Esperança (Paraíba)

Esperança
  Município do Brasil  
Praça da Cultura
Praça da Cultura
Símbolos
Bandeira de Esperança
Bandeira
Brasão de armas de Esperança
Brasão de armas
Hino
Apelido(s) "Lírio verde da Borborema"
Gentílico esperancense
Localização
Localização de Esperança na Paraíba
Localização de Esperança na Paraíba
Mapa de Esperança
Coordenadas 7° 01' 22" S 35° 51' 36" O
País Brasil
Unidade federativa Paraíba
Região intermediária[1] Campina Grande
Região imediata[1] Campina Grande
Região metropolitana Esperança
Municípios limítrofes Algodão de Jandaíra, Remígio, Montadas, Areial, Alagoa Nova, São Sebastião de Lagoa de Roça e Pocinhos.
Distância até a capital 159 km
História
Fundação 1925 (95 anos)
Aniversário 1 de dezembro
Administração
Prefeito(a) Nobson Pedro de Almeida (PSB, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [2] 165,189 km²
População total (estimativa IBGE/2018[3]) 33 003 hab.
 • Posição PB: 14º
Densidade 199,8 hab./km²
Clima tropical (As)
Altitude 631 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000[4]) 0,632 médio
PIB (IBGE/2013[5]) R$ 221 023 mil
 • Posição PB: 15º
PIB per capita (IBGE/2013[5]) R$ 9 649,83

Esperança é um município brasileiro situado no estado da Paraíba. Integrante da Região Metropolitana de Esperança, sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 33 003[3] habitantes.

HistóriaEditar

Os moradores nativos do território que atualmente constitui o município foram os índios Cariris, da tribo Banabuyê. Apesar da resistência, os portugueses conseguiram expulsá-los. O primeiro colono que tomou posse das terras de Esperança foi o português Marinheiro Barbosa. Sua casa foi construída perto de um reservatório de água (Tanque do Araçá), cuja localidade é hoje conhecida como "Beleza dos Campos", hoje oficialmente bairro.

Possivelmente Marinheiro Barbosa abandonou suas terras. Anos depois chegaram três irmãos, também portugueses: Antônio, Laureano e Francisco Diniz, cujas casas ficavam onde atualmente é a Avenida Manoel Rodrigues, a principal da cidade.

O primeiro nome do povoado foi Banabuyê, por conta da tribo Cariri, da sesmaria datada em 1713 e do nome da fazenda surgida em 1860. Ano em que foi construída a primeira capela, em cujo lugar atualmente se situa a igreja Matriz, pelo primeiro missionário católico a instalar-se na região, o Frei Venâncio. Há uma hipótese de que a construção da capela foi financiada por uma senhora, como voto para eliminar um surto de cólera-morbo. A igreja atual é a ampliação da antiga capela.

Outro nome que a cidade recebeu foi Boa Esperança, em 1872. Em 1908, foi criada a freguesia de Esperança.

Esperança foi emancipada em 1 de dezembro de 1925, desmembrando-se de Alagoa Nova. O primeiro prefeito, por nomeação, foi o senhor Manoel Rodrigues de Oliveira. Teotônio Thertuliano da Costa foi o seu vice-prefeito.

Dois antigos distritos do município se emanciparam politicamente: Areial (em 1961) e Montadas (em 1963). Atualmente, além da sede, Esperança é composta pelos distritos de Massabielle, São Miguel e Pintado, sendo esse último elevado a essa categoria através da Lei Municipal nº 1.271/2008, de 20 de maio de 2008.

GeografiaEditar

O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[6] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.

TransportesEditar

Para se chegar a cidade de Esperança, tem-se transporte regular a partir de Campina Grande, oferecidos pela viação São José com partida das rodoviárias nova e velha daquela cidade. Existe também o transporte alternativo que realiza o mesmo trajeto da linha convencional.

Esperancenses ilustresEditar

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 8 de outubro de 2018 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 5 de outubro de 2016 
  6. Ministério da Integração Nacional, 2005. Nova delimitação do semiárido brasileiro Arquivado em 26 de março de 2010, no Wayback Machine..

Ligações externasEditar

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