ITA Transportes Aéreos

empresa aérea brasileira
 Nota: Para a companhia aérea brasileira extinta em 2000, veja Itapemirim Cargo.
 Nota: Para a companhia aérea italiana que substitui a Alitalia, veja ITA Airways.
 Nota: Para a instituição de ensino superior, veja Instituto Tecnológico de Aeronáutica.

A Itapemirim Transportes Aéreos ou simplesmente ITA, foi uma companhia aérea brasileira, pertencente ao Grupo Itapemirim, que teve suas atividades suspensas no dia 17 de dezembro de 2021 e seu Certificado de Operador Aéreo cancelado no dia 5 de maio de 2022 pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).[2][3]

Itapemirim Transportes Aéreos
ITA Transportes Aéreos
IATA 8I
ICAO IPM
Indicativo de chamada AEROITA
Fundada em 29 de junho de 2020
São Paulo, SP, Brasil
Encerrou atividades em 05 de maio de 2022
Falência decretada em 11 de julho de 2023
Principais centros
de operações
Programa de milhagem ITA Clube
Serviço VIP ITA Class
Frota 7 (2021)
Destinos 14 (no momento da suspensão das operações)
Slogan Felicidade é a viagem, não o destino
Sede São Paulo, SP, Brasil
Pessoas importantes
  • Adalberto Bogsan (CEO)
  • Adilson Aparecido Furlan (vice-presidente corporativo)
  • Sidnei Piva de Jesus (Presidente)[1]
  • Tiago Senna (vice-presidente de novos negócios)
Sítio oficial www.voeita.com.br

Essa é a segunda tentativa da Itapemirim no setor aéreo. Na década de 90 criou a Itapemirim Cargo, que tinha uma frota de Boeing 727 para cargas, além de Cessna Grand Caravan para voos fretados regionais entre Rio de Janeiro e São Paulo.

Para facilitar o processo de certificação junto à ANAC, a Itapemirim adquiriu a América do Sul Táxi Aéreo, empresa subsidiária da ASTA Linhas Aéreas.[4][5]

A empresa mantinha seu principal hub no Aeroporto Internacional de Guarulhos e tinha planos de operar voos cargueiros.[6][7]

História editar

Entre 1991 e 2000, a Itapemirim operava com a Itapemirim Cargo, que chegou a ter 6 aviões Boeing 727. Voava de Viracopos para Manaus. Naquele ano, também operou na rota CampinasRioRecifeFortaleza, quando competiu com a TNT-Sava (antigo Serviços Aéreos do Vale Amazônico).

A outra empreitada aérea foi a Itapemirim Regional, que realizou voos entre São Paulo e Rio de Janeiro com dois monomotores Cessna Grand Caravan, entre 1997 e 1998.

Operou até o ano de 2000, quando, sem nenhuma aeronave, teve sua licença de voo cancelada pelo extinto Departamento de Aviação Civil (DAC).

Tentativa de compra da Passaredo editar

Em 3 de julho de 2017, foi anunciada a compra da Passaredo, o valor da negociação não foi informado. Durante dois meses, houve uma gestão compartilhada e, com isso, contando as linhas de ônibus e as 20 cidades onde a Passaredo operava em 9 estados, a integração entre as malhas aérea e rodoviária chegaria atingir 2,5 mil cidades brasileiras. [8]

A compra foi desfeita, segundo a Passaredo, devido o Grupo Itapemirim não cumprir o acordo estabelecido.[9]

Investigações contra o fundador da Passaredo (Atual Voepass) José Luiz Felicio Filho, da sua esposa Cássia Aparecida Vieira Felício, dos então donos da ITA Sidnei Piva de Jesus e Camila Valdívia e do ex-dono e fundador do Grupo Itapemirim Camilo Cola (morto em 2023) foram feitas por supostos crimes contra a ordem tributária, apropriação indébita e desvios de recursos financeiros. Entretanto, em 11 de dezembro de 2023 a promotoria suspendeu as investigações contra o casal dono da Voepass, argumentando que eles foram vítimas de "empreitadas criminosas" de Piva e Valdívia. [10]

Processo de certificação de operador aéreo editar

Durante abril de 2021, o primeiro A320 da frota de prefixo PS-SPJ, fez uma série de voos de testes visando obter a certificação, saindo do aeroporto de Guarulhos e indo para Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

No dia 28 de abril de 2021 a companhia foi aprovada na última fase de avaliações da ANAC e no dia 30 de abril de 2021 foi emitido o Certificado de Operador Aéreo (COA).

