São José Esporte Clube

São José Esporte Clube (cujo acrônimo é SJEC) é um tradicional clube esportivo da cidade de São José dos Campos, na região do Vale do Paraíba, interior do estado de São Paulo. Foi fundado em 13 de agosto de 1933 como “Esporte Clube São José”. Suas cores atuais são o azul anil, o amarelo-ouro e o branco. Seu mascote é uma Águia, conhecida como a “Águia do Vale”.

São José
São José simbolo.png
Nome São José Esporte Clube
Alcunhas Águia do Vale
Azulão do Vale
Maior do Vale
SJEC
Mascote Águia
Principal rival Taubaté
Guaratinguetá
AESJ
Fundação 13 de agosto de 1933 (86 anos)
Estádio Martins Pereira
Capacidade 16.500
Presidente Celso Carlos Monteiro
Treinador Em negociação (equipe masculina)
Adilson Galdino (equipe feminina)
Patrocinador SPANI Atacadista (equipe masculina)
Prefeitura de São José dos Campos (equipe feminina)
Material (d)esportivo RT Sports
Competição Campeonato Paulista - Segunda Divisão (equipe masculina)
Campeonato Brasileiro e Campeonato Paulista - Série A1 (equipe feminina)
Website Site oficial
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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HistóriaEditar

Nomes da instituição:Editar

  • São José Esporte Clube - desde 2005

Fundação e era amadora - Esporte Clube São JoséEditar

O estopim para a fundação do clube foi um desentendimento entre o esportista e diretor Galiano Alves, e seus companheiros de diretoria da Associação Esportiva São José, antigo clube da cidade. Galiano Alves convidara um jogador do DER (Departamento de Estradas e Rodagens), Nhô Luiz, para integrar a equipe da AESJ em um campeonato de futebol, mas ele acabou sendo desprezado. Chegou a realizar alguns treinos, mas não foi escalado no time principal nenhuma vez. Galiano Alves ficou magoado com a situação e demitiu-se da diretoria da Associação. Sua revolta o levou a procurar alguns amigos mais íntimos a fim de iniciar o trabalho para a fundação de um novo clube, uma agremiação social e esportiva para a cidade. Foi formada uma comissão de quatro esportistas da cidade: O próprio Galiano Alves, Victorio Pulga, Clementino de Oliveira e Pedro Salustiano de Faria. Estes deveriam tomar as primeiras providências para a organização de um novo clube. Após tais acontecimentos, foi fundado o Esporte Clube São José, no dia 13 de agosto de 1933. De um fato aparentemente irrelevante, acabou nascendo um grande time, o qual caberia mais tarde representar o futebol profissional da cidade de São José dos Campos. A sessão de fundação do Esporte Clube São José foi presidida por Galiano e secretariada por Carlos Belmiro dos Santos, num prédio da Rua Sebastião Hummel, região central da cidade, onde foi instalada a primeira sede do clube. Mais tarde o Esporte Clube São José mudou sua sede para a Rua XV de Novembro, nº175. Por proposta do próprio Galiano Alves, foram aprovadas as cores da camisa do Esporte Clube São José: preto e branco. Coube ao esportista joseense Danilo Monteiro, desenhar o distintivo. A primeira mensalidade cobrada dos associados foi de 2 mil réis. Na ocasião dois outros clubes da cidade fizeram fusão com o Esporte Clube São José: o Internacional Futebol Clube e o Klaxon Clube, este somente em 1938, por problemas financeiros. Durante 31 anos, o Esporte Clube São José dedicou-se, na maior parte, ao futebol amador e às suas promoções sociais. Tudo era feito com ordem, disciplina e amor pelo clube. Já nos gramados havia uma grande rivalidade com a Associação Esportiva São José, que anos mais tarde desativou o seu departamento de futebol para construir um clube poliesportivo.[1]

Símbolo do Esporte Clube São José, o Formigão do Vale

Futebol profissional - Esporte Clube São JoséEditar

O Esporte Clube São José acabou entrando para o futebol profissional em 1957, disputando sua primeira temporada em competições oficiais no Campeonato Paulista - Segunda Divisão. Entretanto, foi a primeira e única participação durante um longo período, que durou até 1964, quando disputou a Segunda Divisão e foi campeão, conseguindo o acesso à Série A3 do ano seguinte. O primeiro gol do São José quando iniciou suas atividades profissionais na Segunda Divisão do campeonato estadual foi marcado por Pedro Bala, no dia 1 de maio de 1964, num jogo contra o Taubaté, que terminou empatado em 1 a 1, aliás essa foi a primeira partida disputada entre as duas equipes. Em 1965 disputando a Série A3, o clube obteve êxito, conquistou mais um título e, consequentemente, mais um acesso, agora para a Série A2 que disputou em 1966. Porém, o Esporte Clube São José esteve inscrito na competição apenas até o ano seguinte (1967), pois em 1968 o atual Estádio Martins Pereira começaria a ser construído, sacrificando o futebol profissional da cidade com o São José, que ficou dois anos desativados depois de pedir licença na Federação Paulista. Antes, o Formigão do Vale mandava seus jogos no estádio da Rua Antônio Saes, em um campo que também levava o nome "Martins Pereira". O estádio da Rua Antônio Saes tinha arquibancadas de madeira e capacidade para cerca de 5 mil torcedores. Posteriormente foi vendido para a construção do atual.

