Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B

campeonato de futebol brasileiro

O Campeonato Brasileiro da Série B é equivalente a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol.

Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B
Série B
Dados gerais
Organização CBF
Edições 38 (12 por pontos corridos)
Outros nomes Série B
Segunda Divisão
Segundona
Local de disputa Brasil
Número de equipes 20
Sistema Pontos corridos
Divisões
Série ASérie BSérie CSérie D
Soccerball current event.svg Edição atual
editar

O campeonato já teve inúmeros formatos, incluindo fases eliminatórias e pontos corridos.

33 clubes de 12 estados diferentes já foram campeões da Série B, apenas 7 deles por mais de uma vez, duas vezes cada um.

Na competição, que é organizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os quatro primeiros colocados são promovidos para a Série A. Os quatro últimos colocados são rebaixados à Série C.

HistóriaEditar

A segunda divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol começou oficialmente em 1971, mas passou a ser disputada com regularidade apenas na década de 80.

Nos anos 1970, com exceção de 1971 e 1972, o certame nacional era bastante democrático, com o objetivo de integração nacional, e por isso disputado sem divisões de acesso.[1]

Na primeira metade dos Anos 1980, a chamada Taça de Prata era uma espécie de divisão de acesso do futebol brasileiro.[2][3]

A Taça de Prata era justamente a competição destinada às equipes que não conseguiam se classificar para a Taça de Ouro (Primeira Divisão) pelo campeonato estadual, mas contava com um regulamento que previa o acesso, no mesmo ano, para a Primeira Divisão, das equipes que tivessem a melhor campanha.

Em 2006, o campeonato já conhecido como Série B, foi disputado pela primeira vez em pontos corridos, com turno e returno. No sistema atual, os quatro primeiros sobem para a Série A e os quatro últimos são rebaixados para a Série C.

Regulamentos e formatosEditar

 
Atual troféu de campeão da Série B

A Segunda Divisão começou a ser disputada em 1971, e assim como a Primeira Divisão, ao longo do tempo também teve diversos formatos:

  • Na primeira metade dos anos 1980 (até 1985), a chamada Taça de Prata era uma espécie de divisão de acesso do futebol brasileiro. A partir de 1981, os 40 clubes que disputavam a Primeira Divisão, denominada "Taça de Ouro", eram determinados da seguinte forma: 13 estados entravam com seus campeões, sete participavam com o campeão e o vice. O estado de São Paulo contava com os seis melhores classificados do Campeonato Paulista e o Rio de Janeiro, com os cinco melhores do seu estadual. As outras duas vagas eram ocupadas pelos campeão e vice do ano anterior da Taça de Ouro. A Taça de Prata era justamente a competição destinada às equipes que não conseguiam se classificar à Taça de Ouro, mas contava com um regulamento que previa o acesso, no mesmo ano, para a Primeira Divisão, das equipes com melhor campanha.
  • Em 1986, foi realizado o Torneio Paralelo, uma competição organizada pela CBF como parte integrante da primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1986 e que foi disputado por 36 equipes divididas em quatro grupos; torneio este que por ter sido disputado unicamente com o objetivo de definir o acesso de quatro clubes para a Série A de 1986, não contou com a realização de uma fase final para a definição do campeão. Por esta razão, a CBF não reconhece nenhum campeão da Série B de 1986.[4]
  • Especialmente em 1987, houve a realização de dois módulos, Branco e Azul (em semelhança com a Série A, com os módulo Verde e Amarelo). Já em 2000, houve regulamento semelhante ao de 1987, com os times novamente divididos em módulos (desta vez, o equivalente da Série B seria o Módulo Amarelo), porém os três primeiros colocados deste módulo fizeram parte da última fase, que definiria o campeão da Série A daquele ano. Estas "competições" de 1987 e 2000 não são oficiais, e os "títulos" não são reconhecidos pela CBF.[5]
  • Nos anos de 1973 a 1979 e em 1993, não houve disputa.
  • Em 2005, foi composta por 22 clubes, sendo que caíram 6 para a Série C e subiram 2 para a Série A.
  • Em 2006, o número de clubes participantes é reduzido para 20 e é adotado o sistema de pontos corridos em dois turnos, no mesmo formato da Série A em vigor desde 2003, até os dias atuais. A cada ano, quatro clubes sobem para a Série A e quatro caem para a Série C.
  • De 2004 a 2008, a FBA foi a gestora comercial da competição, entidade similar ao Clube dos 13.
  • Em 2009, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reassumiu a gestão comercial do evento.

