Alberto Vaz da Silva

Alberto Vaz da Silva (Lisboa, 7 de agosto de 1936 — Lisboa, 7 de julho de 2015) foi um grafólogo, crítico literário, tradutor e crítico de cinema português.[1]

Alberto Vaz da Silva
Nascimento 7 de agosto de 1936
Lisboa, Portugal
Morte 7 de julho de 2015 (78 anos)
Lisboa, Portugal
Nacionalidade português
Cônjuge Helena Vaz da Silva (c. 1959; v. 2015)
Filho(s) Francisco, Salvador, Tomás e Helena
Ocupação Grafólogo, crítico literário e de cinema

BiografiaEditar

Licenciou-se em direito,[onde?] tendo exercido a profissão de advogado por trinta e cinco anos, antes de se dedicar à grafologia.[1]

Casou-se em no Mosteiro dos Jerónimos, a 7 de março de 1959, com Helena Vaz da Silva com quem teve quatro filhos; Francisco, Salvador, Tomás e Helena.[carece de fontes?] Alberto e Helena Vaz da Silva designavam-se por “Católicos Progressistas” e criaram a revista O Tempo e o Modo, juntamente com António Alçada Baptista, Nuno BragançaJoão Bénard da CostaPedro TamenJosé Escada, Luís Sousa Costa, Nuno Cardoso Peres e Cristóvam Pavia.[2][3]

Reformou-se no ano de 1994, e nos anos seguintes dedicou-se à literatura e dirigiu o Gabinete de Grafologia do Centro Nacional de Cultura.[1]

ObrasEditar

  • O ouro aperta o dia (1978);
  • Vem aí o cometa! (1986);
  • Ah! (1990);
  • Evocação de Sophia (2009).

Referências

  1. a b c «Morreu Alberto Vaz da Silva». Diário de Notícias. 8 de julho de 2015 
  2. Martins, Guilherme d’Oliveira. «Alberto Vaz da Silva (1936-2015)». Centro Nacional de Cultura. Consultado em 5 de março de 2017 
  3. «In Memoriam Alberto Vaz da Silva, Nuno Melo, Maria Barroso». Cinemateca Portuguesa. Consultado em 5 de março de 2017 
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