O São José voltou às atividades em 1970, e em 1972, a equipe foi campeã da Série A2, em um empate fora de casa por 0 a 0 contra o Garça no segundo jogo da final, de forma dramática. O Esporte Clube São José sagrou-se campeão pois havia ganho o primeiro jogo por 3 a 0, no Martins Pereira, gols de Dandô, Xavier e Pedroso do Garça que marcou contra. Naquele ano não houve acesso para a Série A1, com a suspensão da Lei do Acesso, o que gerou protestos em São José dos Campos. A Federação Paulista só ofereceu uma taça e um prêmio em dinheiro, pois era isso o que previa o regulamento naquele ano.[1]

Camisa clássica do Formigão do Vale vestida por Ernesto Luís Lance (Pio), em 1967

Mudança de nomeEditar

Em 1976, houve um fato muito marcante na história do clube. Nesse mesmo ano, o nome da equipe foi alterado: o Esporte Clube São José passou a chamar-se São José Esporte Clube e mudou as cores de sua camisa em dezembro do mesmo ano. Passou a ter como cores oficiais o azul, o amarelo e o branco (cores da bandeira da cidade de São José dos Campos). Como a tradição não se muda, considera-se apenas uma saída estratégica, apenas para fugir das dívidas. A própria Federação Paulista de Futebol considera até o hoje a existência de um único clube, embora tenha sido elaborada uma nova Ata de fundação no dia 24 de dezembro de 1976. A nova fase começou com o presidente Altamirando Negrão Palma, e um novo conselho deliberativo formado por Sampson Rozemblat, José de Castro Coimbra, Pierino Rossi, Clair Aparecido Costa, Sérgio Weiss, João Reis Quaglia, Antonio Peneluppi, Idemauro Alves Palmeiras, Vicenzo Sciamarella, Délvio Buffulin, Pedro Moacir de Almeida, Antonio Pivatto, José Jorley do Amaral, Flávio Trunkl, Luiz Del’Chiaro, Luiz Roberto Porto, Pedro Celestino de Freitas, José Luiz de Almeida, Leopoldo Weiss e Nelson Martins Pereira. E ainda foram escolhidos dez conselheiros suplentes, a saber: Felipe Antônio Cury, Paulo José Simão, Rivadávia Alves Cardoso, Maurício Peneluppi, Cléber Wilson Córdoba Lima, Luiz Antonio Sabonge, Hélio Porgues, Hamilton do Nascimento Freitas, José Nicodemo e Ruberval Bastos.[1]

São José Esporte ClubeEditar

Em 1980, o São José Esporte Clube conquistou o título da Série A2, vencendo o Grêmio Catanduvense na final por 4 a 0 e passou à Série A1. O clube esteve na elite do futebol paulista por três anos, até 1983, e em 1984 não participou da competição - retornou ao futebol profissional no ano seguinte, novamente na Série A2. O São José levou mais três anos para conseguir voltar à elite. Em 1987, foi vice-campeão da Série A2 e chegou à Série A1, competição que participou de 1988 a 1993, quando foi rebaixado. De 1994 a 1996 esteve disputando a Série A2 do Campeonato Paulista, competição que credenciou o time novamente à Série A1 de 1997. No ano 2000, o clube foi mais uma vez rebaixado para a Série A2. Em 2003 o clube foi terceirizado e teve seu nome alterado para Esporte São José. No ano de 2004, o Esporte São José caiu para a Série A3, deixou a terceirização e voltou aos moldes tradicionais para atuar na temporada de 2005. Em 2006 já com seu tradicional nome, o São José Esporte Clube conseguiu o vice-campeonato da Série A3 e voltou a disputar à A2 em 2007, divisão que permaneceu até 2014, quando foi rebaixado à Série A3. Disputou o terceiro escalão do futebol paulista em 2015 e 2016, quando foi rebaixado à Segunda Divisão, onde permanece até os dias atuais.

Na história deste clube, apelidado de "Águia do Vale", foram constantes as quedas e ascensões. A primeira vez que o São José teve a chance de estar entre os grandes foi em 1972, com a conquista da Série A2, mas naquele ano o título não dava direito ao acesso. O São José subiu mesmo para a elite do futebol paulista em 1981, após a conquista da Série A2 de 1980 sobre o Grêmio Catanduvense. Em 1981 foi finalista do 2º turno da Série A1. Nos anos seguintes foi rebaixado, e retornou ao primeiro escalão do futebol paulista em 1988. Obteve nesse ano o 4º lugar. O maior feito de sua história foi o vice-campeonato paulista da Série A1, obtido em 1989 – o São Paulo só foi campeão graças a um empate sem gols e uma vitória por 1 a 0 com um gol contra marcado pelo zagueiro André Luís. Nesse mesmo campeonato, o São José eliminou o Corinthians na semi-final por um placar de 3x0, com três gols do atacante Toni. Ainda em 1989, o clube foi vice-campeão Brasileiro da Série B, conquistando assim o direito de participar do tão sonhado Campeonato Brasileiro, em 1990. O último titulo do São José foi a Copa Vale do Paraíba de 1996, vencendo o Aparecida na final.[1]

HinoEditar

Em 1978, Otávio Assis Fonseca Filho compôs o primeiro hino do São José Esporte Clube. A canção teve grande repercussão e foi muito tocada nas rádios de São José dos Campos. Um ano mais tarde, a Rádio Clube (atual Rádio Bandeirantes, AM 1120) anunciou um concurso para oficializar o hino do São José. Otávio Assis venceu o concurso. Em 1980, o hino conquistou de vez a torcida, que decorou a letra para comemorar a subida da Águia para a Série A1 do Campeonato Paulista.[1]

Vai, pelo céu do Brasil,

Vai, nesse azul de anil,

Águia do Vale voou...

Buscando com suas garras mais um gol!

(Gol!)

Vai, glorioso esquadrão

Vai, o grande campeão

Mostrar a todo Brasil

O que é

A sua força e garra

Oh! Grande São José

Você sempre será

Orgulho do País

Contigo São José

Me sinto tão feliz

Nasceu para vitórias

És nato campeão

Orgulho da cidade

E de toda nação

Águia do Vale eu sei,

Terás vitórias mil

Irás sobrevoar

Os campos do Brasil

Não há quem te aguente,

És forte, és varonil

Campeão do meu Brasil...