TransmissãoEditar

A competição foi transmitida em TV aberta pelas afiliadas da TV Globo em parceria até 2011, e durante seis anos, com a RedeTV!, mas naquele ano, em represália a RedeTV!,[6] pelo fato da emissora ter vencido a licitação do Clube dos 13 para adquirir os direitos de transmissão da Série A entre 2012 e 2014,[7] a Globo tirou a Série B,[8] o acordo foi anulado e o Clube dos 13 notificou a RedeTV! que o contrato a ser seguido será o da Globo.[9]

A partir de 2012, os direitos foram repassados para a Rede Bandeirantes,[8] que exibiu os campeonatos de 2012 e 2013. Em 2014, a Band anunciou que não transmitiria este campeonato, alegando falta de espaço na programação devido a Copa do Mundo FIFA de 2014, e a relação com a CBF ter enfraquecido, a entidade divulgou uma nota repudiando as declarações do comentarista Neto, que em junho de 2013, no programa Os Donos da Bola xingou a Seleção Brasileira às vésperas da Copa das Confederações FIFA de 2013.

Embora Neto tenha se desculpado no programa no dia seguinte, a CBF negociou os jogos com a RedeTV!,[6] que novamente passou a transmitir o torneio em 2014.[10]

Na TV fechada, os direitos de transmissão também pertencem o Grupo Globo, pelo SporTV e no sistema pay-per-view pelo Premiere FC.

CampeõesEditar

ResultadosEditar

Por clubeEditar

Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
  Goiás 2 (1999 e 2012) 2 (1994 e 2021) 0 1 (2018)
  Coritiba 2 (2007 e 2010) 1 (1995) 3 (1991, 2019 e 2021) 0
  América Mineiro 2 (1997 e 2017) 1 (2020) 0 2 (2010 e 2015)
  Botafogo 2 (2015 e 2021) 1 (2003) 0 0
  Paysandu 2 (1991 e 2001) 0 0 0
  Palmeiras 2 (2003 e 2013) 0 0 0
  Red Bull Bragantino[nota 7] 2 (1989 e 2019) 0 0 0
  Sport 1 (1990) 2 (2006 e 2019) 2 (2003 e 2013) 1 (2011)
  Guarani 1 (1981) 2 (1991 e 2009) 1 (1990) 0
  Fortaleza 1 (2018) 2 (2002 e 2004) 0 0
  Athletico Paranaense[nota 8] 1 (1995) 1 (1990) 1 (2012) 0
  Criciúma 1 (2002) 1 (2012) 1 (1992) 0
  Chapecoense 1 (2020) 1 (2013) 0 0
  Vasco da Gama 1 (2009) 0 2 (2014 e 2016) 0
  Portuguesa 1 (2011) 0 1 (2007) 1 (2005)
  Joinville 1 (2014) 0 1 (1983) 1 (1982)
  Juventude 1 (1994) 0 1 (2020) 0
  Londrina 1 (1980) 0 0 2 (1996 e 1998)
  Atlético Goianiense 1 (2016) 0 0 2 (2009 e 2019)
  Paraná 1 (1992) 0 0 1 (2017)
  Villa Nova 1 (1971) 0 0 0
  Sampaio Corrêa 1 (1972) 0 0 0
  Campo Grande 1 (1982) 0 0 0
  Juventus-SP 1 (1983) 0 0 0
  Uberlândia 1 (1984) 0 0 0
  Tuna Luso 1 (1985) 0 0 0
  Inter de Limeira 1 (1988) 0 0 0
  União São João 1 (1996) 0 0 0
  Gama 1 (1998) 0 0 0
  Brasiliense 1 (2004) 0 0 0
  Grêmio 1 (2005) 0 0 0
  Atlético Mineiro 1 (2006) 0 0 0
  Corinthians 1 (2008) 0 0 0
  CSA 0 4 (1980, 1982, 1983 e 2018) 0 0
  Santa Cruz 0 3 (1999, 2005 e 2015) 1 (2002) 1 (1992)
  Náutico 0 2 (1988 e 2011) 4 (1996, 1997, 2005 e 2006) 0
  Ponte Preta 0 2 (1997 e 2014) 2 (1988 e 2011) 1 (1971)
  Remo 0 2 (1971 e 1984) 2 (1981 e 1989) 0
  Figueirense 0 2 (2001 e 2010) 1 (1985) 1 (2013)
  Avaí 0 1 (2016) 3 (2004, 2008 e 2018) 3 (2001, 2014 e 2021)
  Vitória 0 1 (1992) 1 (2015) 2 (2007 e 2012)
  América de Natal 0 1 (1996) 0 2 (1972 e 2006)
  Botafogo-SP 0 1 (1998) 0 1 (1980)
  Campinense 0 1 (1972) 0 0
  Anapolina 0 1 (1981) 0 0
  Goytacaz 0 1 (1985) 0 0
  São José-SP 0 1 (1989) 0 0
  Ipatinga 0 1 (2007) 0 0
  Santo André 0 1 (2008) 0 0
  Internacional 0 1 (2017) 0 0
  Bahia 0 0 2 (1999 e 2010) 2 (2004 e 2016)
  Desportiva Ferroviária 0 0 2 (1994 e 1998) 0
  Ceará 0 0 2 (2009 e 2017) 0
  Itabaiana 0 0 1 (1971) 0
  Atlético de Alagoinhas 0 0 1 (1972) 0
  Ferroviária 0 0 1 (1980) 0
  Uberaba 0 0 1 (1982) 0
  Inter de Santa Maria 0 0 1 (1984) 0
  Mogi Mirim 0 0 1 (1995) 0
  Caxias 0 0 1 (2001) 0
  Americano 0 0 0 3 (1988, 1991 e 1994)
  Catuense 0 0 0 2 (1989 e 1990)
  Vila Nova 0 0 0 2 (1997 e 1999)
  Comercial-MS 0 0 0 1 (1981)
  Brasília 0 0 0 1 (1983)
  Botafogo-PB 0 0 0 1 (1984)
  Operário-MS 0 0 0 1 (1985)
  Central 0 0 0 1 (1995)
  Paulista 0 0 0 1 (2002)
  Marília 0 0 0 1 (2003)
  Grêmio Barueri 0 0 0 1 (2008)
  Cuiabá 0 0 0 1 (2020)

