Castelo Branco

município e cidade de Portugal
Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Castelo Branco (desambiguação).

Castelo Branco OC é uma cidade portuguesa, capital do distrito de Castelo Branco e, situada na região estatística do Centro, na sub-região da Beira Baixa e na antiga província com o mesmo nome, com cerca de 34 000 habitantes no seu perímetro urbano.[1]

Castelo Branco
Município de Portugal
Jardim do Paço Episcopal.jpg Agência do Banco de Portugal in Castelo Branco (cropped).jpg
Vista parcial de Castelo Branco a partir do Castelo dos Templários. (cropped).jpg
Castelo Branco-Arco do Bispo-CCBYSa.jpg Castelo Branco (P), 2011. (5940230730) (cropped).jpg Castelo Branco April 2015-3 (cropped).jpg
Brasão de Castelo Branco Bandeira de Castelo Branco

Localização de Castelo Branco
Mapa de Castelo Branco
Gentílico Albicastrense
Área 1 438,19 km²
População 52 272 hab. (2021)
Densidade populacional 36,3  hab./km²
N.º de freguesias 19
Presidente da
câmara municipal
Leopoldo Martins Rodrigues (PS)
Fundação do município
(ou foral)
1213
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Beira Baixa
Distrito Castelo Branco
Província Beira Baixa
Orago Nossa Senhora do Rosário
Feriado municipal Terceira Terça-Feira após a Páscoa
Código postal 6000 Castelo Branco
Sítio oficial www.cm-castelobranco.pt

É sede do município de Castelo Branco, o terceiro maior português em extensão com 1 438,19 km² de área[2] e 52 272 habitantes (albicastrenses) (2021),[3][4] subdividido em 19 freguesias.[5] O município é limitado a norte pelo município do Fundão, a leste por Idanha-a-Nova, a sul pela Espanha, a sudoeste por Vila Velha de Ródão e a oeste por Proença-a-Nova e por Oleiros.

Ao contrário de outras cidades da região, que cresceram notavelmente devido à indústria têxtil, Castelo Branco sempre teve uma importância geoestratégica e política em Portugal. Não está, por esse motivo, sujeita às flutuações económicas que deslocalizaram empresas têxteis - mormente de laboração manual desqualificada - como sucedeu na região norte e na Cova da Beira. A composição sociológica predominante é por esse motivo também muito diferente de outras cidades de cultura do operariado.

Foi considerada em 2006, num estudo elaborado pela DECO, a segunda capital de distrito do país com melhor qualidade de vida.[6] Em 2017, encontra-se em 36º lugar nacional, e 7º lugar da região Centro, segundo um estudo pela consultora Bloom Consulting.[7]

EtimologiaEditar

 Ver artigo principal: Etimologia

A origem do nome da cidade - Castelo Branco - não é certa, embora a hipótese mais aceite se refira à antiga cidade de Cataleucos.

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História de Castelo Branco
 
Antigo Brasão de Armas, 1860.
 
Painel presente no Jardim do Paço Episcopal. Representa a vila de Castelo Branco, numa perspetiva de Duarte d'Armas.

Castelo Branco terá tido a sua origem no local de um castro pré-romano. No início do séc XII existia uma povoação no cimo da Colina da Cardosa, em cuja encosta se desenvolveu o povoamento da vila.

A 22 de Setembro de 1931 foi feita Oficial da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo.[8]

GeografiaEditar

 Ver artigo principal: Geografia de Castelo Branco
 
Castelo no topo do Monte da Cardosa
 
Nome e brasão da cidade

LocalizaçãoEditar

A cidade de Castelo Branco localiza-se no interior de Portugal a aproximadamente de 50 km da fronteira com Espanha e dista cerca de 100 km da cidade da Guarda e 80 km da cidade de Portalegre, as capitais de distrito mais próximas.

Orografia e hidrografiaEditar

 
Traseiras do edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco e Praça Centenário da República
 
Miradouro de São Gens, na zona do castelo

A cidade foi edificada inicialmente no topo e na encosta adjacente do Monte da Cardosa, mas cresceu e, hoje em dia, ergue-se principalmente nas zonas planas adjacentes. Ainda assim a cidade encontra-se 384 metros acima do nível do mar e o castelo a 490 metros. No extremo oposto ergue-se o Monte de São Martinho, uma formação quartzítica que constitui um importante centro arqueológico. O solo é na sua maioria do tipo granítico, do qual é exemplo uma afloração rochosa conhecida por barrocal a sul da cidade.

A nível hidrográfico há dois rios que passam bem perto da cidade, o Rio Ponsul a este e o Rio Ocreza a oeste que origina, por sua vez, a Ribeira da Líria. A área ocupada pelo município de Castelo Branco é parte integrante da bacia hidrográfica do Rio Tejo que corre a sul formando uma fronteira natural com Espanha. Tanto o Rio Ponsul como o Rio Ocreza são afluentes do Rio Tejo e, como tal, desaguam no mesmo.