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EscudosEditar

O escudo atual foi inspirado no emblema da cidade de São José dos Campos: A engrenagem dourada simboliza a riqueza e desenvolvimento acelerado do Município. Os treze dentes presentes nela fazem referência ao entrosamento entre o estado e o Município. No interior da engrenagem, de forma concêntrica, um círculo azul faz referência a Bandeira Nacional. Este círculo é atravessado por uma faixa sinuosa em prata que representa o Rio Paraíba do Sul. Ao redor dessa faixa, se encontram três estrelas em prata que representam a cidade e seus dois distritos: Eugênio de Melo e São Francisco Xavier.


O primeiro escudo da história do São José foi o tradicional coração de cinco pontas com faixas pretas e brancas que apresentava em seu topo a sigla “ECSJ” em referência ao nome do clube na época: Esporte Clube São José. Foi desenhado pelo joseense Danilo Monteiro. O segundo símbolo (na foto, da esquerda para a direta) foi utilizado de forma breve (assim como o terceiro) logo após a mudança de nome do time, em 1976. Seu formato era de uma engrenagem de 19 dentes e, diferente dos emblemas seguintes, tinha a coloração azul como predominante. O terceiro é bem curioso, pois além de possuir contornos grossos e rudes com predominância da cor amarela, a engrenagem possuia somente 5 dentes. O quarto emblema é bastante similar com o atual, a única diferença era a quantidade de dentes: 19! Em 2003, com a terceirização e a mudança de nome repentina para Esporte São José, o símbolo mudou, trazendo uma águia ao seu centro e removendo a faixa branca. Todavia, em 2005 quando voltou a se chamar São José Esporte Clube, o tradicional e conhecido escudo voltou, tendo sido modernizado e utilizado uma engrenagem de 13 dentes em sua composição (como na bandeira da cidade).[2]

MascotesEditar

  • Até 1976 o mascote do São José era a Formiga devido à quantidade enorme de formigas do tipo içá que voavam pela cidade. A Águia é o mascote oficial do São José desde 1978, na gestão do presidente Laerte Pinto da Cunha. Este animal foi escolhido pois é forte, aguerrido e luta até o fim contra todas as dificuldades. O valor simbólico que a força da ave representaria daquele momento em diante de sua história, motivou a diretoria da época a eleger tal animal como mascote. [3]

EstádiosEditar

Ver artigo principal: Estádio Martins Pereira

O nome foi dado em homenagem aos irmãos Mário e Nelson Martins Pereira, presidentes do clube em 1940 a 1941 e 1953 a 1958, respectivamente.

O Estádio Martins Pereira, começou a ser construído em 1968, sacrificando o futebol profissional da cidade com o São José, que ficou dois anos desativados depois de pedir licença na Federação Paulista. Antes, o Formigão do Vale mandava seus jogos no estádio da Rua Antônio Saes, em um campo que também levava o nome "Martins Pereira". O estádio da Rua Antônio Saes tinha arquibancadas de madeira e capacidade para cerca de 5 mil torcedores. Posteriormente foi vendido para a construção do atual.

O atual Estádio Martins Pereira foi inaugurado no dia 15 de março de 1970, com o jogo amistoso entre Atlético Mineiro e Internacional, vencido pelo time mineiro por 1 a 0. O gol foi marcado por Dadá Maravilha, aos 29 minutos do primeiro tempo. Naquela época, o time da cidade ainda era o Esporte Clube São José, o "Formigão do Vale", de cores alvi-negras. A primeira partida do antigo “Formigão” em seu estádio foi contra o Nacional Atlético Clube de São Paulo, perdendo por 1 a 0, no dia 22 de março de 1970.

A primeira vitória só aconteceria uma semana depois, no dia 29 de março, contra o Saad Esporte Clube de São Caetano do Sul, por 2 a 1. O primeiro gol da equipe joseense foi marcado pelo meio-campista Dias. O estádio começou a ser construído em 1968, sacrificando o futebol profissional da cidade, que ficou dois anos desativados.

Antigamente, o "Formigão do Vale" mandava seus jogos no Estádio da Rua Antônio Saes, com arquibancadas de madeira e capacidade para cerca de 5 mil torcedores, e que foi vendido para a construção do novo estádio. O antigo estádio fica onde hoje se encontra o Templo da Igreja Universal do Reino de Deus, antes funcionava o hipermercado Jumbo Eletro.

O São José Esporte Clube, já com nova ata e novo estatuto, fez seu primeiro jogo oficial no Estádio Martins Pereira em janeiro de 1977, contra o São Paulo, empatando em 0 a 0, para um público de 4.074 espectadores.

O Estádio Martins Pereira tem capacidade para cerca de 16.500 pessoas. O recorde oficial de público no estádio foi de 22 mil pessoas, ocorrido em um jogo de 1987, entre o São José e São Paulo pelo Paulistão A1 daquele ano. Especula-se que esse recorde foi batido no jogo São José 1 x 1 São Paulo pelo Paulistão A1 de 1997. O jogo teve 19 mil pagantes e um público estimado de 5 mil pessoas que entraram de graça, o que daria um público de aproximadamente 24 mil pessoas. O estádio não pertence ao São José Esporte Clube, pois ele foi usado para pagar uma dívida do clube. Atualmente ele é de propriedade da URBAM (Urbanizadora Municipal), órgão ligado à Prefeitura Municipal de São José dos Campos.[4]

Estádio Martins Pereira (Antigo) da Rua Antônio Saes durante partida de futebol.


