Luís Louro

Luís Louro
Nome nativo Luís Alexandre Santos Louro
Nascimento 14 de junho de 1965 (55 anos)
Lisboa
Cidadania Portugal
Ocupação ilustrador, artista de história em quadrinhos, fotógrafo
Magnum opus Jim del Monaco
Página oficial
http://www.luislouro.com/

Luís Alexandre Santos Louro (Lisboa, 14 de Junho de 1965) é um Ilustrador, desenhador, e autor de banda desenhada portuguesa, sendo presentemente, um dos autores de BD mais activos da actualidade[1].

BiografiaEditar

Luís Louro, nasceu em Lisboa a 14 de Junho de 1965. Após terminar o ensino secundário, a paixão pela BD, leva-o a tirar o curso de Técnico de Meios Audiovisuais na Escola António Arroio, em Lisboa[2].

Interessando-se desde muito cedo pela ilustração e pela banda desenhada, começou por se dedicar à colaboração em fanzines, onde publicou pequenas histórias, realizadas em parceria com Tózé Simões (António José Simões Pinheiro), que durante cerca de uma década o acompanhou na aventura da banda desenhada, realizando os argumentos das histórias. Desses tempos dos Fanzines, realça-se Protótipo (1985), Hyena (1986), Camello (1986), Shock (1989) e Banda (1989 e 1990)[2].

A sua primeira história publicada na imprensa regular foi "Estupiditia II" (6 pranchas), que saiu no número 548 da revista Mundo de Aventuras, em 1 de Abril de 1985, a que se seguiram outras duas histórias, nesse ano e no mesmo periódico[2].

Surgiram publicações em jornais como O Diário Popular, Jornal Júnior e O Mosquito (5ª Série), onde a dupla Louro e Simões publicou três histórias, entre 1985 e 1986. O seu trabalho de maior fôlego, a série Jim del Monaco, surgiu na secção Tablóide do Sábado Popular, suplemento do desaparecido Diário Popular, estreando-se a 12 de Outubro de 1985. Pouco tempo depois, a série surgiria já na revista O Mosquito, tornando-se um dos raros casos de herói de sucesso das últimas décadas, na BD portuguesa[2].

Amplamente publicado desde o início dos anos 1980 é presentemente, considerado um dos mais proeminentes artistas de banda desenhada portuguesa[3].

ParceriasEditar

Luís Louro criou sua primeira banda desenhada com o argumentista António (Tózé) Simões, em 1980, mantendo-se essa pareceria por mais de dez anos. Juntos, eles produziram um grande número de histórias de aventura, como o "Jim del Monaco", série de aventuras humorísticas, que se tornou mítica na história da BD portuguesa[2].

Jim del Monaco é uma personagem desenhado no estilo linha clara linha clara de tradição franco-belga, Jim del Mônaco é uma paródia à Jim das Selvas de Alex Raymond.[4] Acompanhado sempre pela boneca "carente" Gina, que é a eterna conquistadora de Jim, com poses a recordar a célebre personagem da BD inglesa, Jane, e o sempre desenrascado Tião, cuja truculência verbal rematava as mais rocambolescas situações. No fundo, trata-se de uma paródia ao modo como os colonizadores europeus encaravam os seus territórios africanos, num ambiente entre os anos 1930 e 40, bem como à visão paternalista que as séries de banda desenhada transmitiam em relação ao continente africano.[5]

Em 1986, é lançado o primeiro álbum da série "Jim del Monaco", editado a preto e branco pela Editorial Futura, vindo a publicar entre 1986 e 1989, quatro álbuns no total. Depois dos primeiros álbuns a preto e branco, a série passou a ser editada pela Edições ASA, com três novos títulos, reeditando os iniciais, com novas capas e a cores, entre 1991 e 1994[2].

Em 1989, ainda em parceria com Tózé Simões, iniciou uma nova série, Roques & Folque, da qual saíram três álbuns editados pela Edições ASA (entre 1989 e 1992). A primeira foi "O Império das Almas", a segunda história teve direito a um álbum duplo, "A Herança dos Templários" (I e II), em que os protagonistas enveredam por uma aventura cheia de misticismo, entre Lisboa e Tomar[2].