ClimaEditar

O clima no município de Castelo Branco é temperado mediterrâneo influenciado pela continentalidade pelo que apresenta pouca humidade ao longo do ano. A localização da cidade, numa zona transitória entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, confere-lhe muitas das propriedades climatológica que apresenta. A temperatura média do ar ronda os 15,5 °C, atingindo o seu mínimo em Janeiro (com temperaturas médias mínimas próximas de 4 °C) e com a média de 7,9 °C. No seu máximo em Julho (onde a temperatura se situa, em média, na casa dos 25 °C).

A precipitação é mais abundante de Outubro a Janeiro com queda de neve e com precipitação de aguaceiros com valores acima dos 100mm. Em contrapartida, em Julho e Agosto, a precipitação é residual sendo estes os meses mais secos que a cidade atravessa anualmente. No Inverno em Janeiro, Castelo Branco tem temperaturas mínimas de -4 °C, mas há registos de -7 °C por vezes com ocorrência de queda de neve (média de 8 cm).

Tabela climática de Castelo Branco
Temperatura
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Média
Média Máxima °C 11,8 14,0 18,0 18,6 22,3 27,3 32,1 31,6 27,3 21,0 15,7 12,5 21,0
Média °C 7,9 9,6 12,7 13,1 16,8 21,0 25,0 24,4 21,3 16,3 11,7 9,0 15,7
Média minima °C 3,9 5,2 7,5 8,0 11,2 14,6 17,9 17,2 15,2 11,6 7,7 5,6 10,5
Precipitação
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total
Total mm 108,0 58,7 36,9 58,1 65,1 25,2 8,9 8,4 36,5 105,5 118,8 128,2 758,3
Dados de 1971 a 2000. Fonte: Instituto de Meteorologia, IP Portugal


PopulaçãoEditar

População de Castelo Branco
AnoPop.±%
1864 29 668—    
1878 31 806+7.2%
1890 35 068+10.3%
1900 38 302+9.2%
1911 42 547+11.1%
1920 44 300+4.1%
1930 50 434+13.8%
1940 58 700+16.4%
1950 63 305+7.8%
1960 63 091−0.3%
1970 55 195−12.5%
1981 54 908−0.5%
1991 54 310−1.1%
2001 55 708+2.6%
2011 56 109+0.7%
2021 52 272−6.8%

(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste município à data em que os censos se realizaram.)

Número de habitantes por Grupo Etário [9]
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
0-14 Anos 13 404 14 339 14 494 16 432 18 509 18 269 16 468 12 340 10 920 8 941 7 369 7 107
15-24 Anos 6 796 8 147 8 197 10 351 10 471 12 439 10 930 8 700 8 430 7 617 7 066 5 424
25-64 Anos 15 512 17 000 18 570 20 735 24 046 27 302 29 675 26 110 26 418 27 241 28 893 30 222
= ou > 65 Anos 1 928 2 267 2 556 3 205 3 787 4 486 6 018 7 285 9 140 10 511 12 380 13 356
> Id. desconh 0 134 314 125 171

(Obs.: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no município à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente.)

A população do município de Castelo Branco tem vindo a envelhecer ao longo das últimas décadas. Segundo o INE, cerca de 18% da população, o que corresponde a cerca de 6937 pessoas tem 65 anos ou mais. Em contrapartida, apenas 15% da população se situa na faixa etária dos 0 aos 14 anos de idade. A corroborar este facto, o índice de envelhecimento localiza-se nos 168% o que, apesar de ser um dos valores mais baixos da Beira Interior, é elevado quando comparado com a média nacional (102%). Por outro lado, e não menos preocupante, é o facto da taxa de mortalidade superar a taxa de natalidade. Enquanto a primeira se situa nos 10,3 (óbitos por cada 1000 habitantes no espaço de um ano), a segunda atinge apenas os 8,8 o que se traduz num saldo populacional negativo.

A incapacidade de reter capital humano qualificado no município tem contribuido para uma descida do PIB per capita. Um dos exemplos verifica-se na dificuldade em preencher as vagas para especialidades médicas no Hospital Amato Lusitano, assim como em outros hospitais do interior centro.[10] Jovens qualificados que se dirigem para o Ensino Superior fora do distrito apresentam uma taxa de retorno relativamente baixa, acabando por se fixar nos grandes centros urbanos. A emigração para os estrangeiro contribui também para a incapacidade de aumentar a população activa local, atingindo várias franjas quer geracionais quer de qualificação. Esta saída de pessoas é compensada parcialmente pelo ingresso de estudantes no IPCB e pelo esvaziamento do interior raiano, havendo uma integração significativa desses movimentos na economia local. Castelo Branco tem desenvolvido uma política activa de emprego através da criação de condições para a instalação de centros de atendimento telefónico ("call centers"), que asseguram perto de 1000 empregos (PT/Altice, Seguranca Social, Vodafone), apesar da precariedade associada. Entre os maiores empregadores estão o sector Estado (autarquia, ensino, gabinetes), Serviços Sociais (Santa Casa Misericordia, APPACDM) e algumas indústrias (ex-Danone, Blitzer, Delphi, Centauro). No sector privado, a distribuição e o sector serviços representam uma expressiva fatia da oferta laboral.

