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Carlos Leôncio de Magalhães

Carlos Leôncio de Magalhães
Carlos Leôncio de Magalhães.jpg
Nascimento 6 de Julho de 1875
Araraquara, SP
 Brasil
Morte 1931
São Paulo, SP
 Brasil
Parentesco Carlos Baptista de Magalhães (pai) Leôncia de Freitas Magalhães (mãe)
Filho(s) Carlos Reis de Magalhães, Oswaldo Reis de Magalhães, Ernestina de Paiva Meira, Maria Cecilia Duprat, Paulo Reis de Magalhães, Adelaide Reis de Magalhães e José Carlos Reis de Magalhães
Ocupação Fazendeiro, empresário, financista e banqueiro

Carlos Leôncio (Nhonhô) de Magalhães (Araraquara, 1875 – São Paulo, 1931) foi um fazendeiro, empresário, financista e banqueiro brasileiro. Chamado de quarto Rei do Café[1], Nhonhô foi um dos mais ricos cafeicultores paulistas do início do século XX. Desde cedo envolvido com o mundo agrícola, Carlos Leôncio de Magalhães tem seu nome associado a diversas fazendas do Oeste Paulista, particularmente a Cambuí, a Barreiro Rico e a Itaquerê, que posteriormente deram origem a cidades como Matão, Nova Europa, Santa Ernestina, Gavião Peixoto e Tabatinga.

FamíliaEditar

AntepassadosEditar

Nhonhô Magalhães vem de uma família de origem portuguesa. Seus avós paternos, Francisco Carlos de Magalhães e Bernarda Rodrigues Monteiro, emigraram de Portugal, se estabeleceram como comerciantes na cidade fluminense de Niterói e lá fizeram considerável fortuna. Seu pai, Carlos Baptista de Magalhães, foi educado nos prestigiosos Colégio do Santuário da Serra do Caraça (em Minas Gerais)[2] e Colégio Pedro II (no Rio de Janeiro), onde estudou com importantes nomes da vida política nacional, como Joaquim Nabuco e Rodrigues Alves. Entretanto, após seu pai enfrentar dificuldades financeiras, Carlos Baptista se mudou para o estado de São Paulo, a fim de tentar a vida como representante comercial. Sua mãe, a quatrocentona D. Leôncia de Freitas Magalhães, também descendia de portugueses. Ela era filha de Justino Correia de Freitas, original de São João do Rio Claro (atual Rio Claro) e de Anna de Arruda, da tradicional família Arruda, de Araraquara.

 
Colégio do Santuário da Serra do Caraça

Seu pai, Carlos Baptista de Magalhães, uma vez instalado em Araraquara, se tornou um importante fazendeiro, banqueiro, empresário e político do Centro-Oeste Paulista. Em parceria com outros proprietários de terras da região, fundou a Estrada de Ferro Araraquara em 1895, da qual foi presidente. Atuou como vereador na câmara municipal de Araraquara e liderou uma revolta monarquista na região (Revolta de Ribeirãozinho)[3]. Todavia, poucos anos depois assumiu a presidência do diretório local do Partido Republicano Paulista (PRP).

Através da família de sua mãe, Nhonhô Magalhães se liga às mais tradicionais famílias paulistas e paulistanas[4], dentre as quais destacam-se os Arruda (Jesuíno José Soares de Arruda), os Lara (Capitão Thomé de Lara Abreu, Thomé de Lara, Diogo de Lara), os Alvarenga (Inês Monteiro Alvarenga, “a matrona”), os Prado (Timóteo Leme do Prado), os Taques (Lourenço Castanho Taques), os Proença (Paulo de Proença Varela, Paulo de Proença Abreu), os Barros (Pedro Vaz de Barros, Antônio Pedroso de Barros), os Pires (Capitão Salvador Pires de Medeiros, Diogo Pires), os Cubas (Brás Cubas) e os Moraes de Antas (Pedro de Moraes de Antas, Baltazar de Moraes de Antas)[5]. Estas famílias, que figuram entre as mais antigas em solo brasileiro, descendem da pequena e média nobreza portuguesa e estão ligadas às famílias reais portuguesa, francesa, aragonesa, castelhana e navarra.

