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Eleição presidencial na Nigéria em 2003

ContextoEditar

Novas eleições foram organizadas pela primeira vez em quinze anos na nigéria por um governo civil. Olusegun Obasanjo era presidente civil desde 1999, depois de desligar o seu uniforme. Embora ele e seu partido fossem os claros favoritos, ele foi acusado de manipular a votação.

Fraude eleitoralEditar

Milhões de pessoas votaram várias vezes. A polícia em Lagos descobriu uma fraude eleitoral ao encontrar cinco milhões de cédulas falsas.

Observadores internacionais, incluindo da União Europeia, apontaram várias irregularidades em 11 dos 36 Estados federados nigerianos. Foram casos de cédulas de voto já preenchidas ou resultados posteriormente alterados. Em alguns estados, os padrões mínimos para eleições democráticas não foram cumpridos.

Quase todos os partidos da oposição recusaram-se a reconhecer o resultado. A comissão eleitoral registou, por exemplo, que na cidade Warri, no delta do rio Níger, de 135.739 eleitores, 133.529 votaram para a eleição parlamentar. Observadores relataram, no entanto, que até o sábado à tarde apenas alguns locais de votação tinham sido abertos. Ainda registraram que a contagem de tempo foi muito longa, em comparação a outros países, possibilitando a fraude eleitoral.

CandidatosEditar

ResultadoEditar

ReferênciaEditar

Ver tambémEditar