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Lauren Southern
Nome completo Lauren Cherie Southern
Nascimento 16 de junho de 1995 (24 anos)[1]
Surrey, Colúmbia Britânica, Canadá
Nacionalidade canadense
Alma mater Universidade do Fraser Valley
(não se formou)
Ocupação Ativista política, vlogueira[2]
Página oficial
laurensouthern.net

Lauren Cherie Southern (Surrey, 16 de junho[3] de 1995) é uma ativista política, vlogueira e jornalista[4][5] canadense associada à direita alternativa e ao libertarismo. Em 2015, foi candidata nas Eleições Federais do Canadá. Escreveu artigos para diversos sites e jornais, como The Rebel Media, Spiked,[6] International Business Times e The Libertarian Republic.[7] Atualmente, ela continua a trabalhar de forma independente e possui um canal no YouTube.

Em 2017, Southern apoiou o grupo de nacionalismo branco Defend Europe, se opondo à ação de ONGs envolvidas em operações de busca e salvamento no Mar Mediterrâneo. Ela chegou a ser presa pela Guarda Costeira Italiana por tentar impedir um navio de embarcar numa missão de busca e salvamento.[8] Em março de 2018, Southern foi presa mais uma vez por tentar entrar no Reino Unido e foi oficialmente proibida de entrar no país. Um porta-voz do Ministério do Interior britânico disse que "sua presença no Reino Unido não é conducente ao bem público".[9]

Educação e vida pessoalEditar

Southern nasceu na cidade de Surrey, na Colúmbia Britânica.[10] Ela estudou ciências políticas na Universidade do Fraser Valley, porém só completou dois anos do curso e não se formou.[11][12][13]

Carreira políticaEditar

Em 2015, ela foi candidata nas Eleições Federais do Canadá, representando o Partido Libertário no distrito eleitoral de Langley-Aldergrove da Colúmbia Britânica.[12] Por um breve período, o partido cancelou sua candidatura, mas depois a restaurou pois havia apoio do Breitbart News e do The Rebel Media.[14] A eleição foi vencida pelo candidato Mark Warawa do Partido Conservador. Southern foi a última colocada, com 535 votos ou 0,9% do total.[15]

AtivismoEditar

Em junho de 2015, enquanto fazia uma reportagem para o The Rebel Media sobre a Marcha das Vadias em Vancouver, seu cameraman foi empurrado e seu cartaz dizendo "Não há cultura do estupro no Ocidente" foi rasgado.[16][17]

Em março de 2016, um manifestante em Vancouver derramou um recipiente com urina na cabeça de Southern enquanto ela conversava com manifestantes LGBTQ e afirmava que "há apenas dois gêneros".[18][19][20]

Southern foi temporariamente suspensa no Facebook, aparentemente, por criticar a prática do site de bloquear conservadores. No entanto, ela mais tarde recebeu um e-mail de desculpas da equipe do Facebook dizendo que a suspensão foi um "erro".[21][22]

Em outubro de 2016, Southern mudou seu gênero legalmente para masculino para demonstrar, em um vídeo do The Rebel Media, como uma mudança nas leis de Ontário a respeito de identidade de gênero facilitava tal ação.[23][24]

Em 2016, Southern escreveu e autopublicou o livro Barbarians: How Baby Boomers, Immigrants, and Islam Screwed My Generation (em tradução livre: "Bárbaros: Como Baby Boomers, Imigrantes e o Islã Arruinaram Minha Geração").[25]

Em janeiro de 2017, Southern postou rumores incorretos, originados no 4chan, de que o atentado à mesquita de Quebec foi feito por refugiados sírios; ela mais tarde apagou os tweets.[26] Em março de 2017, Southern anunciou que ela iria sair do The Rebel Media e se tornar uma jornalista independente.[27] No mesmo mês, ela ganhou acesso a reuniões de imprensa na Casa Branca.[28][29]

