Firewatch

jogo eletrônico de 2016
Firewatch
Arte do jogo feita por Olly Moss, representando uma torre de vigia na Floresta Nacional de Shoshone
Desenvolvedora(s) Campo Santo
Publicadora(s) Panic
Campo Santo
Diretor(es) Olly Moss
Sean Vanaman
Produtor(es) Gabe McGill
Jane Ng
Projetista(s) Chris Remo
Jake Rodkin
James Benson
Nels Anderson
Escritor(es) Chris Remo
Jake Rodkin
Olly Moss
Sean Vanaman
Programador(es) Ben Burbank
Nels Anderson
Patrick Ewing
Paolo Surricchio
William Armstrong
Artista(s) Jane Ng
Olly Moss
Compositor(es) Chris Remo
Motor Unity
Plataforma(s) Microsoft Windows
OS X
Linux
PlayStation 4
Xbox One
Nintendo Switch
Lançamento 9 de fevereiro de 2016
Gênero(s) Aventura
Modos de jogo Um jogador
Página oficial

Firewatch é um jogo eletrônico de aventura desenvolvido pela Campo Santo e publicado pela desenvolvedora em parceria com a Panic. O jogo foi lançado em fevereiro de 2016 para Microsoft Windows, OS X, Linux e PlayStation 4, para Xbox One em setembro de 2016 e para Nintendo Switch em dezembro de 2018.

A história acompanha um vigia florestal chamado Henry na Floresta Nacional de Shoshone, um ano após os incêndios de 1988 em Yellowstone. Um mês após seu primeiro dia de trabalho, coisas estranhas começam a acontecer com ele e sua supervisora Delilah, o que se conecta a um mistério conspirado que aconteceu anos atrás. Henry interage com Delilah usando um walkie-talkie, com o jogador escolhendo entre as opções de diálogo para se comunicar. Suas conversas com Delilah informam o processo pelo qual o relacionamento deles é desenvolvido. O jogo foi dirigido por Olly Moss e Sean Vanaman, escrito por Chris Remo, Jake Rodkin, Moss e Vanaman, e produzido por Gabe McGill e pela artista Jane Ng. O ambiente do jogo foi modelado por Ng, baseado em uma única ilustração de Moss. O design é inspirado nas propagandas do New Deal do National Park Service e nas pesquisas de campo realizadas no Parque Nacional de Yosemite.

O jogo recebeu críticas positivas em geral, recebendo elogios por sua história, personagens, diálogo e estilo visual. No entanto, a presença de problemas técnicos e o final do jogo foram objetos de críticas negativas. Firewatch ganhou o prêmio de Melhor Experiência Visual 3D no Unity Awards 2016, Melhor Jogo Indie no Golden Joystick Awards de 2016, Melhor Narrativa no Game Developers Choice Awards de 2017 e Jogo de Estreia no British Academy Games Awards de 2017. No final de 2016, o jogo havia vendido mais de um milhão de cópias.

JogabilidadeEditar

 
Henry interage com Delilah usando seu walkie-talkie.

Firewatch é um jogo eletrônico de aventura jogado a partir de uma perspectiva em primeira pessoa, e a trama ocorre no estado americano de Wyoming em 1989.[1][2] O jogador controla Henry, um vigia florestal designado para sua própria torre na Floresta Nacional de Shoshone.[3] Através da exploração da área circundante, Henry descobre pistas sobre ocorrências misteriosas nas proximidades, que estão relacionadas ao saque de sua torre enquanto estava em uma patrulha de rotina e a uma figura sombria que ocasionalmente aparece observando-o de longe.[4] O único meio de comunicação de Henry é um walkie-talkie que o conecta à sua supervisora, Delilah.[5] O jogador pode escolher entre várias opções de diálogo para falar com ela sobre a descoberta de novos objetos ou ambientes interativos, ou pode se abster de comunicar-se. As escolhas do jogador influenciarão o tom do relacionamento de Henry com Delilah. À medida que a história avança, novas áreas serão abertas ao jogador. O jogo também apresenta um ciclo dia-noite.[6] Objetos encontrados na natureza podem ser mantidos no inventário para uso posterior.[7]

