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Fusão Livre-comércio; Livre-cambismo

Fusão Livre-comércio; Mercado livre

Artigo parcial com fontes inválidasEditar

Saudações editores, verifiquei as fontes utilizadas na edição do dia 13 de março de 2018 e vi que constavam muitos artigos de opinião, um jornal que necessita de assinatura para ter seu conteúdo acessado, afirmações de pesquisa inédita como "Há um consenso entre economistas de distintas correntes que o livre-comércio tem um efeito positivo no crescimento econômico", enfim. Para não promover uma guerra de edições, sugiro que seja discutido aqui o conteúdo do artigo para melhorar sua qualidade e verificabilidade. Crash Overclock (discussão) 22h48min de 27 de setembro de 2018 (UTC)

Ao avaliar as fontes, nota-se o conflito de interesses e tendências que prejudicam a imparcialidade do artigo. Por exemplo, na primeira para a afirmação "O Livre comércio é defendido por liberais e criticado por nacionalistas e socialistas": um blog (e a maioria dos blogs não é fiável) do Rodrigo Constantino, que mesmo se desconsiderarmos o uso do blog, é um colunista e economista com ideias consideradas polêmicas ou de "visões fortes" conforme o artigo informativo supracitado. Esta é a opinião dele sobre livre-comércio, e não deveria ser usada como definição ou afirmação categórica. A próxima referência para a afirmação é um livro do economista Ludwig von Mises que poderia até servir para "O Livre comércio é defendido por liberais" mas acredito que a visão mais neutra para "criticado por nacionalistas e socialistas" seria ou colocar no artigo as visões de autores socialistas acerca do livre-comércio de modo que não se sobreponha à definição do conceito (o mesmo para nacionalistas) ou a retirada deste trecho, conforme havia feito em minha edição.
Depois há a afirmação "No Brasil, o livre-comércio é criticado pela escola desenvolvimentista" com uma fonte de opinião do Estadão de difícil verificabilidade pois caso o leitor já tenha acessado o site aparece a mensagem "Olá, você pode ler até 5 matérias* grátis todo mês!". De qualquer forma, o ponto de vista neutro seria colocar as visões da tal "escola desenvolvimentista" acerca do livre comércio, uma vez que a fonte não cita sequer "livre comércio" ou "livre mercado" tampouco foi escrito por alguém desta política econômica.
Concordo em manter no artigo o trecho sobre a Organização Mundial do Comércio e sobre o Espaço Económico Europeu, de fato foi erro meu ter retirado estas informações.
Depois há o trecho "Há um consenso entre economistas de distintas correntes que o livre-comércio tem um efeito positivo no crescimento econômico" onde a fonte também impede a verificabilidade bloqueando seu conteúdo com "You’ve reached your article limit", e ainda assim o artigo fala sobre tarifas impostas por Trump sobre ferro e alumínio, nada sobre ser um consenso entre economistas de distintas correntes (pra não falar da óbvia contradição em ser criticado por socialistas e haver consenso). A próxima referência do National Review é sobre a mesma notícia, nada consta deste consenso.
A próxima frase, "Porém seus críticos acusam o livre-comércio de ser uma ameaça à Soberania das nações" também evidencia a contradição sobre consenso, e ainda assim é uma opinião emitida pela Folha de São Paulo sobre um livro de Dani Rodrik. Se for pra colocar a visão dele no artigo, o que eu discordo, o mais neutro seria "O economista Rodrik em seu livro "Straight Talk On Trade" acusa o livre-comércio de tal tal tal", retirando o plural generalizado "seus críticos" e citando no livro dele onde que ele faz essa afirmação, pois não consegui verificar em minhas pesquisas. A próxima fonte para a frase, da Carta Capital, é sobre "um acordo sobre o uso de uma base militar brasileira no Maranhão para o lançamento de foguetes norte-americanos" e isso, segundo Roberto Amaral, foi uma ameaça à soberania. Nada consta sobre o livre comércio, assim como a próxima referência do site de Bresser Pereira.
Os próximos trechos, incluindo as seções " Livre Comércio no Brasil" e no mundo falam sobre Protecionismo e seus supostos defensores que causaram prejuízos em relação ao livre-mercado, de novo sem citar diretamente quem que criticou, apenas com artigos de opinião.
Sendo assim, estou editando o artigo conforme o que foi apontado aqui. Crash Overclock (discussão) 02h41min de 28 de setembro de 2018 (UTC)

Crash Overclock Você não ter acesso às fontes não é nem nunca foi um problema de verificabilidade, tanto é que é permitido e incentivado a citação de livros físicos aos quais a maioria dos editores provavelmente não tem acesso, ao menos não imediato e gratuito. O problema é que os trechos simplesmente não constavam nas fontes, ao menos pelo que pude averiguar, ou então eram fontes de opinião. Concordo com as edições, com uma ressalva: O trecho sobre a medida do senador americano em 1930 parece estar bem referenciado - é uma notícia, não uma coluna de opinião, no Estadão.[1] O que acha de repor? Saturnalia0 (discussão) 14h13min de 29 de setembro de 2018 (UTC)
Saturnalia0 não havia pensado por esta ótica quando fui verificar as fontes, obrigado pelo esclarecimento! Sobre o trecho que cita a Tarifa Smoot-Hawley, a notícia é enfática: "O resultado imediato foi um recuo de 65% das trocas comerciais internacionais". Porém, o consenso entre economistas e historiadores da economia é somente que "a passagem da Tarifa Smoot-Hawley exacerbou a Grande Depressão"[2], não havendo consenso sobre quanto. A estimativa de Jakob B. Madsen, por exemplo, sobre os efeitos do aumento das barreiras tarifárias e não-tarifárias ao comércio mundial no período de 1929 a 1932 é de 33%[3], sendo apenas 8% como resultado de aumentos discricionários nas tarifas. A estimativa da queda de 66% no comércio mundial é sobre as consequências gerais da Grande Depressão no período de 1929 a 1934[4]. Ainda assim, acredito que o mais correto seria colocar estas informações no artigo sobre protecionismo, onde foi incluído o mesmo trecho. Mais uma vez, obrigado pelo retorno! Crash Overclock (discussão) 17h12min de 29 de setembro de 2018 (UTC)
Não consegui acessar a primeira fonte, mas de fato a segunda confirma que o número é referente aos efeitos da Grande Depressão como um todo. Novamente, concordo com a remoção dos trechos, portanto. Sds Saturnalia0 (discussão) 17h14min de 29 de setembro de 2018 (UTC)
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