Queixada

espécie de mamífero
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A queixada (nome científico: Tayassu pecari), também chamado de queixada-ruiva, queixo-ruivo, canela-ruiva, sabucu, tacuité, taiaçu, tajaçu, tanhaçu, tanhocati, taguicati, tiririca, porco-do-mato, pecari, é uma mamífero artiodáctilo (artiodactyla) da família dos taiaçuídeos (Tayassuidae) e gênero Tayassu. Outrora, tal gênero também incluía o caititu (Pecari tajacu).

Como ler uma infocaixa de taxonomiaQueixada
Espécime avistado em 2008
Espécime avistado em 2008
Fêmea com seu filhote
Fêmea com seu filhote
Estado de conservação
Espécie vulnerável
Vulnerável (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Animal
Filo: Cordados
Classe: Mamíferos
Ordem: Artiodáctilos
Família: Taiaçuídeos
Género: Tayassu
(Fischer, 1814)
Espécie: Tayassu pecari
Nome binomial
Tayassu pecari
(Link, 1795)
Distribuição geográfica
Distribuição da queixada
Distribuição da queixada
Subespécies
ver texto
Sinónimos
  • Dicotyles Cuvier, 1817
  • Olidosus Merriam, 1901
  • Sus pecari Link, 1795
  • Sus albirostris Illiger, 1815
  • Dicotyles labiatus Cuvier, 1817

EtimologiaEditar

Queixada refere-se ao seu costume de bater fortemente o queixo, quando acuado.[2] Porco deriva do termo latino porcus.[3] Sabacu, savacu ou sabucu, segundo Antenor Nascentes, vêm do tupi-guarani sawa'cu.[4] Taguicati,[5] tanhocati,[6] tanhaçu,[7] tajaçu[8] e taiaçu advêm do tupi, mas a etimologia é confusa.[9] Segundo o Dicionário Histórico das Palavras Portuguesas de Origem Tupi (DHPT), originaram-se em taya'su, que tem o sentido duplo de "porco do mato" e "variedade de mandioca". Antenor Nascentes, por sua vez, derivou o termo de tãi wa'su ("dente grande", de ãya, "dente", e gwa'su, "grande"). Taiaçu, por sua vez, é uma forma aferética de arataiaçu. Foi registrada a primeira vez como teygasu dattu num livro alemão de 1557 de Hans Staden, depois como teasu em 1618, taiassú e taititu em 1777.[10] Tacuité tem provável origem indígena, mas sua etimologia é desconhecida.[11] Pecari advém do espanhol pécari ou pecarí (1681), que por sua vez é um empréstimo de um dialeto do Panamá para referir a uma espécie de cedro silvestre.[12]

Taxonomia e evoluçãoEditar

A queixada foi descrita pela primeira vez como Sus pecari por Johann Heinrich Friedrich Link, em 1795.[13] Johann Fischer von Waldheim, em 1814, descreveu o gênero Tayassu, que também incluía o caititu (Pecari tajacu), e atualmente só compreende a queixada.[14]

Estudos morfológicos dividiram a queixada em 5 subespécies, entretanto, tal divisão não é corroborada por estudos genéticos:[14]

Distribuição geográfica e habitatEditar

As queixadas assim como outras espécies que apresentam uma grande distribuição em locais variados e são bastantes afetados, com essa diversidade de regiões faz com que o contato das queixadas e o ambiente gere diferentes consequências em diferentes graus de ameaça ao longo do local ocupado (principalmente no território brasileiro). Avaliar estas espécies como unidades para todo o país pode resultar em excesso de otimismo em relação a seu estado de conservação, baseado em grandes populações remanescentes nos biomas ainda menos degradados. Uma avaliação desse tipo pode dificultar a ação de políticas especificas. Para essa espécie em ecossistemas que as mesmas despertam alarme quanto às suas condições de conservação, por outro lado, mascarar a possibilidade de que as populações ainda saudáveis não estão livres de sofrer o mesmo destino daquelas em ambientes mais impactados, a intensificação das atuais pressões sobre biomas ainda bastante conservados, como o Pantanal e a Amazônia.[20]

As queixadas assim como outros grupos de animais que vivem em bandos está sujeito a extinção nas localidades, apenas no estado da Amazônia o índice é consideradamente menos preocupante pois o bioma é extenso e tem uma grande diversidade de vegetação e assim faz com que as proporções de conservação aumente, já em locais com menos diversidade de alimentos como a caatinga é colocado o índice como preocupante, pois a o risco da espécie pode se tornar ameaçada ou futuramente ser colocado em uma categoria de extinção caso continue nas mesmas situações atuais.[20]