Elenco atualEditar

Goleiros
Jogador
Brasil Gustavo Belli
Brasil Matheus Lopes
Defensores
Jogador Pos.
{{{z1}}} Z
Brasil Igor Meneghel LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Lucas Souza M
Brasil Gustavo Queiróz M
Brasil Bruno Freitas M
Brasil Mykaell Luiz M
Atacantes
Jogador
Brasil Dener Santos
Brasil Lucas Lima
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Ricardo Costa T

TorcidaEditar

Torcida Mancha AzulEditar

Foi fundada em 1987, e conta com 1300 torcedores sócios.[5][6]

Torcida Sangue JoseenseEditar

Fundada em 19/05/2007, tinha como símbolo uma águia brava. Sua sede foi no bairro Jardim Motorama, em São José dos Campos. [5] Em 18 de junho de 2017 funde-se com a TUSJ. [7]

Guerreiros da ÁguiaEditar

Foi criada em 11/06/2007, e tem como símbolo o cantor Bob Marley.[5]

Torcida Uniformizada do São JoséEditar

Fundada em 12/04/2014[8], tem como símbolo o escudo do time por trás de uma águia. A data é simbólica para a torcida joseense, já que neste dia o São José Esporte Clube foi oficialmente rebaixado à terceira divisão estadual. Seu lema é "ESTAMOS JUNTOS!".[9]


TítulosEditar

Estaduais
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Competição Títulos Temporadas
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Campeonato Paulista - Série A2 2 1972 e 1980
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Campeonato Paulista - Série A3 1 1965
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Campeonato Paulista - Segunda Divisão 1 1964
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Torneio do Vale do Paraíba 1 1967
Torneio Rui Dória 1 1966
Copa Vale do Paraíba 1 1996

Outras campanhasEditar

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Vice-Campeão Campeonato Brasileiro Série B: 1989.

São Paulo Vice-Campeão Campeonato Paulista Série A1: 1989.

São Paulo Vice-Campeão Paulista A2: 2 vezes (1987 e 2000).

São Paulo Vice-Campeão Paulista A3: 2006.

Principais acessosEditar

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Acesso ao Campeonato Brasileiro: 2 vezes (1981 e 1989).

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Acesso ao Campeonato Brasileiro Série B: 1988.

São Paulo Acesso ao Campeonato Paulista Série A1: 3 vezes (1980, 1987 e 1996).

São Paulo Acesso ao Campeonato Paulista Série A2: 2 vezes (1965 e 2006).

São Paulo Acesso ao Campeonato Paulista Série A3: 1964.

TemporadasEditar


Últimas dez temporadas do São José Esporte Clube
Brasil Nacionais Internacionais São Paulo Estaduais
Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental / Mundial Campeonato Paulista Copa Paulista
Ano Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos. Fase Máxima
2011 D Não classificado A2 1F
2012 D Não classificado A2 13º 1F
2013 D Não classificado A2
2014 D Não classificado A2 20º 2F
2015 D Não classificado A3 10º 1F
2016 D Não classificado A3 15º
2017 D Não classificado SD
2018 D Não classificado SD
2019 D Não classificado SD
2020 D Não classificado SD Ad
Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Eliminado nas semifinais
     Campeão e promovido à divisão superior
     Vice-campeão e/ou promovido à divisão superior
     Rebaixado à divisão inferior
     Classificado à fase de grupos da Copa Libertadores
     Classificado à fase preliminar da Copa Libertadores
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Campeão do Campeonato do Interior

Estatísticas - Futebol MasculinoEditar

ParticipaçõesEditar

Participações em 2020
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última A Aumento R Baixa
São Paulo Série A1 12 Vice-campeão (1989) 1981 1999 3
Série A2 31 Campeão (1972 e 1980) 1966 2014 3 2
Série A3 6 Campeão (1965) 1957 2016 2 1
Segunda Divisão 5 Campeão (1964) 1964 2020 1
Copa Paulista 10 Segunda fase (2007 e 2014) 1999 2015
Brasil Campeonato Brasileiro 2 12º colocado (1982) 1982 1990 1
Série B 3 Vice-campeão (1989) 1989 1992 1
Série C 2 33º colocado (1997) 1997 2000
Copa do Brasil 1 1ª fase (1990) 1990


Técnicos ídolosEditar

Diede LameiroEditar

Anos no Formigão: 1964 a 1967, 1970 e 1971

Anos na Águia: 1979 e 2001

Diede foi jogador de basquete do São Carlos Clube e após encerrar sua carreira, virou treinador do São José Basketball. Vitorioso, foi convidado a assumir o cargo de técnico do Formigão do Vale. Mesmo com uma mudança de modalidade, Lameiro fez grandes façanhas conquistando títulos e acessos. Foi o técnico que mais dirigiu a equipe do São José: 231 jogos. [10] [11][12]

Principais conquistas:

Paulistão – Segunda Divisão de 1964.

Acesso ao Paulistão A3 de 1965.

Paulistão A3 de 1965.

Acesso ao Paulistão A2 de 1966.

Torneio Rui Dória de 1966

Torneio do Vale do Paraíba de 1967

Jorge Pinto de SouzaEditar

Anos no Formigão: 1957,1964, 1972 a 1974

Anos na Águia: 1977

Foi o treinador campeão do Paulistão A2 de 1972, equipe que viajou mais de 500 km para enfrentar o Garça Futebol Clube na final do torneio. O campeonato foi conquistado, mas não o direito de disputar a Série A1 do ano seguinte, por conta da suspensão da Lei do Acesso. Comandou o São José em 88 jogos, ao todo.[13][14][15][4]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1972.

Filpo NúñezEditar

Anos na Águia: 1977, 1979 e 1985.

O argentino, bastante reconhecido no cenário nacional, chegou ao São José na metade do ano. Em pouco tempo de clube, Filpo ajeitou a equipe que seria vice-campeã do Paulistão A2 ao final da temporada. Deixou a Águia no final do ano. Retornou em 1979 e levou a equipe novamente ao vice-campeonato da Série A2. Saiu novamente, no início de 1980.

Em 1985 houve registro de que ele esteve, em um período curto, dirigindo o Azulão do Vale. Não houve maiores informações sobre esse período de trabalho Ao todo, comandou o Azulão do Vale em 62 jogos.[16][17][18][19][20][4]

Principais conquistas:

Vice-campeonato Paulista A2 de 1977.