Por cidadeEditar

Cidade Títulos Equipes
  São Paulo 5 Palmeiras (2), Corinthians (1), Juventus-SP (1) e Portuguesa (1)
  Curitiba 4 Coritiba (2), Athletico Paranaense (1) e Paraná (1)
  Rio de Janeiro 4 Botafogo (2), Campo Grande (1) e Vasco da Gama (1)
  Belém 3 Paysandu (2) e Tuna Luso (1)
  Belo Horizonte 3 América Mineiro (2) e Atlético Mineiro (1)
  Goiânia 3 Goiás (2) e Atlético Goianiense (1)
  Bragança Paulista 2 Red Bull Bragantino (2)
  Araras 1 União São João (1)
  Campinas 1 Guarani (1)
  Caxias do Sul 1 Juventude (1)
  Chapecó 1 Chapecoense (1)
  Criciúma 1 Criciúma (1)
  Fortaleza 1 Fortaleza (1)
  Gama 1 Gama (1)
  Joinville 1 Joinville (1)
  Limeira 1 Inter de Limeira (1)
  Londrina 1 Londrina (1)
  Nova Lima 1 Villa Nova (1)
  Porto Alegre 1 Grêmio (1)
  Recife 1 Sport (1)
  São Luís 1 Sampaio Corrêa (1)
  Taguatinga 1 Brasiliense (1)
  Uberlândia 1 Uberlândia (1)

Por federaçãoEditar

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
  São Paulo 10 7 6 6
  Paraná 5 2 4 3
  Minas Gerais 5 2 1 2
  Rio de Janeiro 4 2 2 3
  Santa Catarina 3 5 6 5
  Goiás 3 3 0 5
  Pará 3 2 2 0
  Rio Grande do Sul 2 1 3 0
  Distrito Federal 2 0 0 1
  Pernambuco 1 7 7 3
  Ceará 1 2 2 0
  Maranhão 1 0 0 0
  Alagoas 0 4 0 0
  Bahia 0 1 4 6
  Rio Grande do Norte 0 1 0 2
  Paraíba 0 1 0 1
  Espírito Santo 0 0 2 0
  Sergipe 0 0 1 0
  Mato Grosso do Sul 0 0 0 2
  Mato Grosso 0 0 0 1

Por regiãoEditar

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Sudeste 19 11 11 11
Sul 10 8 13 8
Centro-Oeste 5 3 0 9
Nordeste 3 16 14 12
Norte 3 2 2 0

ParticipaçõesEditar

Participações totaisEditar

A tabela a seguir ilustra os 12 clubes que mais participaram da Série B do Campeonato Brasileiro (de 1971 a 2022).

Em negrito, os clubes participantes da edição de 2022:

Clubes Participações Temporadas[nota 9] Títulos A   R  
  Ceará 29 1981, 19831984, 19881992, 19941999, 20012009 e 20122017 0 3 0
  CRB 29 1971, 19821983, 1985, 1989, 1991, 19941999, 20012008, 2012 e 20152022 0 0 2
  América Mineiro 24 19801985, 19881989, 19911992, 19961997, 1999, 20022004, 2010, 20122015, 2017 e 20192020 2 6 1
  Criciúma 23 19801983, 19891992, 19981999, 20012002, 2005, 20072008, 20112012, 20152019 e 2022 1 3 3
  Londrina 23 1971, 1980, 1983, 19881989, 19911992, 19941999, 20012004, 20162019 e 20212022 1 1 2
  Vila Nova 23 1982, 1989, 1991, 19971999, 20012006, 20082011, 2014, 20162019 e 20212022 0 0 4
  Náutico 22 1971, 1981, 1988, 19951998, 20012006, 20102011, 20142017 e 20202022 0 4 1
  América de Natal 21 1972, 1982, 19841985, 1989, 1991, 19941996, 1999, 20012004, 2006, 20082010 e 20122014 0 2 3
  Remo 21 1971, 19811984, 19891992, 19951999, 20012004, 20062007 e 2021 0 2 3
  Santa Cruz 20 19821983, 19891992, 19941999, 20022005, 2007, 20142015 e 2017 0 4 2
  Avaí 20 1980, 1984, 19881989, 1999, 20012008, 20122014, 2016, 2018 e 20202021 0 5 0
  Ponte Preta 20 1971, 19881989, 19911992, 19941997, 20072011, 2014 e 20182022 0 3 0
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Participações na Série B no modelo atualEditar

Os clubes que mais participaram da Série B do Campeonato Brasileiro no modelo atual, disputado em pontos corridos (de 2006 a 2022):

Em negrito, os clubes participantes da edição atual (2022).