Em abril de 2017, Southern estava entre os palestrantes que falariam numa manifestação em Berkeley.[30] A manifestação acabou causando um conflito entre apoiadores e opositores de Trump.[31]

Oposição às ONGs de busca e salvamentoEditar

Em maio de 2017, Southern participou de uma tentativa, organizada pelo grupo nacionalista branco Les Identitaires, de barrar a passagem do navio Aquarius (propriedade das ONGs SOS Mediterranée e Médicos sem Fronteiras), que estava desembarcando da Sicília para uma missão de busca e salvamento de migrantes naufragados do norte da África. Southern afirmou que o objetivo dos ativistas era "impedir um navio vazio de ir à Líbia e se encher de migrantes ilegais" e foi brevemente detida pela Guarda Costeira Italiana. Navios como aquele costumam resgatar migrantes e refugiados, que desembarcam na costa líbia com jangadas improvisadas, e levá-los à Sicília.[32][33] Quanto às suas ações, Southern afirmou que "se os políticos não pararem os navios, nós o faremos".[8]

Southern apoiou ações similares de outro grupo de nacionalistas brancos, o Defend Europe, que alugou um navio para rastrear e parar o que consideravam como "conluio entre ONGs e traficantes de pessoas". O grupo foi acusado de tentar obstruir o resgate de migrantes e refugiados em perigo no mar. Em julho de 2017, Southern revelou que o Patreon havia apagado sua conta por ela tentar "arrecadar fundos para participar de atividades que podem levar à perda de vidas".[34] Southern negou essas alegações, afirmando que, ao invés disso, as ações do Defend Europe salvariam vidas e que não destinou seus fundos ao grupo.[35]

Entrada no Reino UnidoEditar

Em fevereiro de 2018, Southern, junto com Brittany Pettibone e Caolan Robertson, distribuiu panfletos que diziam "Alá é um deus gay" pela cidade inglesa de Luton.[36]

Em março de 2018, Southern, Pettibone e o namorado de Pettibone, Martin Sellner, foram todos barrados de entrar no Reino Unido sob a Prerrogativa 7 do Ato de Terrorismo 2000.[36][37][38] Um representante do Ministério do Interior afirmou que "O Controle da Fronteira tem o poder de rejeitar a entrada de um indivíduo se a sua presença no Reino Unido não é considerada conducente ao bem público".[9]

Tentativa de viagem para a Nova ZelândiaEditar

Em 2018, Southern e Stefan Molyneux, outro vlogueiro e ativista político canadense, haviam planejado palestrar em Auckland no início de agosto. No entanto, a visita foi cancelada após o prefeito de Auckland, Phil Goff, anunciar que o Conselho de Auckland não permitiria o uso dos locais da cidade para "fomentar tensões éticas ou religiosas". Southern negou as afirmações de que suas visões eram "discurso de ódio" e disse que a Nova Zelândia havia sido infectada pelo "vírus do progressismo".[39][40]

Winston Peters, vice-primeiro-ministro da Nova Zelândia e Ministro das Relações Exteriores e Simon Brigdes, líder do Partido Nacional, apoiariam o direito de Southern de palestrar, enquanto a co-líder do Partido Verde, Marama Davidson, foi a favor da proibição.[41][42] Craig Tuck, advogado de Direitos Humanos, criticou a decisão do prefeito Goff, considerando-a "violação da liberdade de expressão", enquanto o grupo ativista Auckland Peace Action e a Federação de Associações Islâmicas da Nova Zelândia foram a favor da decisão.[39] O grupo Liga da Liberdade de Expressão pediu por uma revisão judicial do cancelamento e arrecadou 50 mil dólares neozelandeses em menos de 24 horas.[43] Os seguintes neozelandeses apoiaram o grupo:[44]

  • Michael Bassett, ministro de gabinete do Partido do Trabalho;
  • Don Bash, ex-líder da ACT Nova Zelândia;
  • Ashley Church, presidente do Property Institute;
  • Paul Moon, historiador da Universidade de Tecnologia de Auckland;
  • Lindsay Perrigo, locutora;
  • Chris Trotter, comentarista político e
  • Jordan Williams, diretor do Sindicato dos Contribuintes da Nova Zelândia.