O cafeicultor tinha duas irmãs, Maria Dulce de Magalhães (Nicota), casada com Valdomiro Pinto Alves, e Maria Elisa de Magalhães (Zilota), casada com Sebastião Lebeis. Waldomiro era filho de Antonio Alves Pereira de Almeida e de Gertrudes Eufrozina Pinto. Sebastião Lebeis (Rio Claro, 1874 – São Paulo 1936) era filho de Guilherme Lebeis e de Escolástica de Arruda Botelho.

DescendentesEditar

Carlos Leôncio casou-se com Ernestina Reis de Magalhães (Rio de Janeiro, 1876 - São Paulo, 1968), filha de José Monteiro Reis e de Adelaide Monteiro Palha, naturais do Rio de Janeiro. Com ela teve oito filhos: Maria José (que faleceu com menos de um ano de idade), Carlos (1903 – 1985), Oswaldo (19?? – 1974), Ernestina (1908 – 2000), Maria Cecilia (1911 – 1999), Paulo (1913 – 1996), Adelaide (1917 - 2014) e José Carlos (1921 – 2002). Carlos Reis de Magalhães, Oswaldo Reis de Magalhães, Paulo Reis de Magalhães e José Carlos Reis de Magalhães dedicaram-se à administração da Companhia Itaquerê, que geria os bens deixados por seu pai. Além desta atividade, Paulo Magalhães foi presidente de diversas empresas nacionais e multinacionais (entre as quais Alpargatas e Philips) e José Carlos Reis de Magalhães tornou-se um importante ornitólogo brasileiro, com pesquisas desenvolvidas na fazenda Barreiro Rico.

Carlos casou-se com Marieta Lion e teve duas filhas. Oswaldo casou-se com Jandira Rondon e não teve filhos. Paulo casou-se com Marina Bastos e teve cinco filhos. Ernestina casou-se com Roberto de Paiva Meira e teve dois filhos. Maria Cecilia casou-se com Antonio Ângelo Maria Duprat, visconde de Duprat, e teve três filhos. Adelaide casou-se com Nestor Sacramento Rocha e teve duas filhas. José Carlos casou-se com Cecília Alves e teve cinco filhos.

Apesar de suas principais atividades econômicas estarem ligadas ao interior paulista, Carlos Leôncio se instala no começo do século XX na Avenida Higienópolis, no bairro de mesmo nome, em São Paulo. Decide começar a construir uma nova casa em um terreno contíguo ao que morava, porém vem a falecer aos 56 anos em 1931, antes da conclusão da obra, em decorrência de um câncer.

NegóciosEditar

FazendasEditar

Nhonhô começou sua vida profissional administrando as fazendas de café de sua família juntamente a seu pai. Ainda jovem, Carlos Leôncio começou a desenvolver fazendas na cidade de Matão para posteriormente vendê-las e auferir os lucros, sendo este o principal meio através do qual enriqueceu.

Fazenda CambuíEditar

O melhor negócio de compra e venda de fazendas realizado por Nhonhô foi o desenvolvimento da fazenda Cambuhy (ou Cambuí na grafia atual)[6]. Carlos Leôncio comprou a sesmaria de 25.000 alqueires paulistas (605 quilômetros quadrados) em 1911, em uma área que corresponde hoje em dia aos municípios de Matão, Nova Europa e Gavião Peixoto. Nesta propriedade instalou a Companhia Agrícola e Pastoril d’Oeste de São Paulo (CIAPOSP), vendida em 1924 pelo valor de 20.000 contos - meio milhão de libras esterlinas - (mais de dez vezes o valor que havia sido pago no momento da compra) para o grupo inglês Brazilian Warrant Co, que ali criaria a Cambuhy Coffee and Cotton Estates Limited[7]. Foi o valor mais alto até então pago por uma propriedade no Brasil.

