Guaçu Piteri

político brasileiro

Antônio Guaçu Dinaer Piteri (Pindorama, 6 de abril de 1935 — Osasco, 6 de junho de 2021) foi um engenheiro agrônomo, político, professor, sociólogo e escritor brasileiro, sendo líder regional do antigo MDB. Era filiado ao Cidadania, legenda da qual foi presidente do Diretório Municipal em Osasco.[1]

Guaçu Piteri
Guaçu Piteri e o primeiro-ministro de Portugal Mário Soares, 1976.
Deputado federal por São Paulo na 45ª Legislatura
Período 1 de fevereiro de 1975
até 1 de fevereiro de 1977
2.º Prefeito de Osasco
Período 1 de fevereiro de 1967
até 1 de fevereiro de 1970
Antecessor(a) Hirant Sanazar
Sucessor(a) José Liberatti
Deputado estadual de São Paulo na 7ª Legislatura
Período 1 de fevereiro de 1971
até 1 de fevereiro de 1975
5.º Prefeito de Osasco
Período 1 de fevereiro de 1977
até 1 de fevereiro de 1982
Antecessor(a) Francisco Rossi
Sucessor(a) Humberto Parro
Dados pessoais
Nascimento 6 de abril de 1935
Pindorama, São Paulo
Morte 6 de junho de 2021 (86 anos)
Alma mater Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (1959)
Partido MDB (1966-1979)
PDT (1979-1982)
PMDB (1982-?)
Cidadania (?)
Profissão sociólogo e professor

HistóriaEditar

FormaçãoEditar

Nascido em Pindorama, ingressou na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, onde foi presidente do Centro Acadêmico Luiz de Queiróz no biênio 1958-1959. Após formar-se em 1959 realizou mestrado em sociologia rural pela Universidade de Cornell, Estados Unidos. Ao retornar dos Estados Unidos, ingressou no Instituto Brasileiro de Reforma Agrária, onde atuou como engenheiro agrônomo até ingressar na política.[2][3] Em 1964 foi eleito 3º vice-presidente da Sociedade Paulista de Agronomia para o biênio 1964-65.[4]

PolíticaEditar

Após participar da campanha pela emancipação de Osasco, sendo janista, ingressou no recém criado Movimento Democrático Brasileiro (1966) (responsável pela oposição à Ditadura militar brasileira) e concorreu ao cargo de prefeito em 1966 ao lado de Guido Colino.[5]

Prefeitura (1º mandato)Editar

O primeiro mandato de Piteri foi conturbado por conta da grande greve de abril de 1968, que paralisou cerca de 22 mil trabalhadores de Osasco e São Paulo. Iniciada na Cobrasma por José Ibrahim (presidente do sindicato dos metalúrgicos de Osasco), a greve se espalhou para as demais empresas da região por meio do foquismo. A situação saiu do controle das autoridades policiais e o governo ditatorial enviou tropas do regimento de infantaria do Exército Brasileiro, sediado em Quitaúna, para enfrentar os grevistas. O governador Abreu Sodré ligou para o prefeito Piteri, o acusou de participar do movimento (meses antes Piteri foi o único prefeito brasileiro que acorreu ao porto de Santos para receber o ex presidente Jânio Quadros que voltara de uma viagem transatlântica, banido pelo regime[6]) e afirmou que, caso a greve não fosse contida pelo prefeito, a cidade poderia sofrer outra intervenção federal com a destituição de Piteri, seu vice e dos vereadores. Piteri se negou a intervir e após violenta repressão do Exército sobre o movimento grevista, a greve foi encerrada e ameaça de intervenção foi afastada.[7] O governo Sodré, no entanto, passou a reter recursos destinados a Osasco naquele ano e obrigou Piteri a ameaçar pedir uma intervenção federal em São Paulo.[8]

Sua obra mais importante foi fundar, com auxilio do Bradesco, a Fundação Instituto Tecnológico de Osasco que abrigava os cursos de Ciências Econômicas e Administrativas e o Conservatório de Música e Dança Villa Lobos.[9]Após 47 anos, a Fundação endividada extinguiu seus cursos superiores.[10] Durante sua gestão também foram construídas e inauguradas dez escolas municipais e [11]o novo pronto-socorro da cidade. [12]

