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Varela Silva
Nome completo Alberto Varela Silva
Nascimento 15 de setembro de 1929
Lisboa
Nacionalidade Português
Morte 15 de dezembro de 1995 (66 anos)
Lisboa
Ocupação Actor, autor e encenador
Cônjuge Celeste Rodrigues (1955-2018, 2 filhas)

Simone de Oliveira

Alberto Varela Silva (Lisboa, 15 de Setembro de 1929 - Lisboa, 15 de Dezembro de 1995) foi um actor, autor e encenador português. Foi também director de teatro e cinema.

Índice

BiografiaEditar

Nasceu no bairro da Madragoa, em Lisboa. Começou a recitar poesias em sociedades culturais e de recreio e ingressou no grupo de teatro amador da Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul. A sua estreia no teatro deu-se com a peça de Almeida Garrett Falar Verdade a Mentir[1].

Casamentos e descendênciaEditar

Casou em 1955 com a fadista Celeste Rodrigues, de quem teve duas filhas: Maria Rita e Maria José. Acabou por se divorciar desta e mais tarde, casou com a cantora e actriz Simone de Oliveira. Ele e Simone viviam no bairro do Príncipe Real, em Lisboa, lugar onde morreu.

Saúde e morteEditar

Varela Silva foi vítima de uma doença prolongada tendo estado em tratamentos de quimioterapia no Hospital Pulido Valente ao lado de Curado Ribeiro, seu amigo de vida[2]. Mas já na fase terminal, no final do ano de 1995, sofre um ataque cardíaco. Varela Silva morreu a 15 de Dezembro de 1995, na cidade de Lisboa. Na sua morte, realizou-se uma missa de fado na igreja.

HomenagemEditar

Desde 1999 há uma rua com o seu nome em Oeiras, em Barcarena [1].

Desde 2004 há uma rua com o seu nome em Lisboa, na Ameixoeira[1].


CarreiraEditar

Teatro (actor)Editar

Varela Silva participou em 200 peças, entre as quais:

Teatro (encenação)Editar

Mais de 20 peças, nomeadamente:

  • A Sapateira Prodigiosa (1960)
  • Estranha Forma de Amar (1976)
  • O Fidalgo Aprendiz (1988).

Cinema (argumentista)Editar

Cinema (actor)Editar

Participou ainda em outras novelas, como Vila Faia (1982) e séries televisivas, como Gente Fina É Outra Coisa (1982-83).

LivrosEditar

  • Histórias Que Não Me Pediram (1956)
  • Amanhã Há Récita (1955) - comédia em três atos
  • Ponto de vista (1961) - peça
  • Um Príncipe do Meu Bairro (1966) - peça
  • O pato das cantigas (1978) com Nicolau Breyner.

Referências

  1. a b c «Título ainda não informado (favor adicionar)». toponimialisboa.wordpress.com 
  2. Daniel Oliveira (6 de maio de 2013). «Rita Ribeiro em Alta Definição». Minuto 19. SIC. Consultado em 16 de outubro de 2017 

Ligações externasEditar