Le Roi et l'Oiseau

filme de 1952 dirigido por Paul Grimault

Le Roi et l’Oiseau[1][2] (O Rei e o Pássaro, PT) é um filme de longa-metragem de 1980 de animação tradicional dirigido por Paul Grimault. Iniciado em 1948 como La Bergère et le Ramoneur[3][4][5][6] (A Pastora e o Limpa-chaminés), vagamente baseado no conto de fadas de Hans Christian Andersen, com o mesmo nome, o filme foi uma colaboração entre Grimault e o conhecido poeta e escritor francês Jacques Prévert. Contudo a produção do filme parou abruptamente e foi lançado incompleto pelo seu produtor, sem a aprovação de Grimault ou de Prévert. Ao longo das décadas de ’60 e ’70, Grimault obteve os direitos do filme e foi capaz de realizar uma nova versão que inicialmente pretendia e ficou terminado mais de trinta anos após o seu início.

Le Roi et l'Oiseau
O Rei e o Pássaro (PRT/BRA)
 França
1980 •  cor •  63 minutos (1952)
87 minutos (1980)
81 minutos (2003) min 
Direção Paul Grimault
Roteiro Paul Grimault
Jacques Prévert
Elenco Jean Martin
Pascal Mazzotti
Raymond Bussières
Agnès Viala
Género fantasia/romance
Idioma francês

O filme é considerado por alguns como uma obra-prima da animação francesa[7] e é tido pelos diretores japoneses Hayao Miyazaki e Isao Takahata como uma influência. Em Portugal,[8] foi transmitido pela RTP pelo menos em 1992, legendado e com o áudio na língua original. Não é muito aclamado nos países anglófonos, já que até 2014 nunca foi lançada uma versão completa do filme na América do Norte. Contudo, uma versão inglesa foi feita e lançada no Reino Unido em 2013,[9] está agendado um lançamento mais amplo e divulgado neste país em 2014[10] com vendas em DVD a partir de abril de 2014[11]. Anteriormente, o filme fora sempre partilhado por fãs de animação online. Um lançamento em inglês de baixo orçamento da versão de 1952, traduzido como The Curious Adventures of Mr. Wonderbird, encontra-se em domínio público e disponível gratuitamente online. Nessa versão, Peter Ustinov narra e dá a voz à personagem principal, o Pássaro.

EnredoEditar

O grande Reino da Taquicardia é governado por um rei com o pesado título de Carlos V+III=VIII+VIII=XVI. É um governante cruel, odiado pelo seu povo tanto quanto ele os odeia. O rei é aficionado em caça mas infelizmente é estrábico – ninguém se atreveria a reconhecer isso à sua frente tal como as numerosas estátuas e quadros que decoram o palácio e toda a envolvente demonstram. Ocasionalmente, o rei atinge o alvo, nomeadamente a esposa do pássaro, conhecido apenas por “l’Oiseau”, o narrador da história que tem um grande prazer em insultar sempre que pode o terrível rei.

Nos seus aposentos secretos, o rei sonha com uma linda pastora cujo quadro ele mantém na sua parede mas esta encontra-se apaixonada pelo limpa-chaminés, cujo quadro odiado encontra-se na parede ao lado. À noite os quadros ganham vida e estes dois tentam escapar daqueles aposentos mas são perseguidos por um quadro do rei não-estrábico que também ganhara vida, depondo o verdadeiro rei e tomando abusivamente o seu lugar. Ele ordena a captura da pastora e do limpa-chaminés mas o pássaro está ali para os ajudar sempre que necessário. Eles são perseguidos até aos confins da Cidade Baixa onde os habitantes nunca viram a luz do dia e onde estranhas criaturas incluindo polícias-morcego assumem a perseguição.

Ligação ao conto de fadasEditar

 
Limpa-chaminés de papel, por Hans Christian Andersen

Apenas a cena inicial nos aposentos secretos do rei é baseado em A Pastora e o Limpa-chaminés enquanto que o resto do filme centra-se muito mais no rei e no pássaro, daí o seu título. No conto de Andersen, a pastora e o limpa-chaminés são figuras de porcelana chinesa, em vez de quadros, e um sátiro de mogno deseja casar-se com a pastora, apoiado por um velho chinês, também feito de porcelana, ao invés de um rei e de uma estátua a cavalo, de pedra. Em ambos os contos, o velho chinês e a estátua de pedra partem-se e o casal escapa-se através da chaminé e deliciam-se com o céu e as estrelas mas no conto de Andersen a pastora teme o vasto mundo e o casal regressa; isto é referido no filme em que a estátua de pedra prevê o regresso de ambos.[12]