Assembleia LegislativaEditar

Ao final do mandato, Piteri concorreu a uma cadeira de deputado estadual nas Eleições estaduais em São Paulo em 1970. Após a apuração dos resultados, Piteri acabou sendo o segundo candidato mais votado do MDB (atrás apenas de Fauze Carlos, ex-secretário estadual de saúde nos governos Jânio Quadros e Carvalho Pinto-e fortemente apoiado por estes- e irmão do falecido deputado Emílio Carlos), sendo eleito com 28.458 votos (a maioria da cidade de Osasco).[13]

Naquela legislatura a bancada do MDB foi quase totalmente renovada, com 11 dos 16 deputados sendo eleitos pela primeira vez. Nisso, ocorreu um racha onde uma ala defendeu uma reaproximação do governo Natel em prol de verbas para os municípios e outra ala (chamada de ortodoxa) que defendia uma oposição total à ditadura e seus representantes (membros da Arena). Piteri integrou esta última (ao lado de Alberto Goldman) e isso acirrou a situação política de Osasco (bem conhecida por Natel, que fez sua carreira profissional no banco Bradesco cuja sede é localizada na cidade), que atingiu o auge nas eleições municipais de 1972.[14][15][16]

No início de seu mandato, Piteri defendeu dois grandes projetos: o de adoção do xadrez como matéria optativa nas escolas do estado e o de proibição da extinção da função de cobrador de ônibus no estado de São Paulo. O projeto de xadrez acabou vetado.[17][18]

Em 1974 o recém nomeado governador de São Paulo Paulo Egydio Martins cogitou transferir a estatal Ferrovia Paulista S/A (Fepasa) para o governo federal incorporá-la à Rede Ferroviária Federal (RFFSA). Em troca, propôs Martins, a Rede financiaria a construção de uma ponte ligando a malha ferroviária de São Paulo a da futura Ferrovia Norte Brasil no estado de Mato Grosso. Piteri, como líder da bancada do MDB na Assembléia, protestou contra a ideia, propondo a divisão dos custos da obra entre os governos federal e estadual.[19] Ao fim, a proposta de Martins foi abandonada e a Ponte Rodoferroviária Rollemberg-Vuolo foi construída apenas na década de 1990, através de um convênio entre a Fepasa e o governo federal.[20]

Eleição municipal de 1972Editar

Em Osasco Piteri começou a enfrentar dissidências no MDB local quando o vereador José Ferreira Batista ameaçou votar pela reprovação das contas de Piteri à frente da prefeitura de Osasco no ano de 1968. Batista argumentou que a reprovação era recomendada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, mas o MDB local alegou infidelidade partidária e conseguiu cassar seu mandato.[21][22]

O desgaste causado pelas dissidências, que incluiu seu antigo marqueteiro José Arévalo (que acabou indo para a Arena), não impediu Piteri de pleitear e obter a candidatura para prefeito de Osasco na convenção do MDB de junho de 1972.[23][24][25]

Para as eleições de 1972, a Arena contou com o apoio da máquina pública estadual e federal, além do apoio do Banco Bradesco (sediado em Osasco), lançando quatro candidatos, entre os quais o jovem advogado e bancário Francisco Rossi. Já o MDB usou a máquina pública municipal, sindicatos e militantes, liderados por Guaçu Piteri e pelo prefeito José Liberatti.[25]

Após uma campanha caótica de Piteri, com acusações de populismo e compra de votos de ambos os lados, a abertura das urnas revelou que Guaçu Piteri (MDB) obteve mais votos que o segundo colocado, Francisco Rossi (Arena). Porém as candidaturas de sublegenda (criadas pela Ditadura para causar divisões internas nos partidos permitidos) derrubaram o MDB local, que recebeu menos votos que a Arena, inclusive em áreas onde o partido de oposição dominava.[26]), a Arena obteve a vitória ao ter mais de 7 mil votos acima do MDB. A derrota abalou temporariamente o MDB de Osasco, vindo de vitórias nas eleições de 1966 e 1969.[27][28][25]

Câmara dos DeputadosEditar

Em 1974 Piteri decidiu não concorrer novamente ao cargo na Assembleia, preferindo lançar sua candidatura para deputado federal. Piteri foi eleito com mais de 83 mil votos. Após assumir o cargo, apresentou proposta para a criação de uma fundação habitacional pública destinada a angariar recursos para a construção de casas populares.[29] O governo federal ignorou a proposta, preferindo financiar a habitação através do Banco Nacional da Habitação.

