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Moisés
Moisés por José de Ribera.
Dados pessoais
Local de nascimento
Gósen, Baixo Egito
Local de morte
Monte Nebo, Moab
Venerado por
Judeus, cristãos e muçulmanos
Sucedido por
Josué

Moisés (em hebraico: מֹשֶׁה; transl.: Moshe tiberiano: Mōšé; em grego clássico: Mωϋσῆς; transl.: Mōüsēs; em árabe: موسىٰ; transl.: Mūsa); tradicionalmente traduzido como "tirado das águas", embora um estudo linguístico aponte que o nome tenha origem egípcia e signifique simplesmente "filho", já que o fonema "séis" é a representação de "filho de" em egípcio, assim como Ramessés; é tido como um líder religioso, o segundo juiz de Israel, legislador e profeta, a quem a autoria da Torá é tradicionalmente atribuída. É um dos profetas mais importantes do Judaísmo e do cristianismo, e igualmente reconhecido pelo Islamismo, assim como em outras religiões. Segundo a tradição judaica-cristã, Moisés foi um instrumento de Deus para libertar os Hebreus, tido por eles como seu principal legislador e um dos mais importantes lideres religiosos. A Bíblia o denomina o «mais humilde do que todos os homens que havia sobre a face da terra» (Números 12:3).

De acordo com a Bíblia e a tradição judaico-cristã-islâmica, Deus realizou diversos milagres através de Moisés pós uma Teofania. Libertou o povo de Israel da escravidão no Antigo Egito, tendo instituído a Páscoa Judaica. Depois guiou o seu povo através de um êxodo pelo deserto durante quarenta anos, que se iniciou através da famosa passagem em que Deus abre o mar Vermelho, através de seu servo Moisés para possibilitar a travessia segura dos filhos de Israel. Ainda segundo a Bíblia, recebeu no alto do Monte Sinai as Tábuas da Lei de Deus, contendo os Dez Mandamentos.

Moisés era filho de Anrão e Joquebede, da Tribo de Levi. O seu irmão mais velho era Aarão e a sua irmã chamava-se Miriam conforme a Bíblia.

Relato BíblicoEditar

 
Escultura de Moisés por Michelangelo

Segundo a Bíblia Sagrada, a filha de faraó adotou o menino já grande, entregue pela mãe, que era hebreia, e o chamou Moisés: «Sendo o menino já grande, ela o trouxe à filha de Faraó, a qual o adotou por filho, e lhe chamou Moisés, dizendo: Porque das águas o tirei» (Êxodo 2:10). Para os judeus, o nome Moisés, em hebr. Móshe (מֹשֶׁה), é associado homofonicamente ao verbo hebr. mashah, que têm o significado de "tirar". Na etimologia judaica popular, têm o significado de "retirado [isto é, salvo]" da água.[1]

Alguns historiadores acreditam que o período que Moisés passou entre os Egípcios serviu para que ele aprendesse o conceito do "monoteísmo", criado pelo Faraó Aquenáton (r. 1352–1338 a.C.), o faraó revolucionário que reinou antes do tempo de Moisés, levando tal conceito ao povo hebreu.

Segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha do faraó, que o encontrou dentro de um cesto, enquanto se banhava no rio Nilo e o educou na corte como o príncipe do Egito. Aos quarenta anos (1552 a.C.), após ter matado um feitor egípcio levado pela justa cólera, é obrigado a partir para exílio, a fim de escapar à pena de morte. Fixa-se na região montanhosa de Midiã, situada a leste do Golfo de Acaba. Por lá acabou casando-se com Zípora e com ela teve dois filhos, Gérson e Eliézer. Quarenta anos depois (1512 a.C.), no Monte de Horebe, ele depara-se com uma sarça ardente que queimava mas não se consumia e assim é finalmente "comissionado pelo Deus de Abraão" como o "Libertador de Israel".

 
Moisés no Monte de Horebe

Ele conduziu o povo de Israel até ao limiar de Canaã, a Terra Prometida a Abraão. No início da jornada, encurralados pelo Faraó, que se arrependera de tê-los deixado partir, ocorre um dos fatos mais conhecidos da Bíblia: A divisão das águas do mar Vermelho, para que o povo, por terra seca, fugisse dos egípcios, que tentando o mesmo, se afogaram. Logo no início da jornada, no Monte de Horebe, na Península do Sinai, Moisés recebeu as Tábuas dos Dez Mandamentos do Deus de Abraão, escritos "pelo dedo de Deus". As tábuas eram guardadas na Arca do Concerto. Depois, o código de leis é ampliado para cerca de seiscentas leis. É comumente chamado de Lei Mosaica. Os judeus, porém, a consideram como a Lei (em hebr. Toráh) de Deus dada a Israel por intermédio de Moisés. Em seguida, os israelitas vaguearam pelo deserto durante quarenta anos até chegarem a Canaã.

