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Partido Trabalhista Português

Disambig grey.svg Nota: Para o partido extinto, veja Partido Trabalhista (Portugal). Para outros usos de Partido Trabalhista, veja Partido Trabalhista.

O Partido Trabalhista Português (PTP), é um partido político português de Centro-esquerda.[1]

Partido Trabalhista Português
Presidente Amândio Madaleno
Secretário Joana Amaral Dias (Secretária-Geral)
Fundação 1 de julho de 2009
Sede  Portugal
R. Portas Santo Antão, 117, 2º Dto.
1150-266 Lisboa
Ideologia Socialismo democrático
Social-democracia
Trabalhismo
Espectro político Centro-esquerda a Esquerda
Assembleia da República
0 / 230
Parlamento Europeu
0 / 21
Assembleia Legislativa da Madeira
1 / 47
Assembleia Legislativa dos Açores
0 / 57
Presidentes de Câmaras Municipais
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0 / 308
Vereadores Municipais
0 / 2 086
Cores Carmesim, azul
Página oficial
www.partidotrabalhista.com

Foi aprovado pelo Tribunal Constitucional de Portugal em 1 de julho de 2009[2] após o requerimento submetido a 16 de junho de 2009.

Existiram anteriormente pelos menos três partidos com denominações semelhantes: o Partido Trabalhista (1947), organização clandestina que tinha como secretário-geral o advogado Castanheira Lobo[3]; o Partido Trabalhista Democrático Português (PTDP), anunciado em 3 de maio de 1974, o qual não se chegou a legalizar[4]; e o Partido Trabalhista, fundado em 1979[5][6], todos entretanto extintos.

No dia 16 de Junho de 2009, pelas 10:30h, deu entrada no Tribunal Constitucional o requerimento, devidamente instruído da constituição do PTP - Partido Trabalhista Português.[7]

O Manifesto que presidiu à constituição do PTP, radica nas exigências formuladas por inúmeros cidadãos eleitores relativas ao estado da Justiça, Segurança, Emprego, Ensino, Saúde, etc., sendo evidente que as políticas recentes não têm dado a satisfação esperada, adequada e bastante a tais reivindicações.

Trata-se de um partido que se posiciona no Centro Esquerda, renovador, que num clima de tolerância aposta no diálogo construtivo, não alinhado em percursos fracturantes da sociedade.

Segundo o site do Tribunal Constitucional, no dia 1 de Julho de 2009 o Partido Trabalhista Português foi reconhecido como partido político em Portugal. [8]

Segundo o tribunal, depois de analisados os estatutos, manifesto e declaração de princípios "não resulta que o partido tenha índole ou âmbito regional" e não se indicia que os seus estatutos não respeitem a proibição de "partidos políticos armados, de tipo militar, militarizados ou paramilitares, partidos racistas ou que perfilhem ideologia fascista"[9].

Em Março de 2011 José Manuel Coelho e João Paulo Gomes aderem ao PTP [10].

Em 2015, o PTP concorre às eleições legislativas coligado com o MAS e com o PDA sob a chancela do movimento AGIR, levando Joana Amaral Dias ao cargo de secretária-geral do partido.

Índice

DeputadosEditar

Nota: Os deputados cujos nomes estão sublinhados encontram-se em funções.

Assembleia Legislativa da Região Autónoma da MadeiraEditar

XII Legislatura (2015 - presente)Editar

XI Legislatura (2011-2015)Editar

Resultados EleitoraisEditar

Eleições legislativasEditar

Data Líder Votos % +/- Deputados +/- Status Notas
2009 Amândio Madaleno 4 974 0,1 (14.º)
0 / 230
Extra-parlamentar
2011 Amândio Madaleno 16 895 0,3 (11.º)  0,2
0 / 230
Extra-parlamentar
2015 Joana Amaral Dias 20 749 0,4 (13.º)
0 / 230
Extra-parlamentar Coligação AGIR
José Manuel Coelho 1 748 0,0 (20.º)
0 / 230
Concorreu sozinho no círculo da Madeira

Eleições europeiasEditar

Data Cabeça de Lista Votos % +/- Deputados +/-
2009 Não concorreu
2014 José Manuel Coelho 22 542 0,7 (10.º)
0 / 21

Eleições autárquicasEditar

(Resultado que excluem os resultados de coligações envolvendo o partido)

Data Votos % +/- Presidentes CM +/- Vereadores +/-
2009 732 0,0 (15.º)
0 / 308
0 / 2 078
2013 8 552 0,2 (13.º)  0,2
0 / 308
0 / 2 086

Eleições regionaisEditar