Eleição municipal de 1976Editar

 
Da esquerda para a direita: Franco Montoro, Ulysses Guimarães, Jair Assaf (vereador de Osasco), Guaçu Piteri (prefeito de Osasco), Jair Sanches (vereador de Osasco) e Reginaldo Valadão (deputado estadual de São Paulo por Osasco), 1978.

Em 1976 o MDB anunciou que Piteri deixaria o mandato de deputado federal para concorrer novamente ao cargo de prefeito de Osasco.[30]A Arena, partido do então prefeito Francisco Rossi, fez grandes investimentos na campanha osasquense e lançou o ex bancário do Brandesco Carlos Fernando Zuppo Franco, primo de Rossi. Franco havia sido nomeado por Rossi presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Município de Osasco (CAEMO), da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (FITO) e da Progresso de Osasco S.A (PrOsasco).[31]

A candidatura de Piteri foi homologada pelo senador Franco Montoro durante a convenção do MDB de Osasco em 22 de agosto de 1976. Ao lado de Guaçu, foram homologadas as candidaturas de Reginaldo Valadão e Humberto Parro, como candidatos de sublegenda.[32]

Durante um comício de Piteri em 11 de setembro de 1976 no Jardim Helena Maria, ocorreu um atentado contra o candidato.[33] Em meio ao publico de mil pessoas, o motorista de caminhão Geraldo Cardim efetuou disparos contra o palanque, sendo detido pelo sargento da Polícia Militar Américo Ferreira.[34] Piteri escapou ileso, embora a campanha tenha se tornado mais tensa, com novas denúncias de atentado e boatos de arenistas sobre a cidade se tornar Área de Segurança Nacional caso Piteri vencesse a eleição.[35][36] Posteriormente familiares e conhecidos de Cardim procuraram a imprensa para dizer que ele estava embriagado e efetuara disparos à esmo, além de pedirem para Piteri interceder por sua soltura.[37] Posteriormente Piteri contratou um advogado para Cardim e relaxou a acusação.[38]

A candidatura de Piteri sofreu outra ameaça quando membros da Arena denunciaram para a justiça eleitoral irregularidades supostamente cometidas por Piteri durante sua gestão na prefeitura de Osasco. Entre as irregularidades denunciadas estavam o gasto de 97 mil cruzeiros na compra de móveis para o gabinete da prefeitura montado na residência oficial do prefeito. O caso foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal que declarou prescritas as acusações, permitindo a Piteri manter sua campanha.[39]

Em 16 de novembro de 1976, após a realização das eleições em Osasco, a apuração foi realizada no ginásio do clube esportivo Braseixos. Desde o início Piteri liderava a apuração, seguido por Zupo e por Parro.[39] A apuração prosseguiu até o dia 18, quando Piteri foi declarado vencedor às 12h30, antes mesmo das seis últimas urnas terem sido apuradas. Militantes do MDB carregaram Piteri nos braços por quase dois quilômetros até a praça central de Osasco onde o prefeito eleito realizou um comício para mais de cinco mil pessoas.[40]

MorteEditar

Faleceu em 6 de junho de 2021 em decorrência de um câncer.[41]

Desempenho em eleiçõesEditar

Ano Eleição Coligação Partido Candidato a Votos Resultado
1966 Eleição Municipal de Osasco Inexistente MDB Prefeito Eleito
1970 Eleições estaduais em São Paulo em 1970 Deputado estadual 28.458 Eleito
1972 Eleição Municipal de Osasco Prefeito Não Eleito (2º Lugar)
1974 Eleições estaduais em São Paulo em 1974 Deputado Federal 83.542 [42] Eleito
1976 Eleição Municipal de Osasco Prefeito 58.034 [42] Eleito
1982 Eleições estaduais em São Paulo em 1982 PDT Deputado Federal 31.835 [43] Não Eleito
1986 Eleições estaduais em São Paulo em 1986 PMDB Deputado Federal Não Eleito
1990 Eleições estaduais em São Paulo em 1990 Deputado Federal Não Eleito
1992 Eleição Municipal de Osasco Prefeito 35.465 [42] Não Eleito 3º lugar
1994 Eleições estaduais em São Paulo em 1994 Deputado Estadual Não Eleito