EnredoEditar

Depois que sua esposa desenvolve uma demência precoce, Henry (Rich Sommer) aceita um emprego como vigia florestal na Floresta Nacional de Shoshone, Wyoming. No primeiro dia, Delilah (Cissy Jones), vigia de outra torre, entra em contato com ele por meio de um walkie-talkie e pede que ele investigue indivíduos utilizando fogos de artifício ilegais à beira do lago. Henry encontra duas adolescentes, que o acusam de estar espiando-as. No caminho de volta para a torre, ele encontra uma caverna trancada e vê uma figura sombria observando-o antes de desaparecer. Ele retorna à sua torre e a encontra saqueada. No dia seguinte, Delilah pede a Henry que investigue uma linha de comunicação derrubada. Ele a encontra cortada, com uma nota aparentemente assinada pelas adolescentes. Ele e Delilah planejam assustar as garotas, mas quando ele encontra o acampamento das garotas saqueado e abandonado, eles começam a se preocupar.

Henry encontra uma mochila velha e uma câmera descartável pertencentes a um garoto chamado Brian Goodwin, que Delilah explica que era filho de Ned, um antigo vigia. Ned era um homem que vivia ao ar livre e que bebia muito devido a suas experiências traumáticas na Guerra do Vietnã, enquanto seu filho, Brian, gostava de histórias de fantasia e jogos de RPG. Embora fosse contra as regras que os funcionários trouxessem seus filhos para as torres, Delilah gostava de Brian e mentia sobre sua presença. Ele e Ned aparentemente foram embora abruptamente e nunca mais voltaram. As adolescentes são dadas como desaparecidas. Temendo uma investigação, Delilah falsifica os relatórios para dizer que nem ela nem Henry encontraram as meninas.

Dois meses depois do início do trabalho de Henry, um pequeno incêndio florestal irrompe ao sul de sua torre. Duas semanas depois, Henry encontra um rádio e uma prancheta enquanto pesca, com notas incluindo transcrições de suas conversas com Delilah. Ele é golpeado por alguém não visto, fica inconsciente e, ao acordar, descobre que a prancheta e o rádio sumiram. Em um campo mencionado no cabeçalho da prancheta, ele encontra uma área de pesquisa do governo cercada. Ele a invade e encontra equipamentos de vigilância e relatórios datilografados detalhando as conversas dele e Delilah e suas vidas privadas. Ele também encontra um dispositivo de rastreamento, que ele leva com ele. Henry e Delilah consideram destruir o acampamento do governo, mas decidem que não. Entretanto, enquanto Henry caminha de volta à torre, alguém ateia fogo no acampamento.

No dia seguinte, Henry usa o dispositivo de rastreamento e encontra uma mochila com uma chave da caverna trancada. Delilah relata uma figura na torre de Henry; quando Henry chega, ele encontra um Walkman preso à porta com uma gravação incriminadora da discussão de Henry e Delilah sobre destruir o acampamento do governo. No dia seguinte, alguém se passando por Henry chama outro vigia e afirma que Delilah sabe a causa do incêndio na estação, deixando ela e Henry mais nervosos.

Henry usa a chave encontrada para entrar na caverna, mas, de repente, a entrada da caverna é trancada por uma figura não vista. No fundo da caverna, ele encontra o corpo de Brian antes de escapar desta. Delilah fica transtornada com as notícias. No dia seguinte, é dada uma ordem de evacuação para todos os vigias, pois o incêndio que Henry havia identificado e nomeado anteriormente ficou fora de controle.

Enquanto Henry se prepara para partir, o dispositivo de rastreamento começa a apitar. Ele segue o sinal e encontra uma fita de Ned. Na gravação, Ned afirma que a morte de Brian foi acidental e que o garoto caiu devido à sua inexperiência em escaladas. Não querendo voltar à sociedade após a morte de Brian, Ned viveu secretamente na área desde então. Escolhendo se aventurar mais fundo na natureza, Ned adverte Henry a não o procurar. Henry encontra o abrigo improvisado de Ned, junto com itens roubados do acampamento do governo, das torres de vigia e das adolescentes, que Delilah confirma que estão seguras. O acampamento do governo estava simplesmente estudando a vida selvagem; Ned usava seu equipamento de rádio para garantir que ninguém o estivesse procurando e criar transcrições para espantar Henry. Apesar da confissão de Ned, Delilah o culpa pela morte de Brian e parte no helicóptero. Henry vai até a torre dela, e ele e Delilah se despedem via rádio antes de Henry evacuar.