Em 1990, ainda com Tó Zé Simões, foi publicado "O Janeirinho", no suplemento de O Primeiro de Janeiro.

Em 1996 participou com cinco pranchas no álbum colectivo Síndroma de Babel (Câmara da Amadora), juntamente com Victor Mesquita, Nuno Saraiva, Jorge Mateus e Diniz Conefrey.

Em 2000, publicado também pela Edições ASA, sai o álbum "O Halo Casto", com argumento de Rui Zink[2][6][7].

Eden 2.0, lançado em 2002 pela Booktree, apresenta um trabalho realizado em parceria com João Miguel Lameiras e João Ramalho Santos, que foram a sua dupla de argumentistas. Inicialmente existiam algumas ilustrações dispersas sobre África, que serviram de referência gráfica para a obra, cujo argumento surgiu posteriormente, num curioso processo de trabalho[1][8].

Em 2007 é feita a apresentação no 18º Festival de BD da Amadora, do terceiro volume da série "O Corvo", com argumento de Nuno Markl e publicado nesse mesmo ano pela Edições ASA.[2][9][10]

Em 2015, a série Jim Del Monaco retorna com o álbum O Cemitério Dos Elefantes,[4] dois anos depois, foi publicado o álbum Ladrões do Tempo.[11]

Carreira a soloEditar

A partir de 1993, Luís Louro iniciou a sua carreira a solo (como argumentista e desenhador), iniciando a publicação em 1994 da série "O Corvo" (álbum inserido na colecção Estórias de Lisboa das Edições Asa), Vicente, o personagem principal que se transforma em Corvo, tornou-se um marco na BD portuguesa[2]. É seguido em 1995 por "Alice na Cidade das Maravilhas", em que o personagem principal Alice, uma prostituta, vagueia em uma Lisboa subaquática imaginária, onde predominam os tons azuis e os verdes, contando histórias às crianças do bairro e cujos sonhos a levam a escapar à realidade e, em 1997, "Coração de Papel", um álbum de notável efeito visual apresentando uma paleta de cores quentes, com amarelos-torrados e castanhos, próprios de um Outono muito especial.

Em Janeiro de 1998 iniciou a colaboração com a efémera Revista Ego (I série), na qual apresentou curtas histórias de três páginas, com um toque de fino humor, tendo Tó Zé Simões colaborado nas primeiras três histórias, ao nível do argumento. O súbito encerramento da revista levou a que mais tarde publicasse as restantes histórias, que entretanto tinha adiantado para a Ego, na revista Selecções BD (II série), em 1999. Em 2000, através da Meribérica/Liber (a editora da revista Selecções BD) surgiu a possibilidade de compilar todas essas histórias da Ego e das Selecções BD num único álbum, precisamente Cogito Ego Sum[12].

Cogito Ego Sum II, lançado no Amadora Cartoon 2001 no âmbito da exposição dedicada a Luís Louro, é simultaneamente o regresso a solo às histórias de cariz Fantástico que caracterizam a sua obra e a aposta numa nova editora, a Booktree que rapidamente se tornou uma editora de referencia na BD portuguesa.[7][8][12][13]

Em 2018, lançou o álbum Watchers.[14] Em 2019, lança Setinel, em 2020, inspirado na pandêmia da COVID-19, lançou o 4º álbum da série O Corvo[15] e em sua própria página do Facebook, a tira Os Covidiotas.[16]

ProeminênciaEditar

Já num lugar cimeiro da BD lusitana,[8] Luís Louro começou a publicar pranchas em várias revistas, fazendo paralelamente cartazes e ilustrações, vendo por fim todo o seu esforço recompensado quando integrou a comitiva "Perdidos no Oceano", que constituiu a representação de Portugal enquanto país convidado no 25.º Festival Internacional de Angoulême, em Janeiro de 1998, com a participação de alguns dos melhores autores nacionais[2].

As suas obras foram apresentadas em diversas exposições individuais e colectivas, e estiveram presentes em alguns dos festivais mais relevantes da especialidade.

