols, em conquistando o título, e o acesso ao Módulo II. Em 2017 fez o gol do acesso do Tupynambás para a elite do Campeonato Mineiro módulo I contra o América de Teófilo Otoni aos 43 minutos do segundo tempo.

Em 2018, foi emprestado ao Athletic de São João del-Rei para jogar a Segunda Divisão (que, apesar do nome, é a terceira divisão estadual)[7]. Aos 43 anos, foi o jogador mais velho da competição e levou o clube, que não disputava competições oficiais desde 1969, a conquistar uma das 2 vagas para o Módulo II de 2019.

TítulosEditar

Referências