Vice-campeonato Paulista A2 de 1979.

Henrique PassosEditar

Anos na Águia: 1977 e 1980.

Foi técnico da conquista do Paulistão A2 de 1980, que garantiu a primeira participação da Águia no Paulistão A1 de 1981. Ao todo, comandou o São José em 53 jogos.[21][22][4]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Vail MotaEditar

Anos na Águia: 1987 e 1988

Foi vice-campeão Paulista A2 com o São José, conquistando também o acesso ao Paulistão A1. Ficou invicto praticamente toda a temporada.[23][24]

Principais conquistas:

Vice-campeão Paulista A2 de 1987.

Acesso ao Paulistão A1 de 1988.

Émerson Leão – (ex-jogador)Editar

Anos na Águia: 1988 e 1990

Foi o treinador do São José na ótima campanha do Paulistão A1 de 1988. Retornou em 1990, mas acabou pedindo demissão na 13º rodada do Paulistão. Comandou a Águia em 44 jogos. [25][26][27][28][4]

Admir Mello – (ex-jogador)Editar

Anos na Águia: 1986, 1989, 1990, 1993, 1998, 1999 e 2002.

Foi o técnico da equipe vice-campeã do Paulistão A1 em 1989. Teve uma breve saída e ainda em 1990 voltou “com o bonde andando” no Campeonato Brasileiro. No geral, dirigiu a equipe em 88 partidas, conquistando 31 vitórias, 25 empates e 32 derrotas. [29][30][31][32]

Principais conquistas:

Vice-campeonato Paulista A1 de 1989.

Paulo EmílioEditar

Anos na Águia: 1989.

Foi o técnico que comandou a Águia vice-campeã do Campeonato Brasileiro Série B (e promovida ao Campeonato Brasileiro). Ao todo no campeonato, conquistou 5 vitórias, 10 empates e 4 derrotas.[33][34][35]

Principais conquistas:

Vice-campeonato Brasileiro Série B de 1989.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1990.

Afrânio RiulEditar

Anos na Águia: 1996.

Foi um dos técnicos da temporada. Afrânio rapidamente se adaptou ao clube e ajudou na montagem do elenco que mais tarde conquistaria o acesso ao Paulistão A1 de 1997. Faleceu antes de ver seu time promovido, vítima de um acidente automobilístico em  14 de julho de 1996.[36][37][38]

Principais conquistas:

Acesso ao Paulistão A1 de 1997.

Gilson NunesEditar

Anos na Águia: 1996.

Assumiu a vaga de Afrânio Riul e terminou a temporada, conquistando o acesso ao Paulistão A1 de 1997.[39][40][41]

Principais conquistas:

Acesso ao Paulistão A1 de 1997.

MariãoEditar

Anos na Águia: 1993, 2000 e 2006.

Mário Gomes Amado “Marião” juntamente com sua equipe, fez uma campanha consistente no Paulistão A3,de 2006 chegando a final do campeonato. O time foi coroado com o vice-campeonato e o acesso ao Paulistão A2 de 2007.[42][43]

Principais conquistas:

Vice-campeonato Paulista A3 de 2006.

Acesso ao Paulistão A2 de 2007.

Jogadores ídolosEditar

Ídolos do Formigão do ValeEditar

Dias – Meio-campistaEditar

Anos no Formigão: 1964 a 1971.

Luis Pereira Dias “Dias” entrou para a história do São José ao marcar o primeiro gol do clube na então nova casa, o Estádio Martins Pereira, no dia 29 de março de 1970 em uma partida amistosa contra o Saad Esporte Clube. Ao todo, disputou 71 jogos com a camisa listrada e marcou 13 gols.[44][45]

Principais conquistas:

Paulistão – Segunda Divisão de 1964.

Acesso ao Paulistão A3 de 1965.

Paulistão A3 de 1965.

Acesso ao Paulistão A2 de 1966.

Torneio Rui Dória em 1966.

Torneio do Vale do Paraíba de 1967.

Zé Luís – AtacanteEditar

Anos no Formigão: 1964 a 1966.

José Luís Dos Santos “Pantera” é um dos maiores artilheiros da história do clube, com 54 gols marcados.[46][47]

Principais conquistas:

Paulistão – Segunda Divisão de 1964.

Acesso ao Paulistão A3 de 1965.

Paulistão A3 de 1965.

Acesso ao Paulistão A2 de 1966.

Torneio Rui Dória em 1966.

Sérgio ValentimGoleiroEditar

Anos no Formigão: 1964 a 1966.

Ficou conhecido como “São Sérgio” pelas defesas monumentais que aplicava. Foi o herói joseense na final do Paulistão – Segunda Divisão de 1964 contra o Fernandópolis, fazendo defesas milagrosas e defendendo um pênalti. Após o Formigão, teve diversas passagens pela Seleção Brasileira.[48][49][50][51]

Principais conquistas:

Paulistão – Segunda Divisão de 1964.

Acesso ao Paulistão A3 de 1965.

Paulistão A3 de 1965.

Torneio Rui Dória de 1966.

Emerson LeãoGoleiro (posteriormente treinador)Editar

Anos no Formigão: 1963 a 1965 (time juvenil) 1966 e 1967 (time profissional).

Considerado um dos maiores goleiros da história do futebol, Leão foi cria da base do São José. Chegou ao Formigão do Vale aos 14 anos de idade. O maior título de sua carreira foi a Copa do Mundo de 1970 pela Seleção Brasileira.[52][53][54][55][56]

Principais conquistas:

Torneio Rui Dória de 1966.

Torneio do Vale do Paraíba de 1967.

Edison Mug – GoleiroEditar

Anos no Formigão: 1967, 1970 e 1971.

Anos na Águia: 1987.