A propriedade vendida aos empresários ingleses compreendia 19 fazendas (Cambuí, Alabama, Boa Vista, Santa Josefa, Retiro, Palmas, Guanabara, Niterói, Água Sumida, São João, Flórida, Califórnia, Arizona, Contribuição, Mato Grosso, Barreiro, Virgínia, Tamandaré e Pedregulho) que somavam entre 2,5 e 3 milhões de pés de café e aproximadamente 15 mil cabeças de gado. As fazendas eram servidas por 300 quilômetros de estradas e por dez estações ferroviárias (Toryba, Teixeira Leite, Cambuhy, Uparoba, Gavião Peixoto, Nova Paulicéia, Nova Europa, Matão, Ponte Alta e Santa Josefa) ao longo de 70 quilômetros das Estradas de Ferro Araraquarense e Douradense que corriam dentro da propriedade. Esta empresa agrícola empregava cerca de 3 mil funcionários e produzia aproximadamente 300 mil arrobas de café por ano[7].

Fazenda ItaquerêEditar

Nhonhô conservou uma parte da propriedade, onde estabeleceu a fazenda Itaquerê, nome dado em homenagem ao rio Itaquerê, que corre pela propriedade. A Itaquerê tinha 5.570 hectares e era avaliada em 3.200 contos. O objetivo de Nhonhô era de criar ali uma fazenda modelo de produção diversificada, apesar de o café continuar sendo a principal cultura. Além das plantações, Carlos Leôncio construiu uma usina de açúcar (originalmente Companhia Açucareira Itaquerê, porém rebatizada como Usina Santa Fé) e uma usina hidrelétrica em sua propriedade. Ambas as usinas continuam em operação, sendo que a usina hidrelétrica funciona com o maquinário da época (1928).

A fazenda Itaquerê foi vendida nos anos 1970 à família Malzoni, que mudou o nome da propriedade para Santa Fé.[8].

Fazenda Barreiro RicoEditar

A terceira fazenda mais importante do cafeicultor foi a Barreiro Rico, comprada em 1926 e que se localiza na região de Piracicaba, na cidade de Anhembi, à beira do Rio Tietê e da represa de Barra Bonita. Esta fazenda, que tinha uma área total de 8 mil alqueires e que após a morte de Nhonhô foi dividida em propriedades menores, se dedicava particularmente à extração de madeira e à criação de gado nelore. A criação de gado se iniciou em 1935, portanto é considerada como uma das mais antigas fazendas produtoras ainda em atividade no Brasil. O próprio Nhonhô foi o administrador da fazenda entre 1926 e 1931 e posteriormente seus filhos Oswaldo (1931 a 1958) e José Carlos (1958 a 2001) geriram a propriedade.[9]

Companhia de ImigraçãoEditar

A fazenda Cambuí, desenvolvida em uma época em que a mão de obra escrava já havia sido libertada, teve de buscar novas formas de suprir a necessidade de braços para a lavoura. A solução encontrada por Nhonhô Magalhães foi o incentivo à imigração através da Companhia Agrícola e Pastoril d’Oeste de São Paulo, que oferecia benefícios para os trabalhadores (principalmente italianos) que se instalassem em suas terras. Havia uma clara preferência por trabalhadores estrangeiros, vistos como esforçados e ambiciosos, enquanto que a força de trabalho nacional era tida por Nhonhô como preguiçosa e pouco dedicada.[7]

O sistema de colonização particular foi estabelecido. Segundo este método, o grande proprietário divide uma parcela de sua propriedade em pequenos lotes e os distribui entre os colonos, a fim de criar uma reserva de mão de obra a ser empregada nas plantações. Essa foi a origem de cidades como Nova Europa e Gavião Peixoto, por exemplo.

Em um segundo momento, a partir de 1912, Carlos Leôncio de Magalhães investe na imigração japonesa e tenta atrair cerca de 500 famílias para a Cambuí oferecendo moradia e terras a serem cultivadas pelos meeiros. O intuito de Nhonhô era desenvolver a cultura do algodão em sua propriedade a fim de abastecer uma indústria têxtil que planejavam fundar. No entanto, não conseguindo atrair a mão de obra japonesa, o projeto da fábrica é abandonado. Ainda em 1912, Nhonhô passa a estimular a vinda de 400 famílias portuguesas que haviam se envolvido com uma tentativa frustrada de restauração monárquica em seu país e que haviam sido exiladas na Espanha, porém novamente o projeto não obtém sucesso.[7]

Apesar do fracasso de alguns de seus processos de imigração, a fazenda Cambuí não sofre com a falta de mão de obra ao longo da década de 1910, isso porque Carlos Leôncio dedicava-se particularmente à manutenção do número de trabalhadores, fator que considerava fundamental para o sucesso de seu empreendimento.

