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O voluntarismo é uma corrente de pensamento filosófico, ético, jurídico e econômico que só reconhece, como corretas e válidas, as relações voluntárias (entendendo-se por "relações voluntárias" ou "contratos voluntários" os contratos e relações livremente aceitos, ou livres de coerção), sejam elas de qual espécie forem, não tendo validade, porém, em hipótese alguma, as relações voluntárias que visem a retirar, do indivíduo, seus direitos naturais (autonomia, liberdade e propriedade de cada um sobre si mesmo e sobre suas coisas honestamente adquiridas e não comprometidas por contrato), podendo, entretanto, haver compromissos que impliquem na diminuição de certas liberdades. Ela é muito criticada na política de esquerda quando não vem acompanhada de outras formas de reivindicação;[1]

Em filosofia, voluntarismo é a tese de que podemos adotar crenças e outras atitudes proposicionais de acordo com nossa vontade.[2] O filósofos Sun Tzu e Lao Zi são considerados por muitos como voluntaristas.

Exemplos na história da filosofiaEditar

Descartes adota um ponto de vista voluntarista nas suas Meditações, mais especificamente na "Quarta Meditação". Spinoza se opõe ao voluntarismo nas proposições 48 e 49 da segunda parte da Ética (livro).

Referências

  1. Dominique Colas, Sociologie politique, PUF, 2008 (1ère ed. : 1994)
  2. Hilton Japiassú, Danilo Marcondes (1993). 'Dicionário básico de filosofia, Zahar. p. 279. ISBN 978-85-378-0341-7.
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