Em 20 de maio de 2021, a ANAC emitiu a outorga de concessão para exploração de serviço de transporte aéreo público, regular e não regular.[11] Em 17 de dezembro de 2021, a ANAC suspendeu o Certificado de Operador Aéreo (COA) da empresa.[12]

Início das vendas e primeiro voo regular editar

As vendas de passagem começaram no dia 21 de maio de 2021 e o primeiro voo regular ocorreu em 1 de julho de 2021, na rota Guarulhos — Confins. O voo inaugural da companhia, com convidados, ocorreu em 29 de junho de 2021 na rota São Paulo — Brasília (ida e volta), a renda foi revertida para instituições de caridade. Neste dia houve ainda a associação da companhia à Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).[13]

Mudança de diretor executivo editar

Em 31 de maio de 2021, o Grupo Itapemirim anunciou que o ex-diretor executivo da ITA, Tiago Senna, que estava no cargo desde a criação da empresa, foi promovido ao cargo de vice-presidente de novos negócios da ITA com a missão de fortalecer os novos empreendimentos multimodais. Ele foi substituído pouco depois por Adalberto Bogsan, ex-diretor executivo da ASTA Linhas Aéreas.[14]

Milésimo voo editar

Em 26 de agosto de 2021 a companhia comemorou a marca de mil voos, com o voo que partiu às 20:30 do Aeroporto de Guarulhos para o Aeroporto do Galeão.[15] Neste mesmo dia, a companhia atingiu a marca de 100 mil passageiros transportados.[16]

Primeiro voo com tripulação 100% feminina editar

Em 19 de outubro de 2021, o voo Guarulhos - Florianópolis (ida e volta), foram feitos com tripulação 100% feminina, uma iniciativa alusiva ao Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama.[17]

Início das operações em Congonhas editar

A partir do dia 16 de novembro de 2021 teve início os voos entre o Galeão e Congonhas, um dos aeroportos mais "cobiçados" pelas empresas brasileiras, devido ao seu alto tráfego. A empresa estimava começar os voos a partir de 12 de dezembro de 2021, partindo de Congonhas para seis destinos nacionais.[18]

Primeira operação internacional editar

No dia 25 de novembro de 2021 a empresa realizou seus primeiros voos internacionais (não regulares), fretados por uma agência de viagens. Com saídas de Guarulhos e Galeão, os voos tinham com destino Montevidéu, a fim de levar torcedores para a final da Copa Libertadores da América entre Flamengo e Palmeiras.[19]

Problemas editar

A ITA apresentou vários problemas com passageiros e funcionários, tal como, cancelamento e remarcações de voos sem aviso, redes sociais "trancadas", canais de atendimento ineficazes, plano de saúde suspenso, atraso no pagamento de salário e FGTS de funcionários, entre outros problemas trabalhistas.[20][21][22]

Escândalos editar

Em 2021, foi descoberto que Sidnei Piva de Jesus, o até então proprietário do Grupo Itapemirim,[1] teria aberto uma empresa no Reino Unido, com valor estimado de R$ 6 bilhões (£ 780 milhões), em meio à grave crise financeira pela qual tanto a Viação Itapemirim quanto a Itapemirim Linhas Aéreas estavam passando.[23][24][25]

Piva é acusado por centenas de investidores de ter praticado um golpe com vendas de criptomoeda, pois não teria devolvido cerca de R$ 400 mil em investimentos.[26] Piva também teria comprado uma cobertura na Riviera de São Lourenço, no município de Bertioga, com valor estimado de R$ 12 milhões, além de R$ 5 milhões na reforma do imóvel.[27]

Suspensão das operações editar

A empresa anunciou em 17 de dezembro de 2021 a suspensão temporária das operações, devido à "reestruturação interna", sendo que na verdade a empresa de handling paralisou o atendimento à empresa devido à falta de pagamento, o que ocasionou cancelamento de diversos voos neste dia.[28][29] Horas depois do anúncio, a ANAC suspendeu o Certificado de Operador Aéreo (COA) da empresa.[12][30]

O último voo da companhia pousou no aeroporto do Galeão proveniente de Fortaleza, no dia 17 de dezembro.[31] A empresa informou que tinha planos de voltar a operar em fevereiro de 2022.[32]

Expatriação de aeronaves editar

O primeiro A320 a deixar o Brasil partiu do Galeão com destino final o Aeroporto Internacional de Tucson, nos Estados Unidos, no dia 18 de janeiro de 2022 (com escala no Aeroporto Internacional de Tocumen, no Panamá). A assessoria de imprensa da empresa alegou que a medida se deu para a manutenção, haja visto que uma das empresas que realizava os serviços da frota, a TAP-ME, encerrará suas operações no país.[33] Porém, Tucson é conhecido por ser um aeroporto que faz armazenamento de aeronaves fora de uso, devido ao seu clima quente e seco.