Apesar de todos esses valores, a população do município de Castelo Branco tem-se mantido aproximadamente constante nas últimas décadas.[3]

CulturaEditar

Bordado de Castelo BrancoEditar

 
Peça de bordado de Castelo Branco

Um dos produtos típicos da região são as colchas de linho bordadas com fio de seda natural, conhecidas como bordado de Castelo Branco, que se crê serem de inspiração oriental e que se tornaram conhecidas a partir de meados do século XVI. São conhecidas por suas cores vivas e pelos elementos que retratam, normalmente relacionados com a Natureza, destacando-se o frequente uso de árvores e pássaros.

O bordado de Castelo Branco tem semelhanças com as colchas de Toledo e Guadalupe, na Espanha. Representaram, durante séculos, a dignidade do enxoval de qualquer noiva da região, quer fosse plebeia ou nobre.

Alguns dos elementos desses bordados são o lar e a árvore da vida. Os desposados são representados por pássaros juntos, os cravos e as rosas representam o homem e a mulher, respetivamente, os lírios, a Virtude, corações para o Amor, gavinhas para a Amizade, entre outros.

 
Museu Cargaleiro na zona histórica de Castelo Branco

MuseusEditar

O Museu Francisco Tavares Proença Júnior é o mais conhecido da cidade de Castelo Branco. Fundado em 1910, é já um museu centenário, embora nem sempre tenha estado aberto nesse período de tempo. Ele guarda muitas peças identificativas da cidade e da região, como achados arqueológicos, tapeçarias do século XVI e arte primitiva portuguesa.

O Solar dos Cavaleiros, edifício de meados do século XVIII em pleno centro histórico, serve de instalação a uma parte do Museu Cargaleiro, onde é possível apreciar um notável conjunto de obras que integra o acervo da Fundação Manuel Cargaleiro: pintura, cerâmica, escultura, azulejaria, tapeçaria. O Museu foi inaugurado a 25 de Abril de 2004.

A Casa da Memória é um museu destinado a homenagear a memória do povo judaico, nomeadamente os judeus albicastrenses que, enquanto lhes foi permitido viver em Portugal, viviam na Judiaria - na rua Nova - e os cristãos-novos (designação pela qual ficaram conhecidos os judeus que continuaram a residir em Portugal após a conversão forçada) que, sob o olhar ameaçador da Inquisição, viviam um pouco por toda a vila.

O Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB) é um museu dedicado à divulgação da cultura contemporânea que pretende estimular a criação artística, trabalhar a criação e formação de novos públicos. Tem inclusive um auditório que tem capacidade para 275 pessoas e está dotado com um sistema acústico da autoria de Higini Arau. [11]

Por fim, há o Museu de Arte Sacra "Domingos dos Santos Pio", a funcionar no Convento da Graça desde 11 de Novembro de 1984, que alberga artefactos de cariz religioso.

EventosEditar

  • A 6 de Janeiro e a 30 de Agosto - a Feira Franca
  • A 4 de Outubro e 18 de Dezembro - a Feira do Gado Suíno

O feriado municipal, que se comemora no terceiro dia da Romaria da Nossa Senhora de Mércoles, tem sempre lugar na terceira terça-feira após a Páscoa.

Bandas filarmónicas do município de Castelo BrancoEditar

Existem ao todo cinco bandas filarmónicas em atividade espalhadas por algumas freguesias do município, são elas:[12]

TeatroEditar

Existem na cidade alguns grupos de teatro amador que realizam as suas peças em diversos espaços na cidade e por todo o município:

  • Teatro Váatão
  • Teatro Tramédia
  • Terceira Pessoa

PatrimónioEditar

 
Convento da Graça visto do parque da cidade.

Estação Arquelógica do Monte de São MartinhoEditar

Aglomerado proto-urbano. Povoado da Idade do Bronze com anterior ocupação do sítio no Neolítico e posterior ocupação romana. Povoado fortificado. Permanência longa da ocupação do povoado. Identificação de numeroso espólio arqueológico.