Desenvolvimento e lançamentoEditar

 
Chris Remo projetou, escreveu e compôs para o jogo.

Firewatch é o primeiro jogo eletrônico da Campo Santo e foi criado por Jake Rodkin e Sean Vanaman, que foram os líderes criativos em The Walking Dead; Nels Anderson, o designer principal de Mark of the Ninja; e o artista Olly Moss.[8] Chris Remo esteve envolvido em muitos aspectos do design e também compôs a trilha sonora.[9] O desenvolvimento de Firewatch começou com uma única ilustração de Moss.[2] Jane Ng, artista de ambientes principal na Campo Santo, foi encarregada de traduzir o trabalho de Moss em ambientes 3D, mantendo sua visão artística estilizada.[2] Moss, que antes era conhecido principalmente por seu trabalho em design gráfico, juntou-se a Vanaman e Rodkin para fundar a Campo Santo depois de passar muitos anos trabalhando na periferia do desenvolvimento de jogos.[10] Ao criar a ilustração, Moss emulou os pôsteres do National Park Service da época do New Deal, tanto na paleta de cores quanto na iconografia.[11] A equipe de desenvolvimento acampou no Parque Nacional de Yosemite em busca de inspiração para o jogo,[12] onde eles visitaram uma torre de vigia construída com o mesmo design de sua equivalente no jogo eletrônico.[13] Mais inspiração para o jogo veio das experiências de Vanaman e Anderson crescendo na zona rural de Wyoming.[13]

Firewatch utiliza o motor de jogo Unity.[14] Ng desaprovou as ferramentas para criar árvores e, portanto, modelou manualmente os 23 tipos de árvores que seriam colocadas no jogo 4.600 vezes. Um shader personalizado também foi empregado para produzir uma folhagem mais estilizada e simplificada.[15] As torres de vigia florestal do jogo foram construídas de acordo com especificações do governo, utilizando o tamanho padrão das tábuas de madeira, após a primeira tentativa de Ng ter sido insatisfatória.[16]

A interação via walkie-talkie de Firewatch é inspirada no relacionamento de BioShock entre o personagem do jogador e Atlas, bem como no sistema de diálogo de The Walking Dead.[10] Em um ponto do desenvolvimento, pretendia-se que o protagonista pudesse se comunicar com vários personagens, como caminhantes, mas a ideia foi descartada devido às suas despesas e aos requisitos de cronograma com os quais a equipe estava trabalhando.[13] A equipe esperava evitar sincronia labial e minimizar a quantidade de animação necessária devido ao tamanho e recursos limitados da equipe.[6] Os desenvolvedores escalaram Cissy Jones, que apareceu em The Walking Dead, como a voz de Delilah em 2014. Demorou mais tempo para encontrar um dublador para Henry que os desenvolvedores sentissem que combinasse com Jones; por fim, eles escalaram Rich Sommer. Jones e Sommer gravaram suas falas em estúdios separados, mas durante teleconferências, para alcançar um relacionamento mais natural. Os atores decidiram não se encontrar durante a produção para manter a distância entre seus personagens.[17][18]

O capítulo de abertura do jogo apresenta a música "Push Play", do álbum de synthwave de 2014 de Joy Chun e Nate Bosley, Let's Get Electric, que descreve um ato fictício de synthpop dos anos 80 conhecido como Cheap Talk. "Tell It to My Heart", de Taylor Dayne, foi usada provisoriamente na cena, mas Vanaman admitiu que a música era intensa demais e custaria muito para licenciar. Ao perceber que também seria muito caro encomendar uma música, Remo procurou uma música no estilo dos anos 80 por um artista independente e não contratado, levando ao uso de "Push Play".[19] A trilha sonora apresenta uma combinação de guitarra elétrica e acústica, baixo e piano elétrico, com samples de piano Rhodes como um substituto do piano real. Todos os instrumentos foram tocados pelo próprio Remo.[9]

