Drácula

Romance de ficção gótica lançado em 1897
Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Dacula.
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o livro de Bram Stoker. Para o personagem, veja Conde Drácula. Para a figura histórica, veja Vlad, o Empalador. Para outros significados, veja Drácula (desambiguação).

Drácula (em inglês: Dracula) é um romance de horror gótico lançado em 1897, escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Tornou-se a mais famosa história de vampiro da literatura. O aclamado autor de literatura de terror Stephen King considerou Drácula um dos três grandes clássicos do gênero, sendo os outros dois Frankenstein e Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde.[1] A obra está em domínio público e pode ser acessada gratuitamente em língua inglesa através do portal Domínio Público, do governo federal brasileiro.[2]

Drácula
Dracula por, capa da 1.ª edição, Archibald Constable and Company, 1897
Capa da primeira edição
Autor(es) Bram Stoker
Idioma inglês
País Irlanda
Género horror gótico, romance epistolar
Localização espacial Inglaterra e Transilvânia
Editora Archibald Constable and Company (RU)
Lançamento Maio de 1897

Estruturalmente, é um romance epistolar, ou seja, contado como uma série de cartas, relatos em diário, jornais e registros de bordo. Drácula mistura ficção de terror, gótica e literatura de vampiros. Embora Stoker não tenha inventado os vampiros e tenha sido influenciado por contos anteriores, o seu romance foi responsável pela popularização dos vampiros através de muitas peças de teatro, cinema e televisão. Drácula ganhou inúmeras interpretações ao longo dos séculos XX e XXI.

EnredoEditar

 
Notas manuscritas de Stoker sobre os personagens do romance

A história é contada em formato epistolar, cujos narradores são protagonistas do romance, e, ocasionalmente, suplementada com recortes de jornais referentes a eventos não diretamente testemunhados. Os eventos retratados no romance ocorrem em ordem cronológica e em grande parte na Inglaterra e na Transilvânia, durante a década de 1890. Tudo ocorre dentro do mesmo ano, entre 3 de maio e 6 de novembro. Uma nota curta situa-se no capítulo final, escrita sete anos após os eventos descritos na obra.

O romance começa com Jonathan Harker, um advogado inglês recém-formado, visitando o Conde Drácula nas montanhas dos Cárpatos, na fronteira entre a Transilvânia, Bucovina e Moldávia, para prestar apoio jurídico para uma transação imobiliária supervisionada pelo empregador de Harker. Primeiramente atraído pelos bons modos de Drácula, Harker logo percebe que é prisioneiro ali. Outros detalhes tornam o anfitrião uma personagem excêntrica: ele não tem reflexo no espelho, não é visto de dia e nunca mostra ter fome. Certa noite, o advogado o vê descendo as altíssimas paredes do castelo e sumindo na floresta ao redor, como se fosse um bicho. Ele ainda não entende que Drácula é um vampiro.

Vagando por salas nas quais não lhe era permitida a entrada, Harker cai no sono e é acordado por três vampiras, chamadas de "as irmãs", que tentam sugar seu sangue mas são impedidas pelo Conde. O rapaz descobre que Drácula dorme dentro de uma caixa numa parte tenebrosa da residência. Então, na tentativa de se livrar daquela prisão, ele golpeia a testa do vampiro, mas nada de grave acontece ao corpo imóvel. Após mandar preparar 50 caixas com terra, junto das quais embarca, Drácula deixa a Transilvânia e abandona Harker, que ainda assim consegue escapar do castelo.

Pouco tempo depois, um navio russo, o Deméter, tendo levantado âncora em Varna, encalha nas costas de Whitby apenas com o capitão morto amarrado ao leme. Por meio de um diário, o capitão narra o desaparecimento gradual de toda a tripulação. No momento em que a embarcação atraca no porto, um animal parecido com um cachorro grande é visto saltando em terra para nunca mais ser reencontrado. A carga do navio é descrita como areia prata e 50 caixas de "molde", ou terra, da Transilvânia. Mais tarde sabe-se que Drácula comprou com sucesso várias propriedades como "Conde De Ville" em toda Londres e ordenou que fossem distribuídas as 50 caixas entre delas. Ele fez isso para garantir para si "tocas", e as tais caixas de terra são usadas como seus caixões que dariam segurança e descanso durante os períodos de alimentação e reabastecimento de forças.