Convento e Igreja da GraçaEditar

 Ver artigo principal: Convento da Graça

O Convento de Nossa Senhora das Graças, também conhecido por Convento da Graça, é um convento situado junto à saída norte da cidade de Castelo Branco. Até 1834, foi pertença da Ordem dos Ermitas de Santo Agostinho e atualmente é a sede da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco.

 Ver artigo principal: Igreja da Graça

A Igreja de Nossa Senhora das Graças, vulgarmente conhecida por Igreja da Graça, é uma parte integrante do Convento da Graça de Castelo Branco.

CasteloEditar

 
Torre do castelo e vista parcial da cidade.
 Ver artigo principal: Castelo de Castelo Branco

O Castelo da cidade foi construído na Idade Média, entre 1214 e 1230. É um obra dos templários, pelo que é também conhecido com Castelo dos Templários. Posteriormente (uns 150 anos mais tarde), no reinado de D. Afonso IV, foi construída a cerca da vila, uma muralha e um conjunto de torres que rodeava a vila que, entretanto, crescera na encosta do monte da Cardosa. Em 1648, devido à Guerra da Restauração, sofreu bastantes danos causados pela ofensiva espanhola. Mais tarde, na Guerra Peninsular, voltou a ser assolado pelas tropas francesas lideradas por Jean-Andoche Junot. Na zona do Castelo existe ainda a Igreja de Santa Maria do Castelo, que foi classificada recentemente como Imóvel de Interesse Público e que contém diversos túmulos, entre eles o de João Roíz de Castelo Branco.

Paço Episcopal, atual Museu Francisco Tavares Proença JúniorEditar

 
Museu Francisco Tavares Proença Júnior
 Ver artigo principal: Paço Episcopal (Castelo Branco)

Jardim do Paço EpiscopalEditar

 
Escadaria dos Reis
 Ver artigo principal: Jardim do Paço (Castelo Branco)

Azulejos do Jardim do Paço EpiscopalEditar

Os muros delimitadores do Jardim do Paço apresentam painéis de azulejo figurativo, monocromo, azul sobre fundo branco, representando várias vistas de Castelo Branco, da Antiga Quinta e Bosque, a Capela de São João e respetivo Cruzeiro; aparecem, ainda, painéis de azulejo retilíneos, com os ângulos curvos, emoldurados a cantaria e a faixa cerâmica, a representar os desenhos de Castelo Branco, efetuados por Duarte de Armas, no século XVI, bem como a representação do Bispo D. João de Mendonça.

 
Cruzeiro de São João

Cruzeiro de São JoãoEditar

 
Arco do Bispo
 Ver artigo principal: Cruzeiro de São João

Foi edificado no século XVI, juntamente com uma capela demolida no início do século XX e da qual não restam vestígios. É um cruzeiro manuelino, granítico com um Cristo Crucificado. Localiza-se no Largo de São João e é classificado como Monumento Nacional.

Domus MunicipalisEditar

Localizado na Praça Luís de Camões, este edifício data do século XVI tendo sido alvo de diversas reconstruções posteriores. Começou por acolher a Câmara Municipal, mas já funcionou como tribunal, cadeia e, mais recentemente, como biblioteca municipal.

Portados quinhentistasEditar

Castelo Branco é a cidade com maior número de portados quinhentistas em Portugal. São um legado do século XVI e constituem uma das mais genuínas expressões do património arquitetónico desse século. Em 1979, o Cónego Anacleto Pires Martins identificou 324 portados com características quinhentistas na zona histórica da cidade, dos quais 30 têm traços manuelinos.

Casa do Arco do BispoEditar

 Ver artigo principal: Cidadela do bispo

Os desenhos de Duarte de Armas revelam um facto curioso: ainda no século XIII, muito antes da construção da cerca da vila, a residência do bispo, que se encontrava fora do castelo, foi fortificada, formando uma pequena cidadela que se pode designar por cidadela do bispo (identifica-se nos desenhos de Duarte de Armas por ter muralhas mais altas que a cerca da vila). Situada em plena zona histórica, a Casa do Bispo ou do Arco do Bispo é a casa mais antiga de Castelo Branco. Construída em cima de um arco, é conhecido como arco do bispo, erradamente confundido com uma das portas da cerca da vila e que, atualmente, separa o largo Luís de Camões da Rua Arco do Bispo. Foi, em tempos, a entrada para um recinto amuralhado.

