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Rockabilly
A banda Gazzguzzlers usa os instrumentos clássicos associados ao rockabilly: uma guitarra de corpo oco e baixo vertical, e uma bateria reduzida.
Origens estilísticas
Contexto cultural Meados da década de 1950, Estados Unidos
Instrumentos típicos Guitarra - Contrabaixo - Bateria - Piano
Popularidade Popular nos anos 1950, foi revivido em meados dos anos 1980. O Rockabilly continua a ter popularidade nos tempos atuais.
Formas derivadas Country rock
Subgêneros
Heartland rock
Gêneros de fusão
Psychobilly
Outros tópicos
Teddy Boy - Greasers - Doo Wop - Oldies

Rockabilly é um dos primeiros sub-gêneros do rock and roll, tendo surgido nos Estados Unidos no começo da década de 1950, especialmente no Sul. Como gênero, mistura o som de estilos musicais do Oeste dos Estados Unidos, como o música country, com o rhythm and blues, dando origem ao que se considera como o rock and roll "clássico". Alguns também descreveram como uma mistura de bluegrass com rock and roll.[1] O termo "rockabilly" é um portmanteau de rock e hillbilly, este último uma referência à música country (que costumava ser chamada de música hillbilly nos anos 40 e 50), que contribuiu enormemente ao desenvolvimento do gênero. Outras influências importantes no rockabilly incluem western swing, boogie woogie, jump blues e electric blues.[2]

Uma banda típica de rockabilly inclui geralmente um cantor, uma guitarra elétrica, uma bateria (muitas vezes reduzida a uma caixa, um bumbo e um prato) e um contrabaixo executando um slapback e/ou às vezes um pizzicato. Podem ser citados como principais expoentes do estilo Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Elvis Presley, Buddy Holly, Bill Halley, Johnny Cash, Gene Vincent, Wanda Jackson, Eddie Cochran e Johnny Burnette.

A influência e a notoriedade do estilo desvaneceram-se nos anos 60 com o surgimento da invasão britânica e o sucesso da Motown, mas durante o final dos anos 70[3] e começo dos 80 o rockabilly passou por uma recuperação em sua popularidade que permanece até os dias de hoje, frequentemente vinculada a uma subcultura própria.[4] Rockabilly deixou um legado, gerando uma variedade de sub-estilos e influenciando outros gêneros como o punk rock.[5]

OrigensEditar

Havia um relacionamento próximo entre o R&B e a música country nas primeiras gravações de country da década de 1920. O primeiro sucesso considerado "country" nos Estados Unidos foi "Wreck of the Old '97",[6] lançada em conjunto com "Lonesome Road Blues", que também se tornou bastante popular.[7] Jimmie Rodgers, o "primeiro astro do country de verdade", era conhecido como "Blue Yodeler", embora com instrumentação e sonoridade bastante diferente de seus contemporâneos Blind Lemon Jefferson e Bessie Smith.[8]

Durante os anos 30 e 40 dois novos estilos emergiram. Bob Wills e seus Texas Playboys eram os líderes do western swing, que combinava o estilo vocal do country e steel guitar com influências do jazz das big bands e instrumentos de sopro; com isso, a música de Wills alcançou imensa popularidade. Suas gravações de meados dos anos 40 ao princípio dos anos 50 incluem ritmos de "jazz de duas batidas", "corais de jazz" e um trabalho de violão que precedeu as primeiras gravações de rockabilly.[9] Wills é citado por dizer, "Rock and Roll? Não sei por que, é o mesmo estilo que tocamos desde 1928! É apenas um ritmo básico que recebeu diversas nomenclaturas na minha época. É a mesma coisa, seja seguindo cercando-a de vários instrumentos. O importante é o ritmo."[10]

O grupo Maddox Brothers and Rose são considerados precursores do rockabilly pelo trabalho de Fred Maddox no contrabaixo e seu desenvolvimento da técnica slapback (o ato de bater nas cordas do instrumento, ao invés de puxá-las individualmente).[11][12] Depois da II Guerra a banda passou a utilizar instrumentos mais pesados, inclinando-se cada vez mais a uma pegada honky tonk e uma base maníaca e profunda - o slap bass de Fred Maddox.[13] Muitos acreditam que eles foram não só os precursores, mas também um dos primeiros, senão o primeiro, grupo de "Rockabilly".[14]

