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Georg Büchner
Nascimento 17 de outubro de 1813
Goddelau, Hesse-Darmstadt
Morte 19 de fevereiro de 1837 (23 anos)
Zurique
Nacionalidade Alemão
Cidadania Alemanha
Irmão(s) Ludwig Büchner
Alma mater Universidade de Estrasburgo
Ocupação tradutor, dramaturgo, poeta, médico escritor, naturalista, revolucionário, escritor, autor, filósofo
Magnum opus Woyzeck
Causa da morte tifo
Assinatura
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Karl Georg Büchner (Goddelau, Hesse-Darmstadt, 17 de outubro de 1813Zurique, 19 de fevereiro de 1837) foi um escritor e dramaturgo alemão.

Seguindo a tradição da família, começou a estudar medicina em 1831. Seu espírito revolucionário logo encontraria um meio de expressão na literatura. Sua intenção de promover uma insurreição no Hesse sob o lema: Paz às cabanas! Guerra aos palácios!, foi motivo de uma ordem de prisão, e ele refugiou-se na casa do pai. Ali escreveu A morte de Danton (1835), uma análise ao mesmo tempo exaltada e pessimista das causas do fracasso da Revolução Francesa, e que foi o primeiro drama realista alemão.

Entre as obras que vieram a seguir, todas publicadas depois de sua morte, destacam-se a comédia Leôncio e Lena, sátira às ideias românticas, e a novela Lenz, homenagem a Jakob Michael Reinhold Lenz, membro, como Büchner, de um movimento literário conhecido como A Jovem Alemanha. Com Woyzeck (1836), sua última peça, que em 1921 inspirou uma ópera ao austríaco Alban Berg, Büchner influenciou o drama social que veio com os naturalistas e expressionistas. Com um argumento baseado em fatos reais, o autor denuncia cruamente a opressão dos humildes. Perseguido pela polícia, pois andava no tráfico de droga, Büchner fugiu para a Suíça e morreu de tifo em Zurique em 19 de fevereiro de 1837, com apenas 23 anos de idade[1].

Referências

  1. Georg Büchner na página dos Artistas Unidos.

Estudos sobre o assuntoEditar

  • Heiner Boehncke, Peter Brunner, Hans Sarkowicz. Die Büchners oder der Wunsch, die Welt zu verändern. Societäts-Verlag, Frankfurt am Main, 2008.
  • Roland Bogards, Harald Neumeyer: Büchner-Handbuch. Leben-Werk-Wirkung. Metzler, Stuttgart 2009. ISBN 978-3-476-02229-5.
  • Theo Buck: Büchner-Studien (Zwei Bände), Rimbaud, Aachen 1990 und 2000:
  • Fausto Cercignani: Il «Woyzeck» di Büchner e il «Wozzeck» di Berg. In: Francesco Degrada, Wozzeck, Milano, Edizioni del Teatro alla Scala, 1997, 97-116.
  • Henry and Mary Garland. The Oxford Companion to German Literature. 2nd ed. by Mary Garland. Oxford: Oxford University Press, 1986. "Büchner, Georg", p. 121.
  • Barbara Neymeyr (Hrsg.): Georg Büchner. Neue Wege der Forschung. Wissenschaftliche Buchgesellschaft, Darmstadt 2013. ISBN 978-3-534-24527-7.
  • Silvia Frank: Kennst du Georg Büchner?. Bertuch, Weimar 2011. ISBN 978-3-937601-87-8.
  • Michael Glebke: Die Philosophie Georg Büchners. Tectum, Marburg 1995, ISBN 3-89608-903-X.
  • Jan-Christoph Hauschild: Georg Büchner – Biographie. Metzler, Stuttgart/Weimar 1993, ISBN 3-548-26505-7.
  • Clemens Hillebrand: Labyrinthe, Arbeiten zu Georg Büchners Lenz. Scherrer & Schmidt, Köln 1996, ISBN 3-927753-10-6.
  • Gerhard P. Knapp: Georg Büchner. 3. Auflage, Metzler, Stuttgart 2000, ISBN 3-476-13159-9 (= Sammlung Metzler, Band 159).
  • Ariane Martin: Georg Büchner. Reclam, Stuttgart 2007, ISBN 978-3-15-017670-2.
  • Christian Milz: Georg Büchner. Dichter, Spötter, Rätselsteller. Passagen, Wien 2012, ISBN 978-3-7092-0053-7.
  • Christian Neuhuber: Georg Büchner. Das literarische Werk. Erich Schmidt, Berlin 2009, ISBN 978-3-503-09889-7.
  • Henri Poschmann: Georg Büchner. Dichtung der Revolution und Revolution der Dichtung. Aufbau, Berlin/Weimar 1983, ISBN 3-351-01267-5.

Ver tambémEditar

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