Viagem pela Austrália em 2018Editar

Uma viagem planejada para a Austrália em julho de 2018 foi quase cancelada após seu visto ter sido rejeitado.[45][46] No entanto, o governo australiano mais tarde confirmou que o visto de Southern foi aprovado e que ela poderia entrar no país.[47] Ao chegar no aeroporto australiano, ela foi vista com uma camiseta com a frase "It's OK to be white" ("Tudo bem ser branco").[48][49]

VisõesEditar

Southern foi descrita por comentaristas do mundo inteiro como pertencente à direita política,[nota 1] particularmente à direita alternativa[nota 2] e extrema direita.[nota 3]

Southern é contra países europeus aceitarem refugiados e outros imigrantes da África e da Ásia. Ela promove a teoria de Renaud Camus de que a imigração levará ao genocídio branco.[50] A organização Southern Poverty Law Center (SPLC) descreveu os vídeos de Southern como antifeministas, xenofóbicos, islamofóbicos e quase nacionalistas brancos.[51][52]

Em janeiro de 2018, Southern produzia um documentário chamado Farmlands ("Fazendas"), que investiga a violência sofrida por agricultores sul-africanos após o Apartheid. A frase de efeito no trailer do documentário dizia "Crise. Opressão. Genocídio?" e refletia uma campanha contra uma suposta violência racista contra fazendeiros brancos.[53]

NotasEditar

  1. Fontes a descrevendo como pertencente à direita:
  2. Fontes a descrevendo como pertencente à direita alternativa:
  3. Fontes a descrevendo como pertencente à extrema direita:

