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Chico Amaral, nome artístico de Francisco Eduardo Fagundes Amaral (Belo Horizonte, 8 de maio de 1957), é um saxofonista e letrista brasileiro.

É responsável por muitos sucessos da banda mineira Skank, integrada por Samuel Rosa, Lelo Zaneti, Henrique Portugal e Haroldo Ferretti.[1] Chico Amaral compôs junto a Samuel Rosa muitas canções, dentre elas Vou deixar, Tão seu, Pacato cidadão, Acima do sol e Canção noturna. Também tem parcerias com Lô Borges (Meu Filme), Ed Motta (Daqui pro Méier, Lustres e pingentes, Mágica de um charlatão, Fox do detetive e Flores da vida real),[2] Milton Nascimento (Balê da utopia, Pietá), Beto Guedes, Erasmo Carlos e Totonho Villeroy, entre outros.

Começou sua carreira em 1979, no conjunto de choro Naquele Tempo, quando tocou com Altamiro Carrilho e Cartola. Além do Skank, participou do trabalho de vários artistas, em shows e discos.

Em 2005 compôs a trilha sonora do CD Identidades para o Grupo Corpo, no projeto Corpo Cidadão, e produziu o CD Aquele verbo agora, do artista Vander Lee, com participações especiais nos shows de lançamento.

Prêmios e indicaçõesEditar

Uma de suas parcerias com Milton Nascimento, Pietá, foi indicada para concorrer como melhor canção no Grammy Latino de 2003.

Ganhou o prêmio Multishow para a melhor canção de 2004, com a música Vou Deixar, uma parceria com Samuel Rosa.

O CD Aquele Verbo concorreu à indicação de melhor do ano de 2005 no Prêmio Tim de Música.

Ganhou como saxofonista o prêmio de melhor instrumentista do concurso BDMG para compositores de música instrumental, edição 2007.

Em 25 de julho de 2012 recebe o prêmio Jazz Mineiro do Festival da Savassi.

DiscografiaEditar

  • Livramento (2002), (com Flávio Henrique)
  • Identidade (2005)
  • Singular (2007)
  • Provincia (2012)
  • Plural (2018)

DVDEditar

Referências

Ligações externasEditar


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