ElencoEditar

  • Pierre Brasseur[13][14] (versão de 1952) e Jean Martin (versão de 1980) como Pássaro, o pior inimigo do rei a quem ele provoca constantemente. É implícito que o rei matara a sua esposa. É pai de quatro crias.
  • Fernand Ledoux (versão de 1952) e Pascal Mazzotti (versão de 1980) como Rei Carlos V+III=VIII+VIII=XVI, o tirano megalómano mas solitário que se encontra apaixonado pelo quadro da Pastora na sua parede.
  • Anouk Aimée (versão de 1952) e Agnes Viala (versão de 1980) como Pastora, que se encontra apaixonada pelo quadro do limpa-chaminés à sua esquerda.
  • Serge Reggiani (versão de 1952) e Renaud Marx (versão de 1980) como Limpa-chaminés, que se encontra apaixonado pelo quadro da Pastora à sua direita.
  • Raymond Bussieres como chefe de polícia que é ferozmente leal ao rei.
  • Hubert Deschamps como o moralista, construído pelo rei para simbolizar o seu poder. Parece ter alma própria.
  • Roger Blin como o cego tocador de realejo que deseja e espera um mundo melhor.
  • Philippe Derrez como o operador e voz do elevador.
  • Albert Medina como o tolo gladiador.
  • Claude Piéplu como o Mordomo do Palácio.

Versão de 1952 em inglêsEditar

(Supervisão de Pierre Rouve)[15][16][17]

ProduçãoEditar

Intitulado originalmente La Bergère et le Ramoneur[3][4][5][6] (A Pastora e o Limpa-chaminés), Grimault e Prévert iniciaram o filme em 1948 logo a seguir à colaboração entre ambos em Le Petit Soldat (O Pequeno Soldado) também uma adaptação de Hans Christian Andersen, que fora muito antecipado, mas em 1950 o filme ficara fora do seu controle e posteriormente as despesas do filme provocaram a falência do estúdio (Les Gémeaux). O colega de Grimault, André Sarrut (o produtor) lançou, então, o filme inacabado em 1952[3][4][5][6] contrariamente aos desejos de Grimault e de Prévert, o que provocou uma cisão entre colegas, tendo seguido caminhos diferentes a partir daí. Em 1967, Grimault reconquistou os direitos de posse do filme e passou a década seguinte tentando obter financiamento de uma nova versão sob a sua supervisão. Por volta de 1977 obteve financiamento[18] e assim, o filme ficou completo no período de dois anos entre 1977-1979. Em 1980, terminado o filme, foi finalmente lançado sob um novo título, Le Roi et l’Oiseau – por forma a fazer uma clara distinção com a versão anterior – e pouco depois da morte de Prévert, a quem o filme fora dedicado.

O filme completo usa 42 dos 62 minutos das gravações de 1952[18] e, aos 87 minutos, inclui animações novas e significativas, música completamente diferente e um final simbólico e muito diferente. Algumas gravações foram cortadas, como o pássaro tomando controlo no casamento como locutor e o final original. As novas gravações incluem tanto cenas completamente novas como mudanças às já existentes. Por exemplo, no filme completo, a cena inicial do rei a praticar tiro ao alvo e ter um retrato seu pintado são novas, enquanto que a cena do rei atirar no pássaro bebé, que ocorre entre as duas cenas referidas acima, é gravação original de 1952. As diferenças entre as animações novas e antigas encontram-se visíveis em alguns momentos numa única cena, mais notoriamente na vala dos leões, onde estes estão desenhados em dois estilos completamente diferentes.[19] Os leões mais simples e abstratos fazem parte da nova animação.

A produção da música[20] é pouco usual pois Grimault deixou-a inteiramente nas mãos de Wojciech Kilar. Grimault não deu quaisquer instruções sobre que músicas desejava e nem ocorreu nenhum vai-e-vem da sua parte, ou pedidos de reformulação. Simplesmente partilhou o filme com Kilar, que o estudou cuidadosamente, depois foi para a Polónia, gravou e regressou com a partitura completa, que foi aceite sem quaisquer alterações.[18] A música, apesar de disponível em álbum como trilha sonora, não existe em nenhuma edição oficial. Contudo, Simon Bozonnet, um músico amador e fã do filme, lançou uma transcrição fiel do tema do piano no seu website.