Edison, o "Mug" se profissionalizou no ECSJ em 1967 e conquistou o Torneio do Vale do Paraíba nesta mesma data, substituindo o seu companheiro Emerson Leão na reta final. Em 1987, conquistou o acesso ao Paulistão A1 junto ao time.[57][58]

Principais conquistas:

Torneio do Vale do Paraíba de 1967.

Acesso ao Paulistão A1 de 1988.

LanceMeio-campistaEditar

Anos no Formigão: 1967.

Ernesto Luís Lance “Pio” foi revelado pelo Formigão do Vale juntamente ao companheiro de time na época, Emerson Leão. Ambos se tornaram grandes jogadores do cenário nacional. Foi campeão do Torneio do Vale do Paraíba, em 1967.[59][60][61][62]

Principais conquistas:

Torneio do Vale do Paraíba de 1967.

Ídolos da Águia do ValeEditar

Darcy – Zagueiro e lateralEditar

Anos na Águia: 1979 a 1981 e 1984.

Foi peça crucial na zaga joseense na conquista do Paulistão A2 de 1980. Nesse mesmo ano, chegou a ser deslocado a lateral direita. [63][64][65]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Ademir GonçalvesZagueiroEditar

Anos na Águia: 1979 a 1982.

Ademir foi inicialmente ao lado de Darcy, o pilar da zaga joseense de 1979 a 1981. Em 1982, fez parte de um grande trio de zagueiros da época, ao lado de Walter Passarinho e Beto Fuscão.[66][67][68]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Walter Passarinho – ZagueiroEditar

Anos na Águia: 1979 a 1983.

Walter Roberto Cosenzo “Passarinho” tinha muita imposição física e eficiência em seus desarmes. Em 1979, foi o “reserva de luxo” de Darcy e Ademir na zaga do Azulão. Tornou-se titular em 1980, com o deslocamento de Darcy a lateral direita. [69][70][71][72]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Tião Marino – AtacanteEditar

Anos na Águia: 1979 a 1983.

Sebastião Marino Neto “Tião Marino” é o maior ídolo e artilheiro da história do São José, com 82 gols marcados.

Com a camisa da Águia foi, juntamente com Edinho e Nenê (seus companheiros de ataque) o craque da conquista do Paulistão A2 de 1980 (conquista que deu o direito ao São José de disputar o Paulistão A1 de 1981 pela primeira vez na história). Fez parte do grupo que realizou uma excelente campanha  no Paulistão A1 de 1981, ficando a frente de grandes times e garantindo uma vaga para a disputa do Campeonato Brasileiro do ano seguinte. [73][74][75][76]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Edinho – AtacanteEditar

Anos na Águia: 1979 a 1983.

Edson Cláudio Peixoto “Edinho” teve o auge da sua carreira no São José ao lado de Tião Marino e Nenê. Com os mesmos, foi destaque no Paulistão A2 de 1980, Paulistão A1 de 1981 e no Campeonato Brasileiro de 1982. [77][78][79]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Tata – Meio-campista e atacante (posteriormente treinador).Editar

Anos na Águia: 1979 a 1983, 1985, 1987 e 1988.

Mário Felipe Peres “Tata” foi crucial em cada ano que passou pelo clube joseense, sendo titular na maior parte dos jogos. Tata sempre revezava com Tião Marino o posto de artilheiro do São José. Foi o goleador máximo do São José no Paulistão A1 de 1982 e de 1983. [80][81][82]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Acesso ao Paulistão A1 de 1988.

Nenê – AtacanteEditar

Anos na Águia: 1980 a 1983.

Éderson José Martins “Nenê Guanxuma” é um dos maiores artilheiros da história do São José, com 40 gols em 252 jogos. Fez parte do trio: Tião, Nenê e Edinho. Foi um dos destaques da conquista do Paulistão A2 em 1980, na campanha do Paulistão A1 em 1981 e no Campeonato Brasileiro em 1982.[83][84][85]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Admir MelloMeio-campista (posteriormente treinador)Editar

Anos na Águia: 1979 a 1986.

Admir se destacava pela boa marcação, técnica e saída de bola. Ficou marcado por ser uma das peças fundamentais da Águia do Vale no Paulistão A2 de 1980. Vestiu a camisa do São José em 254 jogos e marcou 16 gols. [29][30][31][32]

Principais conquistas:

Paulistão A2 de 1980.

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Sóter – LateralEditar

Anos na Águia: 1981 e 1982.

Sotér foi por dois anos o lateral direito titular do São José, revezando poucas vezes com Jabu, seu companheiro de posição. Sempre chamou a atenção de grandes clubes no cenário nacional. Fez parte da vitoriosa equipe do Paulistão A1 de 1981. [86][87]

Principais conquistas:

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Gerson AndreottiMeio-campistaEditar

Anos na Águia: 1981 a 1983.

Foi um dos pilares da equipe joseense no ano de 1981 e 1982, sendo o jogador com mais partidas. Fez parte da vitoriosa equipe do Paulistão A1 de 1981. Em 1983 teve uma breve saída ao Clube Atlético Juventus, mas logo retornou. [88][89][90]

Principais conquistas:

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Beto FuscãoZagueiroEditar

Anos na Águia: 1981 a 1983.

Rigoberto Costa “Beto Fuscão” desde quando chegou foi o grande destaque da zaga joseense, ajudando o clube no Paulistão A1 de 1981 a garantir a vaga para o Campeonato Brasileiro de 1982. Beto é muito respeitado no cénario futebolístico nacional. [91][92][93][94][95]

Principais conquistas:

Acesso ao Paulistão A1 de 1981.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1982.

Tita - AtacanteEditar

Anos na Águia: 1989 a 1991.

Washington Luis Casemiro “Tita” foi um dos pilares time de 1989, sendo um dos artilheiros do São José no Paulistão A1 e do Campeonato Brasileiro Série B, competições essas que conquistou o vice-campeonato.[96][97][98][99]

Principais conquistas:

Vice-campeonato Paulista A1 de 1989.