Durante quarenta anos (segundo a maioria dos historiadores, no período entre 1550 e 1 510 a.C.), conduz o povo de Israel na peregrinação pelo deserto. Moisés morre aos 120 anos, após contemplar a terra de Canaã no alto do Monte Nebo, na Planície de Moabe. Josué, o ajudante, sucede-lhe como líder, chefiando a conquista de territórios na Transjordânia e de Canaã.

No Cristianismo, Moisés prefigura o "Moisés Maior", o prometido Messias (em grego, o Cristo). O relato do Êxodo de Israel, sob a liderança por Moisés, prefigura a libertação da escravidão do pecado, passando os cristãos a usufruir a liberdade gloriosa pertencente aos filhos de Deus.

Na Igreja Católica e Igreja Ortodoxa, é venerado como santo, sendo a festa celebrada a 4 de setembro.

Segundo a Edição Pastoral da Bíblia seu nome é citado 894 vezes na Bíblia.[2]

Morte (Relato Bíblico)Editar

De acordo com os relatos bíblicos em Deuteronômio 32:51-52 e Números 20:12, Moisés foi avisado por Deus de que não lhe seria permitido levar os israelitas através do rio Jordão, por causa da sua transgressão nas águas de Meribá, e que morreria no Monte Nebo, de onde contemplaria toda a terra de Canaã. Desta forma, ele reuniu as tribos e entregou a eles uma mensagem de despedida, que é usada para formar o livro de Deuteronômio.

Quando Moisés terminou, entoou um cântico e pronunciou uma bênção sobre o povo. Subiu ao monte Nebo, para o cume de Pisga, olhou para a Terra prometida de Israel espalhada diante dele, e morreu, segundo a lenda talmúdica, em 7 de Adar, exatamente no seu aniversário dos 120 anos. O próprio Deus o sepultou em um túmulo desconhecido em um vale na terra de Moabe, defronte de Baal-Peor (Deuteronômio 34:6).

Moisés foi, assim, o instrumento humano na criação da nação de Israel, comunicando-lhe a Torá. Tratado nas escrituras como o «mais humilde do que todos os homens que havia sobre a face da terra» (Números 12:3), ele gozava de privilégios únicos, pois «não se levantou mais em Israel profeta algum como Moisés, com quem Jeová tratasse face a face» (Deuteronômio 34:10).

Moisés históricoEditar

Não foram encontradas até o momento nenhuma prova arqueológica de sua existência como relatada na Bíblia. A maioria dos acadêmicos modernos acreditam que Moisés é uma figura mítica[3], construída paulatinamente no decorrer da história dos antigos israelitas.[4] Não existe nenhuma evidência, histórica ou arqueológica, que comprove que Moisés realmente existiu ou se qualquer evento narrado na Bíblia cristã ou no Torá judaico, como a abertura do mar Vermelho, tenham realmente ocorrido, sendo considerados apócrifos.[5]

Nome EgípcioEditar

HIEROGLIFO
 
   
 
Moisés

A origem do nome entre alguns eruditos apontam para a origem egípcia, sem o elemento teofórico, més ou na forma grega, mais divulgada, mósis, deriva da raiz substantiva ms criança ou filho, correlata da forma verbal msy, que significa "gerar". Note-se que na língua egípcia, à semelhança de outras do Oriente Próximo, a escrita renunciava ao uso das vogais. Més significa assim "gerado", "nascido" ou "filho". Tome-se como exemplo os nomes dos faraós Amósis, que significa "filho de [deus] Amon-Rá", Tutemés, significando "filho de deus Tote, ou ainda Ramessés, que seria "Filho de Rá".