Em alguns biomas brasileiros essas são as categorias que a espécie se encontra: Mata Atlântica (criticamente em perigo), pois as populações de queixadas só foram encontradas em apenas 31% dos remanescentes; Cerrado (em perigo), pois a uma grande perca de vegetação e assim a probabilidade de sobrevivência é reduzida; Pantanal (quase ameaçada), a estudos que apontam a possibilidade de perca de habitat; Caatinga (vulnerável),  pelo bioma ser considerado o limite do nordeste e levar a grandes períodos de estiagem; Amazônia (menos preocupante), o estado da Amazônia é uma área de distribuição de grande extensão, gerando possibilidades para que a espécie se mantenha sem riscos que possa ocasionar em sua extinção. O principal meio que pode ameaçar a vida das queixadas nesse bioma é a caça frequente, onde resulta em desgastes nos bandos de queixadas, a captura e eliminação da espécie acontecem em grandes áreas, dificultando assim a permanência. O maior fator é a coesão social, que deixa as queixadas mais vulneráveis e assim aumenta o contato com humanos.[20]

Possui ampla distribuição geográfica, ocorrendo desde Veracruz e Oaxaca no México, até a província de Entre Ríos, na Argentina, ocorrendo também na costa do Equador em Esmeraldas e Pichincha.[21] Inicialmente, ocorria por todo o Brasil, mas dado ser uma espécie que exige amplos territórios e é muito sensível à caça, provavelmente já está extinta em alguns locais, como nos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.[20] Provavelmente, também está extinto em El Salvador, e apesar de ter sido introduzido em Cuba, em 1930, também não se tem registro da espécie na ilha há muito tempo.[1]

CaracterísticasEditar

 
Desenho de 1879-82

A queixada vive até os 13 anos e pode dar à luz dois filhotes de cada vez. O comprimento da cabeça e do corpo varia de 90–139 centímetros, a altura do ombro está entre 40 e 60 centímetros, o comprimento da cauda é de três a seis centímetros, e o peso adulto é de 25–40 quilos.[22] Sua cor é geralmente marrom ou preta. A pelagem é eriçada e tem pelos que correm ao longo da coluna vertebral, crescendo mais longos do que os que correm pelo corpo, formando uma crista, que sobe quando a queixada fica excitada. Tem corpo redondo com focinho comprido que termina em disco circular onde começa a cavidade nasal. Possui manchas brancas que começam abaixo do focinho e vão até a área da bochecha, logo abaixo dos olhos.[23]

De hábitos diurnos e terrestres, alimentam-se de frutos, sementes, raízes, larvas de insetos e minhocas. Seus principais predadores em áreas não impactadas pelos humanos são a onça-pintada (Panthera onca) e a onça-parda (Puma concolor). São animais cujo períodos mais ativos são durante a parte da manhã e ao final da tarde, também podem ocupar uma grande área, isso varia do local onde se encontram, dependendo da localidade podem ocupar uma área de mais de 200 km². Esse animal tem um comportamento muito agressivo, principalmente, onde não a presença humana. As queixadas são consideradas frutívoras, porém dependendo da disponibilidade de alimento também podem se alimentar de seres invertebrados, fungos e peixes. Por se alimentarem basicamente de frutas as queixadas também são conhecidas pela dispersão de sementes no meio em que vivem, através das fezes. a gestação da queixada leva em média 250 dias, o filhote apresenta o seu pelo em um tom avermelhado, com uma listra escura na região dorsal.[20]

A queixada é considerada o maior e mais violento porco selvagem sul-americano. As queixadas vivem em grandes grupos entre 50 e 300 indivíduos, esses grupos são compostos por machos e fêmeas de todas as idades, variando do local em que se encontram, na maioria das vezes a quantidade de queixadas em um local especifico é variado, pela disponibilidade de alimento, em habitats ricos é possível encontrar um maior grupo de queixadas, na maioria das vezes as queixadas se protegem em grupo, o seu habitat de maior desempenho são as florestas tropicais úmidas.[20]

As queixadas são animais territoriais, e assim como todo animal territorial eles o defendem, ao contrario de outros porcos  selvagens que marcam o território por meio das glândulas de cheiro em diversos locais onde defecam, as queixadas são consideradas animais nômades e portanto assim não apresentam e não exibem comportamentos iguais. Para manter a defesa de território, outros porcos selvagens acabam fugindo quando um predador está presente, após o tempo de ataque os porcos se reúnem novamente e continuam suas atividades novamente, já as queixadas quando um bando é atacado, todos os componentes do bando se direcionam para a mesma localidade, fazendo desse modo a demarcação de território.[20]