Diversas canções de Bill Monroe, considerado o pai do bluegrass, eram em formato blues, enquanto outras emulavam o formato de baladas folk, canções de marinheiro ou valsas. O bluegrass era um destaque da música "country" no começo dos anos 50, sendo frequentemente citada como uma influência no desenvolvimento do rockabilly.[15] Outro exemplo da mistura de gêneros musicais dessa época é a gravação "Jersey Rock", lançada por Zeb Turner em 1953. Com sua junção de estilos, letras sobre música e dança e solos de guitarra, esse tipo de gravação foi outro fator influente no surgimento do rockabilly.[16]

Pioneiros do estiloEditar

Carl PerkinsEditar

Carl Perkins e seus irmãos Jay e Clayton, juntamente com o baterista W. S. Holland, apresentavam sua música em Jackson, Tennessee, a alguns quilômetros de Memphis. Graças a seu estilo frenético, a Perkins Brothers Band, com Carl e Jay nos vocais, rapidamente se estabeleceu no circuito honky tonk. A maioria de seu público requisitava que eles tocassem canções hillbilly, que eram apresentadas por eles em versões aceleradas—como por exemplo clássicos de Hank Williams injetados com um ritmo mais rápido.[17]

De olho na reação do plateia na pista de dança, Carl começou a compor suas primeiras canções, desenvolvendo um estilo de música baseado mais no ritmo, que não eram nem country ou blues, mas com elementos de ambos. Perkins continuou a dar forma a essas canções até conseguir composições completas, que só então eram colocadas no papel. Ele já havia começado a mandar demos para gravadoras de Nova York, todas rejeitadas, algumas sob a alegação de que aquele novo e estranho estilo de country com um ritmo tão acentuado não se encaixava em nenhuma tendência comercial. Isso mudaria em 1954.[18][19]

Carl Perkins cantando "Dixie Fried" (1956)

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Bill HaleyEditar

 
Bill Haley and his Comets no filme Round Up of Rhythm (1954)

Em 1951, um líder de banda de western swing chamado Bill Haley gravou uma versão de "Rocket 88" com seu grupo Saddlemen. Considerada uma das primeiras gravações rockabilly, foi seguida por uma versão de "Rock the Join" em 1952, e composições originais como "Real Rock Drive" e "Crazy Man, Crazy", esta última alcançando o 12° lugar nas paradas da Billboard em 1953.[20][21]

Em 12 de abril de 1954, Haley e sua banda (agora conhecida como Bill Haley and His Comets) gravou "Rock Around the Clock" pela Decca Records de Nova York. Quando lançada em maio daquele ano, permaneceu nas paradas por uma semana na 23ª colocação, vendendo 75,000 cópias.[22] Um ano depois ela foi incluída na trilha sonora do filme Blackboard Jungle, e logo depois estava liderando as paradas de sucesso ao redor do mundo, inaugurando um novo gênero de entretenimento. "Rock Around the Clock" alcançou a 1ª colocação, permanecendo nesta posição por duas semanas e sendo a 2ª colocada na Billboard Hot 100 de 1955.[23] A gravação foi, até o final da década de 1990, reconhecida pelo Guiness World Records como o disco de vinil mais vendido do mundo, com um número não confirmado de 25 milhões de cópias comercializadas.[24].

Elvis PresleyEditar

 
Elvis Presley

Em julho de 1954, Elvis Presley ensaiava algumas canções nos estúdios da Sun Records, até que, em um momento de descontração, de forma improvisada, começou a cantar o músicas como "That's All Right", um blues gravado por Arthur Crudup em 1946, provocando em Sam Phillips um grande entusiasmo. "Take" realizado, nova canção, no gênero, foi concebida; dessa vez, "Blue Moon of Kentucky", um tema bluegrass que foi gravado com a mesma levada de "That's All Right". Ambas comporiam o último sucesso seu primeiro disco, um "compacto simples" (single). Participaram das sessões, além de Elvis e Sam, o guitarrista Scotty Moore e o baixista Bill Black.[25]

Elvis Presley cantando "Blue Moon of Kentucky"

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Uso do termo "rockabillyEditar

Em uma entrevista que pode ser visto no Experience Music Project, Barbara Pittman afirma que, "Ele era tão novo e foi tão fácil. Foi uma mudança de três acordes." Rockabilly era, na verdade, um insulto para os roqueiros do Sul naquela época. Ao longo dos anos ele pegou um pouco de dignidade. Era a sua maneira de nos chamar de 'hillbillies (caipiras)'."