Clubes Participações Temporadas
  Paraná 12 20082017 e 20192020
  Vila Nova 12 2006, 20082011, 2014, 20162019 e 20212022
  CRB 12 20062008, 2012 e 20152022
  Ponte Preta 11 20072011, 2014 e 20182022
  Ceará 10 20062009 e 20122017
  Red Bull Bragantino 10 20082016 e 2019
  Avaí 10 20062008, 20122014, 2016, 2018 e 20202021
  Criciúma 10 20072008, 20112012, 20152019 e 2022
  Náutico 10 2006, 20102011, 20142017 e 20202022
  Guarani 10 2006, 2009, 20112012, 20172022
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Campeões da Série A que participaram da Série BEditar

Em negrito, os clubes participantes da edição atual (2022). Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série B.

Clube Participações na Série B[nota 9]
  Guarani 16 (1981, 1983, 1984, 1990, 1991, 2005, 2006, 2009, 2011, 2012, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)
  Coritiba[nota 10] 13 (1981, 1983, 1990, 1991, 1992, 1994, 1995, 2006, 2007, 2010, 2018, 2019 e 2021)
  Sport 13 (1980, 1984, 1990, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2010, 2011, 2013, 2019 e 2022)
  Bahia[nota 11] 11 (1981, 1998, 1999, 2004, 2005, 2008, 2009, 2010, 2015, 2016 e 2022)
  Athletico Paranaense[nota 12] 6 (1980, 1982, 1990, 1994, 1995 e 2012)
  Vasco da Gama[nota 13] 5 (2009, 2014, 2016, 2021 e 2022)
  Palmeiras[nota 14] 4 (1981, 1982, 2003 e 2013)
  Botafogo[nota 15] 3 (2003, 2015 e 2021)
  Grêmio[nota 16] 3 (1992, 2005 e 2022)
  Cruzeiro 3 (2020, 2021 e 2022)
  Corinthians[nota 17] 2 (1982 e 2008)
  Fluminense[nota 18] 1 (1998)
  Atlético Mineiro 1 (2006)
  Internacional 1 (2017)
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Técnicos campeõesEditar

ArtilheirosEditar

Ano a anoEditar

Ano Artilheiro Clube Gols
1971 Rubilotta   Remo 4
1972 Pelezinho   Sampaio Corrêa 8
1980 Osmarzinho   Botafogo-SP 12
1981 Jorge Mendonça   Guarani 11
1982 Luisinho   Campo Grande 10
1983 Lima   Operário-MS 9
1984 Dadinho   Remo 6
1985 Paulo César   Tuna Luso 6
Guilherme   Figueirense
1988 Sem registro
1989 Sem registro
1990 Sem registro
1991 Cacaio   Paysandu 14
1992 Saulo   Paraná 12
1994 Baltazar   Goiás 11
Mário   Juventude
1995 Oséas   Athletico Paranaense 14
1996 Maurício   Santa Cruz 13
1997 Tupãzinho   América Mineiro 13
1998 Gauchinho   XV de Piracicaba 13
1999 Uéslei   Bahia 25
2001 Sérgio Alves   Ceará 21
2002 Vinícius   Fortaleza 22
2003 Vágner Love   Palmeiras 19
2004 Rinaldo   Fortaleza 14
2005 Reinaldo   Santa Cruz 16
2006 Vanderlei   Gama 21
2007 Alessandro   Ipatinga 25
2008 Túlio Maravilha   Vila Nova 24
2009 Elton   Vasco da Gama 17
Marcelo Nicácio   Fortaleza
Rafael Coelho   Figueirense
2010 Alessandro   Ipatinga 21
2011 Kieza   Náutico 21
2012 Zé Carlos   Criciúma 27
2013 Bruno Rangel   Chapecoense 31
2014 Magno Alves   Ceará 18
2015 Zé Carlos   CRB 19
2016 Bill   Ceará 15
2017 Bérgson   Paysandu 16
Mazinho   Oeste
2018 Dagoberto   Londrina 17
2019 Guilherme   Sport 17
2020 Caio Dantas   Sampaio Corrêa 17
2021 Edu   Brusque 17

Maiores públicosEditar

Estes são os vinte maiores públicos presentes da história da Série B:

