Fabio Aru

ciclista italiano
Fabio Aru
Fabio Aru - Vuelta a España 2015.png
Informação pessoal
Nome nativo Fabio Aru
Nascimento 3 de julho de 1990 (30 anos)
San Gavino Monreale, Sardenha
Estatura 183 cmVisualizar e editar dados no Wikidata
Residência San Gavino MonrealeVisualizar e editar dados no Wikidata
Cidadania  Itália
Ocupação Ciclista desportivo (d)Visualizar e editar dados no Wikidata
Prémios Colar de ouro do mérito esportivo
Informação equipa
Equipa atual UAE Team Emirates
Desporto Ciclismo
Disciplina Estrada
Função EscaladorVisualizar e editar dados no Wikidata
Tipo de corredor Escalador
Equipas amador
2009-2012 Palazzago
Equipas profissionais
08.2012-2017
2018-
Astana
UAE Team Emirates
Maiores vitórias
Grandes Voltas
Volta a Espanha Jersey red.svg (2015)

GV - Maillots complementares e etapas:
Giro d'Italia:
Classificação dos jovens Pink Jersey (2015)
3 etapas
Tour de France:
1 etapa
Volta a Espanha:
2 etapas
Campeonatos nacionais:
Campeonato da Itália em Estrada Gold medal with cup.svg MaillotItalia.PNG (2017)

Página oficial
fabioaru.itVisualizar e editar dados no Wikidata
Estatísticas
Fabio Aru no ProCyclingStats


Fabio Aru (San Gavino Monreale, Sardenha, 3 de julho de 1990) é um ciclista italiano. Atualmente corre na equipa emirati UAE Team Emirates. Foi o vencedor da Volta a Espanha de 2015, e finalizou segundo no Giro d'Italia de 2015.

BiografiaEditar

Inícios (2009-2012)Editar

Em categoria sub23 de 2009 a 2012 correu para a equipa Palazzago, dirigido por Olivano Locatelli. Em 2011, acabou segundo da Toscana-Terra di ciclismo-Coppa delle Nazioni da que foi líder até última etapa na que perdeu o maillot ao acabar com o mesmo tempo que o vencedor com o geral final mas com piores posições na soma das etapas.[1] Alguns meses mais tarde ganhou o Giro do Vale de Aosta graças a sua vitória na contrarrelógio.[2]

Em 2012, ganhou a Toscana-Terra di ciclismo-Coppa delle Nazioni,[3] acabou segundo no Girobio[4] e ganhou por segunda vez o Giro do Vale de Aosta. Estas actuações atraíram o interesse de várias equipas, entre eles três eram do UCI World Tour.[5] Ao final entrou com estagiário da equipa Astana a partir de 1 de agosto do 2012,[6] assinando como profissional para o que ficava de ano e face ao 2013.[7] Estreia na equipa no USA Pro Cycling Challenge onde teve uma destacada actuação na 6.ª etapa, onde finalizou segundo.

Revelação nas Grandes Voltas (2013-2014)Editar

No ano 2013 começa a demonstrar como uma grande promessa no ciclismo internacional sendo o gregário de luxo para a vitória de seu colega Vincenzo Nibali no Giro d'Italia.

Mas a sua explosão como ciclista não viria sinão até à temporada de 2014, onde partiu como gregário de Michele Scarponi no Giro, mas Scarponi não teve uma boa corrida e Aru, melhor localizado na geral passou a ser o líder da equipa e finalizou na terceira posição, só superado pelos colombianos Nairo Quintana e Rigoberto Urán, além de se levar uma etapa de alta montanha terminada em Montecampione. Chegaria sem pressão à Volta a Espanha, em onde de novo demonstraria os seus dotes escaladores ao ganhar em San Miguel de Aralar e Monte Castrove, finalmente terminaria em quinta posição, superado pelo grandes favoritos como Contador, Froome, Valverde e Joaquim Rodríguez. Também teria uma boa actuação ao final da temporada na clássica Giro de Lombardia, já que conseguiu entrar em nono lugar.