As queixadas indicam um papel importante na manutenção do ambiente, ajudam na disponibilidade de semente em todo o território que percorrem, ao formarem os grupos, viajam longas distâncias, nesse período se alimentam muitas vezes, ao saírem para caça procuram alimentos facilmente alcançáveis, ocasionando assim danos ao ambiente, principalmente em pequenas mudas de árvores, a camada superior do solo fica bastante desgastada por esses animais e assim resulta em um dano que pode ocasionar a morte de mudas, o comportamento das queixadas é puxar e revirar a camada da superfície do solo e fica evidente a passagem do grupo pelo ambiente, isso dificulta, e acaba determinando o futuro de pequenas arvores, essa espécie de porco selvagem consomem uma diversidade enorme de alimentos, dependendo da disponibilidade, a espécie põe fim a vegetações rasteiras. O impacto que é gerado a partir de um grupo de queixadas pode comprometer a permanência de uma espécie de árvore em um local, assim como uma planta é prejudicada, o bioma também pode ser comprometido.[24]

ComunicaçãoEditar

 
Interação entre dois indivíduos

As queixadas são animais que vivem principalmente em ambientes densos, uma das características de ambientes densos, é a pouca visibilidade, e isto é um obstáculo enfrentado, sendo assim necessitam de alguns tipos de mecanismos diferentes para que a comunicação ocorra eficientemente, a interação facilita a segurança do grupo quando um predador se aproxima.[25]

Os parâmetros de comunicação utilizado pelas queixadas são químicos, olfativos e acústico. Essas comunicações se diferem entre si, da seguinte forma; Comunicação química: essa comunicação envolve as glândulas de cheiro; Comunicação acústica: requer muita atenção dos animais, pois a qualquer sinal emitido de forma diferente pode significar um tipo de risco, á alguns chamados diferentes entre a espécie, um tipo de alarme vocal emitido pelos animais, que é semelhante a outras espécies, como o latido, que é emitido pelos filhotes do bando quando se sentem separados da mãe, ao se alimentarem as queixadas também emitem um grunhido baixo, o som é mantido durante o processo de alimentação, o grunhido mais alto é utilizado quando a indicativos de ameaça ao grupo e soa como um alarme. Normalmente os sons emitidos pelas queixadas são quando o grupo está separado, assim soando sons mais altos, principalmente quando estão em processo de caça a alimentos, o som que emitem quando estão se alimentando geralmente é resultado do contato que o animal faz com os dentes, quando estão se alimentando de um alimento mais duro.[25]

A uma diferenciação entre alguns tipos de grunhidos emitido pelas queixadas, cada tipo tem um significado especifico; Tipo 1: é emitido quando o grupo esta separado, o intuito é se manterem unidos em contato, para evitar que qualquer um dos indivíduos do grupo sejam deixados para ao longo do percurso; Tipo 2: é emitido quando pelo queixada dominante, como forma de aviso e proteção de outros supostos indivíduos; Tipo 3: é emitido quando qualquer individuo é posto em uma situação de perigo, pode ser emitido tanto quando estão sendo atacados e também quando se sentem em situação de perigo, antes de serem realmente atacados, o tipo 3 é um modelo de prevenção a ataques ao grupo. O momento que o grupo se encontra mais exposto é no processo de alimentação.[25]

ConservaçãoEditar

No Brasil, a queixada consta em perigo na Lista de espécies ameaçadas de extinção do Estado do Espírito Santo de 2005;[26] como criticamente em perigo na Lista de Ameaça de Flora e Fauna do Estado do Paraná[27] e na Lista de Ameaça de Flora e Fauna do Estado de Minas Gerais de 2010;[28][28] como criticamente em perigo na Lista de espécies de Flora e Fauna ameaçadas de extinção do Estado de Santa Catarina de 2011;[29] como em perigo na Lista de espécies de flora e de fauna de extinção do estado de São Paulo;[30] como vulnerável na Lista de Ameaça de Flora e Fauna do Estado do Rio Grande do Sul[31][32] e no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) de 2014;[33] como em perigo na Lista do grau de ameaça das espécies de Flora e Fauna do estado da Bahia de 2017;[34] e como vulnerável na Lista Vermelha do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção do ICMBio de 2018.[35][36] A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN / IUCN), em sua Lista Vermelha, classificou a queixada como vulnerável, pois é assumido que está em tendência de declínio populacional devido à perca de habitat. Não há, contudo, estudos acerca do número total de indivíduos da espécie.[1]

