Pride (2014)

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Pride (bra: Orgulho e Esperança[1]; prt: Orgulho[2]) é um filme de comédia dramática britânico de 2014, dirigido por Matthew Warchus, com roteiro de Stephen Beresford[1] baseado em eventos reais da greve dos mineiros britânicos em 1984, quando um grupo de ativistas LGBT arrecadaram dinheiro para ajudar as famílias.

Pride
Reino Unido • França
Direção Matthew Warchus
Produção David Livingstone
Roteiro Stephen Beresford
Elenco Jack Baggs
Jessica Gunning
Jordan Metcalfe
Joseph Gilgun
Joshua Hill
Julie Barclay
Karina Fernandez
Kyle Rees
Rhodri Meilir
Sophie Evans
Andrew Scott
Ben Schnetzer
Bill Nighy
Chris Overton
Dominic West
Faye Marsay
Freddie Fox
George MacKay
Imelda Staunton
Jessie Cave
Liz White
Monica Dolan
Paddy Considine
Russell Tovey
Gênero comédia cinematográficadrama • cinema LGBT
Companhia(s)
produtora(s)
BBC Film
Distribuição Pathé Distribution, Mozinet, Netflix, FandangoNow
Lançamento 12 de setembro de 2014, 30 de outubro de 2014, 19 de maio de 2014, 17 de setembro de 2014, 26 de setembro de 2014, 19 de outubro de 2014, 1 de janeiro de 2015
Duração 120 ±1 minuto
Prêmios recebidos BIFA Award for Best British Independent Film
BIFA Award for Best Supporting Actor
BIFA Award for Best Supporting Actress
BAFTA de melhor estreia de roteirista
Queer Palm

Foi exibido como parte da seção Quinzena dos Realizadores do Festival de Cinema de Cannes de 2014, onde ganhou o prêmio Queer Palm.

Prêmios e indicaçõesEditar

Prêmio Categoria Recipiente Resultado
BAFTA 2015 Melhor filme britânico Matthew Warchus, David Livingstone, Stephen Beresford Indicado[3]
Melhor estreia de roteirista, diretor ou produtor - UK Stephen Beresford, David Livingstone Venceu[3]
Melhor atriz coadjuvante Imelda Staunton Indicado[3]
Globo de Ouro 2015 Melhor filme - comédia ou musical Matthew Warchus, David Livingstone, Stephen Beresford Indicado[4]

ElencoEditar

Membros do LGSM

Membros do Grupo de Apoio Feminino

  • Imelda Staunton como Hefina Headon, membro do comitê de greve
  • Jessica Gunning como Siân James, esposa de Martin
  • Liz White como Margaret Donovan, membro do comitê de greve e esposa de Dai
  • Nia Gwynne como Gail Pritchard, esposa de Alan
  • Menna Trussler como Gwen, viúva de William, que era um mineiro
  • Lisa Palfrey como Maureen Barry, viúva e cunhada de Cliff que é contra o apoio do LGSM

Outros personagens

  • Bill Nighy como Cliff Barry, líder do sindicato
  • Paddy Considine como David (Dai) Donovan, um líder do sindicato e membro do comitê de greve
  • Rhodri Meilir como Martin James, líder do sindicato
  • Sophie Evans como Debbie Thomas.
  • Karina Fernandez como Stella, integrante do LGSM que fundou o grupo Lesbians Against Pit Closures .
  • Jessie Cave como Zoe, namorada de Stella
  • Monica Dolan como Marion Cooper, a mãe de Bromley
  • Matthew Flynn como Tony Cooper, o pai de Bromley
  • Olwen Medi como a mãe de Gethin
  • Kyle Rees como Carl Evans
  • Jack Baggs como Gary, amigo de Carl
  • Jams Thomas como o líder sindical dos mineiros
  • Deddie Davies como a velha no Bingo
  • Russell Tovey como Tim, aparente ex-amante de Mark

LançamentoEditar

Lançamento no cinemaEditar

Pride estreou no Festival de Cinema de Cannes de 2014, onde foi aplaudido de pé e ganhou o prêmio Queer Palm.[5] O filme também foi exibido no Festival Internacional de Cinema de Toronto, com o Washington Post relatando que o Pride era "extremamente popular com o público de pré-estréias e festivais".[6] Foi lançado nos cinemas de todo o Reino Unido em 12 de setembro de 2014.[7] Na França, o filme foi lançado em 17 de setembro. A CBS Films adquiriu os direitos de distribuição do filme nos Estados Unidos.[8]

ControvérsiasEditar

No Reino Unido, o filme recebeu uma classificação indicativa 15 do British Board of Film Classification por "linguagem forte ocasional" e duas cenas de natureza sexual. A MPAA deu ao filme uma classificação R, ou seja, proibido para menores nos Estados Unidos. O jornal The Independent publicou um artigo chamando a classificação da MPAA de "draconiana".[9] alegando que foi aplicada especificamente devido ao conteúdo gay.

Reposta críticaEditar

Pride foi recebido com aclamação positiva. O Rotten Tomatoes relata que 92% dos críticos deram ao filme uma avaliação positiva; com base em uma amostra de 127 reviews, com uma pontuação média de 7,6/10. O consenso do site diz: "Sério sem ser didático e edificante sem se rebaixar ao sentimentalismo, Pride é um prazer para agradar ao público que realmente funciona".[10] O Metacritic deu ao filme uma pontuação agregada de 79/100 com base em 36 críticas, indicando "críticas geralmente favoráveis".[11]

Referências

  1. a b «Orgulho e Esperança». Brasil: CinePlayers. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  2. «Orgulho». Portugal: SapoMag. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  3. a b c «BAFTA|Film in 2015». BAFTA Awards Database. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  4. «Winners & Nominees 2015». GoldenGlobes.com. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  5. Roddick, Nick (27 de maio de 2014). «Pride - Cannes Film Festival - film review». London Evening Standard. Consultado em 10 de setembro de 2020 
  6. Hornaday, Ann (12 de setembro de 2014). «Gay activists and miners on strike: an unlikely pair in film festival favorite 'Pride'». The Washington Post. Consultado em 10 de setembro de 2020 
  7. Calhoun, Dave (9 de julho de 2014). «Pride». Time Out 
  8. Vlessing, Etan (7 de setembro de 2014). «Toronto: Bill Nighy Blasts Margaret Thatcher for Bashing Gays, Trade Unions». The Hollywood Reporter 
  9. Burrell, Ian (30 de setembro de 2014). «Pride: Are US film censors pandering to homophobia?». The Independent. Independent Print Limited. Consultado em 10 de setembro de 2020 
  10. Pride (2014) no Rotten Tomatoes
  11. «Pride» (em inglês). no Metacritic 
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