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Tacima é um município brasileiro do estado da Paraíba. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 6 875[4] habitantes.

Município de Tacima
Bandeira de Tacima
Brasão de Tacima
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 30 de Abril
Fundação 1959
Gentílico tacimense
Prefeito(a) Erivan Bezerra Daniel (PMDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Tacima
Localização de Tacima na Paraíba
Tacima está localizado em: Brasil
Tacima
Localização de Tacima no Brasil
06° 29' 16" S 35° 38' 13" O06° 29' 16" S 35° 38' 13" O
Unidade federativa Paraíba
Região intermediária

João Pessoa IBGE/2017[1]

Região imediata

Guarabira IBGE/2017[1]

Região metropolitana Araruna
Municípios limítrofes Passa-e-Fica e Nova Cruz (norte); Logradouro (Paraíba) (leste); Caiçara (Paraíba) e Belém (Paraíba) (sul); Bananeiras, Dona Inês, Riachão (Paraíba) e Araruna (oeste)[2]
Distância até a capital 153 km
Características geográficas
Área 246,656 km² [3]
População 10 263 hab. estimativa IBGE/2018[4]
Densidade 41,61 hab./km²
Altitude 168[5] m
Clima semiárido com chuvas de verão[5]
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,548 baixo PNUD/2000
PIB R$ 32 212,345 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 3 280,95 IBGE/2008[6]

Índice

HistóriaEditar

EtimologiaEditar

Segundo o historiador Horácio de Almeida, Tacima provém de Tacyba, que em língua indígena significa “profusão de formigas”.[7]

Povoamento da regiãoEditar

O antigo povoado de Tacima era distrito de Araruna, tendo conseguido sua emancipação política através da Lei 2138 de 30 de abril de 1959, de autoria do então deputado estadual José Targino Maranhão, desmembrando-se do município de Araruna e formando um distrito próprio.

O povoamento de Tacima começou a partir do século XVII. No entanto,historiadores fazem referência a presença de Expedições Portuguesas e Holandesas muito antes,pois existe registro de que eles foram até o Rio Grande do Norte, a procura da célebre Mina de Cunhaú. Essas expedições aconteceram no período de 1643 a 1645.

O Frei Damião de Bozzano, muito venerado na região, após uma grande festa pastoral, denominou o local de Campo de Santana, por ser o município um planalto muito extenso. A Lei Municipal n. 28 de 1996 mudou o nome do município para "Campo de Santana". Pela lei municipal nº 15, de 23 de dezembro de 2009, o município de Campo de Santana voltou a denominar-se Tacima.

Atualmente Tacima possui os distritos de Bola, Cachoeirinha, Pombos e Braga de Cima.

GeografiaEditar

LimitesEditar

Noroeste:
Araruna
Norte:
Passa-e-Fica e Nova Cruz
Nordeste:
Caiçara
Oeste:
Riachão e Dona Inês
  Leste:
Logradouro
Sudoeste:
Bananeiras
Sul:
Bananeiras e Caiçara
Sudeste:
Logradouro

RelevoEditar

Tacima está inserido na unidade geoambiental da Depressão Sertaneja, com relevo suave ondulado[5].

ClimaEditar

O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[8] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.

O clima é tropical semiárido, com chuvas de verão. A pluviometria média é 432 mm[5].

VegetaçãoEditar

A vegetação predominante é a caatinga hiperxerófila, com trechos de floresta caducifólia[5].

HidrografiaEditar

O município está nos domínios da bacia hidrográfica do rio Curimataú. Os principais tributários são os rios Calabouço, Salgado e Curimataú e o riacho Braga, todos de regime intermitente[5].

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 17 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2017 
  2. Mapa da Confederação Nacional de Municípios
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  4. a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 1 de novembro de 2018 
  5. a b c d e f «Diagnóstico do Município de Campo de Santana» (PDF). Projeto Águas Subterrâneas. Ministério das Minas e Energia. 2005. Consultado em 17 de outubro de 2009 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  7. Horácio de Almeida (1978). História da Paraíba, volume 1 – Coleção Documentos paraibanos. [S.l.]: Editora Universitária da UFPB 
  8. Ministério da Integração Nacional, 2005. Nova delimitação do semiárido brasileiro Arquivado em 15 de julho de 2010, no Wayback Machine..

Ligações externasEditar

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