A partir dos anos 1920, em decorrência do desenvolvimento da cultura cafeeira na propriedade, Nhonhô, através da Companhia Agrícola e Pastoril d’Oeste de São Paulo, passa a fazer constantes solicitações de mão de obra ao Departamento Estadual de Trabalho.

Nesta época, a necessidade de braços para as plantações, aliada a diminuição da disponibilidade de mão de obra estrangeira causada por maiores exigências feitas pelo governo italiano para permitir a emigração, fez com que os principais agricultores do Oeste Paulista, dentre os quais Nhonhô Magalhães e o Conselheiro Antônio da Silva Prado, recorressem a migrantes nordestinos.

Nhonhô já vinha há algum tempo tratando diretamente com o governo italiano sobre a possibilidade da vinda de mais colonos. No entanto, as exigências do governo daquele país eram tão altas que o fazendeiro se sentiu pessoalmente perseguido pelas autoridades responsáveis pela emigração. A fim de contornar o problema Carlos Leôncio passou a desenvolver propagandas escritas em português, espanhol e italiano e dirigidas diretamente aos possíveis colonos, garantindo uma espécie de seguro de vida para seus funcionários, como podemos ver no trecho a seguir:

Cada família de colono, terá na pessoa de seu chefe, um seguro de vida de 1.000$000 (um conto de réis) por mil pés de café que tratar, sendo que o seguro mínimo será de 3.000$000 (três contos de réis) e o máximo de 5.000$000 (cinco mil contos de réis) para qualquer família que venha a tratar de mais de 5 mil pés de café. Além desse seguro, a Companhia dará mais um prêmio de 50$000 a todos os colonos indistintamente por ano e por mil pés de café que tratar. (...) Os colonos que permanecerem na fazenda três anos consecutivos receberão ainda um prêmio de 20% em dinheiro sob e o valor do seu seguro.[7]

Apesar das propagandas que afirmavam que os trabalhadores dedicados poderiam enriquecer trabalhando na fazenda Cambuí, não foram muitos os que conseguiram amealhar somas consideráveis trabalhando na propriedade. Os salários pagos por Nhonhô não diferiam dos demais oferecidos na região e o custo de vida tampouco era menor do que o existente em outras fazendas, por esse motivo poucos eram os que conseguiam subir de vida.

Casa Comissária e Companhia de Comércio e FinançasEditar

Quando jovem, Carlos Leôncio de Magalhães trabalhou em uma casa comissária de Santos, responsável pela compra e venda de café no porto da cidade. Posteriormente se desligou da empresa e fundou sua própria casa comissária em 1910, a Correia Magalhães & Cia. Foram sócios de Nhonhô nesta empreitada Pio Lourenço Corrêa, Antonio Joaquim Carvalho Filho, Dario Alves de Carvalho, Eduardo Monteiro dos Reis e Joaquim de Meira Botelho.[6]

Nhonhô criou com capital oriundo da venda da fazenda Cambuí a Companhia Paulista de Comércio e Finanças, que atuou como banco e financiadora de negócios principalmente ligado à indústria cafeeira.

Casa de HigienópolisEditar

Nos anos 1930 Nhonhô dá início à construção de sua nova residência na capital paulistana. O local escolhido foi o número 758 da Avenida Higienópolis (terreno contíguo ao de sua casa anterior), na altura da esquina com a Rua Albuquerque Lins.

O imóvel, de estilo eclético, foi erguido entre 1930 e 1937 sob a responsabilidade do escritório Siciliano & Silva. A casa possui 2.463 metros quadrados distribuídos em cinco andares[10]. O palacete ostenta piso de marchetaria, lustres de ferro fundido, lambris e móveis de Jacarandá-da-bahia entalhados pelo artista italiano Dinucci, vitrais belgas, mosaicos com vidro Murano e teto em madeira de lei ornamentado em gesso.

