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Felipe Camarão (Natal)

bairro do Natal
Felipe Camarão
  Bairro do Brasil  
Localização de Felipe Camarão em Natal.
Localização de Felipe Camarão em Natal.
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Zona Oeste de Natal
Região administrativa Zona Oeste de Natal
Município  Natal
Área
- Total 830,38 ha
População (2019)
 - Total Aproximadamente 70,000
Limites Norte: Bom Pastor;
Sul: Guarapes;
Leste: Cidade da Esperança / Cidade Nova;
Oeste: São Gonçalo do Amarante (município)
Fonte: Não disponível

Felipe Camarão[nota 1] é um bairro da zona oeste da cidade do Natal, no estado do Rio Grande do Norte. Em meados de 2012-2015 o bairro era bastante temido entre a população de Natal, pelo elevado número de assassinatos registrados, A mídia através do programa (Patrulha da Cidade) ajudava a espalhar esses acontecimentos nos diversos bairros, gerando a fama de "Bairro Perigoso", sendo desfeita aos poucos durante esses anos com a ajuda da prefeitura e do governo.

Apesar das deficiências(Como saneamento, iluminação e segurança), o bairro apresenta uma rica economia, com diversos comércios, e com uma crescente população que já beira os 70.000 habitantes, sendo o 2° Bairro com maior número de habitantes de Natal, Perdendo somente para o Bairro Nossa Senhora da Apresentação. Com seu extenso território o bairro vive uma crescente mudança sendo bastante perceptíveis durante esses anos, Juntamente com o Bairro Planalto (Natal).

Origem do nomeEditar

O nome do bairro é uma homenagem a Antônio Filipe Camarão, índio casado com a indígena Clara Camarão, norte-rio-grandense, da tribo potiguara, que se destacou no combate junto com os portugueses ao invasor holandês. Anteriormente, era a localidade de Peixe-Boi causada pelo aparecimento de um grande peixe no manguezal que existe no bairro.


Aspectos urbanísticosEditar

O bairro de Felipe Camarão se insere na Zona de Adensamento básico, estabelecida no macrozoneamento da Lei Complementar nº. 082, 21/06/2007, em seu capítulo I. Esta Lei dispões sobre o Novo Plano Diretor de Natal – PDN/2007.

No bairro, há duas áreas consideradas frágeis, do ponto de vista ambiental: a Zona de Proteção Ambiental-4 – ZPA-4, que apresenta parte dos cordões dunares, regulamentada pela Lei 4.912/97 e a Zona de Proteção Ambiental-8 – ZPA-8, que compreende o Rio Potengi e o manguezal, ainda não regulamentada.


Notas


Ver tambémEditar

Ligações externasEditar