Cerca da VilaEditar

 Ver artigo principal: A cerca da vila e a barbacã

Desenvolvendo-se Castelo Branco na encosta do monte da Cardosa, cerca de 150 anos após a construção do castelo, sob o reinado de D. Afonso IV, a Ordem de Cristo iniciou a construção da cerca da vila, uma muralha com onze torres e rasgada por quatro portas. No século XV, sob o reinado de João I de Portugal, foi erguida a barbacã.[13]

 
Solar dos Mota, na Praça Luís de Camões

Outro património construídoEditar

Muitas outras edificações centenárias são parte integrante do vasto património histórico da cidade. De todos eles, destacam-se ainda os seguintes:

 
Igreja de São Miguel, Sé Catedral de Castelo Branco

Igrejas, conventos e capelasEditar

InstituiçõesEditar

  • Amato Lusitano - Associação de Desenvolvimento
  • Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco
  • Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Castelo Branco
  • Casa da Infância e Juventude de Castelo Branco
  • Casa de Acolhimento Residencial de Jovens de Castelo Branco
  • Caritas Interparoquial de Castelo Branco
  • Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco

TurismoEditar

Os estabelecimentos de alojamento e a restauração não têm apenas turistas como clientes. As sociedades desses ramos mais diretamente ligados ao turismo sediadas no município representavam pouco mais de 2% do volume de negócios do mesmo.

 
Hotel Rainha Dona Amélia (***).
Alojamento em Castelo Branco
Hotéis Pensões e Residenciais Alojamento Rural Parques de Campismo Pousadas Estalagens Total
Número de Estabelecimentos 2 12 2 1 1 1 19
Número de Quartos 167 236 20 - 18 37 478
Capacidade de Alojamento 271 397 36 250 70 78 1102

Alguns dos locais a visitar são o Jardim do Paço Episcopal (1725), o Parque da Cidade, o castelo dos Templários e o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, sediado no antigo Paço Episcopal rico em peças arqueológicas, tapeçarias, numismática e pintura quinhentista portuguesa. Note-se também o crescimento de diversas zonas de lazer, destinadas aos mais novos. O programa Pólis criou novas piscinas municipais, novos parques para a prática de desporto e renovou o Parque da Cidade. De especial importância é também a sua vida noturna. Perfeitamente integradas no centro cívico da cidade, a Devesa, estão as "Docas", um conjunto de novos bares e cafés, de ambiente calmo, para todas as idades, que proporcionam momentos únicos a quem as visita. Sendo maioritariamente frequentados pelos nativos, também frequentam-nas jovens da região de Portalegre, das zonas mais rurais do município e até de Lisboa e Porto.

 
Vista parcial da piscina-praia de Castelo Branco
 
Fórum Castelo Branco

Espaços públicosEditar

  • Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
  • Cybercentro
  • Biblioteca Municipal
  • Piscina Praia
  • Cine-Teatro Avenida

Espaços verdesEditar

Espaços comerciaisEditar

  • Fórum Castelo Branco
  • Centro Comercial Alegro Castelo Branco
  • Centro Comercial Nuno Álvares
  • Centro Comercial São Tiago
  • Centro Comercial São Cristóvão

EconomiaEditar

A cidade é sede da Centauro, uma empresa que produz permutadores de calor e equipamentos destinados à indústria de refrigeração, climatização e ar condicionado, e que emprega atualmente cerca de 200 pessoas. Conjuntamente com outras empresas do setor sediadas na cidade, fazem de Castelo Branco uma referência nacional na indústria do frio.[14]

A filial portuguesa da Danone tem a sua fábrica em Castelo Branco, sendo umas das empresas mais antigas instaladas na zona industrial de Castelo Branco, e onde são produzidos diariamente produtos da Danone para toda a Península Ibérica.

O Distrito de Castelo Branco é também famoso pela qualidade do seu queijo, tendo várias queijarias de várias qualidades que geram muito dinheiro na região.

A Aptiv é a fábrica principal da cidade e a maior empregadora, com mais de 1000 trabalhadores. A empresa produz componentes automóveis para as principais marcas do ramo automóvel como Ferrari, PSA ou John Deere.

Existem também muitos postos de trabalho no ramo comercial, em destaque nos principais centros comerciais da cidade, como o Alegro e o Fórum.

Ao todo, a Zona Industrial de Castelo Branco emprega 4000 pessoas, sendo o maior pólo económico da região.

 
Terminal Rodoviário em primeiro plano com a Estação de Caminhos de Ferro ao fundo.

AcessosEditar

Castelo Branco é servida por uma estação ferroviária da Linha da Beira Baixa. O município é servido por mais estações, predominantemente nas freguesias mais rurais. Em termos rodoviários, possui um terminal de camionagem, com carreiras para todos os pontos do País, nomeadamente Lisboa, Porto, Algarve e também para Espanha. A cidade é servida por uma auto-estrada, a A23 (Torres Novas - Guarda) tendo três saídas; saída sul, com acesso direto à zona industrial, a saída centro, com acesso mais dirigido à zona histórica e a saída norte, para as zonas mais habitacionais e também já para as zonas mais rurais. Há outras saídas para as freguesias mais rurais.

De Lisboa: Pela A1 até ao nó de Torres Novas/A23 e nesta até uma das três saídas (Norte, Centro ou Sul)

Do Porto: Pela A1 até Albergaria-a-Velha/A25, nesta até à Guarda/A23 e nesta até à saída mais conveniente.

