Curitiba

capital do estado do Paraná, sul do Brasil
Disambig grey.svg Nota: Para o clube de futebol, veja Coritiba Foot Ball Club. Para outros significados, veja Coritiba (desambiguação).

Curitiba é um município brasileiro, capital do estado do Paraná, localizado a 934 metros de altitude no Primeiro Planalto Paranaense,[7] a mais de 110 quilômetros do Oceano Atlântico,[11] distante 1 386 km a sul de Brasília, capital federal. Com 1 963 726 habitantes,[1] é o município mais populoso do Paraná e da região Sul, além de ser o 8.º do país, segundo estimativa populacional calculada pelo IBGE para 2021. Fundado em 1693, a partir de um pequeno povoado bandeirante, Curitiba tornou-se uma importante parada comercial com a abertura da estrada tropeira entre Sorocaba e Viamão,[12] vindo, em 1853, a ser a capital da recém-emancipada Província do Paraná. Desde então, a cidade, conhecida pelas suas ruas largas,[13] manteve um ritmo de crescimento urbano fortalecido pela chegada de diversos imigrantes europeus ao longo do século XIX, na maioria, alemães, poloneses, ucranianos e italianos,[14] que contribuíram para a atual diversidade cultural.

Curitiba
  Município do Brasil  
Do topo para baixo e da esquerda para direita: fotografia aérea da cidade; estufa do Jardim Botânico à noite; Rua 24 Horas; Palácio Avenida na Rua das Flores; Museu Oscar Niemeyer; Paço da Liberdade à noite; vista panorâmica da cidade.
Símbolos
Bandeira de Curitiba
Bandeira
Brasão de armas de Curitiba
Brasão de armas
Hino
Gentílico curitibano[1]
Localização
Localização de Curitiba no Paraná
Localização de Curitiba no Paraná
Curitiba está localizado em: Brasil
Curitiba
Localização de Curitiba no Brasil
Mapa de Curitiba
Coordenadas 25° 25' 47" S 49° 16' 19" O
País Brasil
Unidade federativa Paraná
Região metropolitana Curitiba
História
Fundação meados de 1661[2][3]
Emancipação 29 de março de 1693 (329 anos)
Aniversário 29 de março
Administração
Prefeito(a) Rafael Greca (DEM, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 435,036 km²
 • Área urbana (Embrapa/2015) [6] 412,004 km²
População total (estatísticas IBGE/2021) [1] 1 963 726 hab.
 • Posição BR: 8º
Densidade 4 513,9 hab./km²
Clima temperado oceânico (Cfb)[4]
Altitude [7] 934 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 80000-001 a 82999-999[5]
Indicadores
IDH (PNUD/2010) [8] 0,823 muito alto
 • Posição BR: 10º; PR: 1º
Gini (IBGE/2010) [9] 0.565
PIB (IBGE/2018) [10] R$ 87 151 950,10 mil
 • Posição BR: 5º
PIB per capita (IBGE/2018) R$ 45 458,29
Sítio www.curitiba.pr.gov.br (Prefeitura)
www.cmc.pr.gov.br (Câmara)

Curitiba experimentou diversos planos urbanísticos[15] e legislações que visavam controlar seu crescimento, que a levaram a ficar famosa internacionalmente pelas suas inovações urbanísticas e cuidado com o meio ambiente.[15][16] A maior delas foi no transporte público,[17][18][19] cujo sistema inspirou o TransMilenio, implantado em Bogotá, na Colômbia.

Também conta com elevada posição nos indicadores de educação, a menor taxa de analfabetismo e a melhor qualidade no ensino básico entre as capitais.[20][21] O Índice Mastercard de Mercados Emergentes 2008, criado com a intenção de avaliar e comparar o desempenho das cidades em diferentes funções que interligam os negócios e o comércio no mundo inteiro, posicionou-a como a 49.ª com maior influência global.[22] Curitiba foi classificada pelo Índice Verde de Cidades de 2015, realizado pela Siemens com a Economist Intelligence Unit, como a mais ambientalmente sustentável da América Latina.[23] Também foi considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) uma das “cidades criativas” do Brasil em 2014, ao lado de Florianópolis.[24]

Em uma recente pesquisa publicada pela revista Forbes, Curitiba foi citada como a terceira cidade mais sagaz do mundo, que considera esperta a urbe que se preocupa, de forma conjunta, em ser ecologicamente sustentável, com qualidade de vida, boa infraestrutura e dinamismo econômico.[25] Curitiba recebeu a classificação de cidade global gama- por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC).[26] Entretanto, alguns problemas socioeconômicos persistem, em 2016 a capital paranaense foi classificada no 44.º lugar entre as 50 cidades com as maiores taxas de homicídio do mundo.[27]

TopônimoEditar

 Ver artigo principal: Etimologia de Curitiba

A etimologia do topônimo "Curitiba" é complicada e sofre mudanças segundo vários autores. Conforme Antenor Nascentes, é vocábulo de procedência língua tupiKu’ri”, que significa “pinheiro” + “tuba”, um sufixo coletivo que tem como significado “pinho, pinhal”. Ex-“Curituba”, na grafia oficial com “o” na primeira sílaba, permanecendo a ortografia “Corituba”, que ocorre como “curé”, significando “pinhão” + “tyba”, que significa “muito” ou “coré” + “tyba”, cujo significado ao todo é “pinheirame”. Os dicionários de Antônio Gonçalves Dias, Orlando Bordoni, Luís Caldas Tibiriçá, Silveira Bueno e Teodoro Sampaio mostram uma versão praticamente igual, com algumas modificações: “curi-tyba” que significa “muitos pinheiros, pinheiral”.[2]

O pesquisador Mário Arnaud Sampaio ensina que a palavra procede da língua guarani pura, “Kuri’yty”, corruptela de “Kuri’yndy” significando “pinheiral”. O presidente do estado do Paraná, Afonso Alves de Camargo estabeleceu oficialmente a atual ortografia, Curitiba, por intermédio de Decreto-Lei, promulgado em 1919, pois, até então o topônimo da cidade era grafado de ambas as formas: “Curityba” e “Corityba”, étimos diferenciados.[2] A denominação dos habitantes naturais do município é curitibanos, topônimo de uma cidade homônima localizada no estado vizinho de Santa Catarina, fundada por moradores de Curitiba.[28]

Curitiba reúne determinados apelidos no decorrer de seu passado, sendo um dos mais famosos o de Cidade Sorriso. Conforme o que se diz, essa alcunha surgiu num documento ufanista como tentativa de reversão da famosa antipatia sofrida pelo povo da cidade.[29] Outro título dado ao município foi o de Capital Ecológica, em função das políticas dirigidas para a sustentabilidade.[29]

HistóriaEditar

Período colonialEditar

Os primórdios do atual município de Curitiba remontam ao século XVII, quando o caminho de Queretiba foi percorrido pelos bandeirantes, que chegavam à procura de ouro fora da Serra do Mar, por intermédio de Paranaguá.[30][31] Eleodoro Ébanos Pereira chefiou a primeira expedição oficial que coordenou os serviços de extração de minas de ouro nos Distritos do Sul (inclusive Curitiba). Os primeiros nomes que surgem na história de Curitiba, após Ébano Pereira, são os de Baltasar Carrasco dos Reis e Mateus Martins Leme. Entretanto, conforme o historiador Romário Martins:[2][3]

…não foi esse o primeiro grupo povoador do planalto curitibano. Antes dele houve os que fundaram arraiais de mineradores quase estáveis na região aurífera atravessada pelos caminhos de Açungui e do Arraial Queimado (Bocaiuva do Sul), a seguir Borda do Campo (Atuba) e Arraial Grande (São José dos Pinhais).[3]
 
Romário Martins.
 
Centro Cultural Vilinha e escultura do Cacique Tindiquera, que teria demarcado o marco zero de Curitiba, no vizinho município de Pinhais.

Após superar as peripécias de cruzar a serra, os portugueses se estabeleciam na povoação chamada Vilinha, em conformidade com registros deixados por historiadores.[30][31] Em 1668, um pelourinho foi erguido por Gabriel de Lara, chamado o povoador, no povoado de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Um grupo integrado por dezessete povoadores assistiu ao erguimento do pelourinho. Este foi o marco inicial da história de Curitiba.[32] No entanto, Gabriel de Lara não é descrito como o criador da vila da Curitiba, sendo que o episódio é atribuído a Eleodoro Ébano Pereira por determinados historiógrafos.[2][3]

Posteriormente, sem achar o ouro que queriam, andaram para frente e se fixaram onde atualmente se encontram a praça Tiradentes e o Centro Histórico de Curitiba.[30][31] A Vilinha, povoação à beira dos rios Atuba e Bacacheri, e nas comunidades indígenas se localizavam as origens dos atuais bairros do Bairro Alto e do Atuba.[30][31] Existe uma lenda sobre a fundação de Curitiba, narrada por vários historiadores, com a qual estão relacionados os grupos de primeiros colonizadores, constituídos pelas famílias Seixas, Soares e Andrade.[2][3]

Esses bandeirantes, em tempo incerto, convidaram o cacique dos Campos de Tindiquera, às margens do rio Iguaçu, para indicar o lugar mais adequado para instalar definitivamente a povoação.[3] O cacique, na frente de um grupo de habitantes, levou na mão uma enorme vara. Depois de suas longas andanças, palmilhando enorme superfície de campos, fixou essa vara no solo e falou: “Aqui”, e neste local construiu-se uma pequena capela, erguida de pau-a-pique, no mesmo lugar onde hoje se acha a igreja matriz de Curitiba, sendo sucedida por outra, de pedra e barro, a qual atendeu a comunidade entre 1714 e 1866, quando foi construída a Catedral Metropolitana.[2][3]

Em 29 de março de 1693, o povoado de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba foi promovida à condição de Vila.[3][33] Naquela época, em harmonia com Romário Martins, além de Mateus Martins Leme e Carrasco dos Reis, moradores do Barigui, na época povoavam a vila:[3]

…o capitão Antonio Rodrigues Seixas, escrivão da vila em 1693, em Campo Magro; Manuel Soares e Aleixo Mendes Cabral, no Passaúna, João Rodrigues Cid, no Cajuru, Antônio Rodrigues Cid em Uberaba, etc.
 
Romário Martins.

Não há exatamente uma data precisa da criação do núcleo Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, depois Curitiba. No entanto, se considerarmos os relatos do Dr. Rafael Pires Pardinho, ouvidor-geral da vila, em 1721, é aceito o ano de 1661 como oficial.[2][3]

Além do extrativismo mineral, apareceram a pecuária nos campos e a agricultura de subsistência (para a subsistência dos próprios agricultores) nas áreas florestais. Curitiba se encontrava no ponto de contato de mineradores com pecuaristas. Apesar de tudo isso, a mineração não progrediu por largo tempo e os mineradores se dirigiram para Minas Gerais durante o final do século XVII. No século XVIII, a pecuária e o comércio bovino favoreceram o estabelecimento dos povoadores e o progresso da região. A vila se encontrava no caminho do gado, construído em 1730, do Rio Grande do Sul até Minas Gerais, para comercializar bovinos e muares. Com a abertura de uma nova estrada, a qual não atravessava mais seus campos, a vila, durante certa época, permaneceu isolada.[12][34][35]

Período imperialEditar

 
Panorama de Curitiba, em gravura de Jean-Baptiste Debret, 1827.

Curitiba foi elevada à categoria de sede de comarca por intermédio de alvará Imperial, de 19 de dezembro de 1812, e promovida à condição de cidade pela lei da província de São Paulo n.º 5 de 5 de fevereiro de 1842. Pela Lei Imperial n.º 704, de 29 de agosto de 1853, Curitiba foi designada capital da recém-estabelecida província do Paraná, desmembrada da de São Paulo.[3] Pelo empenho e esforço na emancipação política do Paraná, várias pessoas haviam deixado seu nome nos anais da história. Em 1853, a Câmara Municipal, que operava perto do pátio da matriz, possuindo a seguinte formação: Benedito Enéas de Paula, Fidélis da Silva Carrão, Manuel José da Silva Bittencourt, Floriano Berlintes de Castro, Francisco de Paula Guimarães, Inácio José de Morais, Francisco Borges de Macedo, Antônio Ricardo Lustosa de Andrade, tendo na presidência o coronel Manuel Antonio Ferreira.[2][3]

Em 1820, já denominada na época de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba, dispunha de 220 casas. No entanto, o começo da extração e da comercialização da erva-mate e a madeira impulsionou novamente seu crescimento. Vinte e dois anos depois já contava com 5 819 habitantes. Em 1854 já era a capital da recém-criada província do Paraná.[12][34] Em 1820, Curitiba também foi visitada pelo naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, que ficou encantado com a cidade, e certas partes de seus apontamentos afirmam o seguinte:[2][3]

 
Mapa de Curitiba em 1894
 
Vista geral de Curitiba em 1900, com dados de progressão populacional: 1780 (2 949 hab.), 1857 (10 000 hab.), 1858 (11 313 hab.), 1872 (11 730 hab.), 1890 (24 553 hab.), 1900 (50 124 hab.)
 
Antiga Estação Ferroviária de Curitiba, atual Museu Ferroviário de Curitiba.
 
Praça Tiradentes, anos 1950. Arquivo Nacional.
…As ruas são largas e quase regulares… a praça pública é quadrada, muito grande e coberta de grama… as igrejas são em número de três, todas construídas de pedra… em nenhuma outra parte do Brasil eu havia visto tantos homens verdadeiramente brancos, como no distrito de Curitiba… pronunciam o português sem a alteração que revela a mistura da raça caucásica com a vermelha… são grandes e bonitos, tem os cabelos castanhos e tez rosada, maneiras agradáveis… as mulheres têm traços mais delicados do que as das outras partes do Império por onde viajei. Elas se escondem menos e conversam com desenvoltura.
 