De entre as muitas exposições que têm tido a sua obra como referência, nomeadamente em diversas edições do Festival de BD da Amadora, a mais completa foi "Luís Louro - Contrastes", que esteve patente no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (Amadora) entre 28 de Junho de 2001 e 30 de Março de 2002, que constituiu a maior retrospectiva sobre a sua vasta obra.

Nesse mesmo ano teve também uma exposição de originais de O Halo Casto na Feira do Livro de Braga, numa organização conjunta do Parque de Exposições de Braga e da Associação Juvemédia.

IlustraçãoEditar

Em termos de ilustração, tem colaboração assinalável em publicações como os jornais O Primeiro de Janeiro (1990) e O Académico (1993), Revista Visão (1995-2000) e Revista Valor (1991-1994), para além de cartazes, nomeadamente para o Sobreda BD (1985), o desaparecido Festival de BD de Lisboa (1989) e o Festival de BD da Amadora (1992 e 1995), tendo ainda realizado capas e ilustrações do interior um CD áudio, para a União Lisboa (Intersection dos Ramp).

Ainda no domínio da ilustração, em 2002 Luís Louro participou na colecção de seis postais de Natal feitos por cinco autores de BD (Luís Diferr, João Fazenda, Ricardo Ferrand, Luís Louro e Pedro Morais) e a ilustradora Cristina Sampaio, para a Fundação do Gil, cujas vendas reverteram para apoio a crianças desfavorecidas.

FotografiaEditar

Uma das suas grandes paixões é a fotografia, tendo realizado algumas viagens a África, cujas fotos apareceram em alguns separadores do álbum de BD Eden 2.0, que serviu de "preparação" para o luxuoso livro Safari Em Cantos de África, editado pela Booktree em 2003 (bilingue - português e inglês)[8].

Álbuns de BDEditar

Jim del MonacoEditar

1ª série
Ordem Título Editora Argumento Desenho Data de publicação
1 Jim del Monaco Editorial Futura Tózé Simões Luís Louro 1986
2 Menatek Hara 1987
3 O Dragão Vermelho 1988
4 Em Busca das Minas de Salomão 1989


2ª série
Ordem Título Editora Argumento Desenho Data de publicação ISBN
1 A Criatura da Lagoa Negra Tózé Simões Luís Louro Edições Asa 1991 ISBN 972-41-0929-1
2 Menatek Hara 1992 ISBN 9789724109305
3 A Grande Ópera Sideral 1991 ISBN 9789724109930
4 O Elixir do Amor 1992 ISBN 9789724110004
5 O Dragão Vermelho 1992 ISBN 9789724110639
6 Em Busca das Minas de Salomão 1993 ISBN 972-41-1139-3
7 Baja Áfrika 1993 ISBN 972-41-1383-3
3ª série
Ordem Título Editora Data de publicação ISBN
1 O Cemitério Dos Elefantes Edições ASA 2015 ISBN 9789892333458
2 Ladrões do Tempo 2017 ISBN 9789892338668

Roques & FolqueEditar

Ordem Título Editora Argumento Desenho Data de publicação ISBN
1 O Império das Almas Tózé Simões Luís Louro Edições ASA 1989 ISBN 972-41-0372-2
2 A Herança dos Templários I 1990 ISBN 972-41-0371-4
3 A Herança dos Templários II 1992 ISBN 978-9-7241-0370-9

O CorvoEditar

Ordem Título Argumento Desenhos Editora Data de publicação ISBN
1 Uma História de Lisboa Luís Louro Luís Louro Edições ASA 1994 ISBN 978-9-7241-1539-9
2 O Regresso 2003 ISBN 978-9-7241-3596-0
3 Laços de Família Nuno Markl 2007 ISBN 978-9-7241-5362-9
4 Inconsciência Tranquila Ala dos Livros 2020 ISBN 978-989-54726-1-1

Estórias de LisboaEditar

Título Editora Data de publicação ISBN
Alice Edições ASA 1995 ISBN 978-9-7241-1684-6
Coração de Papel 1997 ISBN 978-9-7241-1902-1


Cogito Ego SumEditar

Título Editora Data de publicação ISBN
Tomo 1 Meribérica/Liber 2000 ISBN 972-45-1489-7
Tomo 2 Booktree 2001

