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Fora Collor foi um movimento político ocorrido no ano de 1992, onde milhares de brasileiros saíram às ruas em passeatas pedindo a saída do poder do então presidente da República Fernando Collor de Mello.[1]

Foi fruto da indignação popular em relação ao grande esquema de corrupção, do congelamento das contas bancárias, da alta inflação. Mesmo com o congelamento das contas bancarias, a inflação que chegava a ser de 30% ao mês começou a cair. Com a comprovação do esquema de corrupção isso quer dizer que seu irmão sabia de tudo e teve que fazer uma boa ação antes de partir, denunciado por Pedro Collor, irmão de Fernando Collor, que já estava em fase terminal de câncer, a sociedade indigna-se, a juventude vai para as ruas pedir o impeachment. Os grandes movimentos são organizados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), DCEs, centros acadêmicos, grêmios livres, e do descontentamento popular em relação ao governo Collor. Sua origem tem bases nas famosas passeatas dos caras pintadas, aonde os populares saíam na rua com slogam contra o Governo. Daí desenvolveu-se ao movimento denominado Fora Collor, e dos escândalos de corrupção sobre seu tesoureiro, no caso, PC Farias.

Embora tenha esse caráter de apoio dos movimentos sociais e estudantis, o Fora Collor teve apoio da mídia, especialmente do jornal Folha de S. Paulo, da Veja e da própria Rede Globo, que influenciou a juventude com a exibição da minissérie Anos Rebeldes que apresentava a luta de jovens de classe média contra a ditadura nos anos 60. Isso foi decisivo para o desfecho com a impugnação de mandato do presidente, feito mesmo após sua renúncia.


Os Caras-PintadasEditar

Um movimento que teve considerável relevância durante o protesto denominado de “Fora Collor”, foi o movimento estudantil Caras Pintadas que teve início no ano de 1992. O movimento teve esse nome pois os estudantes de diversas instituições como OAB, ABI, CUT, UNE e UBES, decidiram sair nas ruas com as Caras Pintadas e vestidas de preto em sinal de luto contra a corrupção. Porém os movimentos estudantis já lutavam por suas causas muito antes disso, lutavam pelos seus direitos, mas a primeira reunião a favor do impeachment de Collor registrado pela imprensa nacional ocorreu em 29 de maio 1992. Em uma das passeatas, no dia 11 de maio, 10 mil pessoas se reuniram em frente o MASP (Museu de Artes de São Paulo), e o que chamou a atenção foi a diversidade política e apartidarismo dos manifestantes.

5 dias após essa passeata o Presidente Collor foi a TV nacional pedindo apoio da população, e então realizando o pedido das pessoas saírem vestidas com a roupa da cor da bandeira nacional, o que gerou efeito reverso e então a primeira manifestação dos Caras Pintadas teve início no domingo, dia 16 de agosto de 1992. A imprensa logo noticiou o movimento, deixando claro que a mídia tem o poder de construir e destruir um eleitorado.


Referências

  1. «Fora Collor». Consultado em 7 de novembro de 2012 

[1][2]

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  1. Poubel, Mayra. «Caras Pintadas - História do Brasil». InfoEscola. Consultado em 20 de junho de 2019 
  2. «Quem eram os "Caras Pintadas" do "Fora Collor!"». Tribuna do Norte. Consultado em 20 de junho de 2019