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Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja João Câmara (desambiguação).
João Câmara
  Município do Brasil  
A cidade vista do alto da Serra do Torreão
A cidade vista do alto da Serra do Torreão
Símbolos
Bandeira de João Câmara
Bandeira
Brasão de armas de João Câmara
Brasão de armas
Hino
Apelido(s) "Terra dos abalos"
"Capital do mato grande"
Gentílico joaocamarense ou camarense
Localização
Localização de João Câmara no Rio Grande do Norte
Localização de João Câmara no Rio Grande do Norte
João Câmara está localizado em: Brasil
João Câmara
Localização de João Câmara no Brasil
Mapa de João Câmara
Coordenadas 5° 32' 16" S 35° 49' 12" O
País Brasil
Unidade federativa Rio Grande do Norte
Região intermediária[1] Natal
Região imediata[1] João Câmara
Municípios limítrofes Norte: Parazinho;
Sul: Bento Fernandes;
Leste: Touros, Pureza e Poço Branco;
Oeste: Jandaíra, Pedra Preta e Jardim de Angicos.
Distância até a capital 74 km[2]
História
Fundação 29 de outubro de 1928 (91 anos)
Aniversário 29 de outubro
Administração
Prefeito(a) Manoel dos Santos Bernardo (DEM, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [3] 714,951 km²
População total (estimativa IBGE/2019[4]) 34 955 hab.
 • Posição RN: 14º
Densidade 48,89 hab./km²
Clima quente (JC)
Altitude 160 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[5]) 0,595 baixo
PIB (IBGE/2008[6]) R$ 3.927,14
PIB per capita (IBGE/2008[6]) R$ 3 927,14
joaocamara.rn.gov.br (Prefeitura)
camaramunicipaljc.com.br (Câmara)

João Câmara é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte. Fundada em 1928, é conhecida como Terra dos Abalos e Baixa Verde. Sua área territorial é de 715 km² e sua população, conforme estimativas do IBGE de 2019, era de 34 955[4] habitantes.

Atividades sísmicas e terremotosEditar

A grande quantidade de tremores de terra que atingiu João Câmara em 1986 foi a mais estudada atividade sísmica já observada no Brasil. O primeiro abalo foi registrado em Brasília, no dia 21 de agosto, alcançando magnitude 4.3. Nos dias 3 e 5 de setembro, foram dois tremores. Um de 4.3 e outro de 4.4 graus na escala Richter, usada internacionalmente para medir tremores e terremotos. Esses abalos provocaram danos materiais e assustaram ainda mais a população.

No dia 30 de novembro, no raiar do dia (pontualmente às 5h19min48s), o maior tremor, de 5.1 graus foi registrado, seguido de várias réplicas, inclusive com magnitude 4.0. Tanto na zona urbana quanto na rural, grande parte da população abandonou o município. Os tremores destruíram ou danificaram 4 mil casas, 500 delas foram reconstruídas adotando normas anti-sísmicas, desenvolvidas pelo Batalhão de Engenharia do Exército Brasileiro. O Presidente da República e vários outros ministros visitaram a área atingida. A imprensa nacional também acompanhou os fatos, inclusive montando acampamentos na cidade.

BairrosEditar

Zona urbanaEditar

  • Açudinho
  • Barroso
  • Bela Vista
  • Boa Vista
  • Ceac
  • Centro
  • Cohab
  • Gafuringa
  • IPE
  • Nossa Srª de Fatima
  • Planalto
  • Rua do Cemitério
  • São Francisco
  • São José
  • Serraria
  • Vila Nova
  • Vila Verde

Zona ruralEditar

  • Assunção
  • Corte
  • Queimadas
  • Matão Aristides
  • Morada Nova
  • São Geraldo

Parque eólicoEditar

A cidade possui um parque eólico chamando de Morro dos Ventos localizado, em Queimadas. Construído por uma empresa alemã, o resultado da obra trouxe ao município um número extenso de imigrantes vindo de várias regiões do país[carece de fontes?].

Galeria de imagensEditar

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
  2. FEMURN. «Distâncias dos Municípios do Rio Grande do Norte a Natal-RN». Consultado em 13 de agosto de 2011. Arquivado do original em 16 de dezembro de 2010 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  4. a b «Estimativa populacional 2019 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 28 de agosto de 2019. Consultado em 30 de agosto de 2019 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 4 de setembro de 2013 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 

Ligações externasEditar