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 81 904 Vasco da Gama   2–1   Juventude Maracanã 7 de novembro 2009 [77]
2 79 636 Vasco da Gama   4–0   Ipatinga Maracanã 22 de agosto 2009 [77]
3 65 023 Santa Cruz   2–1   Portuguesa Arruda 26 de novembro 2005 [78]
4 64 327 Bahia   1–2   Goiás Fonte Nova 5 de dezembro 1999 [79]
5 60 700 Cruzeiro   0–0   Náutico Mineirão 25 de novembro 2021 [80]
6 60 289 Atlético Mineiro   2–2   América de Natal Mineirão 25 de novembro 2006 [79]
7 60 000 Paysandu   2–0   Fluminense Mangueirão 2 de setembro 1998 [79]
8 59 900 Bahia   1–0   Náutico Fonte Nova 10 de outubro 2004 [81]
9 58 389 Sampaio Corrêa   0–2   Botafogo-SP Castelão (MA) 23 de agosto 1998 [79]
10 57 851 Atlético Mineiro   4–1   Avaí Mineirão 21 de outubro 2006 [79]
11 57 223 Fortaleza   1–0   Paysandu Arena Castelão 20 de outubro 2018 [82]
Fortaleza   4–1   Juventude Arena Castelão 15 de novembro 2018 [83]
13 57 053 Bahia   1–1   Avaí Fonte Nova 13 de novembro 2004 [79]
14 56 999 Ceará   1–0   ABC Arena Castelão 25 de novembro 2017 [84]
15 56 426 Vasco da Gama   2–1   Ceará Maracanã 26 de novembro 2016 [85]
16 56 334 Vasco da Gama   1–1   Icasa Maracanã 22 de novembro 2014 [86]
17 56 246 Ceará   2–2   Guarani Castelão (CE) 14 de novembro 2009 [87]
18 55 445 Ceará   0–0   Vasco da Gama Arena Castelão 2 de agosto 2016 [88]
19 55 010 Fortaleza   2–0   Criciúma Castelão (CE) 30 de novembro 2002 [89]
20 55 009 Santa Cruz   2–1   Goiás Arruda 20 de novembro 1999 [79]

Maiores goleadasEditar

Estas são as treze maiores goleadas da história da Série B:[90]

Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 Paulista   9–0   Paysandu Jayme Cintra 18 de novembro 2006 [91]
2 Volta Redonda   8–0   CEOV Raulino de Oliveira 24 de janeiro 1982 [92]
Coritiba   8–0   Ferroviária Couto Pereira 16 de agosto 1995 [93]
4 Sport   8–1   Guarani Ilha do Retiro 19 de agosto 2006 [94]
5 Botafogo-BA   0–7   Americano Fonte Nova 15 de março 1980 [95]
GE Novorizontino   7–0   Taguatinga Jorjão 24 de março 1991 [96]
Londrina   7–0   Desportiva Ferroviária Estádio do Café 8 de novembro 2001 [97]
Paulista   7–0   Grêmio Barueri Jayme Cintra 15 de setembro 2007 [98]
9 Grêmio   7–1   CEOV Olímpico 8 de abril 1992 [15]
Remo   7–1   Avaí Baenão 9 de setembro 1999 [99]
Fortaleza   7–1   Botafogo-SP Presidente Vargas 12 de novembro 2002 [100]
Paulista   7–1   Londrina Jayme Cintra 30 de agosto 2003 [101]
Marília   7–1   Sport Bento de Abreu 27 de abril 2004 [102]