Vice-campeonato Brasileiro Série B de 1989.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1990.

Luiz HenriqueGoleiroEditar

Anos na Águia: 1989 e 1990.

Em 1989 iniciou como reserva no Paulistão A1, mas após a contusão de Rafael (o goleiro titular) e uma excelente partida em sua estreia (defendendo dois pênaltis do tricolor) não saiu mais debaixo das traves joseenses até 1990. [100][101]

Principais conquistas:

Vice-campeonato Paulista A1 de 1989.

Vice-campeonato Brasileiro Série B de 1989.

Acesso ao Campeonato Brasileiro de 1990.

Vander Luiz - Meio-campistaEditar

Anos na Águia: 1989 a 1991.

Vander pertencia ao Fluminense e veio jogar no Azulão do Vale até o término do Paulistão A1 de 1989, posteriormente voltando ao Tricolor das Laranjeiras. Em 1990 durante o Paulistão, fechou um novo contrato com a Águia. Saiu em 1991[102][103]

Foi o vice-artilheiro do São José no Paulistão A1 de 89 com 5 gols, e o 2º jogador com mais partidas nos campeonatos de 1989 e 1990.

Principais conquistas:

Vice-campeonato Paulista A1 de 1989.

Toni – AtacanteEditar

Anos na Águia: 1989 e 1994

Antônio José Gomes de Matos “Toni” participou do melhor time da história do São José. O jogador foi artilheiro dessa espetacular edição do Paulistão A1, com 13 gols. Entrou para a história do clube quando marcou os três gols da semifinal contra o Corinthians, eliminando o clube de Itaquera e garantindo a vaga para a disputa da grande final contra o São Paulo.

Saiu após o Paulistão, quando foi negociado durante uma série de excursões da Águia na Espanha.[104][105][106]

Principais conquistas:

Vice-campeonato Paulista A1 de 1989.

Roque JúniorZagueiroEditar

Anos na Águia: 1994 e 1995.

Reconhecido internacionalmente, Roque disputou o Paulistão A2 de 1994 e 1995. Destacou-se rapidamente e posteriormente, foi contratado pelo Palmeiras. Foi campeão da Copa do Mundo em 2002 com a Seleção Brasileira, sendo esse seu mais importante título da carreira. [107][108][109][110]

Renato Santiago – AtacanteEditar

Anos na Águia: 2002, 2008 a 2012.

Renato Camargo Santiago “Santiagol” chegou em 2002 e logo se destacou, sendo o artilheiro da Águia no Paulistão A2.  Retornou ao clube em 2008, ano em que ganhou o apelido “Santiagol”.

Em 2012, marcou o único gol da partida entre São José e Penapolense que livrou a Águia do rebaixamento. Renato é o terceiro maior artilheiro do Estádio Martins Pereira, o recordista de gols em um só jogo (4 gols) e um dos maiores artilheiros da história do São José, com 35 gols em 78 jogos. [111][112][113][114]


PresidentesEditar

[115] Segue a lista completa dos presidentes do clube:

  • 1933 e 1934 - Galiano Alves
  • 1935 - Mario Cezare Porto
  • 1935 a 1940 - Renato Becker
  • 1940 e 1941 - Mario Martins Pereira
  • 1941 e 1942 - Gilberto Cará
  • 1942 - Fausto Santos Bandeira
  • 1942 e 1943 - José Matarazzo
  • 1943 - Higino Leonel Filho
  • 1944 - José Matarazzo
  • 1945 a 1948 - Walter Monteiro Becker
  • 1948 - José Ferze Tau
  • 1949 - Antonio Nunes de Paula
  • 1950 - José Ferze Tau
  • 1951 - Amim Simão
  • 1952 e 1953 - Danilo Monteiro
  • 1953 - Pedro Moacyr de Almeida
  • 1953 a 1958 - Nelson Martins Pereira
  • 1959 - Benedito Matarazzo
  • 1959 - Benedito Mello
  • 1960 a 1962 - Aurélio Monteiro de Barros
  • 1963 - Benedito Mello
  • 1964 - Emílio Servija Martins
  • 1964 a 1971 - Mario Ottoboni
  • 1971 - Possidônio José de Freitas
  • 1971 - Argemiro Parizzoto de Souza
  • 1971 e 1972 - José de Castro Coimbra
  • 1972 a 1975 - Fauze Métene
  • 1975 - João Lopes Moreno
  • 1975 e 1976 - Carlos Ferraz do Amaral
  • 1976 a 1978 - Altamirando Negrão Palma
  • 1979 e 1980 - Laerte Pinto da Cunha
  • 1981 a 1984 - Augustin Soliva
  • 1984 a 1986 - Wilson Renato de Lima
  • 1987 a 1990 - Pedro Yves Simão
  • 1991 e 1992 - José Pedro Dominicalli
  • 1993 a 1996 - Henrique Ferro
  • 1997 - Lindonice de Brito
  • 1997 e 1998 - Carlos Correia Lorusso
  • 1998 - Arnaldo Pardal
  • 1998 - José Francisco de Freitas
  • 1999 - Cláudio Santiago
  • 2000 - Manoel Bueno
  • 2001 - José Luis Carvalho de Almeida
  • 2001 e 2002 - Pedro Yves Simão
  • 2002 e 2003 - José Maria de Oliveira
  • 2003 e 2004 - Benevides Ferneda, o "Geléia"
  • 2005 a 2007 - Wilson Renato de Lima
  • 2008 a 2010 - Hélio de Souza Fontes
  • 2010 a 2012 - Robertinho (da Padaria)
  • 2012 - Celso Carlos Monteiro (interino)
  • 2013 a 2016 - Benevides Ferneda, o "Geléia"

