Maria Olguim

actriz portuguesa
Maria Olguim
Nome completo Maria Cipriana Lobato Olguim
Nascimento 26 de abril de 1894
Castelo Branco, Portugal Portugal
Nacionalidade Portugal Portugal
Morte 1 de janeiro de 1984 (89 anos)
Ocupação Actriz

Maria Cipriana Lobato Olguim (Castelo Branco, 26 de Abril de 1894Figueira da Foz, 1 de Janeiro de 1984) foi uma actriz portuguesa.

Era filha de pais espanhóis de seus nomes João Olguim Rodrigues e Encarnação Lobato Santano. Enfermeira de Guerra, entre 1914 e 1918. Actriz de teatro amador. Populariza-se no cinema, depois de se estrear em Tinoco em Bolandas (1924) de António Pinheiro. Sob a direcção de Arthur Duarte, participa em filmes-êxito do cinema português dos anos 40 e 50 como O Costa do Castelo (1943), A Menina da Rádio (1944), O Leão da Estrela (1947) O Grande Elias (1950) e O Noivo das Caldas (1956). Salienta ainda, entre outros, O Crime da Aldeia Velha (1964), O Trigo e o Joio (1965), Nazaré (1952), Madragoa (1952) de Manuel de Guimarães. Trabalhou também com Perdigão Queiroga, Leitão de Barros, António Lopes Ribeiro e, na década de 80 é dirigida por Lauro António em Manhã Submersa (1980).

Ao longo do seu percurso no cinema interpretou, esporadicamente, peças de teatro televisivo, sob a direcção de Artur Ramos (1970 - Auto da Natural Invenção de Luiz Francisco Rebello; 1959 - Dez Contos de Reis de Teresa Rita Lopes; 1957 - Realidade da Fantasia de Claude Gével).

FilmografiaEditar

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Ligações externasEditar

Maria Olguim no IMDB