Promoção e rebaixamentoEditar

Ano Rebaixados da Série A Promovidos para a Série A no mesmo ano Promovidos para a Série A no ano seguinte
1980 não houve rebaixamento   América de Rio Preto
  Americano
  Bangu
  Sport
  CSA
  Londrina
1981 não houve rebaixamento   Bahia
  Náutico
  Palmeiras
  Uberaba
  Anapolina
  Guarani
1982   América de Natal
  CSA
  Desportiva Ferroviária
  Ferroviário
  Itabaiana
  Joinville
  Mixto
  Nacional-AM
  Goiás
  River-PI
  Taguatinga
  Vitória
  America
  Atlético Paranaense
  Corinthians
  São Paulo-RS
  Campo Grande
  Palmeiras
1983   Brasília
  CSA
  Ferroviário
  Fortaleza
  Galícia
  Joinville
  Juventus-SP
  Mixto
  Moto Club
  Paysandu
  Rio Branco-ES
  Treze
  Americano
  Botafogo-SP
  Guarani
  Uberaba
1984 não houve rebaixamento   Uberlândia   Remo
  Uberlândia
1985 não houve rebaixamento   Tuna Luso
1986 não houve rebaixamento   Central
  Criciúma
  Inter de Limeira
  Treze
não houve promoção
1987   Guarani
  Sport
  Atlético Paranaense
  Bangu
  Criciúma
  Vitória
1988   America
  Bangu
  Criciúma
  Santa Cruz
  Inter de Limeira
  Náutico
1989   Atlético Paranaense
  Coritiba
  Guarani
  Sport
  Bragantino
  São José-SP
1990   Inter de Limeira
  São José-SP
  Atlético Paranaense
  Sport
1991   Grêmio
  Vitória
  Guarani
  Paysandu
1992 não houve rebaixamento   América Mineiro
  Ceará
  Coritiba
  Criciúma
  Desportiva Ferroviária
  Fortaleza
  Grêmio
  Paraná
  Remo
  Santa Cruz
  União São João
  Vitória
1993   América Mineiro
  Atlético Paranaense
  Ceará
  Coritiba
  Desportiva Ferroviária
  Fortaleza
  Goiás
  Santa Cruz
não houve promoção
1994   Náutico
  Remo
  Goiás
  Juventude
1995   Paysandu
  União São João
  Atlético Paranaense
  Coritiba
1996   Bragantino
  Fluminense
  América de Natal
  União São João
1997   Bahia
  Criciúma
  Fluminense
  União São João
  América Mineiro
  Ponte Preta
1998   América Mineiro
  América de Natal
  Bragantino
  Goiás
  Botafogo-SP
  Gama
1999   Botafogo-SP
  Gama
  Juventude
  Paraná
  América Mineiro
  Bahia
  Goiás
  Santa Cruz
2000   Paraná
  Remo
  São Caetano
2001   América Mineiro
  Botafogo-SP
  Santa Cruz
  Sport
  Figueirense
  Paysandu
2002   Botafogo
  Gama
  Palmeiras
  Portuguesa
  Criciúma
  Fortaleza
2003   Bahia
  Fortaleza
  Botafogo
  Palmeiras
2004   Criciúma
  Grêmio
  Guarani
  Vitória
  Brasiliense
  Fortaleza
2005   Atlético Mineiro
  Brasiliense
  Coritiba
  Paysandu
  Grêmio
  Santa Cruz
2006   Fortaleza
  Ponte Preta
  Santa Cruz
  São Caetano
  América de Natal
  Atlético Mineiro
  Náutico
  Sport
2007   América de Natal
  Corinthians
  Juventude
  Paraná
  Coritiba
  Ipatinga
  Portuguesa
  Vitória
2008   Figueirense
  Ipatinga
  Portuguesa
  Vasco da Gama
  Avaí
  Corinthians
  Grêmio Barueri
  Santo André
2009   Coritiba
  Náutico
  Santo André
  Sport
  Atlético Goianiense
  Ceará
  Guarani
  Vasco da Gama
2010   Goiás
  Grêmio Prudente
  Guarani
  Vitória
  América Mineiro
  Bahia
  Coritiba
  Figueirense
2011   América Mineiro
  Atlético Paranaense
  Avaí
  Ceará
  Náutico
  Ponte Preta
  Portuguesa
  Sport
2012   Atlético Goianiense
  Figueirense
  Palmeiras
  Sport
  Atlético Paranaense
  Criciúma
  Goiás
  Vitória
2013   Ponte Preta
  Portuguesa
  Náutico
  Vasco da Gama
  Chapecoense
  Figueirense
  Palmeiras
  Sport
2014   Bahia
  Botafogo
  Criciúma
  Vitória
  Avaí
  Joinville
  Ponte Preta
  Vasco da Gama
2015   Avaí
  Goiás
  Joinville
  Vasco da Gama
  América Mineiro
  Botafogo
  Santa Cruz
  Vitória
2016   América Mineiro
  Figueirense
  Internacional
  Santa Cruz
  Atlético Goianiense
  Avaí
  Bahia
  Vasco da Gama
2017   Atlético Goianiense
  Avaí
  Coritiba
  Ponte Preta
  América Mineiro
  Ceará
  Internacional
  Paraná
2018   América Mineiro
  Paraná
  Sport
  Vitória
  Avaí
  CSA
  Fortaleza
  Goiás
2019   Avaí
  Chapecoense
  Cruzeiro
  CSA
  Atlético Goianiense
  Bragantino
  Coritiba
  Sport
2020   Botafogo
  Coritiba
  Goiás
  Vasco da Gama
  América Mineiro
  Chapecoense
  Cuiabá
  Juventude
2021   Bahia
  Chapecoense
  Grêmio
  Sport
  Avaí
  Botafogo
  Coritiba
  Goiás
Os rebaixados e promovidos por ano estão dispostos em ordem alfabética e não pela ordem de classificação.