2015: Confirmação no Giro e vitória na VoltaEditar

Com seu colega Nibali centrado no Tour de France, Aru foi confirmado como o chefe de fileiras para o Giro d'Italia de 2015. Prévio à corsa rosa, participou da Paris-Nice acabando 39.º[8] e a Volta à Catalunha onde finalizou 6.º.[9] Depois de uma concentração de 3 semanas no Teide,[10] vinte dias antes do Giro devia participar do Giro do Trentino mas a último momento a equipa decidiu que não o fizesse devido a um vírus estomacal que lhe afectou e do qual não estava recuperado.[11] Poucos dias depois, o ciclista neozalandês Greg Henderson da equipa Lotto Soudal, jogou dúvidas sobre a situação publicando em sua conta de Twitter : Triste de ver a Fabio Aru "doente". Colega estou seguro que a próxima vez regressarás a nosso desporto "são". Limpo! Ou não regresses!, em relação a supostos valores anómalos no passaporte biológico. O seu comentário provocou reações e críticas ante a sua atitude de acusar sem provas o que levou a que apagasse o comentário e publicasse outro onde expressava: Quando estás doente, estás doente. Chegar a conclusões não ajuda a ninguém. Erro meu. Deveria fechar a boca. Sinceras desculpas.[12][13] As desculpas não serviram para acalmar as águas e Aru decidiu apresentar uma queixa judicial contra Henderson por difamação.[14]

No Giro d'Italia, Aru partiu como aspirante a chegar ao pódio, ainda que teria rivais que no prévio tinham mais favoritismo a se levar a corrida como Alberto Contador, Richie Porte ou Rigoberto Urán. Começou sem perder demasiado tempo na contrarrelógio por equipas e depois da primeira chegada em alto, na 5.ª etapa onde finalizou terceiro, o italiano se localizou segundo na geral, 2 segundos por trás do líder Contador. Com Porte e Uran já fora da briga, uma queda e atraso do espanhol na 13.ª etapa, fez que Aru passasse a comandar a classificação por 19 segundos se vestindo pela primeira vez de rosa, ainda que ao dia seguinte perdeu 3 minutos na contrarrelógio individual, prova que não é sua especialidade. De todas formas, manteve o 2.º lugar ainda que distanciado quase 2 minutos e médio respeito de Contador. Nos dias seguintes foram de crises e apesar da ajuda de seu colega Mikel Landa, cedeu terreno ante Contador nas rampas do Mortirolo (16.ª etapa) e no Monte Ologno (18.ª) ficando a mais de 6 minutos e caindo ao terceiro lugar da classificação, sendo superado pelo próprio Landa. Com a corrida quase sentenciada a favor de Contador, as últimas duas jornadas de montanha Aru recuperou sua forma e ganhou as etapas em Cervinia e Sestriere, (com o visto bom de Landa que não defendeu seu posto) e conseguindo o segundo lugar do pódio da corrida depois do final em Milão.

A primeira Grande VoltaEditar

Depois de um Giro incrível, Aru confirmou que participaria em 70.ª edição da Volta a Espanha. Junto a ele, lhe acompanharam Vincenzo Nibali e Mikel Landa, como principais corredores, pese a que Nibali era o hipotético líder de filas. Mas de repente a Volta deu um giro tremendo para a equipa Astana, já que seu chefe de filas, Vincenzo Nibali era expulso da Volta, por rebocar-se no carro da equipa para chegar ao pelotão, já que anteriormente, Nibali tinha-se visto envolvido numa queda múltipla. Após este facto, Aru passava a ser o chefe de fileiras do Astana.

 
Fabio Aru na Volta a Espanha

Depois de uma semana atribulada para o Astana e para Aru, os ciclistas chegaram aos Pirenéus, onde disputaram a 11.ª etapa considerada como a mais dura da história da Volta a Espanha. Numa jornada muito dura para todos, ciclistas como Alejandro Valverde ou Nairo Quintana sucumbiram ante o poderio de Aru que se encaminhou a conseguir a camisola vermelha de líder pela primeira vez na sua vida. Enquanto, o seu grande parceiro Mikel Landa triunfou ganhando a etapa, graças a uma escapada boa e fiável. Uma jornada perfeita para o Astana, que viu como Aru e Landa conseguiam grandes resultados. Após uma jornada tão dura, os ciclistas marcharam aos Picos da Europa e ao chamado Tríptico Asturiano-Cántabro.