Referências

  1. Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. «Antônio Guaçu Dinaer Piteri». Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 5 de janeiro de 2020 
  2. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz-Universidade de São Paulo (1976). «Os Presidentes do Centro» (PDF). Esalq 75 anos. Consultado em 5 de janeiro de 2020 
  3. «Biografia do deputado». Câmara dos Deputados do Brasil. Consultado em 5 de janeiro de 2020 
  4. «Sociedade Paulista de Agronomia». Folha de S.Paulo, ano XLIV, edição 12712, Caderno Vida social, página 5. 5 de abril de 1964. Consultado em 5 de janeiro de 2020 
  5. Joaquim Bandeira de Mello Juiz da 5ª Zona Eleitoral (19 de outubro de 1966). «Sentença proferida no registro de candidato a prefeito e vice-prefeito do município de Osasco requerida pela comissão diretora do MDB-1» (PDF). Diário Oficial do estado de São Paulo, Caderno Executivo, página 64. Consultado em 5 de janeiro de 2020 
  6. «Jânio pode tero dedo na crise de Osasco». Tribuna da Imprensa, ano XIX, edição 5626, página 1/republicado pela Biblioteca Nacional - Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 9 de julho de 2021 
  7. COUTO, Ari Marcelo Macedo (2003). Greve na Cobrasma: uma história de luta e resistência. [S.l.]: Annablume. pp. 111–112. ISBN 9788574193533 
  8. «Intervenção federal em SP». Diário da Noite (SP), ano XLIX,edição 13216, página 5/republicado pela Biblioteca Nacional - Hemeroteca Digital Brasileira. 25 de setembro de 1976. Consultado em 9 de julho de 2021 
  9. Prefeitura de Osasco (28 de novembro de 1968). «Lei Ordinária 801». Leis Municipais. Consultado em 6 de janeiro de 2020 
  10. «Endividada, faculdade particular fecha as portas em Osasco». Terra. 14 de agosto de 2015. Consultado em 6 de janeiro de 2020 
  11. «Grupos escolares serão inaugurados em breve no Osasco». Tribuna da Imprensa, ano XIX, edição 5552, página 7/republicado pela Biblioteca Nacional - Hemeroteca Digital Brasileira. 23 de abril de 1968. Consultado em 9 de julho de 2021 
  12. Prefeitura de Osasco (18 de fevereiro de 1969). «Sétimo aniversário da emancipação». Diário da Noite (SP), ano XLIV,edição 13346, página 2/republicado pela Biblioteca Nacional - Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 9 de julho de 2021 
  13. Alexandre von Baumgarten (2 de dezembro de 1970). «Pouca surpresa, quase nenhuma renovação:Os diretórios dos dois partidos confirmam a lista dos eleitos». Folha de S.Paulo, ano L, edição 15144, página 3. Consultado em 6 de janeiro de 2020 
  14. «Sumário». Folha de S.Paulo, ano L, edição 15199, página. 26 de janeiro de 1971. Consultado em 7 de janeiro de 2020 
  15. «Sumário». Folha de S.Paulo, ano LI, edição 15439, página 3. 23 de setembro de 1971. Consultado em 7 de janeiro de 2020 
  16. «Arena esmaga MDB em eleição municipal». Memorial da Democracia. 2015. Consultado em 7 de janeiro de 2020 
  17. «Xadrez:matéria optativa». Folha de S.Paulo, ano LI, edição 15509, página 15. 2 de dezembro de 1971. Consultado em 7 de janeiro de 2020 
  18. Expediente (14 de setembro de 1972). «Xadrez vetado». Folha de S.Paulo, ano LII, edição 15673, página. Consultado em 7 de janeiro de 2020 
  19. «Deputado condena entrega da Fepasa». O Estado de S.Paulo, ano 95, edição 30414, página 4. 23 de maio de 1974. Consultado em 13 de junho de 2021 
  20. Fepasa (1998). «A ponte rodoferroviária sobre o rio Paraná». Centro Oeste. Consultado em 13 de junho de 2021 