Ver tambémEditar

NotasEditar

  1. Não houve partida final. Foi disputado um triangular final para decidir a equipe que seria campeã e promovida para a Série A no ano seguinte.
  2. O Torneio Paralelo de 1986 conhecido como uma Série B nunca teve um campeão reconhecido pela CBF, uma vez que foi disputada unicamente para a definição do acesso. Central, Criciúma, Inter de Limeira e Treze foram os primeiros colocados de seus respectivos grupos.[12]
  3. Em 1987, foram disputados os módulos Azul e Branco, de igual equivalência. O Americano conquistou o Módulo Azul e o Operário-MS conquistou o Módulo Branco. Porém, estas competições não são reconhecidas como Série B pela CBF.[11]
  4. a b c d e f g h i Não houve partida final. Foi disputado um quadrangular final para decidir o campeão e as duas equipes que seriam promovidas para a Série A no ano seguinte.
  5. Em 2000, foi disputado o Módulo Amarelo da Copa João Havelange, conquistado pelo Paraná. Porém, apesar desta competição ser considerada por muitos autores como sendo a edição da Série B de 2000, a CBF nunca reconheceu-a como tal. A entidade alega que esse torneio se tratou apenas de um dos módulos da competição que representou o Campeonato Brasileiro daquele ano.[11][13]
  6. No sistema de pontos corridos, a Série B sempre contou com o número de vinte clubes participantes.
  7. O Red Bull Bragantino chamava-se apenas Bragantino até 2020.
  8. O Athletico-PR chamava-se Atlético-PR até 2019.
  9. a b As temporadas de 1986, 1987 (Módulo Amarelo, Azul e Branco) e 2000 (Módulo Amarelo) não são contabilizadas nesta tabela, uma vez que não são reconhecidas como edições da Série B pela CBF.
  10. Em 1989, o Coritiba foi eliminado da Série A após decisão da CBF, que puniu o clube com a exclusão do campeonato e a suspensão por um ano de disputas oficiais após o alviverde se recusar a entrar em campo contra o Santos, na última rodada, em um dia diferente das demais partidas. No início de 1990, o clube paranaense costurou um acordo com a confederação e, em troca de não levar o caso adiante na Justiça Comum, escapou da suspensão e aceitou o rebaixamento. Na Série B de 1990, porém, o Coritiba foi ajudado pela CBF: depois de terminar na última colocação de seu grupo, o clube deveria ter sido rebaixado para a Série C, assim como Anapolina, Americano e Treze. No entanto, o presidente do Coritiba à época, Jacob Mehl, pediu ajuda a Ricardo Teixeira, que presidia a CBF, alegando que a "entidade havia colocado o time nessa situação". Assim, a CBF não organizou a Série C de 1991 e inchou a Segunda Divisão para contar com 64 clubes, evitando o rebaixamento da equipe paranaense.[14] Já em 1992, o Coritiba foi mais uma vez beneficiado por uma mudança da CBF: a entidade alterou o regulamento da Série B daquele ano a fim de promover 12 equipes para a Série A. Como terminou na 12ª colocação, o clube obteve o acesso.[15]
  11. Em 1981, o Bahia não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[16] Em 2000, pela classificação do ano anterior, o Bahia jogaria a Série B, mas foi convidado pelo Clube dos 13 a disputar o Módulo Azul da Copa João Havelange, equivalente à Série A.[17]
  12. Em 1980, o Athletico Paranaense não conseguiu a classificação para a Taça de Ouro nem Taça de Prata, optando ficar de fora da recém-criada série C.[18] Em 1982, o Athletico Paranaense não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[19]
  13. Em 1984, o Vasco da Gama não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual do ano anterior e deveria disputar a Taça de Prata (equivalente à Série B). Contudo, a CBF incluiu o clube carioca na competição como "convidado".[20]
  14. Em 1981, o Palmeiras não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[21] Em 1982, o alviverde disputou novamente a Taça de Prata por conta da má campanha no Campeonato Paulista, mas dessa vez não conseguiu o acesso para a Taça de Ouro.[22]
  15. Em 1986, o regulamento da Série A previa a diminuição de clubes de 48 para 28 equipes no ano seguinte.[23] Como terminou a competição na 31.ª colocação, o Botafogo não deveria ter se classificado para a edição de 1987. No entanto, um imbróglio judicial envolvendo Vasco da Gama, Joinville e Portuguesa fez com que a CBF mudasse o regulamento do Brasileirão de 1986 durante a competição, fazendo com que mais equipes avançassem à segunda fase.[24][25] O caso fez estourar a crise no futebol brasileiro e abriu brecha para o surgimento do Clube dos 13. Como a CBF já havia declarado não ter condições financeiras para organizar o Campeonato Brasileiro de 1987, o recém-criado Clube dos 13 promoveu a Copa União, com a participação dos clubes fundadores (entre eles o Botafogo).[26] Já em 1999, ainda com o campeonato em andamento, o alvinegro ganhou os pontos da partida contra o São Paulo no STJD, uma vez que clube paulista escalou de forma irregular o jogador Sandro Hiroshi e, naquela época, vigorava uma portaria da CBF que possibilitava a mudança do resultado de um jogo nesses casos. Ao final da competição, o Botafogo escapou do rebaixamento.[27]
  16. Em 1992, a CBF alterou o regulamento da Série B antes da competição a fim de promover 12 equipes para a Série A. Como terminou na 3ª posição de seu grupo (9ª colocação no geral), o Grêmio obteve o acesso.[28][15]
  17. Em 1982, o Corinthians não conseguiu se classificar para a Taça de Ouro (equivalente à Série A) pela campanha no Estadual e disputou a Taça de Prata (equivalente à Série B). Entretanto, com base no regulamento da época, o clube disputou no mesmo ano a segunda fase da Taça de Ouro.[29][30]
  18. Em 1996, o Fluminense deveria ter sido rebaixado como penúltimo colocado da Série A, mas a CBF decidiu anular o descenso naquele ano devido a um suposto esquema de suborno na arbitragem envolvendo o ex-presidente da Conaf (Comissão Nacional de Arbitragens de Futebol) Ivens Mendes.[31][32] Em 2000, pela classificação no ano anterior como campeão da Série C, o Fluminense deveria jogar a Série B (Módulo Amarelo), mas foi convidado pelo Clube dos 13 a disputar o Módulo Azul da Copa João Havelange, equivalente à Série A.[17] Já em 2013, mais uma vez o clube carioca deveria ter sido rebaixado, uma vez que terminou na 17.ª colocação da Série A.[33] No entanto, após o fim do campeonato, Flamengo e Portuguesa perderam pontos por escalarem de forma irregular os jogadores André Santos e Héverton, respectivamente, e quem acabou rebaixada foi a equipe paulista.[34][35] Em janeiro de 2014, a Justiça Comum chegou a emitir uma liminar para devolver os pontos a Flamengo e Portuguesa, mas cinco dias depois concedeu outra liminar alegando soberania da Justiça Desportiva para decidir o caso.[36][37]