Um dos primeiros usos escritos do termo "rockabilly" foi feito em 23 de junho de 1956, em uma resenha da Billboard para "Rock Town Rock" de "Ruckus Tyler".[26] Três semanas antes, "rockabilly" foi usado em um press release de "Be-Bop-A-Lula" de Gene Vincent.[27]

O primeiro registro da palavra "rockabilly" em uma canção foi usado em "Rock a Billy Gal" de novembro 1956,[28] Embora Johnny Burnette e Dorsey Burnette tenham gravado "Rock Billy Boogie" para a gravadora Coral em 04 de julho de 1956. A canção foi escrita e executada muito antes, e referem-se ao nascimento do filho de Johnny, Rocky e do filho de Dorsey, Billy, que nasceram na mesma época, em 1953, e foram os primogênitos de cada um dos irmãos. A canção era parte de seu repertório em 1956, quando eles estavam vivendo em Nova York e se apresentando com Gene Vincent. É fácil entender como o público de Nova York pode ter pensado os Burnettes estavam cantando "Rockabilly Boogie", mas eles nunca o fizeram, porque o termo hillbilly era depreciativo e nunca teria sido usado pelos próprios artistas. Rocky Burnette, que mais tarde se tornaria um artista rockabilly, afirmou em seu site que o termo rockabilly deriva da mesma canção. É também interessante, que esta canção foi regravada por centenas de artistas nos anos seguintes, e é sempre chamada de "Rockabilly Boogie".

DeclínioEditar

O rockabilly gozava de grande popularidade nos Estados Unidos entre 1956 e 1957 e declinou na década de 1960. Fatores que contribuem para este declínio são geralmente citada como: a morte de Buddy Holly, Ritchie Valens e Big Bopper em um acidente de avião em 1959, a entrada e Elvis Presley no exército em 1958 e uma mudança geral de gostos musicais, sobretudo com a Invasão britânica. O estilo ainda tinha alguma popularidade na Inglaterra na década de 1960.[27]

Influência sobre os Beatles e a Invasão BritânicaEditar

A primeira onda de fãs de rockabilly no Reino Unido se chamava Teddy Boys, porque usavam longos casacos de estilo eduardiano, juntamente com calças pretas justas e sapatos creepers. Outro grupo na década de 1950 que era seguidor do rockabilly eram os garotos Ton-Up, que andavam de motocicleta britânica e que mais tarde seriam conhecidos como rockers no início dos anos 1960. Os roqueiros adotaram o visual clássico de camisetas, jeans e jaquetas de couro para combinar com os topetes. Os roqueiros adoravam artistas de rock and roll dos anos 50, como Gene Vincent, e alguns fãs britânicos de rockabilly formaram bandas e tocaram sua própria versão da música.

A mais notável dessas bandas foi The Beatles. Quando John Lennon conheceu Paul McCartney, ele ficou impressionado que McCartney conhecia todos os acordes e as palavras de "Twenty Flight Rock" de Eddie Cochran. Quando a banda se tornou mais profissional e começou a tocar em Hamburgo, eles adotaram o nome "Beatle" (inspirado em The Crickets, banda de Buddy Holly)[29] e adotaram o visual de couro preto de Gene Vincent. Musicalmente, eles combinaram a sensibilidade melódica de composição de Holly com o som áspero do rock and roll de Vincent e Carl Perkins. Quando os Beatles se tornaram estrelas mundiais, eles lançaram versões de três canções diferentes de Carl Perkins, mais do que qualquer outro compositor fora da banda, exceto Larry Williams, que também teve três canções adicionadas pela banda em sua discografia. (Curiosamente, nenhum dessas três foi cantada pelos vocalistas regulares dos Beatles - "Honey Don't" (cantada por Ringo Starr) e "Everybody's Trying to be my Baby" (cantada por George Harrison) de Beatles for Sale (1964) e "Matchbox" (cantada por Ringo Starr) no Long Tall Sally EP (1964).

Muito tempo depois que a banda terminou, os membros continuaram demonstrando seu interesse pelo rockabilly. Em 1975, Lennon gravou um álbum chamado Rock 'n' Roll, com versões de hits rockabilly e uma foto de capa vestindo em couro como Gene Vincent. Na mesma época, Ringo Starr teve um sucesso com uma versão de "You're Sixteen", de Johnny Burnette. Nos anos 80, McCartney gravou um dueto com Carl Perkins, e George Harrison colaborou com Roy Orbison em Traveling Wilburys. Em 1999, McCartney lançou Run Devil Run, seu próprio disco de covers de rockabilly.[30]