Referências culturaisEditar

 
As longas escadas do filme relembram as de Montmartre

O filme é rico em referências culturais.[21][22] O castelo é similar aos castelos de contos-de-fadas do século XIX, o mais conhecido sendo o Castelo de Neuschwanstein, enquanto que o modelo mais semelhante em França é a cidade medieval de Carcassonne, que tem particularmente à sua volta uma ville basse (cidade baixa), tal como no filme. Com as suas partes escuras e industriais a cidade relembra Metropolis de Fritz Lang,[21] e o trabalho escravizado relembra Tempos Modernos de Charlie Chaplin.

O castelo é comparado com a Basílica de Sacré Cœur,[18] sendo esta basílica o ponto mais alto de Paris, presidindo à cidade desde o alto de Montmartre. O estilo visual é pictórico, com fortes perspetivas, relembrando artistas surrealistas, nomeadamente Giorgio de Chirico e Yves Tanguy,[22] este último, amigo de infância de Prévert. Veja este artigo[23] para uma amostra das cenas.

Há diversas alusões à Alemanha, principalmente comparações entre o rei e Adolf Hitler, como a aparência do rei ao sair da água (o bigode e o cabelo), o culto de personalidade mas também na frase do rei quando diz que “trabalho... é liberdade”, aludindo ao infâme “Arbeit macht frei” (o trabalho liberta[-te]), escrito à entrada dos campos de concentração, e também com os icónicos Stahlhelm (capacete de metal) vistos em vários locais.

O título do rei alude a Luís XVI de França apesar de visualmente o filme relembrar mais Luís XIV, o rei-sol.[22] Partes da Cidade Alta relembram Veneza, com os canais, a gôndola, e a Ponte dos Suspiros. O polícia de bigode e chapéu-de-côco relembra Dupond e Dupont d’As Aventuras de Tintim.[21]

O comportamento do robot relembra King Kong,[21] principalmente ao bater no seu peito e ao acenar por cima da sua cabeça quando o Pássaro o circunda. Descansa à semelhança d’O Pensador, de Auguste Rodin.

Algumas frases e conceitos provavelmente pouco familiares usados no filme incluem ‘lettres de cachet’ (carta régia contendo uma ordem de prisão ou exílio sem recurso a julgamento, utilizado principalmente na França do Antigo Regime), ‘gibier de potence’ (expressão tipicamente francesa referindo-se a criminoso que merece a forca), crime de Lesa-majestade e Mordomo do Palácio. O Pássaro também menciona ter assistido à ópera Les Cloches de Corneville (Os Sinos de Corneville), ter estado na Praça de Itália em Paris e tendo ido ao festival de Neuilly-sur-Seine (onde nasceram Prévert e Grimault). Também menciona a curta-metragem silenciosa francesa de 1897, ‘Les Dernières Cartouches’ ou ‘Bombardement d’une Maison’ ('Os Últimos Cartuchos' ou 'Bombardeamento de uma Casa'), que retrata um acontecimento da guerra franco-prussiana que envolve a Division Bleue (uma divisão da infantaria marinha do Império Francês criada para aquela situação) imortalizado num quadro do mesmo nome de Alphonse de Neuville.

Outros vêm ligação com a peça teatral Ubu Roi (Ubu Rei) de Alfred Jarry, Giovanni Battista Piranesi e René Magritte.[21]

Grimault explica algumas referências específicas: por exemplo, o pássaro foi inspirado por Jean Mollet (secretário de Guillaume Apollinaire) e pelo ator Pierre Brasseur, na sua personagem Robert Macaire, um criminoso famoso na literatura francesa, na altura em que este protagonizou esta personagem inspirando-se na representação do ator Frédérick Lemaître em Les Enfants du Paradis.[18]

Ligação com outros trabalhosEditar

Em outros trabalhos dos autores, é de notar que esta não é a única adaptação de Andersen que realizaram: Grimault e Prévert também adaptaram O Soldadinho de Chumbo como Le Petit Soldat (1947) que está incluído na La table tournante na edição deluxe de Le Roi et l’Oiseau. No início da década de ’70, Prévert e Grimault também realizaram duas animações negras, uma apocalítica Le Chien mélomane (O Cão Megalómano''), de 1973, que retrata um cão manejando um violino que causa destruição à distância e deixa o mundo num rasto cinzento (como no final de Le Roi et l’Oiseau). Ambas encontram-se em La table tournante.

Grimault não reutilizou diretamente personagens entre as suas animações, mas usou de alguma forma personagens similares: os gémeos polícias em ‘Voleur de paratonnerres’ ('Ladrão de Raios') relembram Le Sir de Massouf em La Flûte Magique ('A Flauta Mágica'), e depois reaparece como chefe de polícia em Le Roi et l’Oiseau. Igualmente, a personagem Gô de Passageres de “La Grande Ourse” relembra Niglo em Marchand de Notes, que depois se torna o limpa-chaminés de Le Roi et l’Oiseau.

