Florentino Goulart Nogueira

Florentino Goulart Nogueira
Nome nativo Florentino Goulart Nogueira
Nascimento 22 de dezembro de 1924
Belém
Morte 14 de março de 2015 (90 anos)
Viseu
Cidadania Portugal
Alma mater Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Ocupação político, poeta, dramaturgo, encenador, tradutor, ensaísta, crítico literário

Florentino Goulart Nogueira (Belém do Pará, 22 de Dezembro de 1924Viseu, 14 de Março de 2015), foi um poeta, crítico de literatura e arte,[1] dramaturgo, encenador, tradutor, ensaísta, polemista.

BiografiaEditar

Era filho de pai português (Joaquim Lopes Nogueira) e de mãe brasileira (Teodorica da Natividade Goulart).[2]

Vindo do Brasil com cinco anos, para casa do seus avós em Lafões, acabou por se fixar em Lisboa para frequentar primeiro o curso de Histórico-Filosóficas, e depois o de Direito.[3]

Como pensador e activista político nacionalista e tradicionalista da direita portuguesa, foi detido pela COPCON e feito prisioneiro no Forte-prisão de Caxias após a falhada Manifestação de 28 de Setembro de 1974.[4]

Tinha sido fundador do grupo teórico "Intervenção Nacionalista"[5] e, de 1966 a 1969, foi responsável (“mestre geral”) pela "Oficina de Teatro da Universidade de Coimbra (OTUC)".[6]

Assumidamente como monárquico,[7] era grande admirador do Alfredo Pimenta e de História.[8]

ObraEditar

Além do seu próprio nome. utilizou muitos pseudónimos: João de Albuquerque, Lopo de Albuquerque, Renato de Valnegro, Denis Manuel, Manuel Vieira, Manuel S. Vieira, Fausto Madeira, António Last e também simplesmente Florentino.[9]

Escreveu vários artigos em revistas nomeadamente na «Tempo Presente (1959-1961)»,[10] na «Vanguarda»,[11] na «Política»,[12] na Mensagem, no Graal, na Távola Redonda e no AgoraGoulart Nogueira - breve memória, por jaime Nogueira Pinto.jornal Sol, 31 de março 2015.

Livros publicadosEditar

  • Atlântida - Florentino. Porto: Imprensa Portuguesa, 1948.
  • Barco vazio em rio de sombra, Denis Manuel, 1951.
  • Conto infantil: O magriço; il. António Botelho. Lisboa: Verbo, 1962.
  • História breve do teatro, Lisboa, Verbo,1962 – só existe o 1.º vol.
  • Salazar: para um retrato de futuro, Textos Sigma, 1970

Referências