Aldo de Maio

ator brasileiro

Aldo de Maio (Curitiba, 1930 - Curitiba , 1988) foi um ator, diretor, escritor, e pintor brasileiro. Foi integrante do grupo teatral “Teatro dos Sete”, ao lado de Fernanda Montenegro, Sérgio Britto e Ítalo Rossi, que estreou em 1959 com a peça “O Mambembe”. Dentre outras peças, atuou, também, em “A Alma Boa de Set-Suan” (1958); “As Medalhas da Velha Senhora”, “A Mulher de Todos Nós”, “Águia de Duas Cabeças” e “Week End”.

Aldo de Maio
Nascimento 1930
Curitiba
Morte 1988 (58 anos)
Curitiba
Ocupação Ator

Nos primórdios da TV Tupi, participou de vários episódios do “Grande Teatro Tupí”. Posteriormente apresentado na TV Rio do Rio de Janeiro. Além de formar plateia para o teatro, o programa possibilitou a fundação do Teatro dos Sete, uma das mais atuantes companhias teatrais dos anos 60[1].

Na televisão, atuou na minissérie “Padre Cícero” (1984), no seriado “Alice & Alice” (1983) e nas novelas “Jerônimo, o Herói do Sertão” (1972); “Verão Vermelho” (1970); “Sangue do Meu Sangue (1969); “A Muralha” (1968); “Um Rosto de Mulher” (1966); “Sonho de Amor” (1964); “Vitória” (1964); “O Desconhecido” (1964); “Pouco Amor Não É Amor” (1963) e “A Morta Sem Espelho” (1963).

No cinema, esteve no filme “Society em Baby-Doll” (1965).

Na década de 1980, doente e quase esquecido, tornou-se pintor e foi viver em Curitiba. Foi com a venda de seus quadros que ele custeou seu tratamento médico.

Seu último trabalho na televisão foi na minissérie “O Tempo e o Vento” exibida em 1985, onde interpretava o personagem Macedo.

Referências

  1. «Um Grande Teatro». Bloch Editores. revista Manchete (n°565): pg. 89-91. 16 de fevereiro de 1963