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Economia do Paquistão

Economia do Paquistão
Bolsa de valores de Islamabad.
Moeda rúpia paquistanesa
Ano fiscal Ano calendário
Blocos comerciais OMC, OCE, ASEAN, SAARC, OMPI
Estatísticas
Bolsa de valores Bolsa de valores de Islamabad
PIB 305 bilhões (2018) (40º lugar)
Variação do PIB 5,7% (2018)
PIB per capita 1.547,85 USD (2017)
PIB por setor agricultura 21,8%, indústria 23,6%, comércio e serviços 54,6% (2010)
Inflação (IPC) 6,5% (2018)
População
abaixo da linha de pobreza
29,5% (2006)
Coeficiente de Gini 30,6 (2008)
Força de trabalho total 55,77 milhões (2010)
Força de trabalho
por ocupação
agricultura 43%, indústria 20,3%, comércio e serviços 36,6% (2005)
Desemprego 5,9% (2018)
Principais indústrias têxtil e roupas, processamento de alimentos, fármacos, materiais de construção, produtos de papel, fertilizantes, camarão
Exterior
Exportações -36 bilhões (2010)
Produtos exportados têxteis (roupas, roupa de cama, tela de algodão, fios), arroz, peles, equipamentos esportivos, substâncias químicas, manufaturados, tapetes
Principais parceiros de exportação Estados Unidos 15,87%, Emirados Árabes Unidos 12,35%, Afeganistão 8,48%, Reino Unido 4,7%, República Popular da China 4,44% (2009)
Importações 32,71 bilhões (2010)
Produtos importados petróleo e derivados, máquinas, plásticos, equipamentos de transporte, óleos comestívis, papel e papelão, ferro e aço, chá
Principais parceiros de importação República Popular da China 15,35%, Arábia Saudita 10,54%, Emirados Árabes Unidos 9,8, Estados Unidos 4,81%, Kuwait 4,73%, Malásia 4,43%, Índia 4,02% (2009)
Dívida externa bruta 24 bilhões (2010)
Finanças públicas
Receitas 49,33 bilhões (2017)
Despesas 68 bilhões (2016)
Ajuda económica recebida:n/d
Fonte principal: The World Factbook
Salvo indicação contrária, os valores estão em US$

Paquistão, um país pobre e subdesenvolvido, sofreu durante décadas com disputas políticas internas e reduzido investimento estrangeiro. No entanto, durante os anos 2001 e 2007 o nível de pobreza diminuiu 10%, com ajuda do gasto público[1]. Entre os anos 2004 e 2007 o PIB cresceu entre 5 e 8% ao ano, com a expansão do setor industrial, apesar da frequente falta de energia, mas entre os anos 2008 e 2009 o crescimento diminuiu e o desemprego aumentou.[1]

A inflação segue sendo a principal preocupação, com alça de 7,7% o 2007 até o 13% o 2010. Ademais, a rúpia paquistanesa tem se desvalorizado desde 2007, como resultado de instabilidade política e econômica.[1]

A economia paquistanesa, que se pensava ser muito vulnerável a choques internos e externos, revelou uma resistência inesperada face a acontecimentos adversos como a crise financeira asiática, a recessão global, a seca, as ações militares pós-11 de Setembro no Afeganistão e as tensões com a Índia. Num período de dois anos e meio após os ataques de 11 de setembro de 2001, o índice bolsista paquistanês KSE-100 foi o que se comportou melhor em todo o mundo.


Em 2013, o governo paquistanês anunciou uma série de privatizações do setor bancário, isto atraiu mais investidores ao país que voltou a crescer mas, mesmo assim continua sendo um país pobre/emergente, o país será uma grande economia a partir de 2050, ano em que sua economia chegará a 16° posição com um PIB de US$ 4,236 trilhões, os paquistaneses terão o 24° maior poder de compra do mundo, mas as taxas de desenvolvimento humano e social seguirão baixas. A população rica será pequena e muito rica, já as classes mais baixas serão de grande magnitude, pois, em 2050 o Paquistão terá mais de 300 milhões de habitantes.

ReferênciasEditar