Referências

  1. De Lorenzo, Giuseppe (19 de maio de 2017). «Lauren Southern, l'attivista che combatte islam, immigrazione e Ong» [Lauren Southern, the activist who fights Islam, immigration, and NGOs]. Il Giornale (em italiano). Consultado em 1 de julho de 2017. Cópia arquivada em 1 de julho de 2017 
  2. Warren, Rossalyn (28 de julho de 2017). «Europe's far-right pirates of the Mediterranean are targeting refugee rescue missions». The Washington Post. Consultado em 18 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 26 de agosto de 2017 
  3. Lauren Southern [Lauren_Southern] (16 de junho de 2017). «It's my birthday so the only thing I want to see in my notifications today are pictures of your pets or anime versions of politicians. TY.» (Tweet). Consultado em 27 de julho de 2017. Cópia arquivada em 27 de julho de 2017 – via Twitter 
  4. «Explained: Alt-right, alt-light and militias in the US». Al Jazeera. 12 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 22 de março de 2018 
  5. Shaw, Adam (12 de março de 2018). «Right-wing journalist Lauren Southern denied entry to UK, purportedly over criticism of Islam». Cópia arquivada em 14 de março de 2018 
  6. «Lauren Southern - author archive - spiked». www.spiked-online.com. Consultado em 16 de julho de 2018. Arquivado do original em 8 de abril de 2018 
  7. «Lauren Southern -- Archives». Cópia arquivada em 17 de março de 2018 
  8. a b Claxton, Matthew (17 de maio de 2017). «Former Langley Libertarian candidate detained in Italy» (em inglês). The Abbotsford News. Consultado em 13 de março de 2018. Cópia arquivada em 14 de março de 2018 
  9. a b Oppenheim, de maio dea (13 de março de 2017). «Lauren Southern: Far-right Canadian activist detained in Calais and banned from entering UK» (em inglês). The Independent. Consultado em 13 de março de 2018. Cópia arquivada em 14 de março de 2018. Ms Southern, who supported a seaborne mission seeking to hamper the rescue of refugees, claimed British authorities had told her she was 'officially banned from UK for racism' after being detained. 
  10. «Lauren Southern». Libertarian.ca. Consultado em 1 de julho de 2016. Arquivado do original em 10 de junho de 2016 
  11. «Lauren Southern is the alt-right's not-so-secret weapon». Consultado em 6 de julho de 2017. Cópia arquivada em 16 de julho de 2017 
  12. a b Kabas, Marisa (15 de junho de 2015). «Meet the Canadian college student who's about to be the next enemy of the feminist movement». The Daily Dot. Cópia arquivada em 28 de julho de 2015 
  13. Claxton, Matthew. «Langley post-secondary student runs as Libertarian». Langley Advance. Consultado em 30 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2016 
  14. Claxton, Matthew (17 de maio de 2017). «Former Langley Libertarian candidate detained in Italy - Abbotsford News». Abbotsford News. Consultado em 28 de maio de 2017. Cópia arquivada em 17 de maio de 2017 
  15. «Official Voting Results | British Columbia, Langley—Aldergrove | Forty-second General Election, 2015». www.elections.ca (em inglês). Consultado em 13 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2016 
  16. Lachenal, Jessica (9 de março de 2016). «Internet Jerks Pledge to Make Internet Even Worse in #TheTriggering». TheMarySue. Consultado em 3 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 23 de setembro de 2016 
  17. Jean-François Cloutier: «Lauren Southern troll la SlutWalk». www.tvqc.com. Consultado em 16 de julho de 2018. Arquivado do original em 1 de julho de 2017  (in French). In: TVQC, 14 de junho de 2015.
  18. Raptis, Mike (7 de março de 2016). «Activist accused of pouring bottle of urine on Rebel reporter during 'anti-fascist' rally in Vancouver». National Post. Consultado em 21 de maio de 2016 
  19. Mike Raptis: «Activist pours urine». www.torontosun.com  In: Toronto Sun, 2016/03/07
  20. Christian, Natasha (8 de março de 2016). «Protester pours urine on journalist for 'hateful' comments». Yahoo7. Consultado em 21 de maio de 2016. Cópia arquivada em 11 de junho de 2016 
  21. «Trump supporter BLOCKED by Facebook for complaining about site's censorship of right-wing activists». www.dailymail.co.uk. Consultado em 16 de julho de 2018. Arquivado do original em 22 de maio de 2016 
  22. Taranto, James (23 de maio de 2016). «The Troll Booth». The Wall Street Journal. Consultado em 3 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2016. (pede subscrição (ajuda)) 
  23. Southern, Lauren (3 de outubro de 2016). «Lauren Southern Becomes a Man!». The Rebel Media. Consultado em 28 de outubro de 2016. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2016 
  24. Tamara Wernli: «Total durchgeknallt». bazonline.ch. Consultado em 16 de julho de 2018. Arquivado do original em 25 de março de 2017  (in German). In: Basler Zeitung, 1 de dezembro de 2016.
  25. Southern, Lauren (21 de dezembro de 2016). «Barbarians: How Baby Boomers, Immigrants, and Islam Screwed My Generation». CreateSpace Independent Publishing Platform. ISBN 978-1541136946 
  26. Hutchins, Aaron (30 de janeiro de 2017). «Twitter, the mosque shooting, fake news and bias». Maclean's. Consultado em 21 de junho de 2017. Cópia arquivada em 21 de junho de 2017 
  27. Lauren Southern (9 de março de 2017). «Going Independent». YouTube. Cópia arquivada em 10 de março de 2017 
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  42. «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.radionz.co.nz 
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  51. Kelley, Brendan Joel (7 de novembro de 2017). «Lauren Southern: The alt-right's Canadian dog whistler». Hatewatch (em inglês). Southern Poverty Law Center. Consultado em 9 de maio de 2018 
  52. Shaw, Adam (12 de março de 2018). «Right-wing journalist Lauren Southern denied entry to UK, purportedly over criticism of Islam». Fox News. Consultado em 9 de maio de 2018 
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Ligações externasEditar