O último avião devolvido foi o PS-AAF, sob a nova matrícula N359CL. Decolou em 30/06/2022 do Aeroporto de São José dos Campos com destino a Bogotá, Colômbia, de onde seguiu para os Estados Unidos onde ficará estocado aguardando um novo operador, encerrando assim a frota da empresa. O PS-AAF estava inoperante nas semanas finais da empresa e serviu de doador de peças a outros aviões da ITA.[34]

Venda editar

Em 13 de abril de 2022, a empresa distribuiu uma nota interna, escrita pelo CEO Adalberto Bogsan, de que havia sido adquirida pela firma brasileira Baufaker Consulting, que teria herdado a dívida de R$ 180 milhões, além de ter concordado em devolver R$ 30 milhões ao caixa da Viação Itapemirim.[35] Adalberto mencionou ainda planos para aquisição e leasing de 5 Airbus A320ceo.[35][36] A aquisição e retorno das atividades ainda precisa ser aprovada por autoridades do setor aéreo e da economia.

De acordo com informações públicas, a empresa Baufaker Consulting Finances e Representações Comerciais está sediada em Taguatinga, Distrito Federal, tem capital social de R$ 100.000 e não tem experiência na aviação civil; a empresa declara à Receita Federal que atua em áreas como impressão de materiais de segurança, administração de cartões de crédito, varejo, imóveis, dentre outros.[36]

Desistência da venda editar

Em 3 de maio de 2022, Galeb Baufaker Junior, que havia demonstrado interesse em comprar a empresa, desistiu do negócio. Os documentos da Recuperação Judicial apontam incertezas jurídicas em relação à Viação Itapemirim e Sidnei Piva depois que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) determinou o bloqueio de bens de Piva e todas as companhias abertas a partir de 2016.[37][38] Galeb deixou uma janela aberta para renegociar o ativo no futuro.[39][40]

Cancelamento do Certificado de Operador Aéreo (COA) editar

Em 5 de maio de 2022, a ANAC cassou o Certificado de Operador Aéreo, segundo determina a Portaria nº 7.940 publicada no Diário Oficial,[41] pois a empresa não atendeu os requisitos operacionais para manter o COA ativo.[3] Caso a ITA queira retomar as atividades, deverá recomeçar todo o processo de certificação.

Falência editar

Em 11 de julho de 2023, a Justiça do Estado de São Paulo decretou a falência da companhia. A decisão da Justiça de São Paulo foi decretada pelo juiz João de Oliveira Rodrigues Filho da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais acatando o pedido da empresa Travel Technology Interactive, credor da ITA Transportes Aéreos.[42][43] Entretanto, em 23 de agosto de 2023, Sidnei Piva recorreu da decisão ao Tribunal de Justiça de São Paulo e o juiz Azuma Nikki , da 1ª Camara Reservada de Deireito Empresarial suspendeu a falência da empresa aérea. [44]

Incidentes editar

  • Em 26 de julho de 2021, um Airbus A320 de matrícula PS-AAF, foi atingido por um caminhão da Lufthansa Sky Chefs, o serviço de catering da Lufthansa, no aeroporto de Guarulhos. Em 29 de julho foi trasladado para o Aeroporto de São José dos Campos para efetuar os reparos, retornando ao serviço em agosto.[45]
  • Em 14 de outubro de 2021, um A320 de matrícula PS-SFC, sofreu um bird-strike (ingestão de aves pelos motores) durante a decolagem, no aeroporto de Brasília.[46]
  • Em 15 de outubro de 2021, um A320 de matrícula PS-SPJ, também sofreu um bird-strike ao decolar de Guarulhos.[46]
  • Em 10 de dezembro de 2021, um A320 de matrícula PS-TCS, apresentou pane hidráulica aos 5.500m de altitude e retornou em segurança ao aeroporto do Galeão.[47]