Os Beatles não foram os únicos artistas da Invasão Britânica influenciados pelo rockabilly. The Rolling Stones gravou "Not Fade Away", de Buddy Holly, em um single inicial e mais tarde uma canção rockabilly, "Rip This Joint" em Exile on Main St.. The Who, apesar de ser uma das bandas favoritas dos mods, gravou "Summertime Blues" de Eddie Cochran "e Shakin' All Over de Johnny Kidd & The Pirates em seu álbum Live at Leeds. Até heróis de guitarras pesadas, como Jeff Beck e Jimmy Page, foram influenciados por músicos de rockabilly. Beck gravou Crazy Legs, um álbum de homenagem ao guitarrista de Gene Vincent, Cliff Gallup e a banda de Page, Led Zeppelin, se ofereceu para trabalhar como banda de apoio de Elvis Presley na década de 1970. No entanto, Presley nunca aceitou a oferta.[31] Anos depois, Page e Led Plant, do Led Zeppelin, gravaram um tributo à música dos anos 50 chamada The Honeydrippers: Volume One.

Rockabilly revival: 1970–90Editar

Rockabilly experimentando um ressurgimento da popularidade na década de 1970, o italiano Ronnie Weiser se muda para os Estados Unidos,através de sua própria gravadora, regrava canções de artistas dos anos 50 como Ray Campi e Mac Curtis.[32]

 
Stray Cats

Robert Gordon emergiu do final da década de 1970, revelado na banda punk do clube CBGB, Tuff Darts, para se reinventar como um artista solo de rockabilly revival. Ele gravou primeiro com a lenda da guitarra dos anos 1950, Link Wray, e mais tarde com guitarrista de estúdio britânico, Chris Spedding, e encontrou pequeno sucesso.[33] Também oriundos do punk do CBGB eram The Cramps, que combinavam sons rockabilly primitivos e selvagens com letras inspiradas em velhos filmes de terror.[27]em músicas como "Human Fly" e "I Was a Teenage Werewolf". Os shows ao vivo energéticos e imprevisíveis do cantor principal Lux Interior atraíram uma fervorosa audiência de culto. Sua música "psychobilly" influenciou bandas como The Meteors e Reverend Horton Heat.


Em 1980, a banda Queen alcançou o primeiro lugar na Billboard Hot 100 com o single "Crazy Little Thing Called Love", inspirado no rockabilly.[34]


Na década de 80, surgem grupos ainda mais selvagens e mais rápidos do que os da década de 1950, tais como Stray Cats, The Blue Cats, Dave Phillips & the Hot Rod Gang, Restless, The Polecats, The Kingbeats e The Blasters, esse movimento tem sido chamado de neo-rockabilly.[27]


A banda Stray Cats foi a mais bem-sucedidos comercialmente dos novos artistas de rockabilly. A banda formou-se em Long Island em 1979, quando Brian Setzer se uniu a dois colegas de escola, Lee Rocker e Slim Jim Phantom. Atraindo pouca atenção em Nova York, eles voaram para Londres em 1980, onde ouviram dizer que havia uma cena rockabilly ativa. Os primeiros shows foram assistidos pelos Rolling Stones e Dave Edmunds, que rapidamente os levaram a um estúdio de gravação. A banda teve três singles no Top 10 do Reino Unido e dois álbuns mais vendidos. Eles voltaram para os Estados Unidos, apresentando-se no programa de TV às sextas-feiras com uma mensagem piscando na tela de que não tinham contrato com gravadoras nos Estados Unidos.

Logo a EMI os pegou, seus primeiros vídeos apareceram na MTV e invadiram as paradas nos Estados Unidos. Seu terceiro álbum, Rant 'N' Rave with the Stray Cats, alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos e na Europa, com shows esgotados em 1983. No entanto, conflitos pessoais levaram a banda a terminar no auge de sua popularidade. Brian Setzer alcançou o sucesso solo trabalhando nos estilos rockabilly e swing, enquanto Rocker e Phantom continuaram a gravar em bandas juntos e individualmente. O grupo se reuniu várias vezes para fazer novos discos ou turnês e continuar a atrair grandes audiências ao vivo, embora as vendas nunca mais tenham atingido seu sucesso no início dos anos 80.Erro de citação: Elemento de fecho </ref> em falta para o elemento <ref> alcançando aceitação e adoração, no elenco destaca a participação de Johnny Depp.

