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Campos Machado

político brasileiro
(Redirecionado de Antônio Campos Machado)
Campos Machado
Deputado estadual por São Paulo
Período 1 de fevereiro de 1991
até atualidade
(9 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nome completo Antônio Carlos Campos Machado
Nascimento 31 de outubro de 1939 (80 anos)
Cerqueira César, SP
Nacionalidade brasileiro
Esposa Marlene Campos Machado
Partido PTB
Profissão Advogado criminalista

Antônio Carlos Campos Machado (Cerqueira César, 31 de outubro de 1939)[1] é um advogado e político brasileiro, deputado estadual de São Paulo pelo Partido Trabalhista Brasileiro.

É presidente do diretório paulista e secretário-geral nacional do partido[2]. Entre os projetos aprovados na Assembleia Legislativa, estão a gratuidade no transporte público estadual para pessoas com mais de 60 anos[3], a lei 15.365/14, que criou o "dia da liberdade religiosa" no estado de São Paulo, entre outras.

BiografiaEditar

Nascido no município de Cerqueira César, no Estado de São Paulo, casou-se com Marlene Campos Machado, também política e presidente nacional do PTB-Mulher[4], e tem três filhos. É advogado criminalista e ingressou na carreira política por meio de Jânio Quadros[5]. Sua primeira legislatura foi iniciada em 1990, eleito como deputado estadual e desde então é sempre corroborado sua fama de excelente orador da Alesp. Campos tem uma frase muito marcante que é a seguinte."A coragem vence o medo" o que inspira muitos jovens em seu início de carreira.

ControvérsiasEditar

Em 2013, Campos Machado propôs a emenda constitucional 01/2013[6], que tinha por objetivo tornar exclusiva atribuição do procurador geral de justiça funções institucionais do Ministério Público, como "zelar pelo efetivo respeito dos poderes públicos" e "promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos"[7], quando a autoridade alvo da reclamação for alguém exercendo função de governador ou vice, secretário de Estado, deputado estadual, membro do Poder Judiciário, membro do Ministério Público, conselheiro do Tribunal de Contas ou prefeito. A proposta foi criticada por tentar reduzir os poderes do Ministério Público e considerada uma forma de mandonismo[8]. O político defendeu sua proposta respondendo em artigo de opinião da Folha de S.Paulo, alegando buscar com ela inibir perseguições pessoais e políticas[9].

Referências

  1. «Políticos do Brasil». Uol. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  2. «Sítio Oficial do Partido Trabalhista brasileiro». Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  3. Valle, Caio do (20 de setembro de 2013). «O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,assembleia-aprova-passe-livre-aos-60,1077032». O Estado de S. Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  4. Nascimento, Gilberto (12 de agosto de 2014). «Conselho evangélico tenta fechar apoio conjunto a candidatos». Brasil Econômico - Último Segundo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  5. «Sítio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo». Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  6. «Emenda constitucional 01/2013». Sítio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  7. «Artigo 129 da Constituição Federal do Brasil». Sítio do Senado Federal. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  8. Livianu, Roberto; Cavalcanti, Felipe (27 de março de 2013). «Mandonismo à Paulista». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014 
  9. Machado, Campos (18 de abril de 2013). «Sobre a distorção da verdade». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de Agosto de 2014