Esta descrição reflete o caráter civilizado e determinado do povo curitibano de 1820, que originou a Curitiba do fim do século XX. Da Curitiba do Ligeirinho, da Ópera de Arame, da Rua das Flores e da Rua 24 Horas.[2][3]

Na época, a colonização, por intermédio da imigração europeia, especialmente italiana e polonesa, foi estimulada pelo governo da província. Foram criados, desde 1867, 35 núcleos coloniais nas terras de floresta ombrófila mista na periferia dos campos de Curitiba. A cidade experimentou um novo surto progressista. Progrediu a agricultura e começou a industrialização.[12][34][35]

Desde o movimento imigratório, iniciado no Paraná, que então pertencia à Província de São Paulo, em 1829, Curitiba acolheu, por vários lados, multidões de famílias, em muitas épocas e das mais diversas origens como alemães, italianos, poloneses e ucranianos, sendo também objeto de migração voluntária de povos como paulistas, gaúchos, catarinenses, mineiros e fluminenses. Tudo isso exerceu influência na composição social, infraestrutural, artística e econômica, ao longo do tempo.[3]

Em 2 de fevereiro de 1885 inaugurou-se a Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá, impulsionando o desenvolvimento de Curitiba, que passava, a partir desta data, a ter uma ligação rápida e moderna com o Porto de Paranaguá. Assim a ferrovia podia escoar mais eficientemente seu principal produto de exportação, a erva-mate.[36]

Período republicanoEditar

Em 1894, devido à Revolução Federalista, as tropas revolucionárias, lideradas por Gumercindo Saraiva, invadiram e dominaram Curitiba. Naquela época, a cúpula governamental inteira, chefiada pelo governador em exercício, Dr. Vicente Machado, deixou a capital paranaense, encontrando refúgio em Castro durante três meses, de 18 de janeiro a 18 de abril, somente voltando para Curitiba, depois do término do cerco.[37][2][3]

Um dos acontecimentos mais importantes da história de Curitiba ocorreu em 19 de dezembro de 1912, com a criação da Universidade Federal do Paraná, planejada e concretizada por Victor Ferreira do Amaral, Nilo Cairo e Pamphilo de Assumpção. Depois de implantada a república no Brasil, o primeiro prefeito de Curitiba foi Cândido Ferreira de Abreu (maio de 1893 a dezembro de 1894).[3] Em 1911, o município era constituído somente pelo distrito sede; já em 1929 o território municipal se subdividia em seis distritos de paz. Eram eles: Campo Magro, Nova Polônia, Portão, São Casimiro do Taboão, Santa Felicidade e o distrito da Sede.[3] Segundo a Divisão Territorial de 1936, a comarca de Curitiba abrangia três termos: o da sede (Piraquara, Rio Branco e Tamandaré), também o de Araucária e ainda o de Colombo, (Bocaiuva e Campina Grande). A Lei Estadual n.º 1452, de 14 de dezembro de 1953, determinou a nova divisão judiciária do município, com a criação de dez Distritos Judiciários, que eram: Sede, Portão, Taboão, Barreirinha, Boqueirão, Cajuru, Campo Comprido, Santa Felicidade, Umbará e Tatuquara.[2][3]

No século XX, depois da Segunda Guerra Mundial, a cidade progrediu, maiormente, em função do crescimento da cafeicultura, no norte do Paraná, e do estímulo da agricultura, mormente no oeste do estado.[12][34][35]

Curitiba foi capital da república entre os dias 24 e 27 de março de 1969, na época em que vigorava a ditadura militar, por questão propagandí­stica, visto que a cidade era uma das capitais brasileiras que não fizeram oposição ao regime.[38] Desde 1972, Curitiba está elaborando um plano de humanização, começado pelo então prefeito Jaime Lerner. Dessa forma, não somente estão mudando as características de seu centro, como também o comportamento da população em aperfeiçoar sua qualidade de vida. Em 1989, Lerner, que se elegeu em 1988, foi novamente empossado na prefeitura de Curitiba.[12][34][35]

GeografiaEditar

Curitiba está localizada na região Sul do Brasil, no leste do estado do Paraná, sobre a unidade geomorfológica denominada Primeiro Planalto Paranaense, especificamente na sua parte menos ondulada. É a capital da sexta unidade federativa mais populosa do Brasil.[39] A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é de 435,036 km²,[1] sendo que 412,004 km² constituem a zona urbana (2015).[6] Situa-se a 25° 25′ 40″ de latitude sul e 49° 16′ 23″ de longitude oeste e está a uma distância de 1 386 km a S da capital federal.[40] Tem uma extensão norte-sul de 35 km e leste-oeste de 20 km[41] e seus municípios limítrofes são: Almirante Tamandaré e Colombo (N); Pinhais e São José dos Pinhais (L); Fazenda Rio Grande (S); e Campo Magro, Campo Largo e Araucária (O).[42]

De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE, o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Curitiba.[43] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Curitiba, que por sua vez estava incluída na mesorregião Metropolitana de Curitiba.[44]

RelevoEditar

 
Cadeia de montanhas da Serra do Mar vista do Centro de Curitiba.

O município tem uma altitude média do município é de 934,6 m acima do nível do mar, sendo que a altitude máxima se encontra ao norte, equivalendo à cota de 1 021 m, no bairro Lamenha Pequena, concedendo-lhe uma aparência topográfica razoavelmente montanhosa constituída por declividades mais destacadas, por estarem próximas à Serra de Açungui. O ponto mais baixo se localiza no bairro do Caximba, às margens do rio Iguaçu, com altitude de 865 m.[42][45][46] Uma abundância de terrenos em forma de escada são organizados em compartimentos altimétricos, classificando Curitiba com uma topografia ondulada, de morros levemente redondos, concedendo-lhe uma aparência relativamente média.[45]

Em torno da cidade estão os sedimentos da formação Guabirotuba, os quais surgiram no Quaternário Antigo ou Pleistoceno, os quais ocuparam uma desativada e enorme depressão, constituindo a bacia de Curitiba. O município está situado no Primeiro Planalto Paranaense, que Reinhard Maack descreveu (1981) como “uma zona de eversão da Serra do Mar até a Escarpa Devoniana”, apresentando um plano de erosão recente sobre um desativado tronco de dobras. Separando Curitiba do litoral paranaense está presente a Serra do Mar, que pode ser vista da cidade em dias claros.[45]

HidrografiaEditar

Bacias hidrográficas Área
(km²) (%)
Ribeirão dos Padilhas 33,8 7,82
Rio Atuba 63,71 14,74
Rio Barigüi 140,8 32,58
Rio Belém 87,77 20,31
Rio Iguaçu 68,15 15,77
Rio Passaúna 37,94 8,78
Total 432,17 100,0
Fonte: SMSA - Secretaria Municipal de Saneamento
Elaboração: IPPUC / Banco de Dados
 
Rio Iguaçu, na passagem pelo bairro Umbará, região sul da cidade.

Curitiba está na bacia hidrográfica do Iguaçu, localizado à margem direita e a leste da maior do rio Paraná. Os mais importantes rios que formam seis bacias hidrográficas do território municipal são, além do Iguaçu, Atuba, Belém, Barigui, Passaúna, e o ribeirão dos Padilhas, todas com aspectos similares de drenagem.[47]

A mais extensa bacia hidrográfica de Curitiba é a do rio Barigui, que atravessa o município de norte a sul e cobre 139,9 km² da área da municipalidade. Ao sul, tem-se a menos extensa bacia hidrográfica de Curitiba, a do ribeirão dos Padilhas, com 33,6 km². Como o relevo de Curitiba é predominantemente mais alto ao norte do município, seis bacias hidrográficas, em sua totalidade, descem em direção ao sul da municipalidade, indo desaguar no rio Iguaçu, o mais importante de Curitiba, que, por seu turno, deságua no Paraná, no extremo oeste do estado.[47]

Devido a algumas peculiaridades, as chuvas habitualmente causam enchentes significativas nos rios de Curitiba, provocando a regularidade das cheias, o que preocupa constantemente a população e a administração pública. Hoje em dia, depois de muitos estudos a respeito dos cursos de água locais, os rios, em sua quase totalidade, estão sendo canalizados.[48]

ClimaEditar

 Ver artigo principal: Clima de Curitiba
   
Tempestade em Curitiba em 13 de janeiro de 2015

Curitiba tem um clima temperado oceânico[49] (Cfb de acordo com a classificação climática de Köppen-Geiger), com temperaturas médias abaixo de 18 °C nos meses de inverno,[4] caindo por vezes para perto de 0 °C, em dias mais frios.[50] Por outro lado, o clima local também é influenciado pelas massas de ar seco que dominam o centro-sul do Brasil, trazendo tempo frio e sem chuva em especial no inverno,[51] quando a ocorrência de geadas é comum.[52] As precipitações são abundantes durante o ano todo, sem a ocorrência de uma estação seca.[4] Muitas vezes, frentes frias vindas da Antártida e da Argentina trazem tempestades tropicais no verão e ventos frios no inverno durante todo o ano.[53]

A ocorrência de neve e outras modalidades de precipitações hibernais, como a chuva congelada, é registrada em média uma vez a cada dez anos, podendo ocorrer mais de uma década sem registro e mais de um em uma mesma década, sendo, portanto, fenômenos de frequência irregular.[54] Oficialmente, a neve em maior ou menor intensidade foi registrada nos anos de 1889, 1892, 1912, 1928 (dois dias), 1942, 1957, 1975 e, mais recentemente, em 2013.[54] A nevada de 17 de julho de 1975, que durou mais de três horas, foi uma das mais intensas e deixou a cidade coberta de neve.[55][56] Há também registros não oficiais de ocorrência do fenômeno, em fraca intensidade, nos anos de 1955, 1965, 1981 (a mídia impressa local chegou a registrar matéria com foto sobre isso em alguns pontos da cidade) e em 1988.[57][58]

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1931 a menor temperatura registrada em Curitiba foi de −5,4 °C em 2 de setembro de 1972 e a maior atingiu 35,5 °C em 2 de outubro de 2020, superando o recorde de 17 de novembro de 1985, quando a máxima foi de 35,2 °C. O maior acumulado de precipitação registrado em 24 horas foi de 146,2 milímetros (mm) em 22 de fevereiro de 1999, seguido pelos 128,2 mm em 21 de junho de 2013.[59][60][61] Desde janeiro de 2003, a maior rajada de vento alcançou 26,7 m/s (96,1 km/h) em 30 de junho de 2020 e o menor índice de umidade relativa do ar foi de 12% em cinco ocasiões, a mais recente em 14 de agosto de 2018.[61]

Dados climatológicos para Curitiba
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 34,9 34,8 33,9 32,6 29,9 28,2 28,6 31,6 34,2 35,5 35,2 33,9 35,5
Temperatura máxima média (°C) 27,1 27,2 26,1 24,4 21,1 20,3 20,1 21,9 22,3 23,7 25 26,7 23,8
Temperatura média compensada (°C) 21,3 21,4 20,3 18,5 15,5 14,3 13,8 14,9 16 17,7 18,9 20,7 17,8
Temperatura mínima média (°C) 17,6 17,8 16,8 14,8 11,8 10,3 9,3 10,1 11,9 13,9 15 16,7 13,8
Temperatura mínima recorde (°C) 8,2 6,8 3,9 −4 −2,3 −4,4 −5,2 −5,2 −5,4 −1,5 −0,9 −1,6 −5,4
Precipitação (mm) 226,3 188,7 151,3 87,9 95,6 111,6 105,8 81,5 143,3 160,7 125,6 152,4 1 630,7
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 15 13 12 7 8 7 7 6 9 11 10 12 117
Umidade relativa compensada (%) 80,6 80,6 81,8 81,3 83,2 82,2 80,2 77,1 79,8 81,4 79,1 78,6 80,5
Horas de sol 161,9 150,1 159 161,2 147,1 141,2 165,5 180,4 136,2 135,5 158,9 165,1 1 862,1
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1991-2020; recordes de temperatura: 1931-presente)[59][62][63][60][61]

Ecologia e meio ambienteEditar

Curitiba situa-se no ecossistema chamado floresta ombrófila mista, formada por campos e árvores que se entremeiam de capões de florestas com araucária, além de demais formações, como várzeas e matas ciliares. Na vegetação original ainda existem restantes da Araucaria angustifolia, as quais sobreviveram à civilização da atualidade. As araucárias estão em bosques particulares e públicos, agora protegidas pela legislação ambiental que impede a sua derrubada. A vegetação da cidade também é caracterizada pela existência de uma enorme quantidade de ipês-roxos e amarelos.[42]

O município está localizado em domínio da Mata Atlântica, um dos biomas mais devastados do Brasil.[64] Entretanto, a cidade ainda consegue manter uma imensa quantidade de áreas verdes em seu território para uma metrópole, tendo 64,5 m² de área verde por habitante,[65] menor somente que a de Goiânia, que possui 94 m² e está em segundo lugar no mundo. Segundo a Organização das Nações Unidas, Curitiba possui um índice cinco vezes maior de área verde por habitante que o mínimo recomendável, que é de 12 m².[66]

Tais áreas são compostas, fundamentalmente, por parques e bosques municipais, a proteger parte das matas ciliares de rios locais, como o rio Barigui e o Iguaçu. Há também na cidade diversas praças e logradouros públicos, associados a vias públicas habitualmente bem arborizadas. No ano de 2007 a cidade ocupou o terceiro lugar numa lista das “15 Cidades Verdes” do mundo, de acordo com o sítio estadunidense Grist.[67]

Dentre bosques e parques, Curitiba conta com cerca de 30 áreas verdes,[68] cabendo ser ressaltado o Parque Barigui, que foi criado em 1972 como uma grande área verde na região oeste da cidade para proteger a bacia do rio Barigui.[69] Outros locais famosos são o Bosque do Papa, que abriga casas tipicamente polonesas e foi construído para a visita de João Paulo II em 1980;[70] o Jardim Botânico, que é considerado um dos cartões postais da cidade e possui uma estufa com plantas raras no seu interior.[71] Além disso, pode ser citado o Passeio Público, primeiro parque municipal, que foi criado em 1886 e até hoje vem abrigando um pequeno zoológico.[72]

O pinheiro-do-paraná é a árvore típica e símbolo de Curitiba. O nome Kurí'ýtýba vem do tupi e quer dizer “pinheiral”, ou seja, local onde tem muitos pinheiros.[2] Embora com o crescimento da cidade muitas árvores tenham sido derrubadas, hoje há determinadas espécies que estão protegidas por lei ambiental que proíbe o corte em qualquer lugar da urbe.[73] Outra espécie de árvore que faz parte do cenário curitibano é o ipêamarelo e roxo — que está presente em praças e ruas da cidade. No parque linear que está sendo construído ao longo da Linha Verde estão sendo plantadas árvores nativas de Curitiba como o pinheiro-bravo e o dedaleiro.[74][75]

Vista panorâmica do Parque Barigui

DemografiaEditar

Crescimento populacional
Censo Pop.
187212 651
189024 55394,1%
190049 755102,6%
192078 98658,7%
1940140 65678,1%
1950180 57528,4%
1960356 83097,6%
1970642 36280,0%
19801 025 07959,6%
19911 290 14225,9%
20001 586 84823,0%
20101 746 89610,1%
Fonte: IBGE[76]