Rockabilly Hall of FameEditar

O Rockabilly Hall of Fame original foi fundada por Bob Timmers em 21 de Março de 1997, para apresentar os primórdios do rock and roll, sua história rolo e informações relativas aos artistas originais e personalidades envolvidas neste gênero musical pioneiro. Sua sede fica em Nashville, Tennessee.[35] Em 2000, surge o International Rock-A-Billy Hall of Fame Museum, sediado em Jackson, Tennesse. [36]

Notas

Referências

  1. The American Heritage® Dictionary of the English Language, Fourth Edition copyright ©2000 by Houghton Mifflin Company. Updated in 2009. Published by Houghton Mifflin Company.
  2. Vladimir Bogdanov, Chris Woodstra, Stephen Thomas Erlewine, All Music Guide to Country: The Definitive Guide to Country Music, p. 912
  3. Max Ventura (2013). Anni '80. [S.l.]: Narcissus.me. 75 páginas. 9788868852900 
  4. Maury Dean (2003). Rock and Roll: Gold Rush. [S.l.]: Algora Publishing. 421 páginas. 9780875862279 
  5. Fundamentals of Rockabilly
  6. "The Wreck of the Old 97"
  7. Nothing but the Blues: The Music and the Musicians - Aldin,Mary Katherine; Bastin,Bruce (Abbeville Press, 1993)
  8. Mystery Train: Images of America in Rock ‘n’ Roll Music - Greil Marcus (E.P. Dutton, 1992)
  9. San Antonio Rose - The Life and Music of Bob Wills - Charles R. Townsend (University of Illinois, 1976)
  10. San Antonio Rose: The Life and Music of Bob Wills. Charles R. Townsend. 1976. University of Illinois. 269 p. ISBN 0-252-00470-1
  11. NPR's series of chronicles on American Music
  12. NPR podcast
  13. Workin' Man Blues - Country Music in California - Gerald W. Haslan (University of California Press, 1999)
  14. «kcmuseum page on Maddox Brothers». Consultado em 30 de abril de 2010. Arquivado do original em 4 de agosto de 2012 
  15. Bluegrass Breakdown: The Making of the Old Southern Sound - Robert Cantwell (Da Capo Press, 1992)
  16. RCS page for Zeb Turner[ligação inativa]
  17. The Rockabilly Legends; They Called It Rockabilly Long Before they Called It Rock and Roll - Jerry Naylor e Steve Halliday
  18. Rolling Stone's bio of Carl Perkins
  19. Carl Perkins on rockabillyhall.com
  20. «RCS-Bill Haley's page». Consultado em 3 de maio de 2010. Arquivado do original em 24 de março de 2010 
  21. Mesmo seguindo as definições do estilo, Bill Haley e sua banda são fequentemente suprimidos das listas de artistas rockabilly. De acordo com o guitarrista Frank Beecher eles queriam "tocar um estilo mais básico, mais country na verdade, que era chamado de rockabilly" (Bill Haley: The Daddy of Rock and Roll - John Swenson - Stein and Day, 1982)
  22. Bill Haley bio on starpulse.com
  23. Billboard year end charts 1955
  24. Rock Clock Tribute page on rockabillyhall.com
  25. Kurt Wolff e Orla Duane (2000). Country Music: The Rough Guide. [S.l.]: Rough Guides. 282 páginas. 9781858285344 
  26. «Definition». Billybop.be 
  27. a b c d Go Cat Go!: Rockabilly Music and Its Makers. Craig Morrison. 1996. University of Illinois Press.
  28. «RCS database». Rcs-discography.com. Consultado em 25 de janeiro de 2015. Arquivado do original em 18 de fevereiro de 2010 
  29. Weinberg, Steve (1998). «Paul McCartney: Many Years From Now (review)». The Missouri Review. 21 (1): 187–188. ISSN 1548-9930. doi:10.1353/mis.1998.0083 
  30. Shout!: The Beatles in Their Generation by Phillip Norman 1981 MJF Books
  31. Elvis: The Illustrated Record by Roy Carr and Mick Farren 1982 Harmony Books p. 160
  32. Poore, B. Rockabilly: A Forty Year Journey. Milwaukee: Hal Leonard, 1998
  33. Rockabilly: The Twang Heard 'Round the World: The Illustrated History. [S.l.]: Voyageur Press. 2011. pp. 198 e 199. 9780760340622 
  34. «Lights! Action! Sound! It's That Crazy Little Thing Called Queen! by Lou O'Neill Jr.(Circus Sept 1980)». web.archive.org. 18 de setembro de 2016. Consultado em 16 de outubro de 2019 
  35. http://www.rockabillyhall.com/
  36. http://www.rockabillyhall.org/

Ligações externasEditar

 
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