Semitas que alcançaram posições de destaque na hierarquia social egípcia receberam o nome Més, como Ramsès-Kha-em-neterou e Ramsesempere, envolveram-se em em revoltas de escravos ou em tramas da corte. A memória acerca destas figuras é possivelmente a origem de tradições orais diversas que embasam os textos bíblicos, escritos posteriormente, a partir do século VII a.C. Estas tradições, por sua vez, passaram por várias fazes de reelaboração, em distintos momentos da história do Antigo Israel, não tomando a forma que conhecemos antes do século IV a.C.[4]

Descendência EgípciaEditar

Para alguns estudiosos, a maioria das leis que Moisés impôs ao Judeus, são de completa conformidade com as leis Egípcias, parecendo apenas uma transmutação de informação. Há também registros de um sacerdote do faraó Aquenáton ter saído do Egito,[6]provavelmente formado outra religião. Entretanto, as pesquisas mais recentes argumentam a favor de uma redação do Pentateuco que aponta distintos estilos literários, apontando igualmente para contextos históricos específicos da história do Antigo Israel e, consequentemente, das influencias assírias, babilônicas, egípcias e até helenistas sobre este povo.[4]

Base EscravagistaEditar

Dados indicam é que o Egito não teve uma base escravagista minimamente sólida pois os escravos eram de menor número, e tinham direitos como a propriedade privada[7], indo de desencontro até o momento com a Bíblia, isso reforça por inferência que Moisés nasceu de família egípcia.

Leis imitadasEditar

Pelos indícios históricos e arqueológico, as leis referenciadas como autoria de Moisés, já era conhecida dos egípcios. E também o salmo 104 é equivalente ao Grande Hino a Aton. [8][6]

FamíliaEditar

Visão de Moisés pelas religiõesEditar

JudaísmoEditar

Há uma riqueza de histórias e informações adicionais sobre Moisés nos livros apócrifos judaicos e no gênero da exegese rabínica conhecida como Midrash, bem como nos trabalhos antigos da lei oral judaica, a Mishná e o Talmude.[14]

Historiadores judeus que viviam em Alexandria, como Eupolemo, atribuíram a Moisés a proeza de ter ensinado aos fenícios o seu alfabeto,[15] semelhante a lendas de Toth. Artapano de Alexandria explicitamente identificou Moisés não só com Toth / Hermes, mas também com a figura grega Museu (a quem ele chama de "o professor de Orfeu"), e atribuiu a ele a divisão do Egito em 36 distritos, cada um com sua própria liturgia. Ele nomeia a princesa que adotou Moisés como Merris, esposa do faraó Quenefrés.[16]

As fontes antigas mencionam uma Assunção de Moisés e um Testemunho de Moisés. Um texto em latim foi encontrado em Milão no século XIX por Antonio Ceriani, que o chamou de Assunção de Moisés, embora não se refira a uma assunção de Moisés ou contenha partes da assunção que são citadas por autores antigos, e parece que é realmente o testemunho. O incidente que os autores antigos citam também é mencionado na Epístola de Judas.

Para os judeus ortodoxos, Moisés é realmente Moshe Rabbenu, `Eved HaShem, Avi haNeviim

zya"a.[14] É chamado de "Nosso Líder Moshe", "Servo de Deus", e "Pai de todos os Profetas".[14] Na sua opinião, Moisés não só recebeu a Torá, mas também o revelado (de forma escrita e oral) e o oculto (os ensinamentos `hokhmat nistar, que deram ao judaísmo o Zohar de Rashbi, a Torá de Ari haQadosh e tudo o que é discutido na Yeshivá Celestial entre Ramhal e seus mestres).[14] Ele também é considerado o maior profeta.[17]

Decorrente em parte da sua idade, mas também porque 120 está em outro lugar indicado como a idade máxima para os descendentes de Noé (uma interpretação de Gênesis 6:3), "que você viva até os 120" tornou-se uma bênção comum entre os judeus.[14]

CristianismoEditar

Em Mateus 17:1-9Marcos 9:2-8 e Lucas 9:28-36, acontece o episódio conhecido como a Transfiguração de Jesus. Nele, Jesus e seus discípulos Simão Pedro, João e Tiago vão para o alto de uma montanha, conhecida como o Monte da Transfiguração. Lá, Jesus começa a brilhar e Moisés e o profeta Elias aparecem ao seu lado, conversando com ele. Jesus é então chamado de "Filho" por uma voz no céu - presumivelmente Deus Pai - como já ocorrera antes no seu batismo.

