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Pastel (culinária)

Alimento de massa
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Pastel feito em São Paulo

Pastel é um alimento composto por uma massa à base de farinha a que se dá a forma de um envelope, se recheia e depois se frita por imersão em óleo fervente. Originário da culinária brasileira, e de origem paulista, o pastel um dos alimentos mais frequentemente encontrados em carrinhos de rua e centros de comércio popular do Brasil, Portugal e também populares no resto do mundo[1].[2]

CaracterísticasEditar

Os pasteis são geralmente pequenos, ao contrário das tortas e empadões, e podem ser doces, ou salgados, como os pasteis de carne, queijo, dentre outros.

Também são típicos e célebres em Portugal há séculos com tradição em sua maioria em conventos e mosteiros, e entre os mais famosos estão os pastéis de nata, os Pastéis de Chaves e os Pastéis de Santa Clara.

RecheiosEditar

Existem variações no recheio do pastel, como o pastel de bacalhau e o pastel de massa tenra, com carne moída. Entre os recheios doces contam-se chocolate, banana, e goiabada com queijo (romeu e julieta).

História do pastel no BrasilEditar

O pastel, como hoje conhecemos no Brasil, se originou na década de 1940 por meio dos descendentes de imigrantes japoneses em Santos, no Estado de São Paulo como uma adaptação dos rolinhos-primavera e dos guiozas da culinária chinesa e da culinária japonesa[3], que adaptaram a receita original dos rolinhos-primavera aos ingredientes que tinham disponíveis no Brasil, substituindo ingredientes como o sakê por cachaça. Segundo relatam algumas versões, os imigrantes japoneses, durante a Segunda Guerra Mundial, difundiram o prato, abrindo pastelarias no intuito de se passarem por chineses para se livrarem da discriminação que havia na época em razão da guerra.[4]

A receita rapidamente se espalhou por São Paulo e depois pelo resto do país, sendo ainda na década de 1940, um dos alimentos mais consumidos no Estado de São Paulo, sendo vendido tanto em feiras livres quanto em pastelarias. Na década de 1950, o costume de comer pastéis chega ao Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. [5][ligação inativa]

Na década de 1960, o costume espalha-se para o sul do país, sendo em 1962 fundada a primeira pastelaria da cidade de Maringá, espalhando-se o costume para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina durante a década de 1970, quando se cria a primeira pastelaria de Blumenau[6][ligação inativa]

Ver tambémEditar

Referências

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