Em grande parte por meio do diário de Mina Murray, Drácula é indiretamente mostrado perseguindo Lucy Westenra, que vive em Whitby e é grande amiga de Mina. Com o passar do tempo, Lucy começa a sofrer de sonambulismo e demência. Num desses acessos de sonambulismo, é atacada por Drácula que lhe suga o sangue e lhe deixa marcada no pescoço.

Lucy recebe três propostas de casamento do Dr. John Seward, de Quincey Morris e de Arthur Holmwood (cujo Lord Godalming, transferirá a ele seu título de nobreza ao morrer). A moça aceita a proposta de Holmwood e rejeita as outras duas, mas todos continuam se dando bem. Mina deixa a amiga aos cuidados de Arthur e Seward e parte em direção a Budapeste para cuidar de Jonathan Harker, que, ao sair do castelo do Conde em frágil estado de saúde, passa a ser tratado por um hospital de freiras.

Sem que isso fique claro de início no enredo, Drácula mantém comunicação com o paciente Renfield, que é tratado no asilo psiquiátrico de Dr. Seward. Renfield é um homem insano, que deseja consumir insetos, aranhas, pássaros e ratos para absorver a sua "força vital". O doente é capaz de detectar a presença do Conde, a quem chama de Mestre, e fornece pistas, que demoram a ser entendidas pelo médico.

Quando Lucy passa a definhar, Seward, desconfiado, convida seu velho professor, Abraham Van Helsing, que determina imediatamente a verdadeira causa da condição de Lucy. Ele se recusa a divulgá-la, mas a diagnostica com perda aguda de sangue. Helsing prescreve inúmeras transfusões de sangue as que Dr. Seward, Helsing, Quincey e Arthur se submetem como doadores ao longo do tempo. Helsing também prescreve flores para serem colocadas em todo o quarto e tece um colar de plantas murchas e alho para a enferma. Ela, no entanto, continua a definhar — perdendo sangue todas as noites. Com ambos os médicos ausentes, Lucy e sua mãe são atacadas por um lobo que, assim como o cachorro grande saído do barco Deméter, é uma corporificação do Drácula. A Sr.ª Westenra, que tem uma doença cardíaca, morre de susto.

Van Helsing tenta proteger Lucy com alho, mas o destino frustra-o a cada noite: certa vez, a mãe de Lucy remove o alho do quarto; em outra ocasião, a própria Lucy faz isso por conta do sono inquieto. Os médicos descobrem as duas marcas pequenas no pescoço, que o Dr. Seward não consegue compreender a princípio. Helsing, em seguida, pendura um crucifixo no pescoço dela, mas logo depois a jovem é encontrada morta sem o símbolo religioso. Helsing descobre que uma das enfermeiras do asilo psiquiátrico de Seward o roubou na noite anterior.

Após a morte de Lucy, as crianças relatam aos jornais que estão sendo perseguidas no meio da noite por uma "bela senhora [bloofer lady]". Van Helsing, intuindo que Lucy se tornou uma vampira, conta isso primeiramente a Seward e tenta provar levando-o ao cemitério em horários diferentes para mostrar como, às vezes, o cadáver de Lucy não está na sepultura. Lord Godalming e Morris são informados posteriormente. Os amigos e Van Helsing armam uma emboscada à vampira Lucy e, depois de um confronto com ela, estacam-lhe o coração, decapitam-na e enchem-lhe a boca com alho. Na mesma época, Jonathan Harker chega da Europa continental casado com Mina, e os dois aderem à campanha contra Drácula.

