Abrir menu principal

Wikipédia β

Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela de 2017

Gnome globe current event.svg
Este artigo ou seção se refere ou tem relação com um evento atual.
A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. (Editado pela última vez em 30 de agosto de 2017.)

A Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela de 2017 (em espanhol: Asamblea Nacional Constituyente de Venezuela de 2017) é uma convenção constitucional realizada na Venezuela em 2017 para elaborar uma nova Constituição da Venezuela, mas a assembleia também se deu o papel de poder supremo acima de todas as instituições existentes na República.

Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela de 2017
Asamblea Nacional Constituyente de Venezuela de 2017
Tipo
Tipo Assembleia constituinte
Liderança
Estrutura
Membros 545
Sede
Caracas,  Venezuela
Site

Os membros foram eleitos durante as eleições da Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela de 2017.[1][2]

Uma das primeiras decisões da recém-eleita Assembleia Nacional Constituinte foi o afastamento da procuradora-geral, Luisa Ortega Díaz, principal figura do Estado venezuelano crítica do Presidente Nicolás Maduro. Nos dias que precederam o seu afastamento, Ortega Diaz havia denunciado a ilegalidade da constituinte, informando a 3 de Agosto a abertura de uma investigação sobre alegada manipulação das eleições para esta assembleia. No dia seguinte, Maduro acusou-a cúmplice da “insurgência armada” que tem dominado as ruas venezuelanas, referindo-se às manifestações contra o regime. A 4 de Agosto, Ortega Diaz alertou sobre um “cerco” militar por parte das forças venezuelanas, junto do edifício do Ministério Público, em Caracas, publicando imagens aparentemente tiradas de câmaras de segurança, mostrando cerca de trinta guardas nacionais. Imagens semelhantes foram também difundidas pela agência Reuters. Posteriormente, o Partido Socialista Unido da Venezuela informou na rede social Twitter que a destituição da procuradora foi aprovada por “falhas graves no exercício das suas funções”. [3][4]

Referências

  1. «As Venezuela unrest spreads, Maduro presses on with plans to rewrite charter». Reuters (em inglês). 24 de maio de 2017. Consultado em 24 de maio de 2017 
  2. «Venezuelan gov't proposes constitutional assembly election on July 30». EFE (em inglês). 4 de junho de 2017. Consultado em 6 de junho de 2017 
  3. «Assembleia Constituinte afasta procuradora-geral da Venezuela». PÚBLICO. Consultado em 5 de agosto de 2017. rincipal figura do Estado da Venezuela que critica o Presidente Nicolás Maduro e que denunciou nos últimos dias a ilegalidade da constituinte. 
  4. Group, Global Media. «Venezuela - Assembleia Constituinte afasta procuradora-geral». DN. Consultado em 5 de agosto de 2017 
  Este artigo sobre a Venezuela é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.