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José Pedro Pinto Leite

empresário e político português

José Pedro Maria dos Anjos Pinto Leite ComL (Cascais, Cascais, 29 de junho de 1932Bissau, 25 de julho de 1970) foi um empresário e político português.[1]

BiografiaEditar

Neto paterno do 3.º Visconde dos Olivais e bisneto do 1.º Conde de Valenças.

Jurista de formação, era licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde presidiu à Direção da Associação Académica.

Em 1965 foi um dos subscritores do Manifesto dos 101 Católicos.

Presidiu à Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, foi membro da Direcção do Grémio Literário e membro do Centro Nacional de Cultura.

Em 1969, no desencadear da Primavera Marcelista, foi eleito deputado à Assembleia Nacional, convertendo-se no líder da Ala Liberal.[2] Desaparecido num desastre de avião, durante uma visita à Guiné-Bissau, viria a suceder-lhe Francisco Sá Carneiro à frente dessa ala parlamentar, marcante pela tentativa de democratização do Estado Novo.

A título póstumo, foi distinguido como comendador da Ordem da Liberdade, a 14 de abril de 1982[3].

Casou em Nelas, Canas de Senhorim, a 29 de Outubro de 1955 com Maria Teresa de Freitas de Utra Machado (Lisboa, 31 de Maio de 1935 - 5 de Maio de 2009), com geração. Tio paterno de António Maria Vieira de Castro Pinto Leite e tio por afinidade da mulher de José de Almeida e Vasconcelos Pinto Coelho.

Referências

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