Depois de aguentar 5 dias de líder, Aru não pôde com os ataques ferozes de Purito Rodríguez na 16.ª etapa, com final em alto na Ermita do Alba, onde perdeu a camisola vermelha de líder, a favor de Purito. Após 3 etapas muito duras, chegou a contrarrelógio individual de Burgos onde se esperava que Tom Dumoulin ganhasse a etapa e sacasse muito tempo aos escaladores, já que a luta contra o crono era a sua especialidade, em frente a outros como o próprio Aru, Purito Rodríguez e Rafał Majka, que estavam nas posições dianteira. Numa contrarrelógio excelente de Aru, este apenas perdeu 1 minuto e 26 segundos, com o que se colocava a 3 segundos de Dumoulin, a falta da sua especialidade: a montanha.

Após duas etapas realmente duras para Aru, onde não pôde recuperar tempo a Dumoulin, este último chegou com 6 segundos de vantagem sobre Aru, que punha todas suas esperanças na penúltima etapa da Volta e a última de montanha, com começo em San Lorenzo do Escorial e final em Cercedilla. Depois de média etapa realmente dura, Astana e Aru conseguiram o imaginável; Tom Dumoulin entrou em crise e se descolou do grupo dos melhores, enquanto o Astana impôs um forte ritmo com seus corredores, até que apenas Landa pôde se combinar com Aru. Ademais, Aru teve que estar atento a Majka e Quintana que se partiram sozinhos, e puderam pôr em perigo a vitória final na Volta. Após um esforço incrível de Landa, este se descolou e Aru ficou só. Ele e Purito Rodríguez mantiveram as diferenças com Majka e Quintana e também com Dumoulin, que já perdeu 3 minutos com Aru e Rodríguez. Após muito sofrimento, Aru chegou a linha de meta, esgotado, emocionado, contente por conseguir ganhar a sua primeira grande volta, abraçando os seus colegas, chorando de emoção. Com 1 minuto e 17 segundos superava a Purito Rodríguez e por 1 minuto e 29 segundos a Rafał Majka.

2016: Estreia no Tour e nos Jogos OlímpicosEditar

Em Fevereiro corre a Volta à Comunidade Valenciana, concluindo sexto e na Volta Ao Algarve, terminando nono. Do 4 a 9 de Abril corre a Volta ao País Basco, mas abandona na quinta etapa. Em 17 de Abril participa na Amstel Gold Race, abandonando queixando-se de uma dor nas costas. No mês de Junho participa no Critério do Dauphiné, impondo-se na terceira etapa, no entanto termina bastante distanciado dos melhores na classificação geral. O estreia de Aru no Tour começa com bom pé, mas torce-se na última etapa de montanha em Morzine, onde perde 17 minutos. Termina finalmente na décimo terceira praça da classificação geral.

Toma a saída nos Jogos Olímpicos, na corrida de estrada a 6 de Agosto, consistente em 241 quilómetros num circuito ao Forte de Copacabana, terminando sexto. É convocado por Davide Cassani para o Campeonato Europeu de Ciclismo em Estrada, conclui na vigésima terceira posição. Termina quarto no Giro de Emília. A 28 de Setembro termina sexto na Milano-Torino. No Giro de Lombardia vê-se distanciado do grupo do ganhador, Esteban Chaves, e termina em décimo primeiro posto.

2017: Campeão ItalianoEditar

Começa a sua temporada no Tour de Omã, destacando na etapa de Montanha em Green Mountain. Corre o Tour de Abu Dhabi, terminando sétimo na geral. Participa na Strade Bianche, concluindo o 32.º. Põe o ponto de mira na Tirreno-Adriático como preparação para o objectivo do sardo em 2017, o Giro d'Italia. Sofre de sobremaneira na nevada etapa do Terminillo, perdendo mais de 4 minutos ao ganhador Nairo Quintana. Na etapa seguinte abandona queixando-se de uma bronquite e uma grave febre. Esta doença impede-lhe participar no Giro d'Italia e centra os seus esforços no Tour de France.