RivalidadesEditar

Os tradicionais rivais da Águia do Vale são o Esporte Clube Taubaté, a Esportiva de Guaratinguetá e a Associação Esportiva São José. O maior rival do São José é o Esporte Clube Taubaté, da cidade de Taubaté, também no Vale do Paraíba. Essa rivalidade se arrasta desde o dia 1 de maio de 1964, quando as duas equipes se enfrentaram em um jogo amistoso na cidade de São José dos Campos. Nessa ocasião, o “Clássico do Vale” terminou empatado em 1 a 1, gols de Pedro Bala para o São José e Diango para o Taubaté. Para essa partida o São José entrou em campo com: Sérgio; Baiano (Paulo Roque), Pereira e Teixeira; Carlinhos e Luis Carlos (Miltinho); Itajubá (Bicudo), Pedro Bala, Cappellotto (Marciano), Nivaldo e Valdir, o técnico era Oswaldo Ricardo. Ainda em 1964, as duas equipes disputaram mais dois amistosos. No ano seguinte, foram dois jogos pelo Torneio do Vale do Paraíba e mais dois amistosos terminados em empate: 2 a 2 e 1 a 1, respectivamente. A primeira vitória da Águia do Vale sobre o Burro da Central, como é conhecido o Taubaté, aconteceu somente em 1966, no Torneio Rui Dória, vitória por 1 a 0, no dia 19 de março.[1]


Futebol FemininoEditar


O São José Esporte Clube, conhecido como São José, é uma tradicional equipe de futebol feminino da cidade de São José dos Campos, na região do Vale do Paraíba, interior do estado de São Paulo. Foi fundada em 2001 e suas cores são o azul, o amarelo e o branco. Seu auge foi em 2014, com a conquista do tricampeonato da Libertadores da América e do Mundial de Clubes (sendo o único clube brasileiro feminino a ter conquistado tal feito).

A equipe manda seus jogos no Estádio Martins Pereira, junto à equipe masculina.

História - Futebol FemininoEditar

O caminho do time feminino começou com uma equipe criada pela prefeitura da cidade, que tinha no início o objetivo de disputar os Jogos Abertos do Interior. Mais tarde, se fundiu ao São José Esporte Clube. O primeiro grande passo foi em 2010, quando o São José conseguiu patrocínio de uma universidade da região e chegou à primeira divisão do Campeonato Paulista.

No mesmo ano, a equipe surpreendeu e chegou na grande final contra o Santos Futebol Clube, porém ficou com o vice-campeonato. Nesse ano percebeu-se o grande futuro da instituição no futebol das mulheres. Logo em 2011, a equipe conquista o primeiro título da Libertadores da América, em uma vitória por 1 a 0 sobre o Colo-Colo no Estádio Martins Pereira.


Com uma estrutura excelente e contando com o apoio de empresas da cidade, o time rapidamente venceu mais campeonatos. Em 2012, conquistou a Copa do Brasil e o Paulistão A1. Em 2013, venceu a Copa do Brasil e a Copa Libertadores da América. Em 2014, faturou a Tríplice Coroa, com os títulos do Paulistão A1, da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes. Em 2015, venceu o Paulistão A1. Além da importância histórica desses troféus, a boa atuação da equipe aumentou a visibilidade das jogadoras, que começaram a frequentar a lista de convocadas da Seleção Brasileira.

Apesar de ainda não ter uma taça do Campeonato Brasileiro em sua sala de troféus, o São José guarda um prêmio ainda maior: a conquista do Mundial de Clubes, em 2014 (sendo a primeira e única equipe brasileira a ter conseguido tal feito). O título foi obtido através da vitória por 2 a 0 sobre o Arsenal, no estádio de Nishigaoka, em Tóquio.[116]

Títulos - Futebol FemininoEditar

Internacionais
  Competição Títulos Temporadas
Copa do Mundo de Clubes 1 2014
Copa Libertadores da América 3 2011, 2013 e 2014
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Copa do Brasil 2 2012 e 2013
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Paulista - Série A1 3 2012, 2014 e 2015


Ranking da CBF de Futebol FemininoEditar

  • Posição: 5º
  • Pontuação: 9.352 pontos[117]

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol para pontuar todos os clubes femininos do Brasil. (Atualizado em Fevereiro de 2020)

Elenco atual - Futebol FemininoEditar

Goleiros
Jogador
  Giovanna
  Jéssica Ferreira
  Zani
Defensores
Jogador Pos.
  Amanda Z
  Bruna Amarante Z
  Rafa Soares Z
  Rayane Z
  Raquel LD
  Vitória Pelé LD
  Mari LE
  Fabíola LE
  Juju LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
  Rafa Marques M
  Mylena Pedroso M
  Duda Batista M
  Jojo M
  Faby M
  Thaynara Araújo M
  Geisi M
Atacantes
Jogador
  Joelma
  Ariel
  Rivena
  Fernanda Tipa
  Mylena Carioca
Comissão técnica
Nome Pos.
  Adilson Galdino T

Referências

  1. a b c d e f «A história do São José EC» (PDF) 
  2. «Escudos do São José» (PDF) 
  3. «Símbolos do São José». Consultado em 29 de janeiro de 2007. Arquivado do original em 28 de fevereiro de 2009 
  4. a b c d e «São José Esporte Clube» (PDF) 
  5. a b c Organizadas Brasil. «Torcidas organizadas do Estado de SP». Consultado em 3 de junho de 2011 
  6. Site oficial da Torcida da Mancha Azul. «Mancha Azul». Arquivado do original em 29 de abril de 2011 
  7. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1398597430226620&set=a.373441749408865&type=3&theater
  8. https://www.facebook.com/pg/EstamosJuntosSJEC
  9. https://twitter.com/EstamosJuntos14
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  13. «HÁ 47 ANOS SÃO JOSÉ CONQUISTAVA TÍTULO QUE NÃO DEU O ACESSO – Futebol do Vale». Consultado em 23 de maio de 2020 
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