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Cuphead

vídeojogo de 2017
Cuphead
Produtora(s) StudioMDHR Entertainment
Editora(s) StudioMDHR Entertainment
Distribuidora(s) Microsoft Studios
Diretor(es) Chad Moldenhauer
Jared Moldenhauer
Produtor(es) Marija Moldenhauer
Ryan Moldenhauer
Projetista(s) Jared Moldenhauer
Escritor(es) Evan Skolnick
Programador(es) Eric Billingsley
Kezia Adamo
Tony Coculuzzi
Thomas Pryde
Artista(s) Chad Moldenhauer
Compositor(es) Kristofer Maddigan
Motor Unity
Plataforma(s) Xbox One
Microsoft Windows
Nintendo Switch
Tesla Motors
Lançamento Microsoft Windows, Xbox One
29 de setembro de 2017
Nintendo Switch
18 de abril de 2019
Género(s) Run and gun
Plataforma
Modos de jogo Um jogador
Multijogador

Cuphead é um jogo eletrônico de run and gun e plataforma feito pelos irmãos canadenses Chad e Jared Moldenhauer com o nome de Studio MDHR, desenhado no estilo dos desenhos animados da década de 1930.[1] Como Cuphead, o jogador luta contra uma série de chefes para pagar uma dívida adquirida com o diabo. O jogo foi inspirado em animações década de 1930, como as do Fleischer Studios e procurou manter a obra em qualidades subversivas e surrealistas. Cuphead foi lançado em 29 de setembro de 2017 para Xbox One e Microsoft Windows.[2][3]

HistóriaEditar

Nas ilhas fictícias Inkwell, Cuphead e seu irmão Mugman são dois garotos amantes da diversão que vivem sob o olhar atento de seu avô Elder Kettle. Contra os avisos do ancião, os irmãos entram no Cassino do Diabo e começam a jogar dados . Quando eles vão em uma série de vitórias, o próprio diabo se oferece para aumentar as apostas. Se Cuphead e Mugman puderem ganhar mais uma rodada, eles receberão todo o dinheiro no cassino; se não, o diabo levará suas almas. Cuphead perde no jogo de dados e ele e Mugman imploram por misericórdia. O Diabo faz um acordo com eles: coletar os "contratos de alma" que significam sua posse das almas de seus devedores fugitivos até a meia-noite do dia seguinte, assim ele deixará que Cuphead e Mugman fiquem com suas almas. Eles visitam o Elder Kettle, que lhes dá uma poção que lhes permite disparar rajadas de seus dedos para ajudar em sua busca, mas também os adverte que os devedores podem mudar para coisas diferentes na tentativa de detê-los.

Os irmãos viajam pelas Ilhas Inkwell, lutando contra os moradores que perderam suas almas para o Diabo, a fim de obter seus contratos. Ao entrar na segunda ilha, o Elder Kettle informa sobre "fazer a coisa certa" quando eles se deparam com o Diabo novamente. Uma vez que eles tenham os contratos, eles retornam para o Casino, mas seu gerente, King Dice, bloqueia seu caminho. Ele perdeu uma aposta com o Diabo, presumivelmente sobre se Cuphead e Mugman seriam capazes de completar sua tarefa, e os forçaria a lutar contra seus próprios capangas antes de confrontá-los diretamente. Depois que os irmãos derrotam o Rei Dice, o Diabo exige que eles entreguem os contratos em troca de "se juntar a sua equipe". O que acontece a seguir depende da escolha do jogador. Se o jogador decidir fazê-lo, o Diabo transforma Cuphead e Mugman em seus lacaios demoníacos e o jogo termina. Se o jogador declinar, o Diabo fica furioso com a recusa dos irmãos em honrar o acordo e os enfrenta ele mesmo. Cuphead e Mugman triunfam sobre ele, e queimam os contratos de alma, liberando e devolvendo a alma de todos os devedores, que por sua vez honram os irmãos pela bravura e nobreza de seus atos.

JogabilidadeEditar

Além dos gráficos extremamente detalhistas e fiéis aos velhos cartoons, o jogo chama a atenção pela particularidade,[4] lembrando os jogos de plataforma dos anos 90 em 8 e 16 bit. É possível perceber referências a alguns desses jogos, como Contra, Mega Man X, Gunstar Heroes, Street Fighter III e Thunderforce (quando das fases aéreas).[5] As fases são repletas de inimigos, que atacam das mais diversas formas: saltando em direção ao jogador, caminhando ou atirando projéteis. O jogo também possui fases aéreas, com o personagem pilotando um avião, onde o objetivo é destruir os inimigos atirando projéteis e bombas. Outra referência a jogos vintage está no sistema de navegação entre fases através de um mapa ao estilo Super Mario World e Donkey Kong Country.

MúsicaEditar

Outro fator decisivo na aclamação deste jogo é sua trilha sonora. Composta por Kristofer Maddigan, conta com uma equipe de 42 músicos e aborda essencialmente o jazz. São 56 faixas ao todo, passeando entre temas de jazz tradicional, swing, ragtime, em sua maioria instrumental. Até mesmo o samba-enredo é lembrado, na faixa Floral Fury. A trilha sonora também está disponível separadamente, para download em alta qualidade, além de possuir uma versão em vinil quádruplo de luxo.[6]

Opinião da críticaEditar

Foi bastante elogiado pela sua criatividade,ser viciante,sua trilha sonora,e sua dificuldade. No site Metacritic teve uma avaliação de 87% para a plataforma do Switch,86% na plataforma de Xbox One e 88% para PC.[7][8][9]

Referências

  1. Com visual de desenho animado, "Cuphead" brilha com desafio e criatividade
  2. «Cuphead Team». Studio MDHR. Consultado em 5 de julho de 2017. Cópia arquivada em 5 de julho de 2015 
  3. Osborn, Alex (5 de julho de 2017). «CUPHEAD É EXCLUSIVO DA MICROSOFT E NÃO SERÁ LANÇADO PARA O PS4». IGN. Consultado em 23 de julho de 2017 
  4. Ele derrotou todos os chefes de "Cuphead" sem tomar dano
  5. «FAQ: Cuphead - | Studio MDHR». | Studio MDHR (em inglês) 
  6. «Lançado hoje "Cuphead", o game mais jazzístico que você já viu». www.bluezinada.com.br. Consultado em 29 de setembro de 2017 
  7. «Cuphead». Metacritic (em inglês). Consultado em 16 de setembro de 2019 
  8. «Cuphead». Metacritic (em inglês). Consultado em 16 de setembro de 2019 
  9. «Cuphead». Metacritic (em inglês). Consultado em 16 de setembro de 2019 

Ligações externasEditar