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1 751 907 habitantes, sendo o mais populoso do Paraná e da Região Sul do Brasil e o oitavo do país, apresentando uma densidade populacional de 4 027,04 pessoas por quilômetro quadrado.[77] Segundo o censo daquele ano, 835 115 moradores eram homens e 916 792 habitantes mulheres e todos viviam na zona urbana, não havendo assim população rural.[77] Já segundo estatísticas divulgadas em 2014, a população municipal era de 1 864 416 habitantes.[78] Da população total em 2010, 350 583 habitantes (20,01%) tinham menos de 15 anos, 1 269 159 pessoas (72,44%) tinham de 15 a 64 e 132 165 moradores (7,54%) possuíam mais de 65, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 76,30. A taxa de fecundidade total por mulher era de 1,6.[79]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Curitiba é considerado muito alto pelo PNUD, sendo que seu valor é de 0,856 (o décimo maior do Brasil). Considerando-se apenas o índice de educação o valor é de 0,768, o do de longevidade é de 0,855 e o de renda é de 0,850.[80] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 65,3% e em 2010, 97,7% da população vivia acima da linha de pobreza, 1,3% encontrava-se nessa situação e 1,0% estava abaixo.[81] O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,565, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[82] A participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 60,6%, ou seja, 17,1 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 3,5%.[81]

Região metropolitanaEditar

 Ver artigo principal: Região Metropolitana de Curitiba

O processo de conurbação atualmente em curso na chamada Grande Curitiba vem criando uma metrópole cujo centro está em Curitiba. A Região Metropolitana de Curitiba (RMC) foi criada no ano de 1973 e atualmente é constituída por 29 municípios,[83] sendo a nona aglomeração urbana mais populosa do Brasil, com 3 429 888 habitantes, ou 1,68% da população brasileira, e a quinta maior em quantidade de cidades englobadas.[78]

PovoamentoEditar

O povoamento de Curitiba teve início no século XVII, no momento que aí foram encontradas jazidas de ouro na região.[84] No século XVIII, com o desaparecimento das minas, esta extração foi para a Capitania de Minas Gerais, conduzindo muitos moradores.[84] No entanto, a pecuária e o comércio de bovinos estabeleceram um boa parte de seus habitantes.[84] Até o século XVIII, a população de Curitiba era composta de indígenas, negros, pardos, portugueses e espanhóis.[85] A cidade recebeu imigrantes principalmente, alemães, italianos, poloneses, ucranianos, japoneses e sírio-libaneses, durante os séculos XIX e XX.[85]

No século XIX, começou a imigração europeia na região. Desde 1833, vieram os alemães; em 1872, os italianos; os poloneses em 1871 e os ucranianos em 1895.[84] Em 1872, estimava-se uma população de 12 651 habitantes; em 1876, havia vinte colônias agrícolas constituídas por várias etnias.[84] Já no século XX, chegaram os japoneses e os árabes, que se dedicavam especialmente à agricultura e ao comércio.[85]

Desde então, se expandiu o crescimento demográfico: em 1890, Curitiba dispunha de 24 553 pessoas; em 1900, 49 755; em 1920, 78 986; em 1940, 140 656; em 1950, 180 575.[86] Hoje em dia, a crescente população de Curitiba aumenta por intervenção de migrantes paulistas, catarinenses, gaúchos, mineiros e fluminenses que chegaram à cidade.[87]

Em 1960, moravam em Curitiba 344 560 pessoas, crescendo o número para 483 038 em 1970. Em 1980, Curitiba já abrigava 843 733 pessoas na cidade e 1 025 979 no município. No ano de 1985, viviam 1 285 027 pessoas no município.[86]

Vista panorâmica de Curitiba.

Composição étnicaEditar

Em 2010, segundo dados do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística daquele ano, a população curitibana era composta por 1 380 012 brancos (78,77%); 296 140 pardos (16,90%); 49 320 pretos (2,82%); 23 888 amarelos (1,36%); 2 421 indígenas (0,14%); além dos 126 sem declaração (0,01%).[88] No mesmo ano, 1 743 036 habitantes eram brasileiros (99,88%), sendo 1 738 747 natos (99,82%) e 4 289 naturalizados nacionais (0,24%), e 8 871 eram estrangeiros (0,51%).[89] Em relação aos indígenas brasileiros, Curitiba possui uma aldeia urbana indígena Kakané Porã localizada no Campo de Santana. A aldeia é formada por 35 famílias com 139 pessoas de três diferentes etnias: guaranis, xetás e caingangues.[90][91][92]

Considerando-se a região de nascimento, 1 547 475 eram nascidos no Sul (88,33%), 130 077 no Sudeste (7,42%), 28 935 no Nordeste (1,65%), 13 579 no Centro-Oeste (0,78%) e 6 791 no Norte (0,39%).[93] 1 427 624 habitantes eram naturais do estado do Paraná (81,49%) e, desse total, 997 255 eram nascidos em Curitiba (56,92%).[94] Entre os naturais de outras unidades da federação, São Paulo era o estado com maior presença, com 88 823 pessoas (5,07%), seguido por Santa Catarina, com 79 040 residentes (4,51%), e pelo Rio Grande do Sul, com 40 811 moradores no município (2,33%).[93]

ImigraçãoEditar

 Ver artigo principal: Imigração em Curitiba
 
Réplica de uma igreja ucraniana no Parque Tingui.

No século XIX, o afluxo de imigrantes da Europa aumentou. Em 1828, os primeiros imigrantes alemães situaram-se no Paraná. No entanto, um grande número de imigrantes provenientes da Alemanha, apenas para Curitiba, chegou durante a década de 1870, vindo a maioria deles de Santa Catarina ou alemães do Volga da Rússia.[95]

Os imigrantes chegaram da Polônia em 1871, fixando-se em colônias rurais próximas a Curitiba. Eles influenciaram largamente a agricultura da região. Curitiba tem a segunda maior diáspora polonesa no mundo, perdendo apenas para Chicago. O Memorial da Imigração Polonesa foi inaugurado em 13 de dezembro de 1980, após a visita do Papa João Paulo II na cidade em junho do mesmo ano. Sua área é de 46 mil metros quadrados, onde havia uma fábrica de velas.[96]

Italianos imigrantes começaram a chegar no Brasil em 1875 e em Curitiba em 1878. Eles vieram na maior parte das regiões de Vêneto e Trento, no norte da Itália, e se estabeleceram principalmente no bairro de Santa Felicidade, ainda hoje o centro da grande comunidade italiana de Curitiba.[97]

Vários imigrantes ucranianos fixaram-se em Curitiba, principalmente entre 1895 e 1897, quando cerca de 20 mil pessoas chegaram. Eles eram camponeses da Galícia, que emigraram para o Brasil para se tornarem agricultores. Existem hoje cerca de 300 mil brasileiros de origem ucraniana que vivem no Paraná.[98][99] O Estado do Paraná tem a maior comunidade ucraniana e eslava do país.[99]

Curitiba tem uma comunidade judaica bem estabelecida,[100] originalmente desde 1870.[101] Grande parte da congregação judaica inicial foi assimilada.[102] Em 1937, com a conquista do poder pelos nazistas na Alemanha, vários acadêmicos judeus alemães notáveis foram admitidos no Brasil, alguns deles situando-se em Curitiba.[103]

O físico César Lattes e os ex-prefeitos Jaime Lerner e Saul Raiz possuem origem judaica.[104] Um monumento em memória do Holocausto foi construído na cidade. Existe também um centro comunitário, uma casa Habad (Beit Chabad), em Curitiba,[105] bem como pelo menos duas sinagogas[106] e dois cemitérios judaicos.[107] Imigrantes japoneses, por seu turno, começaram a chegar na região em 1915. Atualmente, cerca de 40 mil japoneses-brasileiros vivem na cidade.[108]

ReligiãoEditar

Tal qual a variedade cultural verificável em Curitiba, são diversas as manifestações religiosas presentes na cidade. Embora tenha se desenvolvido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração[109] — e ainda hoje a maioria dos curitibanos se declara adepto do catolicismo romano —, é possível encontrar atualmente na cidade dezenas de denominações protestantes diferentes. Além disso, podemos citar a prática do budismo, do islamismo, espiritismo, entre outras. Também são consideráveis as comunidades de judeus, mórmons e das religiões afro-brasileiras. De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população curitibana está composta por: católicos (62,12%), protestantes (24,24%), pessoas sem religião (6,76%), espíritas (2,77%), muçulmanos (0,07), budistas (0,30%) e judeus (0,18%) e 2,34% estão divididas entre outras religiões.[110]

Igreja Católica Apostólica RomanaEditar

 
Interior da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Luz, a sé arquiepiscopal da Arquidiocese de Curitiba e o principal templo católico da cidade

Segundo divisão feita pela Igreja Católica, o município está situado na Província Eclesiástica de Curitiba, sendo sede desta. Também representa a Arquidiocese de Curitiba, criada como diocese em 27 de abril de 1892 e elevada à condição atual em 10 de maio de 1926, possuindo cinco dioceses sufragâneas (Guarapuava, Paranaguá, Ponta Grossa, São José dos Pinhais e União da Vitória).[111] A Região Pastoral Curitiba, a qual compreende todo o território curitibano, é composta por outros onze municípios[112] e 136 paróquias.[113]

A Catedral Metropolitana de Curitiba (também chamada de Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Luz em homenagem à padroeira de Curitiba), localizada na Praça Tiradentes, centro da cidade, representa a sé arquiepiscopal da Arquidiocese de Curitiba e é considerado um dos principais templos religiosos da urbe. Começou a ser construída em 1876 e só foi fundada em 1893,[114] mas não foi reconhecida como patrimônio histórico pelo Iphan porque em 1947 teve sua estrutura arquitetônica original modificada.[115]

Na Igreja oriental, destaca-se a presença da Arquieparquia de São João Batista dos Ucranianos, com a liturgia em rito bizantino, cuja catedral é a Arquicatedral de São João Batista, no bairro da Água Verde.[116]

Outras denominações cristãsEditar

A cidade possui vários credos protestantes ou reformados, como a Igreja Luterana, a Presbiteriana, a Metodista, a Episcopal Anglicana e as batistas. Além dos mais diversos credos evangélicos, como a Cristã de Nova Vida, a Maranata, as Assembleias de Deus, a Adventista do Sétimo Dia, a Pentecostal Deus é Amor, a Universal do Reino de Deus, a Congregação Cristã no Brasil, entre outras.[110] Conforme citado acima, de acordo com o IBGE, 24,24% da população eram protestantes em 2010. Desse total, 14,31% eram das de origem pentecostal; 4,54% eram das de missão; 5,39% eram das sem vínculo institucional; e 2,87% pertenciam a outras religiões do mesmo grupo.[110]

Existem também cristãos de várias outras denominações, tais como as Testemunhas de Jeová (que representam 0,44% dos habitantes) e os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (0,72%), também conhecida como Igreja Mórmon.[110] O Templo de Curitiba, aberto em junho de 2008,[117] é um dos principais templos mórmons do país, atendendo a mais de 42 mil membros que vivem nos estados brasileiros do Paraná, Santa Catarina e certas regiões do estado de São Paulo.[118]

Governo e políticaEditar

Palácio 29 de Março, atual sede da prefeitura de Curitiba

O Centro Cívico de Curitiba, o primeiro deste tipo no Brasil, além de abrigar a sede da Prefeitura Municipal de Curitiba, no Palácio 29 de Março, abriga também os principais prédios governamentais do Estado do Paraná, como o Palácio Iguaçu, sede do Poder Executivo Estadual, a Assembleia Legislativa do Paraná, sede do Poder Legislativo Estadual, o Tribunal de Justiça do Paraná, sede do Poder Judiciário Estadual, o Palácio das Araucárias, sede das Secretarias Estaduais de Administração, Planejamento, Justiça e Casa Civil, o Tribunal de Contas do Estado do Paraná e o Ministério Público do Estado do Paraná.[119]

A administração municipal dá-se pelo poder executivo e pelo legislativo.[120] Antes de 1930, os municípios eram dirigidos pelos presidentes das câmaras municipais, também chamados de agentes executivos ou intendentes. Somente após a Revolução de 1930 é que foram separados os poderes municipais em executivo e legislativo.[121] O primeiro intendente que Curitiba teve foi José Borges de Macedo, que, eleito treze anos após a Independência do Brasil e sete anos anteriores à elevação à categoria de cidade, ficou no cargo entre 1835 e 1838, e o primeiro prefeito foi Cândido Ferreira de Abreu.[122]

O poder legislativo é constituído pela câmara municipal, composta por 38 vereadores eleitos para mandatos de quatro anos.[123] Curitiba é sede do Tribunal de Justiça do Paraná, sede do poder judiciário estadual. A comarca se localiza no Centro Cívico, num prédio moderno, o Edifício Montepar, mais conhecido como “Fórum Cível da Comarca de Curitiba e Região Metropolitana”, na Avenida Cândido de Abreu.[124]

O município de Curitiba é regido por lei orgânica.[125] Em 2014, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Curitiba se dividia em dez zonas eleitorais (1.ª a 4.ª, 145.ª, 174.ª a 178.ª),[126] sendo que contava com 1 172 939 eleitores.[80] Desde 1976,[127] Curitiba é sede do Tribunal Regional do Trabalho da 9.ª Região (TRT-15), criado como desmembramento do TRT da 2.ª, sediado na capital paulista, com jurisdição sobre os estados do Paraná e Santa Catarina.[127]

Cidades-irmãsEditar

Cidades-irmãs, uma iniciativa da Assessoria de Relações Internacionais, busca a integração entre a cidade e demais municípios nacionais e estrangeiros. A integração, entre os municípios, é firmada por meio de convênios de cooperação que visam assegurar a manutenção da paz entre os povos, baseada na fraternidade, felicidade, amizade e respeito recíproco entre as nações. Oficialmente, possui as seguintes cidades-irmãs:[128]

SímbolosEditar

Os símbolos da cidade de Curitiba constituem a bandeira, o brasão e o hino, adotados pela Lei Municipal nº 2993, de 11 de maio de 1967. O brasão é composto de um escudo português, tendo como timbre uma coroa mural que a identifica com a 1.º grandeza (Capital), das quais somente cinco, aparecem em perspectiva, simbolizada pela cor do metal jalde. Em fundo de goles, uma araucária de argento, colocado no centro desse campo. Como suporte à direita, colmos de trigo ao natural e a esquerda um colmo de pâmpanos, igualmente ao natural, atravessados em ponta sobre os quais se coloca por cima um listel de goles, compreendendo em letra de argento a data de “29 de março de 1693, fundação da Vila de Curitiba”.[136]

A bandeira é oitavada, em sinopla, compondo as oitavas formas geométricas dispostas em trapézio, formada por oito faixas de argento orladas de oito de goles, inclinadas duas a duas horizontalmente, vertical em banda e em barra, que saem de um retângulo branco no centro, onde se encontra posicionado o brasão. O hino de Curitiba teve sua letra escrita pelo escritor e poeta campo-larguense, Ciro Silva e sua música composta pelo maestro e compositor castrense, Bento Mossurunga.[136]

