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Freeman Dyson
Nascimento 15 de dezembro de 1923 (95 anos)
Berkshire
Nacionalidade norte-americano
Cidadania Reino Unido, Estados Unidos
Etnia ingleses
Filho(s) George Dyson
Alma mater Universidade de Cambridge, Universidade Cornell[1]
Ocupação matemático, físico teórico, físico nuclear, professor, físico
Prêmios John von Neumann Lecture (1965),

Prêmio Dannie Heineman de Física Matemática (1965),
Medalha Lorentz (1966),
Medalha Hughes (1968),
Medalha Max Planck (1969),
Prêmio Memorial J. Robert Oppenheimer (1970),
Gibbs Lecture (1972),
Prêmio Harvey (1977),
Prêmio Wolf de Física (1981),
Prêmio Andrew Gemant (1988),
Prêmio Enrico Fermi (1993),
National Book Critics Circle Award (1994),
Medalha Matteucci (1989),
Prêmio Antonio Feltrinelli (1996),
Prêmio Lewis Thomas (1996),
Prêmio Templeton (2000),
Prêmio Pomeranchuk (2003)
Prêmio Henri Poincaré (2012)

Empregador Universidade de Princeton, Universidade Duke, Universidade de Birmingham
Página oficial
http://www.sns.ias.edu/~dyson/
Orientador(es) Hans Bethe
Campo(s) Física e matemática

Freeman John Dyson (Berkshire, 15 de dezembro de 1923) é um físico e matemático inglês.[2]

Trabalhou para o British Bomber Command durante a Segunda Guerra Mundial. Após seu fim, mudou-se para Princeton (Estados Unidos) e nacionalizou-se estadounidense.

Nos anos posteriores à guerra, Dyson demonstrou a equivalência das formulações da eletrodinâmica quântica de Richard Feynman com as desenvolvidas por Julian Schwinger e Shin'ichiro Tomonaga. Entre 1957-1961, trabalhou no Projeto Orion que pretendia realizar o voo espacial utilizando a propulsão nuclear. Um protótipo chegou a ser construído, mas a Declaração para o Uso Pacífico do Espaço da ONU proibiu qualquer tipo de explosão nuclear na atmosfera e no espaço, o que provocou o abandono do projeto.

Dyson teorizou sobre a possibilidade de que uma sociedade avançada pudesse circundar completamente uma estrela para maximizar a captura da energia emitida, mediante nuvens de asteróides, o que foi denominado esfera de Dyson.

Também propôs a árvore de Dyson, uma planta desenhada geneticamente para crescer num cometa. O objetivo imaginado era que a árvore transformaria o cometa numa estrutura oca com uma atmosfera respirável no seu interior, utilizando-se da luz do sol distante e material do cometa para crescer e produzir o oxigênio necessário, e assim poderiam ser criados habitats para a humanidade no sistema solar exterior. Dyson publicou suas especulações e observações sobre a tecnologia e o futuro: Mundos imaginados, De Eros a Gaia, Perturbando o Universo.

Notabilizou-se também em seus estudos sobre a origem da vida, ao propor origens independentes para o metabolismo e para a reprodução.

Desde 2003 Dyson é presidente do Space Studies Institute, organização fundada por Gerard Kitchen O'Neill.

Casado com Verena Huber-Dyson, é pai de Esther Dyson e do historiador da tecnologia George Dyson.

Foi laureado com a Medalha Max Planck em 1969 e em 2000 com o Prêmio Templeton. Ele também foi um dos que assinaram uma petição para o presidente Barack Obama em 2015 para que o Governo Federal dos Estados Unidos fizesse um pacto de desarmamento nuclear e de não-agressão.[3][4]

ObrasEditar

Referências