Os caçadores de vampiros se alojam na residência do Dr. Seward, realizando reuniões noturnas e fornecendo relatórios com base em cada uma das suas várias tarefas. Mina descobre que seus diários e cartas contêm pistas para que eles possam encontrá-lo. Ela se atarefa de coletá-los, pesquisar recortes de jornais, encaixando as passagens mais relevantes em ordem cronológica e digitando cópias para distribuir entre eles o que estão estudando. Jonathan Harker rastreia as transferências de sepulturas em caixa e as propriedades que Drácula tenha comprado a fim de armazená-las. Van Helsing realiza pesquisas juntamente com o Dr. Seward para analisar o comportamento de seu paciente Renfield, que finalmente descobrem estar sendo influenciado por Drácula. Eles também pesquisam eventos históricos, folclore e superstições de várias culturas para entender os poderes e fraquezas do Conde. Van Helsing estabelece ainda um perfil criminal de Drácula, a fim de entender melhor suas ações e prever seus movimentos. A fortuna de Arthur Holmwood, já assumindo o título de Lord Godalming, auxilia no financiamento de toda a operação e despesas.

Quando descobrem as várias propriedades que Drácula havia comprado, os protagonistas masculinos juntam-se para invadi-las e confrontar Drácula. Ao descobrirem os túmulos do Conde espalhados por toda Londres, eles os selam com hóstias. Esse ato torna as caixas de terra completamente inúteis para Drácula, porque ele é incapaz de abrir, entrar ou transportá-las. Em Piccadilly, região importante de Londres, acontece o primeiro embate direto entre os protagonistas e o vilão. Harker avança com o objetivo de golpear o Conde, mas apenas rasga um pedaço de sua roupa, de onde saem algumas moedas. O vampiro consegue fugir pela janela e promete vingança.

Drácula ataca Mina em três ocasiões e a alimenta de seu próprio sangue para controlá-la. Isso amaldiçoa a moça com vampirismo e opera uma transformação gradual nela. Van Helsing tenta ajudá-la colocando-lhe sobre a testa uma hóstia, mas isso deixa uma terrível cicatriz. Sob essa maldição, Mina oscila da consciência a um semi-transe durante o qual percebe os entornos e ações de Drácula. O grupo obtém esse conhecimento através das habilidades de Van Helsing em hipnotizar Mina.

Após os protagonistas descobrirem e esterilizarem as 49 caixas espalhadas por Londres, intuem que Drácula fugiu com a caixa 50º de volta para seu castelo na Transilvânia. Mina, com medo da ligação com o vampiro, insta a equipe a não contar diante dela os planos de perseguição ao Conde, por medo de que ele os ouça; mas essa ponderação dura pouco, porque a própria Mina chega à conclusão de que, sob hipnose, pode ser usada, ao contrário, para coletar informações preciosas sobre o paradeiro do monstro. O Conde embarca num navio em direção ao continente e, já na Transilvânia, sobe, também de barco, um rio.

Os amigos se separaram em equipes quando chegam à Europa continental. Van Helsing e Mina localizam o castelo de Drácula enquanto os outros tentam emboscar seu barco. Van Helsing invade o castelo e destrói as irmãs vampiras, perfurando-lhes o coração, cortando-lhes a cabeça e enchendo-lhes a boca com alho. Ao descobrir que Drácula está sendo transportado já em terra firme por ciganos, Harker, Quincey, Dr. Seward e Lord Godalming os seguem e os obrigam a parar a carruagem que levava o Conde. Harker consegue furar o bloqueio, abre a arca onde ele está e corta-lhe a garganta enquanto Quincey, mortalmente ferido pelos ciganos, apunhala-o no coração. Drácula se desintegra ao pó, e Mina é libertada do vampirismo.

O livro termina com uma nota deixada por Jonathan Harker, sete anos após os acontecimentos do romance, detalhando a vida de casado com Mina e o nascimento do filho, a quem eles nomearam como "Quincey". Quincey é retratado sentado no joelho de Van Helsing enquanto ele conta suas aventuras.

AdaptaçõesEditar

O romance foi adaptado muitas vezes, especialmente para o cinema e teatro, e o vampiro foi usado em muitas histórias e paródias independentes do romance original, sendo usado até hoje por diversos autores em diversas mídias, sendo tema recorrente na cinematografia mundial. O romance mais recente a tratar do assunto é O Historiador, de Elizabeth Kostova, que se propõe a ser uma espécie de O Código Da Vinci da lenda de Drácula. É um romance que coloca o leitor na trilha do Drácula histórico, em meio a mosteiros medievais.

