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Tibério Júlio Ferox
Cônsul do Império Romano
Consulado 99 d.C.

Tibério Júlio Ferox (em latim: Tiberius Iulius Ferox) foi um senador romano da gente Júlia nomeado cônsul sufecto para o nundínio em algum momento em 99 com um colega de nome desconhecido[1].

CarreiraEditar

Quase nada se sabe sobre sua carreira, exceto que já era senador quando a dinastia flaviana chegou ao poder (69). Depois da queda deles (96), ganhou a confiança do imperador Trajano e tornou-se amigo de Plínio, o Jovem. Foi durante o seu mandato como cônsul sufecto que ocorreu o julgamento de Mário Prisco, o ex-procônsul da África, por corrupção. A decisão proferida por Ferox condenou-o ao exílio[1].

Depois do consulado, foi superintendente das margens do Tibre (curator alvei et riparum Tiberis et cloacarum). Em 111, serviu como legado imperial em alguma província, mas não se sabe qual[2]. Finalmente, entre 116 e 117, foi procônsul da Ásia, um posto que geralmente era considerado o ápice de uma bem-sucedida carreira senatorial. Depois disto, nada mais se sabe dele[1].

Em 103, é nomeado curador do Tibre. Em 111 era um legado imperial, mas o nome da província ainda não está estabelecido. Em 116-117 anos, como um procônsul governou a província da Ásia. O destino adicional é desconhecido[1].

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c d Der Neue Pauly, Stuttgardiae 1999, T. 6, c. 34
  2. Plínio, o Jovem, Epístolas X 87,3