 
Fabio Aru na saída da terceira etapa do Tour de France, em Verviers

Regressa à competição no Critério do Dauphiné, onde tem um grande protagonismo, atacando no Mont du Chat na sexta etapa e lutando a classificação geral até última etapa, que concluía em Alpe D'huez. Finalmente termina em quinto lugar da classificação geral. Antes do Tour ganha o campeonato nacional Italiano de ciclismo de estrada. Toma a saída no Tour de France, em Düsseldorf, e nas primeiras etapas consegue minimizar as perdas na geral. Na quinta etapa, no final em alto da Passe des Belles Filles, ataca a 2,4 quilómetros de meta conseguindo a vitória de etapa, colocando-se em terceiro lugar da geral a 14 segundos do líder, Chris Froome. Na nona etapa ataca no Mont du Chat, distanciando inicialmente a Froome que tinha para trás, mas posteriormente o ciclista britânico lhe devolve o duro ataque. Chega no grupo de cabeça, terminando quinto no sprint do grupo. Na décima segunda apanha a camisola amarela depois da crise do líder Froome no final em colina de Peyragudes. Mantém a camisola de líder até à decima quarta, onde sofre uma crise no quilómetro final em Rodez. Cede tempo em Col du Galibier na decima sétima etapa, no Col d'Izoard na décima oitava etapa e na contrarrelógio individual de Marselha na vigésima etapa, concluindo em quinto lugar da geral.

Participa na Volta a Espanha, compartilhando a capitania da equipa com Miguel Ángel López. Começa a rodada espanhola demonstrando um bom rendimento, chegando com o grupo dos favoritos em Andorra a Vella, na terceira etapa. Cede tempo na quinta etapa, com final em Alcocéber, na nona com final na Cimeira do Sol, na décima primeira com final no Observatório Astronómico de Calar Alto, na décima quarta etapa na Serra da Pandera e na décima quinta a liderança passa a ombros de Miguel Ángel López. Na décima oitava etapa ataca desde longe na Colláu Joz para recuperar tempo e optar à vitória de etapa, mas não consegue nenhuma das duas e na vigésima etapa com final no Angliru, cede 15 minutos com o ganhador da etapa, Alberto Contador. Finalmente conclui a grande Volta espanhola em décimo terceiro lugar a mais de 21 minutos do ganhador, Chris Froome.

Para finalizar a temporada compete nas clássicas italianas de final de temporada, concluindo décimo primeiro no Giro do Emília, oitavo na Tre Valli Varesine, terceiro na Milano-Torino e sétimo no Giro de Lombardia.

2018: Contrato pelo UAE-Team EmiratesEditar

Depois de 6 temporadas no conjunto Astana, em 2018 põe rumo à equipa emirati UAE-Team Emirates, sucessor da tradicional equipa italiana, Lampre. Estreia no Abu Dhabi Tour, sem destacar em excesso e terminando no décimo terceiro lugar na geral. Prossegue a sua temporada na Tirreno-Adriático, sendo protagonista na quarta etapa com um ataque no último quilómetro, que lhe vale para concluir quarto no final em alto de Sarnano Sassotetto. Termina em décimo segundo posto na geral. Participa na Volta à Catalunha mas abandona na quinta etapa, depois de sofrer as consequências de uma queda na primeira etapa. Ultima a sua preparação face ao Giro d'Itália no Tour of the Alps, dando certas mostras de fraqueza na subida ao Passo Palade na terceira etapa, mas isenta-se na jornada seguinte com um longínquo ataque na subida ao porto de Bannberg. Conclui sexto na geral.

Participa no Giro d'Itália, com a capitania da equipa totalmente em seus ombros. Na primeira etapa, uma contrarrelógio individual pelas ruas de Jerusalém, cede 50 segundos com o ganhador, Tom Dumoulin. Chega com o grupo dos melhores na sexta etapa, na subida ao vulcão do Etna. Na décima etapa no entanto, cede mais de dois minutos com respeito ao líder da geral, Simon Yates, despedindo das suas opções de ganhar a geral da corrida. Durante o resto da corrida o seu rendimento cai a pique e abandona na décima nona etapa quando se encontrava a mais de 45 minutos do líder da geral.

Volta à competição dois meses depois no Tour de Valônia, realizando um bom papel na segunda etapa com final em Namur. Corre o Tour da Polónia como preparação para a Volta a Espanha, concluindo em décimo lugar. Na grande volta espanhola parte como líder absoluto da equipa. Nas primeiras etapas mantém o tipo, sem ceder muito tempo com respeito aos grandes favoritos. Mas na décima quinta etapa com final nos Lagos de Covadonga cede mais de 5 minutos com o ganhador da etapa, Thibaut Pinot. A partir desse momento despede-se das suas opções na classificação geral, terminando a mais de uma hora do ganhador, Simon Yates.

Termina a temporada sem excessivo brilho nas clássicas italianas de final de temporada, onde conclui em quinquagésimo quarto posto no Memorial Marco Pantani, em nono posto na Milano-Torino e também em quinquagésimo quarto posto no Giro de Lombardia. Finalmente compete no Tour de Guangxi, com um décimo quinto posto na geral.