SubdivisõesEditar

O município de Curitiba é dividido em um total de 75 bairros, agrupados em dez regiões administrativas. As regionais são espécies de subprefeituras, cujas sedes são representadas pelas unidades da chamada Rua da Cidadania, e têm o objetivo de descentralizar órgãos públicos e a prestação de serviços sociais, estruturais e de lazer pelo interior da cidade.[137] Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o bairro mais populoso da capital paranaense é a Cidade Industrial (CIC), localizado na região homônima, que reunia 172 669 habitantes; sendo seguido pelo Sítio Cercado, na Regional do Bairro Novo, com 115 525 pessoas; e pelo Cajuru, situado na de mesmo nome. Esta última possui 96 200 residentes.[138] A CIC ainda correspondia à maior extensão territorial, com um total de 43,48 km².[139] Também há uma divisão oficial em nove distritos, cuja última alteração foi feita em 1988.[140]

EconomiaEditar

 Ver artigo principal: Economia de Curitiba
 
Atividades Econômicas (Indústrias) em Curitiba - (2014).[141]
 
Centro comercial de Curitiba
 
Shopping Estação, um dos principais da cidade

O Produto Interno Bruto (PIB) de Curitiba é o quinto de todos os municípios do país.[142] De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística relativos a 2013, o PIB municipal era de 79 383 343 mil reais,[142] sendo que 15 385 961 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes.[142] O produto interno bruto per capita era de 42 934,38 reais.[142]

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a cidade possuía, no ano de 2012, 108 474 unidades locais, 103 211 empresas e estabelecimentos comerciais atuantes e 780 390 trabalhadores, sendo 1 084 369 de pessoas ocupadas no total e 931 971 assalariadas. Salários com outras remunerações somavam 29 392 831 reais e a remuneração média mensal de todo município era de 3,9 mínimos.[143] A principal fonte econômica está centrada no setor terciário, com seus diversos segmentos de comércio e prestação de serviços de várias áreas, como na educação e saúde. Em seguida, destaca-se o setor secundário, com complexos industriais de grande porte.[142]

Parcialmente, a grande riqueza econômica de Curitiba se deve à população de mais de três milhões de habitantes, se for considerada a sua região metropolitana; a urbe se destaca por ter a economia mais forte do sul do país.[142] Isso conta o trabalho de exportação das novecentas fábricas instaladas no bairro da Cidade Industrial e das duas importantes indústrias automobilísticas que estão localizadas na Grande Curitiba, Renault e Volkswagen. Ademais, foi eleita várias vezes como “A Melhor Cidade Brasileira Para Negócios”, segundo classificação elaborada pela revista “Exame”, em parceria com a consultoria Simonsen & Associados.[144]

Além disso, a capital paranaense concentra a maior porção da estrutura governamental e de atendimentos públicos do estado e sedia importantes empresas nas atividades de comércio, serviços e financeiro. Com um parque industrial de 43 milhões de metros quadrados,[145] a região metropolitana de Curitiba atraiu grandes empresas como ExxonMobil, Elma Chips, Sadia, Mondelez, Siemens, Johnson Controls e HSBC, bem como famosas companhias locais — O Boticário, Positivo Informática e Vivo, por exemplo. Além de centro comercial e cultural, a cidade possui um importante e diversificado parque industrial, incluindo um dos maiores polos automotivos do país[146] e o principal terminal aeroviário internacional da região Sul,[147] o Aeroporto Afonso Pena.[147]

A agricultura é o setor menos relevante da economia de Curitiba.[142] De todo o produto interno bruto da cidade, 10 374 mil reais é o valor adicionado da agropecuária.[142] Desde 2000, a população de Curitiba é considerada totalmente urbana, sendo notada, portanto, uma redução na agricultura.[148]pg.25 Segundo estudo realizado pela Secretaria Municipal de Abastecimento (SMAB) em 2009, havia alguns bairros com atividades agrícolas e pecuárias, e famílias que sobreviviam dessas ocupações.[148]pg.30 Naquele ano, a área de cultivo da agricultura urbana em Curitiba, levantada pela SMAB, era de 1 470 ha.[148]pg.35

A indústria, atualmente, é o segundo setor mais relevante para a economia do município. 15 232 406 reais do produto interno bruto municipal são do valor adicionado da indústria (setor secundário).[142] Curitiba, com seu parque industrial bem variado, é um dos centros manufatureiros mais extensos do Brasil. Os imigrantes europeus, dedicados, especialmente, para fabricar artefatos de couro e de madeira, iniciaram a industrialização no começo do século XIX.[84] Entre os principais produtos merecem destaque os gêneros alimentícios, mobiliário, minerais não-metálicos, madeira, químicos e farmacêuticos, bebidas e artefatos de couros e peles.[84] O maior complexo de indústrias do município é a Cidade Industrial de Curitiba, sendo também o bairro mais territorialmente extenso e mais populoso.[138][139]

Estrutura urbanaEditar

SaúdeEditar

 
Hospital Evangélico de Curitiba, um dos mais modernos e bem equipados do Paraná.

O município é a sede de instituições de todos os três níveis de governo: federal, estadual e municipal. Em 2009, possuía 815 estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos e serviços odontológicos, sendo 152 deles públicos e 663 privados. Neles a cidade possuía 5 548 leitos para internação, sendo que 1 247 estão nos centros de saúde públicos e os 4 301 restantes estão nos privados.[149] Há um total de 35 hospitais gerais, sendo sete públicos, 21 privados e sete filantrópicos, com 14 590 médicos; cerca de 7,9 para cada mil habitantes.[150]

Em 2013, 95,4% das crianças menores de 1 ano estavam com a carteira de vacinação em dia.[151] Em 2012, foram registrados 25 079 nascidos vivos, sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 10,9 óbitos de crianças menores de cinco anos a cada mil.[151] No ano de 2010, 1,78% das mulheres de 10 a 17 anos tiveram filhos, sendo a taxa de atividade em meninas entre 10 e 14 anos de 5,83%.[79] Do total de crianças menores de dois anos que foram pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2013, 0,5% apresentavam desnutrição.[81] O hospital mais antigo de Curitiba, situado na cidade, é a Santa Casa de Curitiba, que o Imperador do Brasil Dom Pedro II inaugurou em 22 de maio de 1880.[152]

Dentre os principais hospitais de Curitiba destacam-se o Cardiológico Costantini, o de Clínicas da UFPR, o Evangélico de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, a Maternidade Victor Ferreira do Amaral e o do Idoso Zilda Arns. Além disso, há estabelecimentos de saúde mental como o Hospital Espírita de Psiquiatria Bom Retiro e o Psiquiátrico Nossa Senhora da Luz.[153] O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Siate são os serviços de assistência médica pelos quais são recebidas juntamente, quase 500 ligações que vêm todos os dias da totalidade das famílias de pacientes atendidos da Região Metropolitana de Curitiba.[154] No entanto, ocasionalmente, as pessoas, perante o pânico, acabam por fazer a ligação para um serviço que não seja o SAMU para buscar socorro imediato.[154]

EducaçãoEditar

Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), uma das instituições de ensino superior mais antigas do Brasil, fundada em 1909.

Na área da educação, o IDEB (IDEB) médio entre as escolas públicas de Curitiba era, no ano de 2013, de 5,0 (numa escala de avaliação que vai de 1 a 10). Sendo isso, a nota obtida por alunos do 5.º ano (antiga 4.ª série) foi de 5,9 e do 9.º (histórica 8.ª) foi de 4,1. O valor das escolas públicas de todo o Brasil era de 4,7.[155] Em 2010, 2,43% dos jovens com faixa etária entre seis e quatorze anos não estavam cursando o ensino fundamental.[79] A taxa de conclusão, entre moços de 15 a 17 anos, era de 68,7% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 99,5%. Em 2013, a distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com mais que a recomendada, era de 3,1% para os anos iniciais e 15,1% nos anos finais e, no médio, a defasagem chegava a 19,0%.[155] Em 2010, dentre os habitantes de 18 anos ou mais, 71,58% tinham completado o ensino fundamental, 55,95% o médio e 25,95% o superior, sendo que a população tinha em média 10,95 anos esperados de estudo.[79]

A taxa de analfabetismo indicada pelo censo demográfico do IBGE de 2010 foi de 2,1%,[156] sendo que os maiores índices se encontram nas faixas etárias que vão de 45 a 59 anos (1,5%) e de 60 anos ou mais (5,7%). Entre a população de 15 aos 24 anos, a taxa de analfabetismo é de 0,4%, situando Curitiba entre cinco capitais brasileiras com menor número de analfabetos também nesta faixa etária.[156] Na classificação geral do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2013, dos 20 melhores resultados por escolas do Paraná, 12 foram de Curitiba, tendo uma das instituições curitibanas (o Colégio Dom Bosco) figurado entre as 100 mais bem sucedidas do país.[157] Contudo — e em consonância aos grandes contrastes verificados na metrópole —, em algumas regiões periféricas e empobrecidas, o aparato educacional público de nível médio e fundamental é ainda deficitário, dada a escassez relativa de escolas ou recursos. Nesses locais, a violência costuma impor certas barreiras ao aproveitamento escolar, constituindo-se em uma das causas preponderantes à evasão ou ao aprendizado carencial.[158]

A educação básica é na maior parte assegurada pela Secretaria Municipal de Educação.[159] O município contava, em 2012, com 342 961 matrículas nas instituições de educação infantil e ensinos fundamental e médio da cidade, sendo que dentre as 477 escolas que ofereciam ensino fundamental, uma pertencia à rede pública federal, 151 à rede pública estadual, 178 à rede municipal e 147 às redes particulares. Dentre as 208 instituições de ensino médio, quatro pertenciam à rede pública federal, 125 pertenciam à rede estadual e 79 eram escolas privadas.[160] Da população total em 2010, de acordo com dados da amostra do censo demográfico, 543 203 habitantes frequentavam creches e/ou escolas. Desse total, 33 433 frequentavam creches, 35 554 estavam no ensino pré-escolar, 20 229 na classe de alfabetização, 5 281 na alfabetização de jovens e adultos, 208 695 no ensino fundamental, 86 303 no ensino médio, 11 441 na educação de jovens e adultos do ensino fundamental, 15 182 na educação de jovens e adultos do ensino médio, 15 360 na especialização de nível superior, 106 168 em cursos superiores de graduação, 3 963 em mestrado e 1 593 em doutorado. 1 208 705 pessoas não frequentavam unidades escolares, sendo que 92 526 nunca haviam frequentado e 1 116 179 haviam frequentado alguma vez.[161] Curitiba conta também com 30 instituições de ensino superior que oferecem 122 cursos/habilitações.[162]

A Universidade Federal do Paraná, primeira universidade do Brasil, criada em 1912 tem os seus três campi principais localizados em Curitiba, e tem tradição nos 47 cursos de ciências humanas, biológicas e exatas.[163] Na última avaliação do MEC, a UFPR atingiu 317 pontos, e foi classificada a 4.ª melhor universidade do estado e a 11.ª do sul do Brasil.[164] Segundo o ENADE, 27% dos cursos tiveram a nota máxima de 5 na avaliação, e foi a melhor do estado e 3.ª melhor do sul.[165] A UFPR também opera o Hospital de Clinicas do Paraná, especialista em transplante de órgãos.[166] A Universidade tem o seu maior “campus” no Jardim das Américas, o Centro Politécnico, outro na área central de Curitiba e outro no bairro do Juvevê.[167]

Em Curitiba também está presente o primeiro e maior da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, que detém grande tradição em cursos de graduação e pós-graduação na área de tecnologia desde os tempos do CEFET.[168] Com 25 mil estudantes, a instituição foi criada em 1909, e depois de ser um centro de aprendizagem industrial, se tornou uma universidade apenas em 2005.[168] No âmbito das faculdades particulares, existem 38 instituições e as maiores são a Pontifícia Universidade Católica do Paraná,[169] a Positivo[170] e o Centro Universitário Curitiba.[171] Além das grandes universidades, tem tradição na cidade as estaduais FAP e a EMBAP.[172] Geralmente, Curitiba tinha, em 2006, 125 mil estudantes universitários.[173]

Segurança pública e criminalidadeEditar

Como na maioria dos municípios médios e grandes brasileiros, a criminalidade ainda é um problema em Curitiba.[174][175] Em 2008, a taxa de homicídios no município foi de 15,9 para cada 100 mil habitantes, ficando em 82° lugar no estado e em 1147.º no país.[176] O índice de suicídios naquele ano para cada 100 mil habitantes foi de 4,6, sendo o 113.° do Paraná e o 1 333.° do Brasil.[177] Já em relação à taxa de óbitos por acidentes de trânsito, o índice foi de 25,6 para cada 100 mil habitantes, ficando no 89.° do estado e no 663° do país.[178]

Para tentar reduzir esses índices, são realizados diversos projetos no combate à criminalidade, como a criação da Coordenadoria de Políticas sobre Drogas, que visa a combater o uso de entorpecentes, prática que, cada vez mais, vem se disseminando principalmente entre os jovens, sendo que é uma das principais causas.[179] Por força da Constituição Federal do Brasil, Curitiba possui também uma Guarda Municipal, responsável pela proteção dos bens, serviços e instalações públicas do município.[180] Em Curitiba é sediado o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Paraná, no bairro Rebouças.[181]

Habitação, serviços e comunicaçãoEditar

Prédio da RPC Curitiba.
Sede da Copel.