FilmesEditar

Uma longa lista de filmes coloca Drácula como um dos personagens mais representados na história do cinema. São contabilizados ao menos 55 filmes entre 1921 e 2005, sendo que o número poderia passar de 160 no mesmo período.[3]

Muitos destes filmes são comédias que usam personagens do livro, sobretudo o personagem-título, como Dracula: Dead and Loving It e The Monster Squad; outros são filmes do tipo "super-herói" (exemplos: Van Helsing e a trilogia Blade). Outros filmes criaram personagens não-existentes no livro, como filho, filha, esposa, noivas, discípulos de Drácula, etc. Outros confrontam o personagem Conde Drácula contra outros personagens, reais ou fictícios, tais como Batman, Frankenstein, Lobisomem ou Billy the Kid. Outros filmes se passam não contemporaneamente à história de Stoker (1897), mas sim nos séculos XX ou XXI, por exemplo os três filmes de Drácula produzidos por Wes Craven, ou mesmo no futuro (Dracula 3000).[3] O filme Dracula Untold (2014) (no Brasil, chamado de Drácula- A História Nunca Contada) elabora uma história sobre Drácula antes dele tornar-se vampiro, e que não consta na história original do livro de Stoker. Todos estes filmes têm muito pouco, ou nada, a ver com a história original do livro de Bram Stoker.

Assim, entre os diversos filmes de Drácula já feitos, apenas uma pequena minoria de fato se propôs a representar, com alguma fidelidade, o livro original de Bram Stoker.

Filmes que são adaptações do livro originalEditar

O primeiro filme de grande impacto com história baseada no livro original foi Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens, filme alemão de 1922, e que teve um remake em 1979, com o título Nosferatu: Phantom der Nacht.

Em 1931, foi lançada a versão que daria fama mundial ao livro, a seu personagem título e ao ator húngaro Béla Lugosi.[4] O filme de 1931 foi gravado em duas versões distintas, a versão em língua inglesa com Bela Lugosi, e a versão em língua espanhola com Carlos Villarias interpretando Drácula, esta visando o público latino; ambos os filmes usaram os mesmos roteiro, sets e figurinos. A Universal Studios faria posteriormente outros filmes sobre Drácula (ou personagens correlatos), dentro do seu segmento Universal Monsters, porém apenas o filme de 1931 foi uma adaptação da obra original.

Em 1958, foi lançado o o primeiro filme em cores baseado no livro, tendo este sido o primeiro da série de 9 filmes de Drácula realizados pelo estúdio britânico Hammer Films, 7 dos quais com Christopher Lee no papel de Drácula; desta série, apenas o primeiro filme, de 1958, é adaptação da obra original de Stoker.[5]

A década de 1970 viu um grande número de filmes baseados na história original do livro. Um foi o já citado remake de Nosferatu de 1979. Duas produções da década de 1970 são frequentemente consideradas como estando entre as mais fiéis adaptações da obra original de Stoker: a de 1970, uma produção italiana-espanhola-alemã dirigida por Jesus Franco com o mesmo Lee interpretando Drácula;[3][6] e a de 1977, uma produção da rede de televisão britânica BBC.[3][7] A produção de 1977, em que pese ter sido uma produção televisiva de baixo-orçamento, é frequentemente citada como a adaptação mais fiel ao livro original.[8] Duas outras produções da década de 1970 baseadas no livro original foram a de 1973, com Jack Palance interpretando Drácula, e a de 1979, com Drácula sendo interpretado por Frank Langella.[9] O filme de 1979 com Langella foi o primeiro a dar caráter sedutor ao personagem-título (destoando do livro e de algumas produções, como os filmes Nosferatu de 1922 e 1979, que lhe dão caráter repulsivo).