Do lado de Prévert, havia escrito anteriormente um poema sobre o festival de Neuilly, mencionado pelo Pássaro (La Fête à Neuilly em Histoires, 1946), representando leões e uma personagem leão caracterizada com destaque em Les Enfants du Paradis, tal como outras personagens importantes, relembrando e inspirando na verdade, o Pássaro. Também escreveu sobre pássaros em Pour faire le portrait d’un oiseau (fazendo um retrato de um pássaro) em Paroles (1945),[24] que, convenientemente, dada a natureza de longa-metragem do filme, inclui as linhas “Parfois l’oiseau arrive vite/mais il peut aussi bien mettre longues années/avant de se décider” (O pássaro vêm regularmente/mas também pode demorar anos/antes de se decidir).

Receção e influênciaEditar

Le Roi et l’Oiseau é tido como um dos maiores filmes de animação produzidos em França[25] e é popularmente considerado um dos melhores filmes de animação de sempre. Até 2014, tem uma votação média de 8.1/10 no site IMDB.com.

O filme teve uma grande influência em Hayao Miyazaki e Isao Takahata, que mais tarde fundam o Studio Ghibli. Miyazaki disse, inter alia, que “Nós fomos formados pelos filmes e cineastas da década de 1950. Na época comecei a ver muitos filmes. Um cineasta que muito me influenciou foi o francês Paul Grimault[26] e “foi com a visualização de Le Roi et l’Oiseau de Paul Grimault que eu percebi como era importante usar o espaço de uma maneira vertical.”[27] Por seu turno, Takahata diz “A minha admiração por Paul Grimault e por Le Roi et l’Oiseau foi sempre a mesma, provavelmente porque ele atingiu melhor do que ninguém uma união entre literatura e animação.” A influência é também visível em O Castelo de Cagliostro, cujo castelo relembra o de Le Roi et l’Oiseau. Eles discutem isto mais aprofundadamente num documentário na edição deluxe do DVD Japonês, evidenciando por exemplo que tiraram fotografias de algumas sequências, frame por frame (como as cotoveladas do rei ao seu novo pintor oficial, que se encontrava ao seu lado) para estudarem como a animação foi feita.[28]

Em julho de 2006, o Studio Ghibli assegurou os direitos de distribuição do filme e lançou uma versão dobrada em japonês para salas de teatro através da sua Livraria Museu Ghibli sob o nome The King and the Bird (王と鳥 Ō to Tori?). Tendo começado apenas numa sala de cinema, o lançamento tornou-se um sucesso e divulgou-se por muitas outras salas de teatro, chegando eventualmente às 20 mil pessoas.

EdiçõesEditar

Le Roi et l’Oiseau tem sido lançado em várias edições e em vários idiomas. Além da diferença fundamental entre edições baseada na versão incompleta de 1952 e na versão de 1980, o filme foi dobrado em muitas línguas incluindo japonês e holandês. Em inglês, o filme foi lançado e foi referido com vários títulos diferentes mas o seu nome oficial e internacional é The King and the Mockingbird.

Na década de ’50, a versão de 1952 foi lançada nos Estados Unidos e feita uma dobragem em inglês sob o título The Curious Adventures of Mr. Wonderbird. Peter Ustinov é o narrador e providencia a voz para o Pássaro nesta versão. Desde aí, a versão Mr. Wonderbird encontra-se agora no domínio público e foi lançado em barganha. Mr. Bird to the Rescue e Adventures of Mr. Wonderful foram outros títulos dados a esta versão de entre muitos dos seus lançamentos. Agora, Mr. Wonderbird está disponível gratuitamente online no Internet Archive.

Como referido acima, a versão do filme de 1980 foi lançada com legendas em inglês pela primeira vez a sete de outubro de 2013, no Reino Unido.[9] Está agendado um lançamento mais amplo e divulgado neste país para 2014[10] com vendas em DVD desde abril de 2014.[11] Anteriormente não se encontrava disponível nos países de língua inglesa, apenas por importação das edições francesa e japonesa. Apesar do filme não ter muitos diálogos, foram feitas legendas em inglês por um fã para a versão completa de 1980 e encontram-se disponíveis nesta página em Open Subtitles.

Uma versão DVD francesa deluxe inclui a coleção de curtas de Grimault e um documentário de 1988 sobre si e o seu trabalho, La table tournante, filmada por Jacques Demy, conjuntamente com outras curtas.