O jogo foi anunciado em março de 2014, com uma data de lançamento prevista para 2015.[5] Na GDC, a Campo Santo coordenou um playtest público, e Ng apresentou um painel sobre o design e a estética do jogo, intitulado "The Art of Firewatch".[20] Em junho de 2015, a equipe visitou a E3. Lá, eles confirmaram que trariam o jogo para PlayStation 4, mas que essa seria a única versão para console.[21] No entanto, uma versão para Xbox One foi lançada posteriormente na América do Norte em 21 de setembro de 2016, apresentando um audioguia e um modo livre.[22][23] Devido a problemas de classificação, a versão foi adiada na Europa até 30 de setembro[24] e na Austrália e Nova Zelândia até 14 de outubro.[25]

Usuários dos headsets de realidade virtual HTC Vive e Oculus Rift podem visitar a torre de vigia de Henry usando a aplicação Destinations, da Steam. Para esse fim, o cenário foi reconstruído no motor de jogo Source.[26] Firewatch tornou-se compatível com PlayStation 4 Pro em seu lançamento em 10 de novembro, com desempenho aprimorado por meio de resolução 4K e high-dynamic-range.[27] O modo livre foi disponibilizado para PlayStation 4 Pro e Steam logo depois.[28][29] Em parceria com a Limited Run Games, a Campo Santo distribuiu menos de dez mil cópias físicas do jogo para PlayStation 4.[30][31] 4.800 cópias foram disponibilizadas para pedido no website da Limited Run Games em 16 de dezembro de 2016, enquanto 2.500 foram vendidas na loja online da Campo Santo a partir de 16 de janeiro de 2017.[32] Em abril de 2018, a Campo Santo anunciou que o jogo seria lançado para Nintendo Switch no final daquele ano. Mais tarde, foi esclarecido que o port de Nintendo Switch era uma versão altamente otimizada do jogo, e a atualização também estaria disponível para outras plataformas. Além disso, a versão para Nintendo Switch apresenta alguns elementos exclusivos.[33] Mais tarde, a Campo Santo confirmou, via Twitter, que a data de lançamento mundial do port de Nintendo Switch seria 17 de dezembro de 2018.[34]

RecepçãoEditar

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Destructoid 8/10[35]
Game Informer 7,75/10[36]
GameSpot 7/10[37]
GamesRadar+      [38]
IGN 9,3/10[39]
Polygon 8,5/10[40]
Pontuação global
Publicação Nota média
Metacritic PC: 81/100[41]
PS4: 76/100[42]
XONE: 85/100[43]

Firewatch recebeu críticas "favoráveis em geral", de acordo com o agregador de críticas Metacritic.[41][42][43] O jogo vendeu mais de quinhentas mil cópias no prazo de um mês após seu lançamento e mais de um milhão de cópias até o final de seu primeiro ano.[44][45] Em 2018, Firewatch havia vendido mais de 2,5 milhões de cópias em todas as plataformas.[46]

Steven Hansen, no Destructoid, saudou a jogabilidade da árvore de diálogo baseada em escolhas, elogiando o próprio diálogo, bem como as performances de voz. A realização mais impressionante do jogo, como afirma Hansen, é a "coesão temática", a qual ele disse que gira em torno de isolamento autoimposto. A sonoplastia foi elogiada por evocar um sentimento hitchcockiano de medo.[35] Analisando Firewatch, Jeff Cork, da Game Informer, escreveu: "Fui imediatamente atraído pelo mundo do jogo, em parte por causa do poder de sua simples introdução de texto e também por causa da novidade de participar de algo tão mundano". Cork observou que seu diálogo interativo, embora simples, "dá vida ao jogo" e chamou as conversas de "naturais" e "envolventes". Ele gostou de explorar o ambiente de floresta, mas achou o final não satisfatório.[36]