Referências

  1. «História da Série B do Campeonato Brasileiro». Consultado em 1 de agosto de 2012 
  2. «Robertão, Taça Brasil e Taça de Prata foram mesmo campeonatos brasileiros? Ajude Ricardo Teixeira a se decidir…». R7. 11 de novembro de 2010. Consultado em 1 de agosto de 2012 
  3. «As semelhanças e as diferenças entre a Taça de Prata de 70 e o Brasileiro de 71». Memória E.C - globoesporte.com. 4 de dezembro de 2010. Consultado em 1 de agosto de 2012 
  4. «Série B de 1986: clubes preparam ofensiva na CBF para pleitear reconhecimento do título». globoesporte.globo.com. Consultado em 3 de junho de 2020 
  5. «Campeões - Campeonato Brasileiro Série B». CBF. Consultado em 24 de setembro de 2011 
  6. a b Paulo Macheco e Daniel Castro (6 de novembro de 2013). «Irritada com a Band, CBF negocia Série B de 2014 com a Rede TV!» 🔗. Notícias da TV. UOL. Consultado em 9 de novembro de 2013 
  7. RedeTV! faz proposta de R$ 1,5 bilhão e sai vencedora da licitação do C13 UOL Esporte. (março de 2011).
  8. a b Erich Beting (17 de maio de 2011). «Série B é segundo golpe da Globo sobre RedeTV!». Consultado em 9 de novembro de 2013 
  9. Alexandre Sinato (3 de maio de 2011). «Clube dos 13 notifica RedeTV! que contrato a ser seguido será o da Globo». UOL Esporte. Consultado em 9 de novembro de 2013 
  10. Alexandre Sinato (3 de maio de 2011). «Série B do Brasileiro e MMA retornam à RedeTV! em 2014». RedeTV!. Consultado em 11 de dezembro de 2013 
  11. a b c «Campeões - Campeonato Brasileiro Série B». CBF. Consultado em 24 de setembro de 2011 
  12. «Por que, 30 anos depois, três times brigam por título que nunca existiu?». ESPN. 21 de outubro de 2016. Consultado em 21 de outubro de 2016 
  13. «Campeões do Brasileiro Série B». Campeões do Futebol. Consultado em 8 de novembro de 2018 
  14. «Há 25 anos, Coritiba sofria a maior "canetada" do futebol brasileiro». Gazeta do Povo. 21 de outubro de 2014. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  15. a b c «Acervo do Jornal do Brasil de 5 de fevereiro de 1992». Biblioteca Nacional. Consultado em 22 de outubro de 2021 
  16. «Campeonato Brasileiro - Série B 1981». Bola na Área. Consultado em 8 de dezembro de 2017 
  17. a b «Com Fluminense x Bahia, motivo da virada de mesa, começa hoje Copa João Havelange». Folha de S.Paulo. 29 de julho de 2000. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  18. «Há 40 anos, o Olaria levantava a Taça de Bronze, a primeira "terceirona" nacional». Trivela. 3 de maio de 2021. Consultado em 22 de setembro de 2021 
  19. «Campo Grande, campeão da Taça de Prata de 1982». Panorama do Futebol. 13 de junho de 2017. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  20. «Dez casos de decisão no 'tapetão' do Campeonato Brasileiro de futebol». O Globo. 8 de setembro de 2016. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  21. «Em família, Palmeiras levou 6 x 0 no Brasileirão com Dudu em 1981 e Dorival Jùnior em 2014». ESPN. 21 de setembro de 2014. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  22. «Vasco sai do seleto grupo dos clubes que disputaram todas edições do Brasileiro». GloboEsporte.com. 7 de dezembro de 2008. Consultado em 7 de dezembro de 2017 
  23. «Bagunça: agora são 36 equipes». Estadão. 21 de outubro de 1986. Consultado em 8 de dezembro de 2017 
  24. «Brazil 1986 Championship - Copa Brasil». RSSSF. 4 de agosto de 2010. Consultado em 8 de dezembro de 2017 
  25. «Se você tem menos de 30 anos, veja como foi a última participação do Joinville no Brasileirão». Trivela. 5 de novembro de 2014. Consultado em 8 de dezembro de 2017 
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