ABCEditar

Título Argumento Desenho Editora Data de publicação ISBN
ABC das Coisas Mágicas em Rima Infantil Rosa Lobato de Faria Luís Louro Edições ASA 2004 ISBN 972-41-3753-8

Fora de ColecçãoEditar

Título Argumento Desenhos Editora Data de publicação ISBN
O Halo Casto Rui Zink Luís Louro Edições ASA 2000 ISBN 978-9-7241-2413-1
Eden 2.0 João Miguel Lameiras e João Ramalho Santos Booktree 2003
Fadas Láureas Vários Prime Books 2004 ISBN 972-8820-37-2
Watchers Luís Kouro Edições Asa 2018
Sentinel Luís Louro LeYa 2019

Álbuns colectivosEditar

Entroncamento de BD’s, Notícias do entroncamento, entroncamento, 1996
    Argumento e desenho : Vários - 58 Pag.- 1 prancha - Fenómenos do Entroncamento
O Síndroma de Babel e Outras Estórias, Câmara Municipal da Amadora, Amadora, 1996
    Argumento e desenho : Vários - 56 Pag.- 5 pranchas - Contrastes
História da BD Publicada em Portugal (2ª parte), Edições Época de Ouro, 208 Pag., 1996
    Argumento e desenho : Vários - Prancha inédita
Um Século de Bnda desenhada Portuguesa, Edições Época de Ouro, 40 Pag., 1996
    Argumento e desenho : Vários - 1 prancha - Fantasias

Tiras em jornais e revistasEditar

Mundo de aventurasEditar

  • Nº 548 (1800), 1 de Abril 1985 (primeira história publicada), "Estupiditia II", 6 pranchas, p/b, (Louro & Simões)
  • Nº 556 (1808), 1 Agosto 1985, capa a cores "Fuhrer", 7 pranchas (mais 1 de apresentação), p/b (Louro & Simões)
  • Nº 565 (1817), 15 Dezembro 1985, "Game Over" 2ª versão, 4 pranchas, p/b, (Louro & Simões)

O Mosquito (5ª série)Editar

  • Nº 10, Novembro 1985, "O Elixir do Amor" (Jim del Monaco), 7 pranchas, p/b, (Louro & Simões)
  • Nº 12, Janeiro 1986, "O Doente que Caminha" (Jim del Monaco), 8 pranchas, p/b, (Louro & Simões)

Almanaque 87Editar

  • Dezembro 1986, "O Último Macaco Branco" (Jim del Monaco), 12 pranchas, p/b, (Louro & Simões)

Selecções BDEditar

  • Nº 9, Janeiro 1989, "Nos Bastidores" (Jim del Monaco), 2 pranchas, p/b, (Luís Louro)
  • Nº 30, Outubro 1990, capa a cores, "Os Fugitivos", 5 pranchas, cores, "Game Over" 3ª versão, 4 pranchas a cores, (Louro & Simões)
  • Nº 3, (II série), Janeiro 1999, capa a cores
  • Nº 11, (II série), Setembro 1999, capa a cores, "Arte moderna" (Cogito Ego Sum 10), 4 pranchas a cores, "A bela e o monstro" (cogito ego sum 13), 3 pranchas a cores
  • Nº 16, (II série), Fevereiro 2000, capa a cores
  • Nº 28, (II série), Fevereiro 2001, capa a cores

Lx comicsEditar

  • Nº 4, verão 1991, "Sem Título", 3 pranchas, cores (cinzas)

EgoEditar

  • Nº 20, Janeiro 1998 a nº 26, Julho 1998, "Cogito Ego Sum", (série), 7 histórias de 3 pranchas a cores

JornaisEditar

  • O País - "Nelsinho", 1 prancha, p/b, 19 Maio 1983
  • Diário Popular (Suplemento - Sábado Popular, rubrica "o tablóide") - Nº 3, 12 de Outubro de 1985 a Nº 6, 2 de Novembro de 1985, "o souvenir", 6 pranchas, p/b, (Louro & Simões sob pseudónimo: Dois Elles & Pinêro)
  • O Primeiro de Janeiro (Suplemento — O Janeirinho) - Capas a cores, nº 2, 4, 10, 13, Abril a Junho 1990, "O Império das Almas" (Roques & Folque), 43 pranchas a cores, 11 de Março a 29 de Julho de 1990, (Louro & Simões)
  • Diário de Notícias (Suplemento — Notícias Magazine) - "Sonho na Praia", (Maria Jornalista), 2 pranchas a cores, 6 de Março de 1994
  • Mundo universitário - "A Dúvida", 1 prancha a cores, Nº99, 24 de Março de 2008