No ano de 2010, segundo o IBGE, a cidade tinha 575 899 domicílios entre apartamentos, casas, e cômodos. Desse total, 415 237 eram imóveis próprios, sendo 348 051 já quitados, 67 186 em aquisição e 122 046 alugados; 31 146 foram cedidos, sendo 3 814 por empregador e 27 332 de outra maneira. 7 470 foram ocupados de outra forma.[182] Grande parte do município conta com água tratada, energia elétrica, esgoto, limpeza urbana, telefonia fixa e celular. Naquele ano, 570 866 domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água;[182] 575 384 moradias possuíam coleta de lixo[182] e 575 630 das residências tinham escoadouro sanitário.[182] Até novembro de 2010, o lixo de Curitiba era jogado a poucos metros do leito do Iguaçu, no Aterro do Caximba, dando lugar a dois aterros particulares, um, na Cidade Industrial de Curitiba e outro no município vizinho de Fazenda Rio Grande.[183]

O abastecimento de água é feito pela Companhia de Saneamento do Paraná. Atualmente a demanda média equivale a 10 452 litros de água por segundo.[184] A população de Curitiba e região metropolitana consome cerca de 7,5 mil litros de água tratada por segundo, fornecidos pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).[185] Além disso, estima-se que existam na cidade mais de mil poços artesianos (utilizados principalmente por condomínios, empresas e hospitais), que, somados, têm potencial para fornecer uma vazão adicional de mais 1,5 mil litros por segundo.[185] A produção de água tratada é efetuada nas unidades de tratamento do Iguaçu, Iraí, Passaúna, rio Pequeno e Karst, com capacidade total de produção de 9,1 mil litros por segundo.[185] O sistema integrado atende Curitiba e os municípios de São José dos Pinhais, Piraquara, Pinhais, Araucária e parte dos de Almirante Tamandaré, Campo Largo, Colombo, Campina Grande do Sul, Quatro Barras e Fazenda Rio Grande. A reserva de água tratada do sistema integrado totaliza 325 mil m³, que corresponde a quase 50% da demanda diária, distribuída em 39 unidades, de diversas capacidades, que são utilizadas para compensar a procura nos horários de maior consumo.[184] Já o serviço de fornecimento de energia elétrica é feito por uma empresa que se chama Copel. No ano de 2003 existiam 767 332 de consumidores e foram consumidos 4 834 068 de kWh de energia.[80] As principais centrais elétricas de Curitiba são a Eletrosul, com sede no bairro do Campo de Santana, que abastece toda a região da cidade,[186] e a Copel, que tem suas próprias subestações nos mais importantes bairros da urbe.[187] Há linhões de energia de alta tensão que atravessam a cidade de sul a norte e de oeste a leste, unindo essas subestações para fornecer eletricidade ao setor residencial, ao industrial e ao comercial.[187]

Em dados da ANATEL, em agosto de 2011 Curitiba possuía 423 294 telefones fixos (referentes apenas às concessionárias da Brasil Telecom).[80] O índice por área de discagem direta a distância (DDD) é de 041[188] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) da cidade vai de 80 000–001 a 82 999–999.[189] Há fácil acesso à “internet” em boa parte da cidade. Em Curitiba todas as administrações regionais, além da Praça Espanha, do Largo da Ordem, do Mercado Municipal e do Parque Barigui, são cobertas pela rede wireless (“internet” sem fio), representando cada 11 pontos de Hotspot.[190]

Também há diversos jornais em circulação em Curitiba, como a Gazeta do Povo, impressa apenas uma vez por semana e o restante com acesso pela “internet”.[191] Há ainda a Tribuna do Paraná e outros jornais “online”.[192] Dentre as rádios, destacam-se a CBN Curitiba e a E-Paraná FM.[193] Curitiba possui também diversas emissoras de televisão sediadas da própria cidade, como a Band Paraná, a TV Iguaçu, a CNT Curitiba, a RIC TV Curitiba, a TV Paraná Turismo e a RPC Curitiba.[194] Segundo o Portal BSD, em abril de 2011 havia 34 canais, sendo seis em Very High Frequency (VHF) e 28 em Ultra High Frequency (UHF). Nove deles estão disponíveis em televisão de alta definição (tecnologia HDTV).[195] Em se tratando de transmissão ISDB-Tb, Curitiba foi a primeira cidade capital da Região Sul do Brasil a ter TV digital, com a RPC, afiliada da Rede Globo, em 22 de outubro de 2008.[196]

TransportesEditar

 Ver artigo principal: Transportes de Curitiba
 
Um dos pontos de táxis da cidade, próximo ao Shopping Mueller.

Fundamentalmente, o trânsito de Curitiba está estruturado de forma integrada com o transporte de massas via ônibus, por meio dos chamados trinários, sistemas de canaletas exclusivas de expressos, ladeados por pistas simples para veículos particulares, em sentido contrário e, imediatamente paralelas a estas, vias rápidas com velocidade permitida superior. Com uma frota de veículos (abril de 2014), estima-se que Curitiba tenha alcançado uma taxa de motorização de 1,8 habitante para cada carro, índice maior que o registrado em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.[197]

Os táxis são padronizados, de cor laranja com xadrez preto nas laterais e alguns detalhes negros nos para-choques. A cidade possui uma frota de 2 300 veículos, categorizados como comum, especial ou para deficientes. O órgão fiscalizador é a URBS, sendo a Gerência de Táxi e Transporte Comercial o responsável pela operacionalidade do sistema.[198]

A principal rodovia que liga Curitiba a outros pontos do país é a BR-116 (conhecida no trecho entre a capital paranaense e São Paulo como “Rodovia Régis Bittencourt”) que, por muitos anos, dividiu a cidade em duas porções (norte e sul). Ela corta os bairros do Pinheirinho, Uberaba, Cristo Rei e Atuba, entre outros, no sentido Porto Alegre-São Paulo. O trajeto urbano desta rodovia foi desviado por uma série de contornos rodoviários, notadamente o Contorno Sul, que atravessa o bairro Umbará. A cidade liga-se ao litoral do Paraná pela BR-277, que atravessa a Serra do Mar até Paranaguá (embora haja, em caráter secundário, a ligação da cidade à costa pela histórica Estrada da Graciosa (PR-410), cujo trajeto se inicia no vizinho município de Quatro Barras). Curitiba é ligada ao interior do estado pela Rodovia do Café, no trecho paranaense da BR-376. Há diversas rodovias secundárias e estaduais que ligam a cidade a outras localidades. São elas: a Rodovia da Uva — PR-417 (Colombo), dos Minérios (Almirante Tamandaré e Vale do Ribeira), do Xisto (São Mateus do Sul e sudeste do estado) e Estrada do Cerne — PR-090 (Campo Magro e norte do Paraná).[199]

O acesso aéreo a Curitiba se dá pelo Aeroporto Internacional Afonso Pena, localizado no contíguo município de São José dos Pinhais. Este é o principal terminal aeroviário internacional da região Sul do Brasil.[200] Entretanto, Curitiba possui ainda o Aeroporto de Bacacheri, localizado no bairro homônimo, que não recebe voos comerciais, apenas aeronaves particulares e de transporte executivo. Nele se encontra o centro de comando do tráfego aéreo brasileiro e o Cindacta II, responsável pelo trânsito de aviões da região Centro-Sul do país.[201]

Rede Integrada de TransporteEditar

 Ver artigo principal: Rede Integrada de Transporte
 
Mapa da Rede Integrada de Transporte (RIT) da cidade.

O sistema de ônibus é baseado no conceito criado na capital paranaense, na década de 1970, de veículo leve sobre pneus (VLP). O “Sistema Integrado de Transporte de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana” permite a integração físico-tarifária de 14 municípios da Grande Curitiba. Sua estrutura define a Rede Integrada de Transporte (RIT), que conta com 81 quilômetros de corredores de ônibus, geralmente operados por carros biarticulados, que conectam os terminais integrados nas várias regiões da cidade e transportam cerca de 2 milhões de passageiros diariamente.[202]

Além da interligação por ônibus expressos, os terminais são providos de alimentadores, que compõem a ramificação secundária deste sistema e atendem aos passageiros dos bairros próximos a eles. Adicionalmente, outra categoria de ônibus expressos (os chamados ligeirinhos) provê rápido intercâmbio de passageiros entre um terminal e outro, com trajetos diferentes e poucas paradas intermediárias.[202]

 
Estação de transferência da RIT (Linha Verde)

A primeira linha de VLP começou a operar em 1974 e o sistema foi projetado para que não apenas transportasse pessoas, mas conduzisse o crescimento urbano. No entanto, o sucesso da rede e o crescimento populacional aumentaram a demanda, o que fez com que a RIT começasse a apresentar sinais de saturação nos últimos anos.[203]

O sistema de transporte público curitibano inspirou diversas cidades no Brasil e em outros países a adotarem estratégias semelhantes. Nacionalmente, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília começaram a implantar canaletas exclusivas para ônibus.[204] Em 1998, Enrique Peñalosa, o então prefeito de Bogotá, capital da Colômbia, decidiu criar um sistema VLP em sua cidade depois que visitou Curitiba. O TransMilenio, o sistema de ônibus rápidos de Bogotá, conta com veículos que circulam por vias totalmente exclusivas e transporta 1,7 milhão de pessoas todos os dias. Além disso, a RIT curitibana também serviu como inspiração para mais de 80 países ao redor do mundo.[205]

CulturaEditar

 
Sede da Fundação Cultural de Curitiba, prédio conhecido como Moinho Rebouças.

A responsável pelo setor cultural de Curitiba é a FCC, que tem como objetivo planejar e executar a política do município por meio da elaboração de programas, projetos e atividades que visem ao desenvolvimento da cultura. Está vinculada ao Gabinete do Prefeito, integra a administração pública indireta do município e possui autonomia administrativa e financeira, assegurada, especialmente, por dotações orçamentárias, patrimônio próprio, aplicação de suas receitas e assinatura de contratos e convênios com outras instituições.[206]

A Fundação Cultural foi criada em 5 de janeiro de 1973 e atua em parceria com diversas outras instituições e entidades culturais, diretamente subordinadas ou não ao órgão público. Exemplos: a Casa Romário Martins, a Cinemateca de Curitiba, o Teatro Universitário de Curitiba, o Circo Chic-Chic, o do Piá, o Solar do Barão, a da Memória, a Gibiteca, o Museu Metropolitano de Arte de Curitiba, Novelas Curitibanas, o Conservatório de Música Popular Brasileira, o Memorial de Curitiba, Erbo Stezel, o Cleon Jacques, a rede de bibliotecas da FCC (hoje em dia Casas da Leitura) a Hoffmann e o Espaço Cultural Capela Santa Maria.[207]

Curitiba foi escolhida em 2003 para ser a quarta Capital Americana da Cultura junto com a Cidade do Panamá, no Panamá. Foi a segunda cidade brasileira a conseguir o título, sendo a primeira Maceió em 2002, urbe a qual sucedeu.[208]

Literatura e teatroEditar

 
Fachada do Teatro Guaíra, com mural de Poty Lazzarotto.

Curitiba é local de nascença, residência e principal inspiração do contista Dalton Trevisan (1925)[209] e do controverso escritor, poeta e compositor Paulo Leminski (1944–1989), autor da obra experimental em prosa que se chama Catatau.[209] Também curitibanos eram o boêmio, poeta satírico e Imortal da Cadeira n.º 20 da Academia Brasileira de Letras Emílio de Meneses (1866–1918)[209] e o simbolista Tasso da Silveira (1895–1968),[210] filho do também do escritor da mesma corrente literária — e morretenseSilveira Neto.[211]

O Festival de Teatro de Curitiba, um dos mais importantes festivais do gênero no país, ocorre desde 1992, habitualmente composto de atrações internacionais, grandes exibições nacionais, montagens locais e uma mostra alternativa, que atraem um número crescente de espectadores. Esse contingente de ouvintes até 2008 chegou a 1,3 milhão de pessoas em 1890 apresentações.[212] Além disso, recebe circuitos de espetáculos durante o ano todo nas 36 salas de entretenimento curitibanas como o tradicional Teatro Guaíra, uma das em número de espectadores da América do Sul e que possui o corpo de Balé Guaíra, um dos mais importantes do país.[213] Outros teatros importantes da cidade incluem o Teatro Paiol e a Ópera de Arame. Lala Schneider, um dos grandes nomes do Teatro brasileiro surgiu na cidade e hoje tem um em sua homenagem, que se chama por esse nome.[213]

 
Cláudio Seto, idealizador dos festivais "Matsuri".
 
Trecho da Rua das Flores outrora chamado "Cinelândia Curitibana".

FestivaisEditar

Em Curitiba há alguns festivais anuais. Alguns deles são diretamente dedicados às artes, como o Festival de Teatro de Curitiba[214] e a Oficina de Música de Curitiba.[215] A cidade de Curitiba conta também com a Bienal Internacional de Curitiba,[216] que, em 2013, completou 20 anos e recebeu mais de 1 milhão de visitantes.[217] Além disso, a Bienal apoia o circuito do Festival de Cinema da Internacional de Curitiba (Ficbic),[218] que contam com exibições de filmes nacionais, internacionais e uma mostra universitária competitiva. Há também festivais relacionados à imigração, como a Festa da Uva,[219] relacionada à italiana; e quatro Matsuri, que se relacionam à japonesa. Os quatro Matsuri que acontecem em Curitiba são: Imin Matsuri (移民祭り, “Festival de Imigração”), que celebra a chegada dos imigrantes japoneses ao Brasil;[220][221] Haru Matsuri (春祭り, “Festa de primavera”), que comemora o final do inverno e o início da estação primaveril;[222] Hana Matsuri[223] (花祭り, “Festividade das Flores”), que homenageia o nascimento de Xaquiamuni;[224] e Seto Matsuri (“Espetáculo de Seto”), em memória de Cláudio Seto,[225][226] idealizador do primeiro Matsuri de Curitiba.[227]

O primeiro Matsuri de Curitiba, um Imin Matsuri, foi realizado em junho de 1991, por sugestão de Cláudio Seto[228] ao então presidente do Nikkei Clube, Rui Hara. O primeiro festival foi uma renovação da festa junina tradicional do clube; devido ao seu sucesso, foi realizado, no mesmo ano, o primeiro Haru Matsuri.[227] Em 1993, como os festivais atingiram proporções que o clube não poderia suportar, o Imin Matsuri foi realizado na Praça do Japão, e o Haru Matsuri no Parque Barigui. Em 2005, foi realizado o primeiro Hana Matsuri,[227] também conhecido como “Natal Budista”, por comemorar o nascimento de Xaquiamuni, o primeiro Buda.[224]

No mês de outubro 2015 ocorreu o evento que se chama Curitiba Celtic Fest,[229] o maior festival dedicado à música celta já realizado no Brasil,[230] contando com bandas locais, apresentação de gaitas de fole, um grupo de danças irlandesas e uma banda de São Paulo. O evento promove a integração de ambas as cenas regionais deste movimento musical. O festival foi o primeiro a se dedicar integralmente à cena e celebrar a cultura da música celta fora das datas dos festejos de São Patrício da Irlanda, comuns na cidade.[231]

CinemaEditar

 Ver artigo principal: História dos cinemas de Curitiba

A história do cinema curitibano é caracterizada pela sua inconstância e por alternar períodos de cadência intensa com outros de completa inatividade. O primeiro filme projetado em Curitiba foi em 1897, pouco após a invenção do cinematógrafo pelos Irmãos Lumière. No entanto, até 1930, a história do cinema da cidade se limitou às iniciativas isoladas de apenas três curitibanos: Annibal Requião (que filmou em Curitiba entre 1907 e 1912), João Baptista Groff e Arthur Rogge.[232]

Na década de 1960, surgiram os primeiros filmes do cineasta Sylvio Back, ligado ao cineclubismo e à crítica cinematográfica e que adquiriria notoriedade em todo o país nas décadas subsequentes (com películas como Lance maior e Aleluia, Gretchen), produzindo até os dias atuais. Já na década de 1970, surgiu a Cinemateca do Museu Guido Viaro, responsável por relativa movimentação do cenário cinematográfico curitibano e pela descoberta de novos talentos locais, notadamente o cineasta Fernando Severo, também na ativa até os dias atuais. Posteriormente, surgiu uma tendência, na cena local, a produção de documentários, normalmente denuncistas ou atrelados a certos posicionamentos ideológicos. Nesse contexto, destacam-se os trabalhos de Frederico Fullgraf (com atividades habitualmente relacionadas com a ecologia) e Sérgio Bianchi.[232]

MúsicaEditar

 
Interior da Ópera de Arame.