Scott Butterworth, do GameSpot, achou as ferramentas de navegação analógicas – uma bússola de mão e um mapa de papel – "imersivas", mas "ocasionalmente frustrantes". Ele considerou que a beleza visual do cenário permite uma forma mais gratificante de exploração e observou que a sonoplastia complementa a profundidade de sua atmosfera. Julgando o desenvolvimento dos personagens através do diálogo de "ousado" e "admirável", ele opinou que isso serviu como "um exame paciente e reflexivo de como duas pessoas crescem a confiar e cuidar umas das outras". Ainda de acordo com Butterworth, a dublagem é brilhante e mergulhada em nuances emocionais, já que ele desenvolveu um grande apego aos personagens.[37] Justin Towell, do GamesRadar, descreveu Firewatch como "uma das mais fascinantes fatias de entretenimento que já experimentei". Ele elogiou a dublagem por definir com sucesso os traços de personalidade de cada personagem. Towell acrescentou que a música, juntamente com a sonoplastia, funciona bem a serviço da atmosfera. No entanto, ele depreciou alguns perceptíveis problemas de continuidade que o deixaram desiludido.[38]

Ryan McCaffrey, na IGN, aclamou o senso de realismo suscitado pelo cenário, apesar do design e arte-final de nível estilizado. Ele também aprovou o roteiro, dizendo que a dublagem o aprimorou ainda mais; sobre este, McCaffrey disse: "É tenso, assustador e engraçado – às vezes, tudo a poucos minutos um do outro. Não há muitos jogos que podem reivindicar isso com sucesso". Ele considerou o final polarizador por causa da escalada promissora da história.[39] Colin Campbell, do Polygon, apreciou o uso de humor e empatia no desenvolvimento dos personagens, achou o mistério do jogo positivo e a história, "elegante" e "satisfatória". Ele criticou negativamente a conclusão, considerando-a malsucedida.[40]

PrêmiosEditar

Ano Prêmio Categoria Resultado Ref
2016 Unity Awards 2016 Melhor Jogo de Desktop/Console Indicado [47]
Melhor Experiência Visual 3D Venceu
Golden Joystick Awards 2016 Melhor Jogo Original Indicado [48][49]
Melhor Narrativa Indicado
Melhor Design Visual Indicado
Melhor Jogo Indie Venceu
Jogo de PlayStation do Ano Indicado
The Game Awards 2016 Melhor Narrativa Indicado [50]
Melhor Direção de Arte Indicado
Melhor Performance (Cissy Jones como Delilah) Indicado
Melhor Performance (Rich Sommer como Henry) Indicado
Melhor Jogo Independente Indicado
PC Gamer's Best of 2016 Melhor Roteiro Venceu [51]
Giant Bomb's 2016 Game of the Year Awards Melhor Música Indicado [52]
Melhor História Indicado [53]
2017 Polygon's Best of 2016 Jogo do Ano Venceu [54]
PlayStation Blog's Best of 2016 Melhor Jogo Independente Venceu [55]
D.I.C.E. Awards Melhor Realização em Direção de Arte Indicado [56]
Melhor Realização em Personagem (Delilah) Indicado
Melhor Realização em Personagem (Henry) Indicado
Melhor Realização em História Indicado
Jogo de Aventura do Ano Indicado
D.I.C.E. Sprite Award Indicado
Game Developers Choice Awards Prêmio de Inovação Indicado [57][58]
Melhor Estreia Venceu
Melhor Narrativa Venceu
Melhor Arte Visual Indicado
Jogo do Ano Indicado
National Academy of Video Game Trade Reviewers Performance Principal em um Drama (Cissy Jones como Delilah) Indicado [59]
Performance Principal em um Drama (Rich Sommer como Henry) Venceu
Roteiro em um Drama Venceu
Melhor Jogo, Original de Aventura Venceu
British Academy Games Awards Melhor Jogo Indicado [60]
Jogo de Estreia Indicado
Inovação em Jogos Indicado
Narrativa Indicado
Propriedade Original Indicado
Intérprete (Cissy Jones como Delilah) Venceu
The Edge Awards 2016 Melhor Narrativa Venceu [61]

Adaptação cinematográficaEditar

Em 17 de agosto de 2020, foi anunciado que a Campo Santo estava fazendo parceria com a produtora Snoot Entertainment (Keith Calder e Jess Wu) para adaptar o jogo a um filme.[62]