Em 1992, houve a última tentativa (pelo menos, a última "hollywoodiana", de impacto mundial) de se fazer uma produção cinematográfica de Drácula que fosse fiel ao livro original, Drácula de Bram Stoker, uma superprodução que contou com atores consagrados como Keanu Reeves, Winona Ryder, Anthony Hopkins e Gary Oldman, este no papel do Conde. Ao ser lançado este filme, o diretor Francis Ford Coppola alegava que era o primeiro filme realmente fiel ao livro de Stoker;[10] porém, o filme destoou do livro ao colocar como seu tema central uma relação de amor entre o personagem-título e a personagem Mina, relação esta que não consta no livro original.

O filme de 1931 e a série de filmes com Lee iniciada em 1958 foram os grandes impulsionadores da fama mundial do personagem. Os filmes de 1922, 1931, 1958, 1979 (Nosferatu) e 1992 tiveram enorme impacto de público e crítica e são considerados clássicos do cinema.

Outras produções posteriores à de 1992 (como as de 2006, 2012 e 2020) não lograram o impacto das produções anteriormente citadas.

RecepçãoEditar

Quando foi publicado pela primeira vez, em 1897, Drácula não foi um bestseller imediato, embora as criticas fossem incansáveis em seu louvor. O contemporâneo Daily Mail classificou Stoker superior a Mary Shelley e Edgar Allan Poe, bem como Wuthering Heights de Emily Brontë.[11]

O romance tornou-se mais significativo para os leitores modernos do que foi para os seus leitores contemporâneos vitorianos, pois só atingiu o seu grande status lendário clássico no século XX, quando as versões cinematográficas apareceram. No entanto, alguns fãs da época vitoriana o descreveram como "a sensação da temporada" e "o romance de gelar o sangue do século". Sir Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, escreveu a Stoker em uma carta: "Eu escrevo para lhe dizer o quanto eu gostei de ler Drácula".

Referências

  1. «Stephen King apresenta clássicos do terror - Cultura». Estadão. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  2. «Domínio Público - Pesquisa Básica». www.dominiopublico.gov.br. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  3. a b c d «Dracula Movies». My Dracula Website (em inglês). 27 de setembro de 2021. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  4. Drácula, 1931. Universal Studios. Em inglês
  5. Drácula, 1958 (nos EUA, Horror of Dracula). Hammer Film Productions. Em inglês
  6. «Count Dracula [El Conde Dracula/Les Nuits de Dracula] (1970)». Dailymotion. 9 de outubro de 2013. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  7. [Disponível em português no Youtube sob o título Dracula (1977)]
  8. Youtube: Which Dracula Film is Most Faithful to the Book
  9. «dracula 1979 by Ellen Straatman». Dailymotion. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  10. Jornal Los Angeles Times, 26-01-1992. A look inside Hollywood and the movies. : QUICK BITES : Bet You Thought Bela Lugosi's Neck Biter Was True to Bram Stoker
  11. Murray, Paul (2004). From The Shadow Of Dracula: A Life of Bram Stoker (em inglês). [S.l.]: Jonathan Cape. p. 363-4. 352 páginas. ISBN 0224044621. Consultado em 8 de novembro de 2012 

BibliografiaEditar

  • Dalby, Richard and Hughes, William. Bram Stoker: A Bibliography (Westcliff-on-Sea: Desert Island Books, 2005)
  • Frayling, Christopher. Vampyres: Lord Byron to Count Dracula (1992) ISBN 0-571-16792-6
  • Eighteen-Bisang, Robert and Miller, Elizabeth. Bram Stoker's Notes for Dracula: A Facsimile Edition Toronto: McFarland, 2008, ISBN 978-0-7864-3410-7
  • Hughes, William. Beyond Dracula: Bram Stoker's Fiction and its Cultural Contexts (Basingstoke: Macmillan, 2000)
  • McNally, Raymond T. & Florescu, Radu. In Search of Dracula. Houghton Mifflin Company, 1994. ISBN 0-395-65783-0
  • Miller, Elizabeth. Dracula: Sense & Nonsense. 2nd ed. Desert Island Books, 2006. ISBN 1-905328-15-X
  • Wolf, Leonard. The Essential Dracula. ibooks, inc., 2004. ISBN 0-7434-9803-8

Ligações externasEditar