Na esfera da gestão pública da produção musical de Curitiba, o Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC), criado em 2004, realiza a administração da área de música da Fundação Cultural de Curitiba, sendo responsável pela promoção dos seguintes corpos estáveis: Camerata Antiqua de Curitiba (coro e orquestração), Conservatório de MPB, Orquestra à Base de Sopro, à de Corda, Vocal Brasileirão e Coral Brasileirinho; a Escola de Música e Belas Artes do Paraná e a Sinfônica do Paraná são mantidas pelo governo do estado, e a Filarmônica da UFPR, pela universidade.[207][233][234][235]

A cidade possui também a Orquestra Sinfônica do Paraná que tem um repertório de mais de 900 obras e já interpretou a maioria dos grandes compositores da música erudita, inclusive o Ciclo Beethoven, fato que a coloca em destaque no cenário internacional.[236] A Fundação Cultural de Curitiba também mantém o coral Camerata Antiqua de Curitiba, o Conservatório de MPB de Curitiba e a Escola de Música e Belas Artes do Paraná.[207]

Grandes apresentações musicais internacionais ocorrem na cidade, principalmente através de festivais como o extinto Curitiba Rock Festival e o TIM Festival, que trouxeram Paul McCartney, Iron Maiden e The Killers. Apesar disso, eles têm diminuído depois do fechamento da Pedreira Paulo Leminski em 2008, mais importante local para famosos concertos da cidade. Por isso ela corre o risco de ficar fora da rota das grandes apresentações.[237] Nos últimos anos, Curitiba vem apresentando, embora modestamente, algumas bandas de “rock”, sendo algumas das mais famosas, como a Relespública[238] e o CW7.[239]

Existe também uma cena musical em Curitiba que gira em torno da música celta,[230][240] com diversas bandas como Thunder Kelt, Gaiteiros de Lume e Mandala Folk. Frequentemente bandas deste estilo se apresentam em locais públicos,[241] eventos e festivais,[230] demonstrando um apreço popular para com este movimento. Curitiba abriga uma série de músicos que tocam instrumentos incomuns e até raros no país como as gaitas de fole,[242] vielas de roda[243] e harpas célticas.[244] Outros grupos curitibanos fazem também música antiga e medieval como Alla Rustica e Trovadores.

Museus, bibliotecas e centros culturaisEditar

 
Centro Cultural Sesc Paço da Liberdade.

Curitiba dispõe de uma vasta quantidade de museus, valendo destacar o Museu Paranaense (com dedicação às artes plásticas e à história), MON (que se dedica à pintura), de Arte Sacra (que concentra imagens religiosas e estátuas divinas, em geral), do Expedicionário (dedicado ao passado do Brasil na 2.ª GM), MAC/PR, da Imagem e do Som (cinema e fotografia), Alfredo Andersen (como o próprio nome revela, possui pinturas do autor), MuMA (arte moderna) e o de História natural (biologia e botânica).[245]

O Centro Cultural Paço da Liberdade fica localizado em um edifício com detalhes neoclássicos e desenhos art nouveau inaugurado em 24 de fevereiro de 1916 para ser a sede da prefeitura da cidade. Em 2007, o SESC fez um projeto de restauração e ocupação do local, coordenado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPuc), com respeito às características originais do prédio. Foi reinaugurado em 29 de março de 2009.[246]

No centro de Curitiba está localizada a maior biblioteca pública do estado e da Região Sul do país, a do Paraná, instituição criada em 1857 e reformada em 1953 para as comemorações do centenário do Paraná.[247] A biblioteca serve a população com quase 600 mil livros.[248] Além disso, pela cidade inteira estão espalhados os Faróis do Saber, que servem como pequenas bibliotecas, principalmente nos bairros mais distantes do centro e oferecem cursos e entretenimento para crianças e adolescentes.[249]

GastronomiaEditar

Conhecida por ser uma referência em diversos quesitos, como uma cidade sustentável e com excelente nível de IDH, a capital do Paraná é também um importante centro gastronômico. O cardápio traz surpresas aos visitantes por ser muito variado. Os pratos da culinária local são um reflexo da história do município e as comidas típicas, propriamente ditas, são muito saborosas. Em Curitiba, há três pratos principais: o barreado, o pinhão e a carne de onça.[250]

O barreado é um dos pratos mais conhecidos do estado, presente no cardápio da maioria dos restaurantes curitibanos. Seus ingredientes são carne bovina, toucinho e temperos típicos da culinária do Paraná. É originário da época da colonização portuguesa no litoral do Paraná; o prato era preparado pelos carijós em panelas feitas de barro, fabricadas por eles mesmos. A cidade de Morretes, localizada no litoral do Paraná tem o barreado como especialidade, servido nos restaurantes da região.[250]

Muito utilizada como tempero, a semente da Araucaria angustifolia, encontrada especialmente na Região Sul do Brasil, é usada no preparo das receitas de frango com polenta e do bolinho de pinhão. Além disso, pode ser conservada e também é possível apreciar depois do cozimento na panela de pressão ou do assamento na chapa.[250]

Embora tenha esse nome, a carne de onça não tem nenhuma aproximação com a que provém do músculo do felino. O prato compõe-se de pão preto com cobertura de patinho cru, moído por três vezes (e na hora), com cebola, cebolinha, cheiro verde e azeite de oliva.[250]

EsportesEditar

 
Velódromo de Curitiba com a estufa do Jardim Botânico ao fundo

No futebol, Curitiba abriga três clubes relevantes, sendo eles o Atlético Paranaense (cujo estádio é a Arena da Baixada), o Coritiba (Couto Pereira) e o Paraná (Vila Capanema). A cidade foi uma das sedes nas duas Copas do Mundo realizadas no Brasil, em 1950 e em 2014, quando a Arena da Baixada foi reformada e serviu de palco para o mundial.[251]

No tênis, a cidade é referência nacional por ser etapa dos dois maiores torneios de duplas do Brasil, o Circuito Chef Vergé de Duplas de Tênis[252] e o Circuito Centauro de Duplas de Tênis.[253] Também há torneios de esportes como basquetebol, futebol de salão, handebol e voleibol, dedicados em especial à população jovem.[254]

Curitiba também é referência mundial na área de lutas, especialmente nas Artes Marciais Mistas. Muitos lutadores de alto nível e campeões nasceram ou foram treinados na cidade, como Anderson Silva, Wanderlei Silva, Maurício "Shogun" Rua, Murilo Rua, Evangelista Santos, Cris Cyborg, José Landi-Jons e Rafael Cordeiro (fundador e treinador da Kings MMA, uma das maiores academias nos Estados Unidos), dentre muitos outros.[255] A tradição na luta tem seu início na academia Chute Boxe, uma das primeiras academias de Muay Thai do Brasil; fundada em 1978, tornou-se pioneira no MMA no início na década de 90 após criar um dos primeiros programas na modalidade no país, e formou grandes lutadores que se tornariam campeões do UFC e o extinto PRIDE Fighting Championships.[255][256] O UFC já realizou eventos na cidade, como o UFC 198, que teve um dos maiores públicos em um evento de MMA.[257]

No tiro ao alvo, Curitiba teve e tem atletas de destaque nacional e internacional, como Leonel Davi Santos Amaral (1928 - 2015), que iniciou suas atividades em tiro em 1959, tornando-se campeão paranaense em silhuetas olímpicas no mesmo ano.[258]