Do Algarve: Embora existam várias alternativas, a melhor é pela A22 até Faro/IP2, esta até à variante de Portalegre e depois A23.

EnsinoEditar

Ao nível do ensino secundário, a cidade de Castelo Branco dispõe da Escola Secundária Nuno Álvares (antigo Liceu) e a Escola Secundária Amato Lusitano (antiga Escola Industrial e Comercial), existindo também escolas profissionais.

Ao nível do ensino superior, o Instituto Politécnico de Castelo Branco tem diversos campi de ensino instalados na cidade.

Ensino de 2º e 3º CicloEditar

  • Escola Básica João Roiz de Castelo Branco
  • Escola Básica de Afonso de Paiva
  • Escola Básica Cidade de Castelo Branco
  • Escola Básica Prof. Dr. António Sena Faria de Vasconcelos
  • Escola Básica Integrada de São Vicente da Beira
 
Escola Secundário Nuno Álvares

Ensino secundárioEditar

  • Escola Secundária com 3º ciclo do ensino básico de Amato Lusitano
  • Escola Secundária com 3º ciclo do ensino básico de Nuno Álvares
  • Escola Básica e Secundária de Alcains

Ensino profissionalEditar

  • ETEPA - Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense
  • Escola Profissional Agostinho Roseta - Pólo de Castelo Branco
 
Escola Superior de Educação

Ensino superiorEditar

A este nível, a cidade conta com o Instituto Politécnico de Castelo Branco, do qual fazem parte a Escola Superior Agrária, a Escola Superior de Educação, a Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias, a Escola Superior de Artes Aplicadas, e a Escola Superior de Tecnologia. Para além dessas, também faz parte do Instituto Politécnico a Escola Superior de Gestão, que se localiza em Idanha-a-Nova.

OutrosEditar

  • Conservatório Regional de Castelo Branco
  • Centro de Formação Profissional de Castelo Branco
  • USALBI - Universidade Sénior Albicastrense
  • AEBB - Associação Empresarial da Beira Baixa
 
Entrada principal do Estádio Vale do Romeiro

DesportoEditar

O Sport Benfica e Castelo Branco é o clube mais emblemático da cidade. Atualmente disputa o Campeonato de Portugal mas já marcou presença na Liga de Honra, tendo estado muito perto de subir ao escalão máximo do futebol português. Foi fundado em 1924 e disputa os seus jogos no Estádio Municipal Vale do Romeiro, com lotação para 15000 pessoas. Existem também o Desportivo de Castelo Branco e a Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo, que se dedicam apenas aos escalões mais jovens.

A Associação Recreativa do Bairro da Boa Esperança, criada em 1976, é uma equipa de futsal que compete na IIª Divisão Nacional da modalidade contando também com uma academia para as camadas jovens. No futsal feminino há o Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Castelo Branco, que compete no Campeonato Distrital da modalidade.

Em termos de andebol masculino, a cidade é representada pela A.D.A. (Associação Desportiva Albicastrense), criada a 29 de Março de 1979 e que compete na 2ª Divisão Nacional. Também a Casa do Benfica em Castelo Branco tem uma equipa de andebol feminino que compete na 2ª Divisão Nacional da sua categoria.

No basquetebol a cidade é representada pelo A.B.A. (Associação de Basquetebol Albicastrense), o clube foi fundado em 2006 e tem como principal objectivo a formação dos escalões mais jovens[15], possuindo também uma equipa sénior que disputa a 2ª Divisão Nacional.

Existem ainda as equipas do IPCB, que competem em diversas modalidades desportivas nas provas de desporto universitário.

 
Vista exterior do Pavilhão Municipal

Espaços desportivosEditar

  • Estádio Municipal Vale do Romeiro
  • Estádio da Escola Superior Agrária
  • Campo n.º 1 da Zona de lazer
  • Campo n.º 2 da Zona de lazer
  • Campo n.º 3 da Zona de lazer
  • Complexo Desportivo do Bairro do Valongo
  • Pavilhão Municipal de Castelo Branco
  • Pavilhão Municipal da Boa Esperança
  • Pavilhão da Escola Afonso de Paiva
  • Pavilhão da Escola Superior de Educação
  • Pavilhão da Escola Faria de Vasconcelos
  • Pavilhão da Escola João Roiz
  • Pavilhão da Escola Cidade de Castelo Branco
  • Campos de Ténis do Albi Sport Clube
  • Campos de Ténis do Hotel Colina do Castelo
  • Campo de Ténis da Quinta Dr. Beirão
  • Campo de Ténis do Albi Sport Clube
  • Piscina do Centro Social Padres Redentoristas
  • Piscinas Municipais de Castelo Branco
  • Tanque de aprendizagem
  • Piscina do Hotel Colina do Castelo
  • Eurocircuito de Autocross
  • Pista de Kartcross
  • Pista de Ralicross

Comunicação SocialEditar

JornaisEditar

Existem três jornais, todos semanários, que servem a cidade. E também alguns órgãos de informação de notícias online:

Meios DigitaisEditar

  • Diário Digital de Castelo Branco
  • Beiranews

RádiosEditar

As rádios regionais são:

TelevisãoEditar

  • Beira Baixa TV - Canal online que publica reportagens e vídeos em direto através da plataforma Facebook.