Para os cristãos, Moisés - mencionado mais vezes no Novo Testamento do que qualquer outro personagem do Antigo Testamento - muitas vezes é um símbolo da lei de Deus, como reforçado e exposto nos ensinamentos de Jesus.[14] Escritores do Novo Testamento muitas vezes compararam as palavras e feitos de Jesus com os de Moisés para explicar a missão de Jesus, como o Profeta semelhante a Moisés, de Deuteronômio 18,15.[14][18] Em At 7,39-43, 51-53, por exemplo, a rejeição de Moisés pelos judeus que adoravam o bezerro de ouro é comparada à rejeição de Jesus pelos judeus que continuavam no judaísmo tradicional.[14]

Identidade de Moisés
Nome: Moisés (em hebraico, Moshe, משה)
Significado: Mósis, em egípcio, significa "filho".
Para os judeus, significa "retirado" das águas.
Etnia: Semita
Família: Tribo de Levi
Avô: Coate, 2.º filho de Levi
Mãe: Joquebede, segundo a Biblia, mulher de Anrão Pai: Anrão, filho de Coate
Esposa: Zípora ou Seforá (em hebraico tzipora)
Sogro: Jetro
Irmãos: Miriã / Aarão
Filhos: Gérson / Eliézer.
Sobrinhos: Nadabe / Abiú / Eleazar / Itamar
Local de Nascimento: Egito
Localização Temporal: (1250 a.C.)
Tempo de Vida: 120 anos
Motivo de Morte: Não há relatos específicos da morte
Local de Morte: Monte Nebo, Planice de Moabe

Ver tambémEditar

  • Jetro, sogro de Moisés
  • José - no tempo do qual judeus foram viver para o Egito
  • Aarão, irmão de Moisés, e 1.º Sumo Sacerdote de Israel
Precedido por
Cargo criado
Juiz de Israel Sucedido por
Josué

Referências

  1. Flávio Josefo. «9». Antiquities of the Jews (em inglês). II. [S.l.: s.n.] Consultado em 30 de setembro de 2015 
  2. Moisés Arquivado em 9 de setembro de 2010, no Wayback Machine., acessado em 22 de julho de 2010
  3. Dever, William G. (1993). «What Remains of the House That Albright Built?». University of Chicago Press. The Biblical Archaeologist. 56 (1): 25–35. ISSN 0006-0895. JSTOR 3210358. doi:10.2307/3210358. the overwhelming scholarly consensus today is that Moses is a mythical figure 
  4. a b c Pacheco, Thiago (4 de abril de 2019). «Moisés: Origens e processos de reelaboração do personagem nos textos canônicos» (PDF). Revista Jesus Histórico e sua Recepção. Consultado em 10 de outubro de 2019  line feed character character in |titulo= at position 69 (ajuda)
  5. Slackman, Michael (3 de abril de 2007). «Did the Red Sea Part? No Evidence, Archaeologists Say». The New York Times. Consultado em 27 de outubro de 2016 
  6. a b Assmann, Jan (1998). Moses the Egyptian: The Memory of Egypt in Western Monotheism. Boston, EUA: Harvard University Press 
  7. Everett, Susanne (2011). History of Slavery. [S.l.: s.n.] pp. 10–11 
  8. B. Pritchard, James (1958). The Ancient Near East, An anthology of Texts and Pictures. [S.l.]: Princeton University Press. pp. 227–227 
  9. Êxodo, 6:16, Levi pai de Gérsom, Coate e Merari
  10. Êxodo, 6:18, Coate pai de Anrão, Izar, Hebrom e Uziel
  11. Êxodo 6:20, Joquebede tia de Anrão, Anrão e Joquebede pais de Aarão e Moisés
  12. Êxodo 15:20, Míriam irmã de Aarão
  13. Êxodo 2:18 e 21, Reuel pai de Zípora
  14. a b c d e f g h «Religious views of Moses». Consultado em 18 de março de 2010. Arquivado do original em 4 de agosto de 2008 
  15. Eusébio, Præparatio Evangelica ix. 26
  16. Eusébio, l.c. ix. 27
  17. «Judaism 101: Moses, Aaron and Miriam». Jewfaq.org. Consultado em 2 de março de 2010 
  18. Bíblia Sagrada, Deuteronômio 18:15

BibliografiaEditar

  • Bíblia
  • Avril Price-Budgen, Martin Folly, People in History, Mitchel Beazley Publishers, 1988 - Dispositivo legal - 27 543/89
  • SKOLNIK, Fred.; BERENBAUM, Michael. (ed.). Encyclopaedia Judaica. 2a ed. v. 14. Detroit: Macmillan Reference USA, 2007. pp. 522-543 ISBN 9780028659428
  • CARSON, Thomas. CERRITO, Joann. (ed.) The New Catholic Encyclopedia. 2a ed., v. 10. Washington: CUA Press, 2003. pp. 6-7. ISBN 9780787640040
  • JONES, Lindsay (ed.). The Gale Encyclopedia of Religion (15 v.). 2a ed., v. 9. Detroit: Macmillan Reference USA, 2005. pp. 6199-6204. ISBN 9780028659978
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