  21. «Sumário». Folha de S.Paulo, ano LII, edição 15610, página. 12 de março de 1972. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  22. «Sumário». Folha de S.Paulo, ano LII, edição 15679, página 3. 20 de maio de 1972. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  23. «Sumário». Folha de S.Paulo, ano LII, edição 15707, página 3. 17 de junho de 1972. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  24. «Sumário». Folha de S.Paulo, ano, edição 15713, página 3. 23 de junho de 1972. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  25. a b c Élio Gaspari e Patrício Renato (dezembro de 1972). «Nasce um político:Francisco Rossi, de bancário a prefeito». Realidade, ano VII, edição 81, páginas 22- 33/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  26. «A eleição que influirá no modelo político». Folha de S.Paulo, ano LVI, edição 17384, página 8. 7 de novembro de 1976. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  27. «Final:prefeitos e vereadores eleitos». Folha de S.Paulo, ano LII, edição 15860, página 4. 18 de novembro de 1972. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  28. «A árdua disputa pelas prefeituras do interior». Folha de S.Paulo, ano LII, edição 15861, página 8. 19 de novembro de 1972. Consultado em 10 de janeiro de 2020 
  29. «Governador exonera 2 prefeitos de estâncias». O Estado de S.Paulo, ano 96, edição 30757, página 7. 3 de julho de 1975. Consultado em 13 de junho de 2021 
  30. «Dirigente do MDB projeta novas viagens». Jornal do Brasil, ano LXXXV, edição 342, página 2/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 19 de março de 1976. Consultado em 9 de julho de 2021 
  31. Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. «Carlos Fernando Zuppo Franco». Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 9 de julho de 2021 
  32. «Montoro confirma em S.Paulo sua candidatura ao Governo:Lançamento». Jornal do Brasil ano LXXXVI, edição 137, página 5/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. 23 de agosto de 1976. Consultado em 9 de julho de 2021 
  33. Informe JB (13 de setembro de 1976). «Lance Livre». Jornal do Brasil ano LXXXVI, edição 158, página 6/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 9 de julho de 2021 
  34. «Homem dispara contra deputado em Osasco». Folha de S.Paulo, ano LVI, edição 17329, página 4. 13 de setembro de 1976. Consultado em 9 de julho de 2021 
  35. «Painel». Folha de S.Paulo, ano LVI, edição 17330, página 2. Consultado em 9 de julho de 2021 
  36. Informe JB (22 de setembro de 1976). «A questão». Jornal do Brasil ano LXXXVI, edição 167, página 6/republicado pela Biblioteca Nacional-Hemeroteca Digital Brasileira. Consultado em 9 de julho de 2021 
  37. «Povo defende atirador de Osasco». Folha de S.Paulo, ano LVI, edição 17330, página 5. 14 de setembro de 1976. Consultado em 9 de julho de 2021 
  38. Painel (19 de setembro de 1976). «Perdão da vítima». Folha de S.Paulo, ano LVI, edição 17335, página 4. Consultado em 9 de julho de 2021 
  39. a b «Boletins eram aplaudidos com algazarra em Osasco». Folha de S.Paulo, ano LVI, edição 17374, página 14. 17 de novembro de 1976. Consultado em 9 de julho de 2021 
  40. «Mais de 5 mil festejam a vitória de Guaçu Piteri». Folha de S.Paulo, ano LVI, edição 17376, página 7. 19 de novembro de 1976. Consultado em 9 de julho de 2021 
  41. Conceição, Leandro (6 de junho de 2021). «Ex-prefeito de Osasco Guaçu Piteri morre aos 86 anos». Visão Oeste. Consultado em 6 de junho de 2021 
  42. a b c TRE-SP. «Informações eleitorais 1974-1996». Fundação Seade. Consultado em 12 de janeiro de 2020 
  43. «A Lista Final». Folha de S.Paulo, ano 62, edição 19594, edição, página 6. 25 de novembro de 1982. Consultado em 12 de janeiro de 2020 
 
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