2019: Problemas com o joelhoEditar

Estreia nas corridas maiorquinas de princípio de temporada, termina oitavo no Troféu Ses Salines, Campos Ferreres, Felanitx e décimo quinto no Troféu Tramuntana: Soller-Deia. Corre a Volta Ao Algarve, sem destacar em excesso. Toma a saída na Paris-Nice, abandonando na terceira etapa, quando se encontrava a mais de 18 minutos do líder da geral, Dylan Groenewegen. Em abril é operado à artéria ilíaca da perna esquerda, razão que se achava que causou a sua baixa de rendimento.

Volta à competição no Grande Prêmio Città di Lugano. Disputa o Volta à Suíça para preparar o Tour de France. Na corrida francesa não encontra as pernas que tivesse gostado e termina em décimo quarto de lugar na geral. Também disputa a Volta a Espanha, abandonando a corrida na décimo terceira etapa.

2020: Abandono no TourEditar

Estreia no Tour da Colômbia 2.1, onde finaliza no décimo segundo posto.

A pandemia de COVID-19 detém a sua temporada até setembro. Retoma a competição na Volta a Burgos, estando diante na ascensão ao Pico Blanco mas sofrendo na ascensão às Lagoas de Neila. Corre o Mont Ventoux Dénivelé Challenge, concluindo em quinto lugar. Finaliza em vigésimo primeiro posto no Grande Piemonte e abandona no Giro de Lombardia. Participa no Tour de France, abandonando na nona etapa. É duramente criticado pelo seu director de equipa, Giuseppe Saronni, pela sua actuação na Grande Boucle, "Aru não tem carácter, teria que avaliar quem decidiu o levar ao Tour", foram as palavras do ex-ciclista italiano.[15]

PalmarésEditar

Resultados em Grandes Voltas e Campeonatos do MundoEditar

Corrida 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Giro d'Italia 42.º 3.º 2.º Ab.
Tour de France 13.º 5.º 14.º Ab.
Volta a Espanha 5.º 1.º 13.º 23.º Ab.
  Mundial em Estrada 34.º

—: não participa
Ab.: abandono

EquipasEditar

Notas e referênciasEditar

  1. «Velochrono.fr». www.velochrono.fr (em francês). Consultado em 5 de julho de 2017 
  2. «-». www.cyclismactu.net (em francês). Consultado em 5 de julho de 2017 
  3. «Toscane-Terre de Cyclisme - Et. 5 : Classements - Actualité - DirectVelo». DirectVelo (em francês). Consultado em 5 de julho de 2017 
  4. «-». www.cyclismactu.net (em francês). Consultado em 5 de julho de 2017 
  5. «Velochrono.fr». www.velochrono.fr (em francês). Consultado em 5 de julho de 2017 
  6. «-». www.cyclismactu.net (em francês). Consultado em 5 de julho de 2017 
  7. Fabio Aru assina por dois anos com o Astana.
  8. «CQ Ranking - Paris - Nice, Geral classification». www.cqranking.com. Consultado em 5 de julho de 2017 
  9. «CQ Ranking - Volta à Catalunha, Geral classification». www.cqranking.com. Consultado em 5 de julho de 2017 
  10. Astana, Aru e Nibali ritornano dal Teide concentrati sui prossimi obiettivi Arquivado em 20 de abril de 2015, no Wayback Machine. (spaziociclismo)
  11. Fabio Aru perde-se Trentino em seu caminho para o Giro (biciciclismo.com)
  12. AS, Diário (24 de abril de 2015). «Henderson semeia dúvidas sobre Aru e este demandar-le-á | Mais Ciclismo | As.com». As.com (em espanhol). Consultado em 5 de julho de 2017 
  13. 20Minutos. «Tensão entre os ciclistas Henderson e Aru por ironizar em Twitter com o dopagem e uma baixa - 20minutos.es». 20minutos.es - Últimas Notícias. Consultado em 5 de julho de 2017 
  14. Marca.com (19 de maio de 2015). «Aru demanda a Henderson por difamación». Marca.com (em é). Consultado em 5 de julho de 2017 
  15. «Saronni: "Aru não tem carácter, teria que avaliar quem decidiu o levar ao Tour"». Ciclismo Internacional (em espanhol). 6 de setembro de 2020. Consultado em 5 de outubro de 2020 
  16. Desde 8 de agosto

Ligações externasEditar

 
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