Referências

  1. Birnbaum, Ian (30 de agosto de 2014). «First-person mystery story Firewatch revealed by Campo Santo at PAX». PC Gamer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  2. a b c Tach, Dave (12 de março de 2015). «Before Firewatch was a 3D world, it was a painting». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  3. Farokhmanesh, Megan (8 de setembro de 2014). «Campo Santo's debut, Firewatch, is an exploration of isolation and choice». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  4. Birnbaum, Ian (29 de agosto de 2014). «First-person mystery story Firewatch revealed by Campo Santo at PAX». PC Gamer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  5. a b Tach, Dave (13 de março de 2014). «Firewatch is Campo Santo's first game». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  6. a b Fenlon, Wes (12 de março de 2015). «Firewatch's Wyoming fosters a bigger, weirder adventure than I expected». PC Gamer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  7. Hudson, Kelly (25 de maio de 2016). «Firewatch collectibles walkthrough: Prologue». Polygon (em inglês). Vox Media. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  8. Tach, Dave (19 de setembro de 2013). «Walking Dead, Mark of the Ninja vets form Campo Santo, working on new game». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  9. a b Steighner, Mark (16 de fevereiro de 2016). «Checking the Score: Chris Remo on Firewatch». Hardcore Gamer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  10. a b «Discussing Firewatch with Olly Moss». IGN (em inglês). 12 de outubro de 2014. Consultado em 6 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2017 
  11. Ng, Jane (22 de outubro de 2014). «Jane Ng Q&A Part 2». Campo Santo (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  12. Bowman, Mitch (21 de outubro de 2014). «Field Notes: How Devs Recreate Wilderness In Games». Rock, Paper, Shotgun (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  13. a b c Ditum, Nathan (1 de fevereiro de 2016). «Firewatch: hope and heartbreak in the American wilderness». The Guardian (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  14. «Firewatch». Unity Connect (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  15. Clark, Tim (17 de março de 2016). «Why less is more when it comes to Firewatch's beautiful trees». PC Gamer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  16. Farokhmanesh, Megan (27 de março de 2015). «What we learned about Firewatch: ghost stories, toilets and mental health». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  17. Ella, Thomas (1 de fevereiro de 2016). «Cissy Jones on Being the Voice of Firewatch». Hardcore Gamer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  18. Farokhmanesh, Megan (12 de fevereiro de 2016). «Wyoming is a long way from Sterling Cooper». Polygon.com (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  19. Good, Owen S. (21 de fevereiro de 2016). «Firewatch's boom box song by the lake is the best new single of 1987 — and today». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  20. Campo Santo (12 de março de 2015). The Art of Firewatch (GDC 2015). YouTube (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  21. Remo, Chris (15 de junho de 2015). «Firewatch Coming to PS4». PlayStation Blog (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  22. Orry, James (22 de setembro de 2016). «Firewatch Xbox One version hit by short delay in Europe». VideoGamer.com (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  23. Lumb, David (2 de setembro de 2016). «'Firewatch' comes to Xbox One on September 21st with bonus modes». Engadget (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  24. Porter, Matt (22 de setembro de 2016). «Firewatch on Xbox One Delayed in Europe, Australia, New Zealand». IGN (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  25. Stephenson, Brad (14 de outubro de 2016). «Xbox One video game Firewatch is FINALLY available for Australian and New Zealand gamers». OnMSFT (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  26. «Experience Henry's lookout tower in VR thanks to Steam Destinations!». Campo Santo (em inglês). 20 de outubro de 2016. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  27. Dutton, Fred (3 de novembro de 2016). «Here's the list of games that will be optimised for PS4 Pro on launch day». PlayStation Blog (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  28. Vanaman, Sean (9 de novembro de 2016). «Firewatch is now updated and enhanced to support the Playstation Pro.». Campo Santo (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  29. Chalk, Andy (9 de novembro de 2016). «Firewatch's "free-roam" mode goes live today». PC Gamer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  30. Sarkar, Samit (16 de novembro de 2016). «Firewatch getting limited-edition physical release this year (update)». Polygon (em inglês). Vox Media. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  31. Hester, Blake (16 de novembro de 2016). «Limited Run of Firewatch Physical Copies Announced For PlayStation 4». IGN (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  32. «Limited Run #32: Firewatch (PS4)». Limited Run Games (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  33. Skrebels, Joe (5 de abril de 2018). «Firewatch Announced for Nintendo Switch». IGN UK (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  34. Lim, Gabriel (1 de dezembro de 2018). «Firewatch Launches Worldwide For Nintendo Switch On December 17». NintendoSoup (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  35. a b Hansen, Steven (8 de fevereiro de 2016). «Review: Firewatch». Destructoid (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  36. a b Cork, Jeff (8 de fevereiro de 2016). «Gabbin' In The Woods - Firewatch - PlayStation 4». Game Informer (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  37. a b Butterworth, Scott (8 de fevereiro de 2016). «Firewatch Review». GameSpot (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  38. a b Towell, Justin (8 de fevereiro de 2016). «Firewatch review». GamesRadar (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  39. a b McCaffrey, Ryan (8 de fevereiro de 2016). «Firewatch Review». IGN (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  40. a b Campbell, Colin (8 de fevereiro de 2016). «Firewatch review». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  41. a b «Firewatch for PC Reviews». Metacritic (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  42. a b «Firewatch for PlayStation 4 Reviews». Metacritic (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  43. a b «Firewatch for Xbox One Reviews». Metacritic (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  44. Good, Owen (19 de março de 2016). «Firewatch sells half a million copies, ships a thousand sets of photos». Polygon (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  45. Leack, Jonathan (3 de janeiro de 2017). «Firewatch Burns Down One Million Sales Milestone». Game Revolution (em inglês). CraveOnline. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  46. Walker, John (9 de maio de 2018). «Interview: Campo Santo talk to us about moving to Valve». Rock, Paper, Shotgun (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 11 de maio de 2018 
  47. Kerr, Chris (7 de outubro de 2016). «Firewatch, Inside, and Virginia among 2016 Unity Award noms». Gamasutra (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  48. Sheridan, Connor (18 de novembro de 2016). «Overwatch scoops five awards, Firewatch wins Best Indie Game: Here are all the Golden Joystick 2016 winners». GamesRadar (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  49. Loveridge, Sam (15 de setembro de 2016). «Golden Joystick Awards 2016 voting now open to the public». Digital Spy (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2020 
  50. Stark, Chelsea (1 de dezembro de 2016). «The Game Awards: Here's the full winners list». Polygon (em inglês). Vox Media. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  51. «Best Writing 2016: Firewatch». PC Gamer (em inglês). Future plc. 20 de dezembro de 2016. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  52. Giant Bomb Staff (29 de dezembro de 2016). «Giant Bomb's 2016 Game of the Year Awards: Day Four». Giant Bomb (em inglês). CBS Interactive. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  53. Giant Bomb Staff (30 de dezembro de 2016). «Giant Bomb's 2016 Game of the Year Awards: Day Five». Giant Bomb (em inglês). CBS Interactive. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  54. Frank, Allegra (5 de janeiro de 2017). «Polygon's 2016 Games of the Year #4: Firewatch». Polygon (em inglês). Vox Media. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  55. Massongill, Justin (12 de janeiro de 2017). «The Winners: PlayStation.Blog Game of the Year 2016». PlayStation Blog (em inglês). Sony Interactive Entertainment. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  56. Makuch, Eddie; Imms, Jason. «Overwatch Wins DICE Game of the Year; All Winners Revealed [UPDATED]». GameSpot (em inglês). CBS Interactive. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  57. Staff (4 de janeiro de 2017). «Inside, Overwatch and Firewatch lead GDC 2017 Choice Awards nominees!». Game Developers Conference (em inglês). UBM plc. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  58. Dornbush, Jonathon (2 de março de 2017). «GDC 2017: Overwatch Wins Game of the Year at Game Developers Choice Awards». IGN (em inglês). Ziff Davis. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  59. «2016 Awards». National Academy of Video Game Trade Reviewers (em inglês). 20 de março de 2017. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  60. «Winners List for the British Academy Games Awards in 2017 (Plain Text)». British Academy of Film and Television Arts (em inglês). 6 de abril de 2017. Consultado em 6 de agosto de 2020 
  61. «The Edge Awards». Edge (em inglês) (302). Future. Fevereiro de 2017. pp. 76–87 
  62. Ferreira, Victor (17 de agosto de 2020). «Aclamado jogo indie Firewatch ganhará uma adaptação cinematográfica». The Enemy. Consultado em 18 de agosto de 2020 

Ligações externasEditar