Tiras em FanzinesEditar

ProtótipoEditar

  • Nº 1, Maio 1985, "Estupiditia I", 5 pranchas, p/b, (Louro & Simões)

HyenaEditar

  • Nº 5, Abril 1986, Capa, p/b (papel verde), Camello, (ilhas Canárias)
  • Nº 5 e 6, Julho e Setembro 1986, "O Souvenir" (Jim del Monaco), 6 pranchas, cores, (Louro & Simões)

MaxEditar

  • Dezembro 1986, "Fuhrer", p/b, (Louro & Simões) - (publicação não autorizada)

ShockEditar

  • Nº 1, Agosto 1989 a nº 10, Agosto 1991, Ilustrações de 1 a 2 pranchas em homenagem a Autores consagrados, p/b

BandaEditar

  • Nº 8, Setembro 1989 a Nº 10, Agosto 1990, "Terminus Mayday…Mayday !" (styron), 9 pranchas, p/b

PrémiosEditar

  • Troféu "O Mosquito" (Portugal)
Revelação BD - 1984
Melhor álbum (1990) - O Império das Almas
Melhor álbum (1991) - A Herança dos Templários I
Melhor álbum (1993) - A Herança dos Templários II
Melhor álbum (1996) - Alice
Melhor autor português (1996) - Alice
  • Troféu "Vinheta"
Melhor BD 1986
Melhor álbum (1995) - O Corvo
Prémio Juventude (1995) - O Corvo
Menção honrosa (1996) - Alice (não foi atribuído 1º prémio)
  • Troféu "Sobredão" (Portugal)
Conjunto da obra (2000)
  • Troféu Central Comics (Portugal)
Melhor desenhador Nacional 2002 - Cogito ego sum II
Melhor álbum nacional (2002) - Cogito ego sum II
Melhor desenhador Nacional (2003) - eden 2 .0


Referências

  1. a b Jornal de Notícias (26 de novembro de 2002). «Não tão novo(s) mas em português». Arquivo da Bedeteca de Lisboa. Consultado em 29 de abril de 2011  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  2. a b c d e f g h i j k «Luís Louro». Edições ASA. Consultado em 29 de abril de 2011  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  3. «Luis Louro». Lambiek Comiclopedia. Consultado em 29 de abril de 2011  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  4. a b Trinta anos depois, Jim Del Monaco ainda mexe
  5. Quadrinhos e neocolonialismo: Heróis e super-heróis na África e na Ásia
  6. Público (13 de outubro de 2001). «Luís Louro: Em Retrospectiva». Arquivo da Bedeteca de Lisboa. Consultado em 29 de abril de 2011  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  7. a b Público (3 de novembro de 2001). «As Mulheres e Os Homens de Luís Louro». Arquivo da Bedeteca de Lisboa. Consultado em 29 de abril de 2011  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)
  8. a b c d Diário de Notícias (25 de fevereiro de 2003). «Uma vida selvagem». Arquivo da Bedeteca de Lisboa. Consultado em 29 de abril de 2011  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda) Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "BD 4" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  9. Expresso 19 de Outubro de 2007
  10. Jornal de Notícias, 2 de Dezembro de 2007 (arquivo da Bedeteca de Lisboa)
  11. Jim Del Monaco: Ladrões do Tempo
  12. a b Diário de Notícias, 3 de Dezembro de 2001 (arquivo da Bedeteca de Lisboa)
  13. Expresso, 3 de Novembro de 2001 (arquivo da Bedeteca de Lisboa)
  14. Luís Louro regressa à BD, com “Watchers”!
  15. Jesus, Hugo (8 de maio de 2020). «O Corvo 4 - Inconsciência Tranquila» 
  16. «Covidiotas: o humor na banda desenhada já descobriu a vacina contra a covid-19 - DN» 


Ligações externasEditar