Referências

  1. a b c Keuroghlian, A.; Desbiez, A.; Reyna-Hurtado, R.; Altrichter, M.; Beck, H.; Taber, A.; Fragoso, J. M. V. (2013). «White-lipped Peccary - Tayassu pecari». Lista Vermelha da IUCN. União Internacional para Conservação da Natureza (UICN). p. e.T41778A44051115. doi:10.2305/IUCN.UK.2013-1.RLTS.T41778A44051115.en. Consultado em 25 de julho de 2021 
  2. Grande Dicionário Houaiss, verbete queixada
  3. «Porco». Michaelis. Consultado em 25 de julho de 2021 
  4. Grande Dicionário Houaiss, verbete savacu
  5. Grande Dicionário Houaiss, verbete taguicati
  6. Grande Dicionário Houaiss, verbete tanhocati
  7. Grande Dicionário Houaiss, verbete tanhaçu
  8. Grande Dicionário Houaiss, verbete tanhaçu
  9. Ferreira, A. B. H. (1986). Novo Dicionário da Língua Portuguesa 2.ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. p. 1530 
  10. Grande Dicionário Houaiss, verbete taiaçu
  11. Grande Dicionário Houaiss, verbete tacuité
  12. Grande Dicionário Houaiss, verbete pecari
  13. Grubb, P. (2005). «Tayassu pecari». In: Wilson, D. E.; Reeder, D. M. Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore, Marilândia: Imprensa da Universidade Johns Hopkins. p. 644. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  14. a b Taber, A. B.; Altrichler, M.; Beck, H.; Gongora, J. (2011). «Family Tayassuidae (Peccaries)». In: Wilson, D. E.; Mittermeier, R. A. Handbook of the Mammals of the World - Volume 2: Hoofed Mammals. Barcelona: Lynx Edicions. pp. 308–320. ISBN 978-84-96553-77-4 
  15. Grubb, P. (2005). «Tayassu pecari pecari». In: Wilson, D. E.; Reeder, D. M. (eds.). Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore, Marilândia: Imprensa da Universidade Johns Hopkins. p. 644. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  16. Grubb, P. (2005). «Tayassu pecari aequatoris». In: Wilson, D. E.; Reeder, D. M. (eds.). Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore, Marilândia: Imprensa da Universidade Johns Hopkins. p. 644. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  17. Grubb, P. (2005). «Tayassu pecari albirostris». In: Wilson, D. E.; Reeder, D. M. (eds.). Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore, Marilândia: Imprensa da Universidade Johns Hopkins. p. 644. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  18. Grubb, P. (2005). «Tayassu pecari ringens». In: Wilson, D. E.; Reeder, D. M. (eds.). Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore, Marilândia: Imprensa da Universidade Johns Hopkins. p. 644. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  19. Grubb, P. (2005). «Tayassu pecari spiradens». In: Wilson, D. E.; Reeder, D. M. (eds.). Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore, Marilândia: Imprensa da Universidade Johns Hopkins. p. 644. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
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  22. Mayer, J.J.; Wetzel, R.M. (1987). «Tayassu pecari». Mammalian Species. 293 (293): 1–7. JSTOR 3503865. doi:10.2307/3503865 
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  24. Antonik, Melanie M. (7 de dezembro de 2004). «O PAPEL DA QUEIXADA (Tayassu pecari) NA MANUTENÇÃO DA ESTRUTURA DA FLORESTA TROPICAL» (PDF). Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Consultado em 8 de dezembro de 2021 
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  26. «Espécies ameaçadas de extinção no Espírito Santo». Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), Governo do Estado do Espírito Santo. Consultado em 12 de abril de 2022 
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  28. a b «Lista de Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna do Estado de Minas Gerais» (PDF). Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM. 30 de abril de 2010. Consultado em 2 de abril de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 21 de janeiro de 2022 
  29. Lista das Espécies da Fauna Ameaçada de Extinção em Santa Catarina - Relatório Técnico Final. Florianópolis: Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Fundação do Meio Ambiente (FATMA). 2010 
  30. Bressan, Paulo Magalhães; Kierulff, Maria Cecília Martins; Sugleda, Angélica Midori (2009). Fauna Ameaçada de Extinção no Estado de São Paulo - Vertebrados (PDF). São Paulo: Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SIMA - SP), Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Consultado em 2 de maio de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 25 de janeiro de 2022 
  31. de Marques, Ana Alice Biedzicki; Fontana, Carla Suertegaray; Vélez, Eduardo; Bencke, Glayson Ariel; Schneider, Maurício; Reis, Roberto Esser dos (2002). Lista de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção no Rio Grande do Sul - Decreto Nº 41.672, de 11 de junho de 2002 (PDF). Porto Alegre: Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; PANGEA - Associação Ambientalista Internacional; Fundação Zoo-Botânica do Rio Grande do Sul; Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA); Governo do Rio Grande do Sul. Consultado em 2 de abril de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 31 de janeiro de 2022 
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  35. «Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção» (PDF). Brasília: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ministério do Meio Ambiente. 2018. Consultado em 3 de maio de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 3 de maio de 2018 
  36. «Tayassu pecari (Link, 1795)». Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SIBBr). Consultado em 18 de abril de 2022 


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