Uma versão DVD com legendas em japonês, traduzida por The King and the Bird (王と鳥 Ō to Tori?) encontra-se disponível através da Livraria Museu Ghibli e foi para venda a partir de 4 de abril de 2007, seguida a um lançamento teatral iniciado a 29 de julho de 2006,[29] como referido acima.

No verão de 2013, o filme foi restaurado e relançado nos cinemas franceses pela Sophie Dulac Distribuiton. Foi depois relançado em DVD na Alemanha a cinco de setembro, no Reino Unido a sete de outubro e em França numa edição DVD normal, blue-ray e uma box de colecionador a quinze do mesmo mês.[9]

Referências

  1. http://www.ac-bordeaux.fr/ia64/fileadmin/fichiers/circos/biarritz/JPMERCE/ecole-et-cinema/le_roi_et_l_oiseau_dossier.pdf[ligação inativa]
  2. http://www.afca.asso.fr/Le-Roi-et-l-Oiseau?var_recherche=%20le%20roi%20et%20l%27oiseau[ligação inativa]
  3. a b c http://www.afca.asso.fr/La-Bergere-et-le-ramoneur[ligação inativa]
  4. a b c «Cópia arquivada». Consultado em 28 de setembro de 2014. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  5. a b c «LA BERGERE ET LE RAMONEUR». www.cinema-francais.fr. Consultado em 5 de março de 2018 
  6. a b c «La Bergère et le Ramoneur - Long-métrage d'animation (1953)». www.senscritique.com (em francês). Consultado em 5 de março de 2018 
  7. "Attention : chef-d’œuvre !" ("Attention: masterpiece!"), Luc Honorez, Le Soir, quoted by Le Parc Distribution
  8. http://www.synopsi.tv/movies/1884100/o-rei-e-o-passaro-1980/#!/details[ligação inativa]
  9. a b c The King and the Mocking Bird (Le Roi et l'oiseau), 10/08/2013, StudioCanal
  10. a b "The King and the Mockingbird Arquivado em 6 de março de 2014, no Wayback Machine.", Independent Cinema Office
  11. a b The King And The Mocking Bird [DVD], Amazon
  12. «Cópia arquivada». Consultado em 1 de outubro de 2014. Arquivado do original em 6 de outubro de 2014 
  13. AlloCine, Le Roi et l'oiseau, consultado em 5 de março de 2018 
  14. «Cópia arquivada». Consultado em 28 de setembro de 2014. Arquivado do original em 20 de novembro de 2014 
  15. http://www.mtv.com/movies/movie/83994/moviemain.jhtml
  16. Andersen, H. C; Ustinov, Peter; Bloom, Claire; Elliott, Denholm; Adrian, Max; Rouve, Pierre; Sarrut, Andre; De Grunwald, Anatole; Patnel (Firm) (2004). The curious adventures of Mr. Wonderbird (em English). Dunellen, N.J.: Digiview Productions 
  17. «The Curious Adventures of Mr. Wonderbird». primewire.ag. Consultado em 5 de março de 2018. Arquivado do original em 13 de outubro de 2017 
  18. a b c d e Dossier de presse Arquivado em 19 de agosto de 2011, no Wayback Machine., Le Parc distribution, from Le roi et l'oiseau Arquivado em 2 de março de 2010, no Wayback Machine. page (em francês)
  19. Video - Le Roi et l'oiseau (The King and Mockingbird), The Ghibli Blog, by Daniel Thomas MacInnes, 23 April 2009, comment by Chris
  20. Jean Martin : Le roi et l'oiseau (bande originale du film) - écoute gratuite et téléchargement MP3, 12 de abril de 2010, consultado em 5 de março de 2018 
  21. a b c d e Le Roi et l'Oiseau de Paul Grimault (1980) – commentary
  22. a b c Quelques propositions d’activités – Le roi et l’oiseau Arquivado em 10 de julho de 2012, no Wayback Machine., Paola Martini et Pascale Ramel, p. 4
  23. The King and the Mockingbird, Eaten by Ducks, Aeron, January 19, 2007
  24. Le Roi et l'Oiseau, de P. Grimault et J. Prévert – Poésie et politique 16 August 2008 (em francês)
  25. Noel Megahey (12 de dezembro de 2003). «Le Roi et L'Oiseau». DVD Times. Consultado em 24 de outubro de 2006 
  26. Midnight Eye
  27. Le Monde, quoted on cndp.fr
  28. See Le Roi et L’Oiseau, Home Cinema discussion
  29. http://www.ghibli.jp/outotori/ 王と鳥], Studio Ghibli

Ligações externasEditar

 
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TrailersEditar

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