Cada quarto tem uma pintura totalmente diferente, sempre imitando tecido, com padrões típicos de castelos franceses. No primeiro andar há uma pequena capela inspirada no Mosteiro dos Jerônimos, de Lisboa, e os entalhamentos na madeira da escada principal exibem inúmeros símbolos religiosos. No subsolo, há um anfiteatro com capacidade para quase 50 pessoas sentadas, enquanto que na sala um balcão todo em jacarandá mostra o apreço que os donos tinham por saraus e apresentações musicais.[11]

Carlos Leôncio faleceu antes da conclusão da obra. Sua mulher e cinco de seus filhos chegaram a habitá-la, porém após onze anos a casa foi vendida. Em 1974 ela passou a ser a sede da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e da Delegacia Antissequestro. O Shopping Pátio Higienópolis, controlado pelo Grupo Malzoni, comprou o imóvel em um leilão do governo estadual nos anos 2000 por cerca de R$ 19,5 milhões de reais e deu início a um processo de restauro. Hoje o casarão é protegido pelo Patrimônio Histórico.

PolíticaEditar

O cafeicultor fez dois discursos na sede da sociedade, um em 1922 e outro em 1923, nos quais defendia os interesses dos grandes proprietários, como a oposição ao Imposto Territorial e a relação entre o café e a taxa de câmbio. Em ambos deixa claro seu envolvimento com as políticas relativas à produção de café e seu posicionamento favorável aos grandes produtores.[12].

Referências

  1. MARTINS, Ana Luiza, História do Café, Editora Contexto, 2008, São Paulo – SP, Brasil.
  2. «Lista de ex-alunos do Santuário do Caraça». Consultado em 1 de maio de 2013 
  3. OSSIS GOBATTO, Oscar, A Revolta Monarquista de 1902 no Estado de São Paulo, 2000, Editora Autor.
  4. «Revista Genealógica Latina». Consultado em 1 de maio de 2013 
  5. TOLEDO, Roberto Pompeu de, A Capital da Solidão: Uma história de São Paulo das origens a 1900, Editora Objetiva, 2003, Rio de Janeiro – RJ, Brasil
  6. a b «Site da Unidade Especial de Informação e Memória da Universidade Federal de ão Carlos, Catálogo do Fundo Carlos Leôncio de Magalhães» (PDF). Consultado em 1 de maio de 2013 
  7. a b c d e CASALECCHI, José Ênio, Da Companhia Industrial, Agrícola e Pastoril D`Oeste de São Paulo à Cambuhy Coffee and Cotton Estates, 1976, Araraquara – SP, Brasil.
  8. «Site da Fazenda Santa Fé». Consultado em 1 de maio de 2013 
  9. «Site da Fazenda Barreiro Rico». Consultado em 1 de maio de 2013 
  10. «Site do jornal Folha de S.Paulo». Consultado em 1 de maio de 2013 
  11. «Blog Casas Históricas Paulistanas». Consultado em 1 de maio de 2013 
  12. MARTINS, Amanda, Carlos Leôncio Magalhães na Sociedade Rural Brasileira, 2011.

BibliografiaEditar

  • CASALECCHI, José Ênio, Da Companhia Industrial, Agrícola e Pastoril D`Oeste de São Paulo à Cambuhy Coffee and Cotton Estates, 1976, Araraquara – SP, Brasil.
  • LEME, Luiz Gonzaga da Silva, Genealogia Paulistana, 1903-1905, São Paulo – SP, Brasil.
  • MARTINS, Amanda, Carlos Leôncio Magalhães na Sociedade Rural Brasileira, 2011.
  • MARTINS, Ana Luiza, História do Café, Editora Contexto, 2008, São Paulo – SP, Brasil.
  • MOYA, Salvador de, Revista Genealógica Latina, Volume 8, 1956, São Paulo – SP, Brasil.
  • OSSIS GOBATTO, Oscar, A Revolta Monarquista de 1902 no Estado de São Paulo, 2000, Editora Autor.
  • PRADO, J. F. de Almeida, Primeiros Povoadores do Brasil 1500-1530, Volume 37, Companhia Editora Nacional, 1966, São Paulo – SP, Brasil.
  • TOLEDO, Roberto Pompeu de, A Capital da Solidão: Uma história de São Paulo das origens a 1900, Editora Objetiva, 2003, Rio de Janeiro – RJ, Brasil.
  • VASCONCELOS, Rodolfo Smith de, e VASCONCELOS, Jaime Smith de, Arquivo Nobiliárquico Brasileiro, 1918, Lausanne, Suíça.