Frota editar

Frota atual editar

A partir de maio de 2022, a ITA não possui mais aeronaves em serviço.[48][49][50]

Frota Histórica editar

 
Um Airbus A320-200 da ITA

A frota da ITA Transportes Aéreos também consistiu nas seguintes aeronaves

Frota Histórica da ITA Transportes Aéreos[51]
Aeronave Recebidos Ordens Passageiros Notas
Airbus A319 2 1 150 Provenientes da Hi Fly Malta, com motorização CFM, futuras matrículas PS-GSP e PS-SIL, PS-JCP proveniente da Bangkok Airways, com motorização IAE V2500.[52]
Airbus A320 5 10 162 Provenientes de diversas companhias, com motorização IAE V2500. Configurados em 2 classes: econômica e "ITA Class".

Desenvolvimento da Frota editar

A Itapemirim utilizava aeronaves Airbus A320, a previsão era ter uma frota de 11 unidades ainda em 2021. Cada A320 era configurado com 162 poltronas. A empresa estudava a aquisição de dois Airbus A319.[53] O primeiro avião, com matrícula "PS-SPJ", chegou ao Brasil em 20 de fevereiro de 2021.[54][55]

As matrículas são iniciais de pessoas importantes da empresa, como Sidnei Piva de Jesus (PS-SPJ), Adilson Aparecido Furlan (PS-AAF), Tiago da Cruz Senna (PS-TCS), Sydnei Frota Casarini (PS-SFC), Marcelo Guimarães Fernandes (PS-MGF)[56] e Silvana Piva (PS-SIL).[57] A série PS-ITA a PS-ITZ faria alusão ao nome da empresa.

Os A320 possuíam entre 79 cm e 107 cm de espaço entre as fileiras de assentos (dependendo da classe), estavam dentro dos padrões da categoria A da ANAC, e possuíam tomadas USB em todos os assentos.[58][59]

Em 24 de novembro de 2021, a empresa anunciou que pretendia adquirir mais 2 Airbus A320 até o fim do ano. As matriculas definidas seriam: PS-TUJ (ex-PR-MBT pela LATAM Brasil) e PS-KOM.[60]

O primeiro A319 fez seu primeiro pouso no Aeroporto do Galeão no dia 9 de novembro de 2021, com matrícula PS-SIL, ainda nas cores do seu operador antigo, a HiFly Malta.[61] Não chegou a ser pintado nas cores da ITA e foi devolvido à HiFly Malta em 25 de fevereiro de 2022. O segundo A319, de matrícula PS-JCP, chegou a receber as cores da ITA, mas nunca foi entregue.[62]

Programa de fidelidade editar

O ITA Clube era o programa de passageiro frequente do Grupo Itapemirim. Os membros acumulavam pontos com base na passagem aérea paga, e não nas milhas voadas e podiam trocar por passagens, produtos e serviços.[63]

Ver também editar

Referências

  1. a b «TJSP afasta Sidnei Piva da gestão da Itapemirim e determina uso de monitoramento eletrônico». Diário do Transporte. 24 de fevereiro de 2022. Consultado em 5 de dezembro de 2022 
  2. «ANAC suspende Certificado de Operador Aéreo (COA) da Itapemirim». AEROIN. 18 de dezembro de 2021. Consultado em 20 de dezembro de 2021 
  3. a b «ANAC cancela definitivamente certificado que permitia a ITA (Itapemirim Transportes Aéreos) voar». Diário do Transporte. 5 de maio de 2022. Consultado em 5 de maio de 2022 
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  6. «De volta para o futuro? Itapemirim anuncia voos cargueiros». AEROIN. 20 de fevereiro de 2021. Consultado em 9 de maio de 2021 
  7. «Itapemirim irá se instalar no terminal aéreo de Confins». Diário do Comércio. 11 de fevereiro de 2021. Consultado em 10 de abril de 2021 
  8. https://diariodotransporte.com.br/2017/07/03/passaredo-linhas-aereas-e-vendida-para-grupo-da-viacao-itapemirim/
  9. «Venda da Passaredo para grupo rodoviário Itapemirim é desfeita». VEJA. Consultado em 10 de abril de 2021 
  10. «OFICIAL: Justiça conclui que dono da Passaredo não teve envolvimento em condutas atribuídas a Sidnei Piva e Camila Valdívia em negociação de venda para a Itapemirim». Diário do Transporte. 1 de março de 2024. Consultado em 7 de março de 2024 
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