Organização política e administrativaEditar

Localmente, Castelo Branco possui um executivo na Câmara Municipal, um órgão legislativo na Assembleia Municipal e ainda uma Junta de Freguesia para a cidade. O Governo Civil de Castelo Branco existiu ate 2011, tendo sido extinto junto com os seus homólogos nacionais. Castelo Branco integra a Comunidade Inter-Municipal do Interior Sul (CIMBIS), uma proto-organização regional de poder local.

Castelo Branco integra ainda a macro-região de Turismo do Centro.

O actual presidente da Câmara Municipal é Leopoldo Rodrigues, que foi eleito em 2021 pelo Partido Socialista.

FreguesiasEditar

 
Mapa das freguesias de Castelo Branco.

O município de Castelo Branco está dividido em 19 freguesias.


Freguesia População (2021) População (% do município) Densidade Populacional (hab/km2)
Castelo Branco 34 456 65,92 202,4
Alcains 4 611 8,82 24,8
Cebolais de Cima e Retaxo 1 609 3,08 64,1
Escalos de Cima e Lousa 1 259 2,41 24,6
Escalos de Baixo e Mata 1 038 1,99 14,8
Sarzedas 1 017 1,95 5,9
São Vicente da Beira 958 1,83 9,6
Lardosa 887 1,70 19,9
Póvoa de Rio de Moinhos e Cafede 861 1,65 21
Salgueiro do Campo 777 1,49 25,6
Freixial e Juncal do Campo 668 1,28 16,4
Benquerenças 638 1,22 10,5
Ninho do Açor e Sobral do Campo 621 1,19 14,5
Santo André das Tojeiras 588 1,12 7,9
Louriçal do Campo 556 1,06 24,9
Tinalhas 516 0,99 31,9
Almaceda 511 0,98 7,1
Malpica do Tejo 382 0,73 1,6
Monforte da Beira 319 0,61 2,7

GeminaçõesEditar

A cidade de Castelo Branco está geminada com as seguintes cidades:[17]

A cidade de Castelo Branco, juntamente com Cáceres, Plasência e Portalegre, fazem parte do Triurbir, uma organização de cidades parceiras.[18]

Bairros e UrbanizaçõesEditar

  • Bairro da Boa Esperança
  • Bairro do Cansado
  • Bairro da Carapalha
  • Bairro da Horta D'Alva
  • Bairro de Nossa Senhora do Valongo
  • Bairro de Santiago
  • Bairro do Ribeiro das Perdizes
  • Urbanização da Cruz do Montalvão
  • Urbanização Granja Park
  • Urbanização Quinta da Granja
  • Urbanização Quinta das Violetas
  • Urbanização Quinta do Amieiro
  • Urbanização Quinta Doutor Beirão
  • Urbanização Quinta Pires Marques

PolíticaEditar

Eleições autárquicasEditar

Data % V % V % V % V % V % V % V % V % V % V % V % V % V % V Participação
PS PPD/PSD CDS-PP FEPU/APU/CDU PS/UEDS PCTP/MRPP BE PPM IND AD PRD PSD-CDS CH MPT
1976 43,31 4 25,59 2 11,82 1 8,45 - 2,70 -
60,64 / 100,00
1979 32,21 2 AD AD 10,74 1 1,89 - AD 51,59 4
71,06 / 100,00
1982 PS/UEDS 11,34 1 24,24 2 2,19 - 59,78 4
68,43 / 100,00
1985 13,86 1 53,75 5 4,58 - 7,15 - 16,49 1
64,88 / 100,00
1989 38,30 3 45,44 4 3,93 - 4,21 - 3,69 -
63,36 / 100,00
1993 38,43 3 46,08 4 5,44 - 5,23 -
63,22 / 100,00
1997 65,25 7 22,88 2 3,30 - 4,00 -
63,58 / 100,00
2001 70,70 6 CDS-PP PPD/PSD 2,86 - 1,33 - 21,36 1
62,75 / 100,00
2005 68,67 6 19,03 1 1,91 - 3,48 - 2,39 - 0,28 -
60,08 / 100,00
2009 69,90 8 16,99 1 3,91 - 3,40 - 2,78 -
55,91 / 100,00
2013 61,87 7 20,00 2 2,99 - 5,24 - 2,55 -
50,71 / 100,00
2017 58,75 5 23,28 2 3,35 - 4,53 - 4,47 -
53,50 / 100,00
2021 35,95 3 AD AD 2,16 - 1,63 - AD 31,65[19] 3 11,47 1 7,18 - 5,88 -
56,35 / 100,00

