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Grêmio Esportivo Catanduvense

Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Grêmio Catanduvense de Futebol.

Grêmio Esportivo Catanduvense foi um clube brasileiro de futebol da cidade de Catanduva, no estado de São Paulo, fundado em 5 de fevereiro de 1970.

Catanduvense
Grêmio Esportivo Catanduvenselogofpf.jpeg
Nome Grêmio Esportivo Catanduvense
Alcunhas GEC
Fundação 5 de fevereiro de 1970 [1]
Extinção 1993
Estádio Silvio Salles
Capacidade 16 474 pessoas[2]
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HistóriaEditar

O time adotou inicialmente as cores azul e branco no uniforme. Foram dezenove anos disputando a Segunda Divisão (atual Série A2), até que, em 1988, o time conquistou o acesso à primeira divisão do futebol paulista, imediatamente mudando a cor de seu uniforme. A partir dali, o clube adotou as cores da primeira equipe da cidade, o vermelho e branco do Catanduva Esporte Clube. Foi o auge do futebol de Catanduva na história. O Catanduvense chegou à elite ao ser vice-campeão da Segundona de 1988, ganhando do Rio Preto com um gol do atacante Roberto Carlos (atacante) e ficando atrás apenas do Bragantino de Vanderlei Luxemburgo.

Antes disso, fora campeão da mesma categoria em 1974 e vice-campeão em 1975, dois anos em que não houve promoção à elite. Em 1980, chegou perto do acesso, ao ficar com o vice-campeonato (perdeu a decisão para o São José),[3] porém teve de disputar a repescagem contra a Francana, vice-lanterna da primeira divisão, e perdeu as duas partidas em campo neutro, por 4 a 1[4] e por 2 a 1[5] — antes dos confrontos, dirigentes do Catanduvense chegaram a acusar a Francana de suborno.[6]

Na primeira temporada entre os grandes, o Catanduvense não foi tão mal: terminou o Paulistão de 1989 no 17º lugar entre os 22 clubes disputantes. Foram sete vitórias, quatro empates e dez derrotas. O ano de 1989 pode ser considerado o melhor da história do clube. Foi nessa temporada que o clube colheu dois de seus resultados mais significativos: 2 a 1 sobre o Corinthians, em Catanduva, e sobre o Santos, na Vila Belmiro. Foi também em 1989 que o Catanduvense disputou o Série B, ao lado de Botafogo de Ribeirão Preto e América de São José do Rio Preto.

Em 1989, a cidade vivia o clima de festa, mas as dívidas foram se acumulando com os altos valores para se manter uma equipe numa competição acirrada como a elite do futebol de São Paulo. Em 1990, foi o último colocado do Campeonato Paulista, mas não desceu à Divisão Intermediária pela ausência de rebaixamento. Em 1993, atolado em dívidas, o Grêmio Esportivo Catanduvense foi extinto.

RetrospectoEditar

  Campeonato Paulista [7]
Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979
Pos. - - - - - - 15º
Ano 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989
Pos. - - - - 41º 14º 10º 15º
Ano 1990 1991 1992 1993
Pos. 24º 26º 28º 30º
  Campeonato Brasileiro
Ano 1989
Pos. 26º

TítulosEditar

Referências

  1. Grêmio Esportivo Catanduvense Que fim levou
  2. «CBF» (PDF). Consultado em 16 de novembro de 2009. Arquivado do original (PDF) em 14 de outubro de 2009 
  3. Aroldo Chiorino (2 de novembro de 1980). «Sete Dias no Esporte». Folha de S. Paulo (18 841). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. 30 páginas. ISSN 1414-5723. Consultado em 26 de março de 2016 
  4. «Francana goleia o Catanduvense». Folha de S. Paulo (18 848). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. 9 de novembro de 1980. 34 páginas. ISSN 1414-5723. Consultado em 26 de março de 2016 
  5. «A última vaga é da Francana». Folha de S. Paulo (18 851). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. 12 de novembro de 1980. 24 páginas. ISSN 1414-5723. Consultado em 26 de março de 2016 
  6. «Catanduvense acusa Francana de suborno». Folha de S. Paulo (18 847). São Paulo: Empresa Folha da Manhã S/A. 8 de novembro de 1980. 20 páginas. ISSN 1414-5723. Consultado em 26 de março de 2016 
  7. «Grêmio Esportivo Catanduvense». Futebol Nacional 
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