FeriadosEditar

Em Curitiba, há três feriados municipais e oito feriados nacionais, além dos pontos facultativos. Segundo a prefeitura, os feriados municipais são: a Sexta-Feira Santa, que em 2022 ocorre no dia 15 de abril; o Corpus Christi, que neste ano é comemorado em 16 de junho; e o dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, em 8 de setembro. O aniversário da cidade, em 29 de março, inclui-se como um ponto facultativo, bem como o Carnaval e o dia do servidor público, em 28 de outubro. Há ainda o dia da Emancipação Política do Paraná, feriado estadual celebrado em 19 de dezembro.[259]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c d e «Curitiba». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 1 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2019 
  2. a b c d e f g h i j k l m n FERREIRA, João Carlos Vicente (2006). «Curitiba» (PDF). Instituto de Terras, Cartografia e Geociências. Consultado em 1 de novembro de 2010. Cópia arquivada (PDF) em 22 de dezembro de 2014 
  3. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s Ferreira, João Carlos Vicente (1996). O Paraná e seus municípios. Curitiba: Memória Brasileira. 728 páginas. Consultado em 3 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2022 
  4. a b c «Classificação Climática». Secretaria de Educação do Paraná. Consultado em 3 de Janeiro de 2022. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  5. «Busca Faixa CEP». Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Consultado em 1 de julho de 2019. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2019 
  6. a b «Áreas Urbanas no Brasil em 2015». Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Consultado em 1 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2020 
  7. a b «Paraná». Monitoramento por Satélite. Embrapa. Consultado em 30 de julho de 2008. Arquivado do original em 25 de outubro de 2014 
  8. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 29 de julho de 2013. Consultado em 12 de agosto de 2013. Arquivado do original (PDF) em 8 de julho de 2014 
  9. «Perfil Municipal». Portal ODM. Consultado em 3 de Janeiro de 2022. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2015 
  10. «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2016. Consultado em 1 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2019 
  11. «Distância entre cidades». DNIT - Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Consultado em 15 de setembro de 2008. Arquivado do original em 12 de setembro de 2008 
  12. a b c d e f «Histórico». Cidades. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  13. Auguste de Saint-Hilaire (1978). Viagem a Curitiba e Província de Santa Catarina. [S.l.]: Villa Rica. ISBN 85-319-0785-3 
  14. Altiva BALHANA; et al. (1969). História do Paraná. [S.l.]: Grafipar. ISBN 85-7234-027-0 
  15. a b Rechia, Simone (2007). «Curitiba cidade-jardim : a relação entre espaços públicos e natureza no âmbito das experiências do lazer e do esporte». Revista Brasileira de Ciências do Esporte – RBCE. Consultado em 13 de março de 2017. Cópia arquivada em 13 de março de 2017 
  16. «15 Green Cities» (em inglês). Grist. 19 de julho de 2007. Consultado em 20 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2008 
  17. «The Curitiba Experience» (em inglês). Federal Transit Administration, Department of Transportation of the United States. Consultado em 20 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2008 
  18. Lars Friberg. «Innovative Solutions for Public Transport; Curitiba, Brazil» (PDF) (em inglês). Universidade de Uppsala, Suécia: ENPC. Consultado em 20 de setembro de 2008. Cópia arquivada (PDF) em 19 de outubro de 2005 
  19. «Bus Rapid Transit in Curitiba, Brazil - An Information Summary» (PDF) (em inglês). Public transit. 28 de outubro de 2002. Consultado em 20 de setembro de 2008. Arquivado do original (PDF) em 6 de fevereiro de 2009 
  20. «Curitiba é destaque em qualidade de vida no Brasil». Parana online. 4 de agosto de 2008. Consultado em 19 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2014 
  21. «Só 1% das cidades está livre de analfabetismo». UFCG. 20 de junho de 2007. Consultado em 19 de setembro de 2007. Cópia arquivada em 9 de julho de 2012 
  22. «Curitiba é 49.º entre as cidades com maior influência global». RPC. 24 de outubro de 2008. Consultado em 24 de outubro de 2008 
  23. «Curitiba é a cidade mais sustentável da América Latina, diz relatório». O Globo. 6 de janeiro de 2015. Consultado em 4 de abril de 2015. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2015 
  24. UNESCO (ed.). «Who are the Members ?». Consultado em 14 de maio de 2015. Cópia arquivada em 3 de junho de 2015 
  25. «The World's Smartest Cities». Forbes (em inglês). 12 de março de 2009. Consultado em 13 de março de 2017. Cópia arquivada em 13 de março de 2017 
  26. «The World According to GaWC 2018». L Boro. Consultado em 4 de julho de 2019. Cópia arquivada em 15 de novembro de 2017 
  27. «Curitiba é uma das 50 cidades mais violentas do mundo, diz ONG mexicana». Gazeta do Povo. 26 de janeiro de 2016. Consultado em 19 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2016 
  28. Ferreira 1959, p. 204.
  29. a b GONÇALVES, Anderson (25 de outubro de 2010). «Conheça os apelidos das cidades do Paraná». Gazeta do Povo. Consultado em 28 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2013 
  30. a b c d «Prefeito autoriza construção do Centro Vilinha, no Bairro Alto». Fundação Cultural de Curitiba. 11 de março de 2010. Consultado em 26 de junho de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015 
  31. a b c d Picanço, Jefferson de Lima. «A pesquisa mineral no século XVII: o mapa da baía de Paranaguá, de Pedro de Souza Pereira (1653)» (PDF). Universidade Federal de Minas Gerais. Consultado em 26 de junho de 2015. Arquivado do original (PDF) em 24 de junho de 2015 
  32. CUSTÓDIO, Renata Baleche (2006). «A interferências das inovações urbanísticas na atividade turística de Curitiba» (PDF). Site oficial da Biblioteca da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Consultado em 1 de novembro de 2010. Cópia arquivada (PDF) em 7 de novembro de 2012 
  33. «29 de Março - Curitiba - Feliz Aniversário!». Brasil Cultura. 27 de abril de 2009. Consultado em 1 de novembro de 2010. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2012 
  34. a b c d e «Perfil». Prefeitura. Consultado em 19 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 17 de março de 2015 
  35. a b c d Arruda 1988, p. 2446.
  36. «Ferrovia Paranaguá – Curitiba, 130 anos». Gazeta do Povo. Consultado em 3 de maio de 2018. Cópia arquivada em 4 de maio de 2018 
  37. «Origens e significados dos nomes dos municípios do Paraná» (PDF), ITCG, Municípios paranaenses, pp. 78, 97, Durante a Revolução Federalista (1893-1894), Castro tornou-se temporariamente a capital interina do Paraná, em decorrência do Decreto n.º 24, de 18 de janeiro de 1894. Este fato deu-se em função de Curitiba ter sido ocupada por tropas gaúchas, e rechaçado o poder estadual, que só voltou à normalidade em 18 de abril do mesmo, através do Decreto-Lei n.º 25. 
  38. Nascimento, Felipe (9 de setembro de 2010). «Curitiba já foi capital do Brasil e é mais antiga do que se imagina». Comunicação. Universidade Federal do Paraná. Consultado em 23 de junho de 2016. Cópia arquivada em 19 de junho de 2013 
  39. «População brasileira - Estimativa». IBGE. Consultado em 25 de maio de 2012. Cópia arquivada em 5 de julho de 2012 
  40. «Geografia de Curitiba PR». Ache Tudo e Região. Consultado em 25 de maio de 2012. Cópia arquivada em 24 de maio de 2011 
  41. Prefeitura Municipal de Curitiba. «Perfil de Curitiba». Consultado em 15 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 7 de novembro de 2010 
  42. a b c Noemi Morcelo Fanini. «Atlas Geográfico de Curitiba» (PDF). Superintendência da Educação do Paraná. Consultado em 15 de setembro de 2008. Cópia arquivada (PDF) em 19 de fevereiro de 2015 
  43. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 2 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2018 
  44. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Divisão Territorial Brasileira 2016». Consultado em 2 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 3 de novembro de 2020 
  45. a b c «Característica do Relevo de Curitiba» (PDF). Curitiba em Dados. 2001. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 27 de abril de 2021 
  46. Mauri César Barbosa Pereira; Anadalvo Juzeiro dos Santos, Ricardo Berger, Anselmo Chaves Neto (10 de junho de 2005). «Políticas para conservação de áreas verdes urbanas particulares em Curitiba - O caso da Bacia Hidrográfica do Rio Belém». Curitiba está localizada na região Sul do Brasil, com altitude média de 934,6 m do nível do mar. Consultado em 15 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2008 
  47. a b «Características Hidrográficas de Curitiba» (PDF). Curitiba em Dados. 2005. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 27 de abril de 2021 
  48. Almeida 1978, p. 9.
  49. «Curitiba». Cópia arquivada em 16 de julho de 2019  Site Oficial da Prefeitura de Curitiba - acessado em 15 de maio de 2017
  50. «Temperatura próxima de de 0 °C em Curitiba». Portal Bem Paraná. 13 de agosto de 2010. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 2 de abril de 2015 
  51. «Inverno vai ser mais seco e mais frio que o do ano passado». RPC. Consultado em 20 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de agosto de 2011 
  52. Lunardon, Maurício Tadeu (19 de julho de 2000). «Informativo diário - Hortaliças» (PDF). Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura do Paraná. Consultado em 20 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 21 de fevereiro de 2015 
  53. «Frente fria traz chuva ao Paraná e aumenta taxas de umidade». Bem Paraná. 23 de julho de 2008. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2012 
  54. a b «Pela primeira vez em quase 40 anos nevou em Curitiba, no Paraná». G1. 23 de julho de 2013. Consultado em 5 de abril de 2014. Cópia arquivada em 7 de abril de 2014 
  55. Bem Paraná (17 de julho de 2010). «No dia 17 de julho de 1975, a Capital paranaense ficou branca». Consultado em 28 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2015 
  56. Metsul Meteorologia (19 de junho de 2007). «Mínimo solar e La Niña favorecem eventos extremos de frio no Sul do Brasil». Consultado em 28 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2015 
  57. «METAR: Weather History for Curitiba, Brazil». Weather Underground. Consultado em 25 de julho de 2013. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2013 
  58. «SYNOP: SUMMARIZED DATA FOR CURITIBA». Mundomanz. Consultado em 25 de julho de 2013. Cópia arquivada em 5 de julho de 2015 
  59. a b Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Banco de dados meteorológicos». Consultado em 12 de outubro de 2020 
  60. a b INMET. «Estação: CURITIBA (83842)». Consultado em 12 de outubro de 2020 
  61. a b c INMET. «Estação: CURITIBA (A807)». Consultado em 12 de outubro de 2020 
  62. INMET (1979). «Normais Climatológicas do Brasil (1931-1960)» 2 ed. Rio de Janeiro. Consultado em 24 de julho de 2020 
  63. INMET. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Consultado em 12 de outubro de 2020 
  64. «Paraná já perdeu 80% das suas florestas originais». Ambiente Brasil. Consultado em 25 de maio de 2012. Cópia arquivada em 16 de junho de 2013 
  65. «Novo mapa revela aumento de áreas verdes na cidade». Prefeitura Municipal de Curitiba. 2 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2011 
  66. «Goiânia: capital verde do Brasil». Amma. Consultado em 25 de maio de 2012. Cópia arquivada em 8 de julho de 2012 
  67. «15 Green Cities». Grist. 19 de julho de 2007. Consultado em 29 de junho de 2008. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2011 
  68. «Meio Ambiente». Prefeitura. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  69. Deconto, Leonardo Rafael. «Parque Municipal do Barigüi» (PDF). Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 27 de fevereiro de 2015 
  70. «Bosque do Papa / Memorial Polonês». Prefeitura. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  71. «Jardim Botânico». Prefeitura. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  72. «Passeio Público». Gazeta do Povo. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  73. «Decreto nº 1.181» (PDF). Prefeitura. 22 de setembro de 2009. Consultado em 21 de março de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 21 de março de 2015 
  74. «Espécies exóticas serão substituídas», Gazeta do Povo, 6 de setembro de 2008  .
  75. «Prefeitura de Curitiba troca árvores exóticas por nativas». 1 de setembro de 2007. Consultado em 19 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  76. Barsa Planeta Ltda.
  77. a b «População residente por sexo, situação e grupos de idade – Amostra – Características Gerais da População». Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). 2010. Consultado em 24 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2015 
  78. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2014). «Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data em 1 de julho de 2014» (PDF). Consultado em 7 de setembro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 29 de agosto de 2014 
  79. a b c d «Perfil – Curitiba, PR». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2013. Consultado em 15 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  80. a b c d «Caderno Estatístico». Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  81. a b c Portal ODM. «1 - acabar com a fome e a miséria». Consultado em 24 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2015 
  82. Portal ODM. «Perfil municipal». Consultado em 24 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2015 
  83. «Região Metropolitana de Curitiba ganha mais três municípios». G1. Consultado em 25 de maio de 2012. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2012 
  84. a b c d e f g Arruda 1988, p. 2445.
  85. a b c «Imigração». Prefeitura. Consultado em 17 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2014 
  86. a b IBGE. «População dos municípios das capitais e Percentual da população dos municípios das capitais em relação aos das unidades da federação nos Censos Demográficos». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 17 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015 
  87. IBGE (2010). «Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento». Sistema IBGE de Recuperação Automática. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de setembro de 2015 
  88. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População de Curitiba por raça e cor». Consultado em 26 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  89. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População residente, por nacionalidade - Resultados Gerais da Amostra». Consultado em 26 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  90. «Aldeia indígena de Curitiba luta para preservar cultura». Prefeitura Municipal de Curitiba. 19 de abril de 2013. Consultado em 11 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2021 
  91. «Adaptados à vida urbana, moradores de aldeia no Campo de Santana ainda preservam sua cultura». Prefeitura Municipal de Curitiba. 19 de abril de 2016. Consultado em 11 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2021 
  92. «População indígena da aldeia Kakané Porã recebe vacina contra covid-19». Prefeitura Municipal de Curitiba. 21 de janeiro de 2021. Consultado em 10 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2021 
  93. a b Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento». Consultado em 27 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  94. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra». Consultado em 27 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  95. «História da imigração alemã». Expoente. Consultado em 21 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 28 de setembro de 2007 
  96. «Memorial da Imigração Polonesa». Guia Geográfico. Parques Curitiba. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 15 de julho de 2011 
  97. «Imigração italiana em Curitiba». Guia Geográfico. Curitiba Paraná. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  98. «Memorial Ucraniano». Guia Geográfico. Curitiba Paraná. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  99. a b «Etnias». Governo do Paraná. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2014 
  100. «Jewish community in Curitiba». Jewish Pepole Around the World (em inglês). Consultado em 23 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2015 
  101. Levine, Robert M. (1968). «Brazil's Jews during the Vargas Era and After» (em inglês). Jstor. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 3 de novembro de 2020 
  102. Moore, Steven A. (2006). Alternative Routes to the Sustainable City: Austin, Curitiba, and Frankfurt. [S.l.]: Lexington Books. 245 páginas 
  103. Lesser, Jeffrey (1995), Welcoming the Undesirables: Brazil and the Jewish Question (em inglês), Berkeley: University of California Press, consultado em 27 de fevereiro de 2015, cópia arquivada em 28 de julho de 2003 
  104. «Listas de judeus do Brasil». Rádio Islam. Consultado em 13 de março de 2017. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2015 
  105. «Beit Chabad». Curitiba. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2015 
  106. «Report of Activities 2003» (em inglês). The International Raoul Wallenberg Foundation. 1 de março de 2004. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2009 
  107. «Um pequeno histórico sobre os judeus no Paraná». Museu do Holocausto. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  108. «Praça do Japão». Guia Geográfico. Curitiba Paraná. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2015 
  109. Machado, Cacilda da Silva (1997). «A Família e o Impacto da Imigração (Curitiba, 1854-1991)». Revista Brasileira de História. Consultado em 26 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2015 
  110. a b c d «Tabela 2094 – População residente por cor ou raça e religião». Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). 2010. Consultado em 26 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2015 
  111. «Mitra arquidiocesana». Arquidiocese de Curitiba. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  112. «Secretaria integra campanha contra o tráfico de pessoas». Prefeitura. 30 de janeiro de 2013. Consultado em 26 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  113. Fernandes, José Carlos (20 de julho de 2013). «A geração que bagunçou a paróquia». Gazeta do Povo. Consultado em 15 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  114. «Catedral de Curitiba». Guia geográfico Cultura & arte. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  115. Milan, Pollianna (27 de janeiro de 2012). «Igreja sem torres não é matriz». Gazeta do Povo. Consultado em 28 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  116. Cheney, David M. (28 de abril de 2018). «Archeparchy of São João Batista em Curitiba (Ukrainian)». Catholic Hierarchy. Consultado em 8 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 30 de março de 2019 
  117. «Curitiba, Brazil». LDS. Consultado em 17 de maio de 2015. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2015 
  118. «New Temples to Be Built in Panama and Brazil». Newsroom (em inglês). LDS. Consultado em 21 de janeiro de 2011. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  119. «Centro Cívico» (PDF). www.ippuc.org.br. Consultado em 15 de abril de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 2 de março de 2022 
  120. Lima, Flávio Henrique M. (9 de fevereiro de 2006). «O Poder Público Municipal à frente da obrigação constitucional de criação do sistema de controle interno». JusVi. Consultado em 24 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2012 
  121. «A história da Câmara Municipal de Curitiba e seus poderes». Câmara Municipal de Curitiba. Consultado em 23 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2014 
  122. «Relação dos Prefeitos de Curitiba». Prefeitura. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2014 
  123. «Constituição Federal – CF – 1988». DJI. Consultado em 16 de maio de 2011. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2012 
  124. «Endereço de Comarca». Tribunal de Justiça do Paraná. Consultado em 18 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  125. «Lei Orgânica do Município de Curitiba». Leis Municipais. Câmara Municipal de Curitiba. 17 de julho de 2014. Consultado em 14 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 1 de julho de 2017 
  126. «Zonas eleitorais TRE-PR: Pesquisa por município». Tribunal Regional do Paraná. Consultado em 19 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  127. a b «Histórico da Justiça do Trabalho no Paraná». Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  128. a b «Cidades Irmãs». Prefeitura. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  129. «Entrega de título de cidade-irmã a Akureyri destaca imigração islandesa». Câmara Municipal de Curitiba. 9 de outubro de 2013. Consultado em 10 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2019 