Eleições legislativasEditar

Data %
PS PSD CDS PCP UDP AD APU/

CDU

FRS PRD PSN B.E. PAN PàF L CH IL
1976 38,86 23,81 17,09 6,24 0,79
1979 27,62 AD AD APU 1,78 50,09 11,95
1980 FRS 0,56 51,13 9,77 31,67
1983 39,42 32,49 10,58 0,51 10,53
1985 16,28 31,31 6,83 0,86 7,37 32,61
1987 21,65 54,45 3,85 CDU 0,60 5,29 8,29
1991 35,22 49,45 3,75 3,32 1,17 2,98
1995 57,17 27,76 8,65 0,54 2,74
1999 55,75 28,18 6,70 4,17 1,68
2002 49,80 34,58 7,11 2,87 1,93
2005 58,81 23,68 4,84 3,33 4,82
2009 39,12 28,64 8,76 4,88 11,58
2011 32,47 38,05 10,76 4,52 5,46 0,78
2015 40,79 PàF PàF 5,01 10,47 1,05 33,69 0,50
2019 40,10 26,04 3,02 4,28 11,54 3,10 0,97 1,82 0,71

Grupos musicais oriundos de Castelo BrancoEditar

  • Norton — grupo indie rock no activo desde 2002 com vários discos editados e digressões por toda a Europa e Japão.
  • Musicalbi — grupo que cruza ambientes musicais portugueses com celtas, galegos e árabes.
  • O Homem da Carabina — grupo de rock instrumental, formado em 2012.
  • Sintonizados — grupo que explora diversos estilos de música, concentrando-se mais no estilo folk rock.
  • Thirdsphere — banda de metalcore fundada em 2008, que conta já com centenas de concertos em Portugal e no estrangeiro.
  • Ventos da Líria — grupo que interpreta temas tradicionais celtas passando também pelo folk e Músicas do Mundo.
  • Duo Musical Artur e Márcia- Fundado em 1997, duo de música popular portuguesa, correndo o pais e estrangeiro, com 5 trabalhos editados em CD

Albicastrenses ilustresEditar

 Ver também a categoria: Naturais de Castelo Branco
 
Estátua a Amato Lusitano, no centro da cidade.

Ver tambémEditar

ReferênciasEditar

  1. INE (2013). Anuário Estatístico da Região Centro 2012 (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 33. ISBN 978-989-25-0217-5. ISSN 0872-5055. Consultado em 5 de maio de 2014 
  2. Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013» (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2013 
  3. a b INE (2012). Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Centro (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 119. ISBN 978-989-25-0184-0. ISSN 0872-6493. Consultado em 27 de julho de 2013 
  4. INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_CENTRO". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27 de julho de 2013. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2014 
  5. Assembleia da República. «Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro (Reorganização administrativa do território das freguesias)» (pdf). Diário da República eletrónico. Consultado em 19 de Julho de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 6 de Janeiro de 2014 
  6. «Estudo da DECO diz que Viseu é a melhor cidade para viver em Portugal». 2007 
  7. «As 25 melhores cidades para viver em Portugal (link para documento no texto)». NIT. 4 de abril de 2017. Consultado em 28 de maio de 2017 
  8. «Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Cidade de Castelo Branco". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 15 de dezembro de 2020 
  9. INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  10. «Médicos não querem ir para Castelo Branco, Covilhã e Guarda». 25 de agosto de 2016 
  11. De Castelo Branco, Câmara Municipal. «Cultura Contemporânea no Centro». Município de Castelo Branco. Consultado em 29 de setembro de 2021 
  12. Lista de bandas filarmónica no Distrito de Castelo Branco
  13. António Lopes Pires Nunes, Castelo Branco, uma cidade templária
  14. Castelo Branco, um município de referência na indústria do frio
  15. «Basquetebol: ABA é forte nos lançamentos». www.reconquista.pt. Consultado em 12 de abril de 2017 
  16. «Rádio Juventude (101,8 MHz Castelo Branco) na iminência de perder o alvará!«
  17. «Associação Nacional dos Municípios Portugueses». www.anmp.pt. Consultado em 28 de março de 2017 
  18. «Triurbir». www.triurbir.net. Consultado em 28 de março de 2017 
  19. Lusa, Agência. «Autárquicas. Antigo presidente Luís Correia recandidata-se como independente em Castelo Branco». Observador. Consultado em 19 de outubro de 2021 

Ligações externasEditar

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