Abrir menu principal
Estenquilo
Rei da Suécia
Reinado 1060 a 1066
Antecessor(a) Emundo
Sucessores Érico VII e Érico VIII
 
Esposa Rainha anónima
Descendência Halstano da Suécia
Haquino, o Vermelho
Ingo I da Suécia
Casa Estenquilo
  Gotalândia Ocidental, Suécia
Morte 1066
Pai Ragualdo, o Velho

Estenquilo[1] (em sueco: Stenkil; em latim: Stenchillus; m. 1066) foi o rei da Suécia de 1060 até sua morte em 1066, sendo o primeiro monarca sueco da Casa de Estenquilo.[2][3][4][5]

Era filho do jarl Ragualdo, o Velho e neto do rei Olavo I da Noruega. Era casado com uma filha do rei Emundo, de nome desconhecido, com quem teve pelo menos três filhos.[6]

Margrave's coronet.png
Emundo, o Velho
Emund den gamle
Margrave's coronet.png
Estenquilo
Stenkil
Filha de Emundo
Margrave's coronet.png
Halstano
Halsten
Margrave's coronet.png
Ingo I
Inge den äldre
Helena

Índice

HistóriaEditar

Estenquilo está citado na Gesta Hammaburgensis Ecclesiae Pontificum (século XI), na Heimskringla (século XIII), e na Saga de Hervör (século XIII).[5]

Estenquilo controlou praticamente toda a Suécia medieval. É muito reconhecido na literatura como um rei popular. Foi elogiado por ter ajudado o bispo e missionário Adaluardo a estabelecer um bispado em Sigtuna. Diz-se que que Adaluardo pretendeu atear fogo no pagão Templo de Upsália, mas Estenquilo o impediu de fazê-lo, evitando assim uma possível rebelião dos suecos pagãos.

Grande parte do que se sabe sobre a vida de Estenquilo é narrado pela Saga de Hervör: "Estenquilo era um homem nobre e poderoso de Svitjod. Sua mãe se chamava Astride e era filha de Finn Skjalges; seu pai era Ragualdo, o Velho. Estenquilo foi o primeiro conde de Svitjod, mas depois da morte do Emundo, o Velho, os suecos o proclamaram rei. Sendo assim, o poder real deixou de pertencer a antiga família real. Estenquilo casou-se com a filha de Emundo e morreu de tuberculose em Svitjod, quase ao mesmo tempo que o rei Haroldo (Harald Hårdråde) caia em 1066 na batalha de Stamford Bridge em Inglaterra".

SucessãoEditar

Foi sucedido por seu filho, Érico em 1066-1067, que não tinha as qualidade de seu pai. O território governado por Estenquilo se desintegrou e não se uniria novamente até a ascensão de Ingo I em 1079. Este período obscuro e conturbado tem pouca e contraditória documentação histórica.[7]

Referências

  1. Neves 2019.
  2. Lagerqvist, Lars O. (1976). Sverige och dess regenter under 1000 år (em sueco). Estocolmo: Bonnier. p. 41-42. 399 páginas. ISBN 91-0-075007-7 
  3. Larsson, Lars-Ove (1993). «Stenkil». Vem är vem i svensk historia. Från år 1000 till 1900 (em sueco). Estocolmo: Prisma. p. 33. 208 páginas. ISBN 91-518-3427-8 
  4. «Stenkil» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 23 de dezembro de 2018 
  5. a b Hans Gillingstam. «Stenkil» (em sueco). Svenskt biografiskt lexikon (Riksarkivet) - Dicionário Biográfico Sueco (Arquivo Nacional Sueco). Consultado em 23 de fevereiro de 2017 
  6. Lagerqvist, Lars O (1997). «Stenkilska ätten». Sveriges Regenter. Från forntid till nutid (em sueco). Estocolmo: Norstedts. p. 41. 440 páginas. ISBN 91-1-963882-5 
  7. Lagerqvist, Lars O (1997). «Medeltiden - Stenkilska ätten». Sveriges Regenter. Från forntid till nutid (em sueco). Estocolmo: Norstedts. p. 40. 440 páginas. ISBN 91-1-963882-5 

BibliografiaEditar

  • MELIN, J.;JOHANSSON,A.;HEDENBORG,S. Sveriges historia. Estocolmo: Prisma, 2006. ISBN 91-518-4666-7
Precedido por
Emundo, o Velho
Rei da Suécia
1067-1070
Sucedido por
Érico VII e Érico VIII
  Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.