  130. «Curitiba in Brazil Adopts Akureyri as Sister Town». Iceland Review Online (em inglês). 10 de outubro de 2013. Consultado em 10 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2013 
  131. a b Prefeitura de Curitiba. «Curitiba torna-se cidade-irmã de Columbus». Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  132. «Asuntos Federales y Electorales - Ciudades y Provincias argentinas hermanadas con contrapartes extranjeras» (em espanhol). Secretaría de Relaciones Exteriores. Consultado em 2 de julho de 2008. Cópia arquivada em 27 de maio de 2012 
  133. «Curitiba torna-se cidade-irmã de Jacksonville». Paraná Online. 3 de abril de 2009. Consultado em 10 de março de 2016. Cópia arquivada em 11 de março de 2016 
  134. «Curitiba e Lyon firmam acordo de cidades-irmãs». Paraná Online. 22 de novembro de 2005. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2015 
  135. «Curitiba ganha nova cidade-irmã nesta quarta-feira; saiba qual». Curitiba.pr.gov.br. Consultado em 7 de Abril de 2022. Cópia arquivada em 7 de abril de 2022 
  136. a b Curitiba, Prefeitura de. «Símbolos - Bandeira, Brasão e Hino Municipal». www.curitiba.pr.gov.br. Consultado em 13 de abril de 2022. Cópia arquivada em 2 de março de 2022 
  137. Prefeitura. «Administração de Regionais e Bairros». Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2015 
  138. a b Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 608 - População residente, por situação do domicílio e sexo - Sinopse». Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2015 
  139. a b Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC) (2005). «Área e Distância dos Bairros até o Marco Zero de Curitiba» (PDF). Consultado em 21 de março de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 21 de março de 2015 
  140. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Curitiba - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 28 de fevereiro de 2015 
  141. «Atividades Econômicas (Indústrias) em Curitiba (2014)». Plataforma DataViva. Consultado em 21 de agosto de 2016 [ligação inativa]
  142. a b c d e f g h i «Produto Interno Bruto dos Municípios». Cidades. IBGE. 2013. Consultado em 15 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 11 de maio de 2016 
  143. «Estatísticas do Cadastro Central de Empresas». Cidades. IBGE. 2008. Consultado em 11 de junho de 2011. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2012 
  144. Redação (4 de dezembro de 2002). «Curitiba, pela terceira vez, a melhor para negócios». Paraná Online. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2015 
  145. «Guia 2007». Veja Especial. Abril. Cópia arquivada em 24 de junho de 2008 
  146. Sesso Filho, Umberto Antonio. «Indústria automobilística no Paraná: impactos na produção local e no Restante do Brasil» (PDF). Sincodivse. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 24 de setembro de 2015 
  147. a b «Perfil de São José dos Pinhais». Washington Ortega. Consultado em 12 de março de 2017. Arquivado do original em 2 de dezembro de 2006 
  148. a b c Tatiana Santiago Delattre Valieri (2012). «Agricultura urbana em Curitiba: o caso do Loteamento Vitória Régia» (PDF). Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Consultado em 19 de janeiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 19 de fevereiro de 2015 
  149. «Serviços de Saúde 2009». Cidades. IBGE. 2009. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  150. «Caderno de Informações de Saúde – Informações Gerais» (xls). DATASUS. 10 de abril de 2010. Consultado em 27 de janeiro de 2015 
  151. a b «4 - reduzir a mortalidade infantil». ODM. 2012. Consultado em 24 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2015 
  152. Miguel Angelo Manasses e Franceslly Catozzo. «Santa Casa completa 134 anos». Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2015 
  153. «Hospitais e Maternidades de Curitiba PR». Guia Geográfico. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2016 
  154. a b Agência de Notícias (25 de setembro de 2013). «Samu e Siate: você sabe quando ligar para cada um?». Prefeitura. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  155. a b Portal ODM (2012). «2 - educação básica de qualidade para todos». Consultado em 24 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2015 
  156. a b «Pessoas de 15 anos ou mais de idade que não sabem ler e escrever, total e respectivas taxas de analfabetismo, por cor ou raça e grupos de idade, segundo as Unidades da Federação e os municípios das capitais» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 19 de fevereiro de 2015 
  157. Antonio Senkovski e Amanda Audi (22 de dezembro de 2014). «Paraná tem duas escolas entre as 100 melhores no Enem». Gazeta do Povo. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2015 
  158. «Explosão de violência nas escolas assusta». Paraná Online. 3 de julho de 2013. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  159. «Secretaria Municipal da Educação». Prefeitura. Consultado em 24 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 10 de março de 2015 
  160. «Ensino, matrículas, docentes e rede escolar 2012». Cidades. IBGE. 2012. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  161. «Censo Demográfico 2010: Resultados da Amostra - Educação». Cidades. IBGE. 2010. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  162. INEP/MEC. «Busca de Curso». Consultado em 31 de janeiro de 2008. Arquivado do original em 11 de maio de 2015 
  163. «Cursos de Graduação da UFPR». Consultado em 17 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 9 de janeiro de 2012 
  164. «Fora da elite, mas acima da média». 9 de setembro de 2008. Consultado em 17 de setembro de 2008 
  165. «Veja a lista completa das melhores universidades do Brasil». O globo. 3 de junho de 2007. Consultado em 22 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 29 de outubro de 2008 
  166. Hospital de Clínicas do Paraná. «Linha do Tempo». Hospital de Clínicas do Paraná. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  167. UFPR. «Campi». Universidade Federal. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2015 
  168. a b UTFPR. «De Escola de Aprendizes à Universidade Tecnológica». Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2016 
  169. PUCPR. «Pontifícia Universidade Católica do Paraná». Site Oficial da Universidade. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2015 
  170. UP. «Universidade Positivo». Site Oficial da Universidade Positivo. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2015 
  171. UNICURITIBA. «Centro Universitário Curitiba». Site Oficial da Universidade. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  172. Governo do Paraná. «Universidades Estaduais». Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Consultado em 5 de julho de 2012. Cópia arquivada em 19 de maio de 2012 
  173. Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba
  174. Marcelo Vellinho. «Curitiba manchada de sangue». PUC Campinas. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  175. «Violência cresce em Curitiba e região metropolitana no 1.º trimestre». Na Tela do 190. 18 de abril de 2014. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  176. Sangari (2011). «Número e taxas (em 100 mil) de homicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais». Consultado em 12 de junho de 2011. Arquivado do original (xls) em 28 de fevereiro de 2011 
  177. Sangari (2011). «Número e taxas (em 100 mil) de suicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais». Consultado em 18 de maio de 2011. Arquivado do original (xls) em 28 de fevereiro de 2011 
  178. Sangari (2011). «Número e taxas (em 100 mil) de Óbitos Ac.Transporte nos municípios com 10.000 habitantes ou mais». Consultado em 12 de junho de 2011. Arquivado do original (xls) em 28 de fevereiro de 2011 
  179. «Municipalização de Política sobre Drogas». Secretaria Estadual da Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná. Consultado em 29 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  180. Presidência da República (1988). «Constituição da República Federativa do Brasil de 1988». Consultado em 12 de junho de 2011. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2012 
  181. PMPR. «Polícia Militar do Paraná». Site Oficial da Força Policial Estadual. Consultado em 28 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2015 
  182. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). «Censo Demográfico 2010: Resultados do Universo - Características da População e dos Domicílios». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  183. Secretaria Municipal do Meio Ambiente (1 de outubro de 2010). «Aterro da Caximba deixa de receber lixo». Prefeitura. Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  184. a b Katia Brembatti (11 de março de 2014). «Mananciais distantes vão matar a sede de 4 milhões de pessoas». Gazeta do Povo. Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  185. a b c Sanepar (12 de março de 2014). «Abastecimento da Grande Curitiba exigirá R$ 547 milhões em obras». Companhia de Saneamento do Paraná. Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 2 de maio de 2018 
  186. «Campo de Santana». Google Maps. Consultado em 19 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 3 de novembro de 2020 
  187. a b «Mapa Geoelétrico do Paraná». Companhia Paranaense de Energia. 23 de janeiro de 2014. Consultado em 18 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 11 de maio de 2015 
  188. «DDD Curitiba - PR - Código DDD da cidade». Consultado em 1 de maio de 2018. Cópia arquivada em 2 de maio de 2018 
  189. Correios. «CEP de cidades brasileiras». Consultado em 20 de junho de 2011. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2015 
  190. Gazeta do Povo (22 de fevereiro de 2013). «Curitiba conta com rede wi-fi gratuita em 11 pontos». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  191. Zipperer, Ricardo Sabbag (30 de maio de 2017). «Nova edição impressa da Gazeta começa a circular a partir deste sábado (3)». Gazeta do Povo. Consultado em 1º de maio de 2018. Cópia arquivada em 2 de maio de 2018 
  192. JornaisBrasil.com. «Jornais de Curitiba». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  193. Rádios.com. «Resultado da Pesquisa». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  194. Parques e Praças de Curitiba. «Meios de comunicação». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2014 
  195. Portal BSD. «Listando canais de Curitiba - PR». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  196. Gazeta do Povo (22 de outubro de 2008). «Entra no ar no Paraná sinal digital da RPC-TV». Consultado em 5 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  197. «Curitiba é capital com mais carros por pessoa – veja ranking». Revista Exame. 13 de abril de 2014. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 14 de abril de 2014 
  198. «Nossa história». URBS. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  199. «Mapa Multimodal do Paraná» (PDF). Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Consultado em 20 de julho de 2011. Cópia arquivada (PDF) em 6 de fevereiro de 2015 
  200. Infraero (ed.). «Aeroporto Internacional de Curitiba - Afonso Pena». Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 26 de outubro de 2014 
  201. «Aeroporto de Bacacheri». Infraero. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 4 de janeiro de 2014 
  202. a b «Características da RIT». URBS. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  203. «Após fazer história com BRT, Curitiba busca se reinventar com metrô». Globo Universidade. 8 de junho de 2013. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  204. «Após 40 anos, BRT dá sinais de cansaço em Curitiba». Gazeta do Povo. 26 de julho de 2014. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2015 
  205. «Sistema de transporte de Curitiba é copiado por mais de 80 países». G1. 27 de abril de 2011. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2015 
  206. «Fundação Cultural de Curitiba». Prefeitura. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 10 de março de 2015 
  207. a b c Prefeitura. «História». Fundação Cultural de Curitiba. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2015 
  208. «A cidade brasileira de São Luís será a Capital Americana da Cultura em 2012 coincidindo com o 4º Centenário da sua fundação». The International Bureau of Cultural Capital. 2011. Consultado em 10 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 30 de abril de 2011 
  209. a b c Anderson Gonçalves (8 de novembro de 2011). «Os grandes nomes da literatura paranaense». Gazeta do Povo. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  210. «Tasso da Silveira». Página pessoal de Antonio Miranda. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2015 
  211. «Silveira Neto». Página pessoal de Antonio Miranda. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2015 
  212. «Festival de Teatro de Curitiba». Consultado em 17 de setembro de 2008 
  213. a b «Teatros». Teatros de Curitiba. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 21 de fevereiro de 2015 
  214. «Festival de Teatro de Curitiba chega a sua 20ª edição com mais de 400 peças». UOL. Folha da manhã. 28 de março de 2011. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 22 de fevereiro de 2012 
  215. «Oficina de Música de Curitiba inicia neste domingo com música erudita». G1. Paraná]]: Globo. 8 de janeiro de 2012. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2012 
  216. «Bienal internacional de Curitiba 2015 começa 3 de outubro». Mundo livre FM. Consultado em 12 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2015 
  217. «Bienal internacional de Curitiba teve mais de um milhão de visitas». Curitiba CVB. Consultado em 7 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2015 
  218. «Sobre». Ficbic. Consultado em 7 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 5 de julho de 2015 
  219. «51ª Festa da Uva de Curitiba». Bonde. 7 de janeiro de 2009. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  220. «Governador prestigia Imin Matsuri, tradicional festa da colônia japonesa». Paraná online. AE Notícias. 23 de setembro de 2009. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  221. «RPC TV apoia o Haru Matsuri – 24ª Festival da Primaveira, em Curitiba». Rede Globo. Globo. 6 de outubro de 2014. Consultado em 22 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2015 
  222. «Haru Matsuri comemora chegada de primavera em Curitiba». Paraná online. 23 de setembro de 2009. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2015 
  223. Silva, Myrelle (31 de março de 2011). «Evento: Hana Matsuri 2011». Curitiba: Tadaima. Consultado em 24 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2012 
  224. a b Handa, Francisco. «Hanamatsuri». Cultura Japonesa. Consultado em 24 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 8 de abril de 2012 
  225. «Reunião do Seto Matsuri». Curitiba: Nikkei. 15 de agosto de 2010. Consultado em 25 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 14 de julho de 2014 
  226. Silva, Myrelle (15 de outubro de 2010). «Eventos: Seto Matsuri dias 6». Tadaima Curitiba. Consultado em 24 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 2 de maio de 2012 
  227. a b c Silva, Mylle (5 de junho de 2009). «História dos Matsuris de Curitiba». Curitiba: Tadaima. Consultado em 24 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2020 
  228. «Colônia festeja a imigração japonesa». Bem Paraná. 19 de junho de 2011. Consultado em 24 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2018 
  229. «Jokers – Programação da Semana». Em Cartaz. Consultado em 12 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  230. a b c «Cultura celta se mantém viva entre os curitibanos». Jornal Comunicação. UFPR. Consultado em 12 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2021 
  231. «Comemorando o St. Patrick's Day em Dublin e Curitiba». Tip Trip Viagens. Consultado em 12 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  232. a b «Cinemas de Curitiba: História». Secretaria Estadual da Educação do Paraná. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  233. «Histórico». Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Governo do Paraná. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  234. «Histórico». Orquestra Sinfônica do Paraná. Governo do Paraná. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  235. «Coordenadoria de Cultura da UFPR». Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  236. «Histórico». Orquestra Sinfônica do Paraná. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  237. «Shows são proibidos na Pedreira». Gazeta do Povo. 26 de julho de 2008. Consultado em 17 de setembro de 2008. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2009 
  238. «Relespública e Pelebrói Não Sei?». Gazeta do Povo. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2015 
  239. «Banda CW7 reestreia em grande estilo, em Curitiba». Paraná Online. 12 de setembro de 2006. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  240. Paes, R (5 de setembro de 2012). «História da Música Celta em Curitiba». Consultado em 12 de outubro de 2015 [ligação inativa]
  241. «9/8 – Entorno do Paço da Liberdade: Gaiteiros de Lume». Curitiba Space. Consultado em 12 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 11 de março de 2016 
  242. «Instrumento com Estilo – Gaita de Fole – Disciplina». Arte. Seed. Consultado em 12 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  243. «Mandala Folk». Música de Curitiba. Consultado em 12 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  244. «Acordes na Casa – Clan Mac Norse – Curitiba – Próximos eventos». Sesi Cultura. Sesi PR. Consultado em 12 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  245. «Museus». Parques e Praças de Curitiba. Consultado em 10 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 21 de novembro de 2014 
  246. «Paço é aberto para convidados». Gazeta do Povo. Consultado em 30 de março de 2009. Cópia arquivada em 7 de março de 2016 
  247. «Histórico». Biblioteca Pública do Paraná. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 26 de maio de 2018 
  248. «Biblioteca Pública do Paraná». Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2012 
  249. «Faróis do Saber». Guia Geográfico. Escola Curitiba. Consultado em 27 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2015 
  250. a b c d «Copa do Mundo e culinária: as comidas típicas de Curitiba». Cozinha do Mundo. La Violetera. 5 de março de 2014. Consultado em 5 de maio de 2015. Cópia arquivada em 29 de maio de 2016 
  251. «Curitiba, Outra Vez». Copa 2014. Prefeitura. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2015 
  252. «Círculo Militar recebe a 1ª etapa do Circuito Chef Vergé de Duplas». CMPPR. Consultado em 10 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2016 
  253. «Tênis – Circuito Centauro no Círculo Militar foi um grande sucesso». CMPPR. Consultado em 10 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2016 
  254. «Basquete, futsal, handebol e vôlei abrem disputa dos esportes coletivos». Globo Esporte. 9 de dezembro de 2011. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 
  255. a b «Curitiba é a cidade dos sonhos para lutadores de MMA forasteiros». Direto do Octógono. 21 de outubro de 2020. Consultado em 22 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2022 
  256. «Curitiba é um dos centros que mais formam lutadores | De Letra». Tribuna do Paraná. 30 de julho de 2012. Consultado em 22 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2022 
  257. «UFC 198, em Curitiba, teve um dos maiores públicos da história; relembre». Direto do Octógono. 3 de abril de 2020. Consultado em 22 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2022 
  258. «Nota de falecimento: Leonel Davi Santos Amaral». Confederação Brasileira de Tiro Esportivo. Consultado em 5 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 28 de julho de 2020 
  259. «Feriados Municipais de Curitiba». Prefeitura. Consultado em 27 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2015 

BibliografiaEditar

  • Almeida, Nely Lidia Valente de (1978). História de Curitiba: ensaio sobre a sua evolução 2ª ed. Curitiba: Imprensa Universitária 
  • Arruda, Ana (1988). «Curitiba». Enciclopédia Delta Universal. 5. Rio de Janeiro: Delta 
  • Ferreira, João Carlos Vicente (1996). O Paraná e seus municípios. Curitiba: Memória Brasileira 
  • Ferreira, Jurandir de Castro Pires (1959). «Curitiba». Enciclopédia dos municípios brasileiros. 31. Rio de Janeiro: IBGE 

Ligações externasEditar

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
  Definições no Wikcionário
  Textos originais no Wikisource
  Imagens e media no Commons
  Guia turístico no Wikivoyage
Prefeitura
Câmara
Outros