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Sidney Chalhoub
Nascimento 1957 (61–62 anos)
Rio de Janeiro
Residência Campinas
Nacionalidade  Brasil
Ocupação Professor e historiador
Principais trabalhos A força da escravidão
Prémios Prêmio Jabuti (1997), Prêmio ABL de História e Ciências Sociais (2013)

Sidney Chalhoub (Rio de Janeiro, 1957) é um historiador e professor universitário brasileiro.

Desde 2015, é professor dos departamentos de História e African and African American Studies da Universidade Harvard, além de ser associado ao departamento de Romance Languages and Literature na mesma instituição.[1]

Foi Diretor Associado do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e do Arquivo Edgard Leuenroth.[2]

Em 1997, recebeu um Jabuti, um dos principais prêmios do gênero no Brasil, na categoria Ensaio pelo livro Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial.[3] Em 2013, recebeu o Prêmio ABL de História e Ciências Sociais.

Seus estudos sobre escravidão, cotidiano e trabalho têm importância reconhecida, motivos pelos quais é um dos principais historiadores brasileiros.[4]

VidaEditar

Graduado em História em 1979 pela Universidade de Lawrence, Chalhoub voltou ao Brasil onde realizou o mestrado na Universidade Federal Fluminense, concluído em 1984.[2]

Terminou doutorado em 1989 na Universidade Estadual de Campinas, onde já lecionava.

Em 1992, terminou o pós-doutorado na Universidade de Maryland e oito anos mais tarde outro pós-doutorado, mas na Universidade de Michigan.[2]

Um de seus livros, Machado de Assis, historiador, lançado em 2003, foi bem recebido pela crítica e público.[5]

Em 1999, recebeu uma menção honrosa no Prêmio Casa Grande & Senzala, concedido pela Fundação Joaquim Nabuco.[2]

Seu livro A Força da Escravidão foi vencedor, em 2013, do Prêmio Literário da Academia Brasileira de Letras na categoria História e Ciências Sociais. [6]

Foi professor da Unicamp de 1985 a 2015, quando passou a lecionar na Universidade Harvard.[2]

Algumas obrasEditar

  • Machado de Assis, historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 345p.[2]
  • Trabalho, Lar e Botequim: o cotidiano de trabalhadores no Rio de Janeiro da Belle Époque. Campinas: Editora da Unicamp, 367 p.[2]
  • Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial. São Paulo: Companhia das Letras, 250 p.[2]
  • Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte . São Paulo: Companhia das Letras, 287 p.[2]
  • A Força da Escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Compania das Letras, 351 p.[2]

Referências

  1. «Sidney Chalhoub». history.fas.harvard.edu (em inglês). Consultado em 10 de novembro de 2018 
  2. a b c d e f g h i j «Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Sidney Chalhoub)». lattes.cnpq.br. Consultado em 10 de novembro de 2018 
  3. Câmara Brasileira do Livro (1997). Edições Anteriores - Prêmio 1997, acesso em 25 de maio de 2010
  4. Engeli, Magali Gouvea. (1996). Cortiços, febre amarela e vacinophobia: uma história na encruzilhada de muitas histórias. Niterói: Revista O Tempo, UFF, v. 1, n. 2, 1996, p.188, acesso em 25 de maio de 2010
  5. Revista de História da Biblioteca Nacional. (1 de setembro de 2008). Sidney Chalhoub - Um Bruxo na repartição, acesso em 25 de maio de 2010
  6. «ABL comemora 116 anos e entrega os Prêmios Literários para obras publicadas em 2012». Academia Brasileira de Letras. Consultado em 18 de novembro de 2015 


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